Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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terça-feira, 4 de setembro de 2018

Liberte-se desse vício!


Ficou chocado?
Pé de porco, pé de frango, pé de gente, não tem diferença, são partes do corpo de seres criados pelo mesmo Deus!
Carne é tudo igual, não coma, liberte-se desse vício! Seu corpo e espírito vão agradecer ...

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

VEGETARIANISMO X CARNIVORISMO


Prefira ser um vegetariano que come espinhos...
À ser um carnívoro com um cemitério na barriga



Introdução

O debate sobre o vegetarianismo já vem há muito tempo esquentando as conversas numa mesa de ceia de Natal. De um lado aqueles que já têm o hábito da refeição carnívora. Do outro, aqueles que estão "tentando" mudar seus hábitos alimentares para uma refeição mais balanceada e sadia que, depois de ouvirem inúmeros motivos para não serem vegetarianos, acabam, por fim,
desistindo da idéia.
No entanto, o que a maior parte das pessoas não percebem é que a carne é só mais um ingrediente no prato, que pode ser substituída com criatividade e bom gosto, não deixando de ser uma refeição menos saborosa. O homem ocidental passa o dia todo se alimentando de restos animais: no café da manhã, pão com presunto; no almoço, bife com cebolas; à tarde, uma coxinha de galinha ou um pastel de carne moída; no jantar, sopa com carne ou canja de galinha.
Até economicamente se falando o vegetarianismo é mais vantajoso pois, uma refeição vegetariana é mais barata do que a carnívora em dois aspectos:
•Primeiro, os vegetais, na feira ou no supermercado, são mais baratos do
que um ou dois quilos de carne.
•Segundo, no final do mês a despesa na farmácia vai ser bem menor !
De acordo com alguns estudos, o vegetarianismo ajudar à combater os sintomas desagradáveis da menopausa e da impotência sexual. Segundo alguns cientistas americanos, os carboidratos que são ingeridos numa refeição vegetariana diminuem a incidência de câncer no organismo, principalmente no intestino e estômago.

A crueldade com os animais

Fora isso, existe o fato da crueldade com os animais: desde a produção em laboratórios, onde a seleção genética ainda "testa" as pobres cobaias até o abate. A famosa carne de vitela é produzida de bezerros recém-nascidos que são confinados em cubículos escuros para que sua carne fique mais macia e mole (ou seja, mais "doente").
O abate? Se tem estômago para ler estas linhas então, prossiga: uma forte pancada na cabeça, geralmente com uma "marreta" leva o animal ao solo para lá ser retalhado. Porém, pelo peso que este animal tem (algumas centenas de quilos, no caso do boi) uma pancada nesta região não é o suficiente para matá-lo na hora. Em outras palavras: ele começa a ser cortado ainda em vida !!!
Para se obter o "delicioso" presunto, é necessário que o porco fique confinado à um local de pequenas dimensões sendo alimentado com um monte de comidas sujas, algumas até em estado de putrefação, deixando-o "obeso" por não poder se locomover, ao ponto de "arrastar-se", no intuito de obter-se muita gordura.
O patê-de-fígado-de-ganso segue o mesmo sistema: é uma hipertrofia do fígado do animal que fica tão inchado que obriga a pobre criatura a arrastar-se para se locomover.
Se duvida do que dizemos, vá a um matadouro para conferir a veracidade de nossas palavras. Depois de limpa e selecionada a carne vai para o "estoque" onde fica semanas ou, até mesmo, meses. Fica a pergunta: será que ela será tão "fresca" e saudável quando, ao final, estiver em seu prato?

Aspectos da higiene e da saúde

Os animais, assim como o homem, também têm "medo" da morte. Se bem que este sentimento ainda é bem rudimentar nos animais ficando mais sujeitos ao instinto de conservação. Mas, mesmo assim, sabemos que, pela doutrina da evolução e reencarnação, os animais estão em processo evolutivo, assim como os seres humanos e, os sentimentos estão em fase de "despertamento" nestes seres para, depois que reencarnarem em corpos humanos, estes já possuam um resquício sentimental mínimo necessário para as primeiras existências na forma humana. Sendo assim, o medo ou, instinto de conservação no animal, já se faz presente, possibilitando-o à "pressentir" o perigo da morte, quando esta se aproxima.
Então, uma "cascata" de adrenalina é derramada na corrente sanguínea do animal para que, com mais energia, este possa fugir e sobreviver da investida do predador. No entanto, como ele vai fugir? Está preso em um corredor muito, muito estreito, para ser abatido onde, não pode ir nem para frente, nem para trás. Morrendo logo depois de ter passado horas de agonia da expectativa da morte, a adrenalina, que não pôde ser "queimada" na corrida contra o predador (que neste caso é o homem), é jogada em sua circulação sangüínea e enviada para toda a carne do animal, carne esta que será consumida pelas pessoas.
Todo animal assim que morre começa o seu estado de putrefação ou decomposição e, milhões de bactérias se desenvolvem rapidamente para consumir este animal.
As bactérias liberam toxinas que não saem com o cozimento e temperos.
Resultado: uma alimentação com proteínas, sim, porém repleta de toxinas e
germes responsáveis pela putrefação cadavérica.

Aspectos espirituais

Não faz muito sentido devastar florestas para cultivar pastos onde serão criados animais que, por sua vez, serão destruídos para servirem de "alimento" para o homem. Segundo Ramatis, em seu fantástico livro "Fisiologia da Alma" onde trata de assuntos como fumo, alcoolismo e alimentação carnívora e seus males para o corpo físico e perispiritual, ele nos diz que a carne, após ser ingerida, passa por processos químicos no estômago mas, também, na tessitura delicada do perispírito
(um dos nossos corpos espirituais).
O animal tem um perispírito ainda muito primitivo. Como nos humanos, esse corpo espiritual é capaz de veicular esses "sentimentos" de medo, mesmo que ainda rudimentares. A angústia que o animal experimenta, momentos antes do abate, é enviado pelo perispírito ao duplo etérico
(corpo semi-espiritual, semi-físico, mais próximo do corpo carnal) que, por sua vez, remete para o corpo físico. Resultado: em nosso corpo espiritual (perispírito) ficarão agregadas placas de uma substância viscosa provenientes do perispírito ainda rudimentar do animal que, ao longo do tempo, se condensarão e serão remetidas para o nosso duplo etérico que, por sua vez, também remeterá para o corpo físico, causando indesejáveis doenças como, por exemplo, o câncer.
O ser humano, como animal racional, tem por obrigação cuidar do meio ambiente em que vive. É mais do que óbvio que devemos ajudar no processo evolutivo da criação. E também é óbvio que devemos ajudar aqueles que nos rodeiam à evoluírem e, não é tirando-lhes a vida que iremos ajudá-los à tal. O mesmo podemos dizer para com os animais que como nós, estão no processo evolutivo. Alguns dirão: e os vegetais, não estão também no processo evolutivo? Sim, estão. Mas faz parte de sua fisiologia, darem de si para se reproduzirem, como no caso das frutas. Quando comemos uma maçã, por exemplo, estamos, nada mais, nada menos, sendo "usados" pela natureza para ajudar na disseminação de sementes deste vegetal específico, auxiliando na sua propagação e reprodução.. E, para comermos uma maçã, não é necessário derrubarmos a macieira!
A constituição fisiológica do ser humano é a de um animal herbívoro:
nossos dentes (molares) de formato achatado, o esôfago estreito, o estômago com ácidos de menor poder destrutivo, o intestino de grande comprimento, são órgãos cujas características demonstram a nossa origem animal vegetariana (herbívora). Segundo alguns estudiosos do assunto, o homem talvez tenha adquirido o hábito de comer carne quando este, na pré-história, passava por extremas dificuldades de encontrar alimento, restando-lhe, então, a única opção de se alimentar do resto de animais mortos, o que em outras palavras poderíamos classificar o homem daquela época como um carniceiro, semelhante aos chacais, abutres e urubus. O simples hábito de preferirmos o alimento morno ou quente, ao frio, atesta o nosso instinto de homens ainda recém saídos da animalidade onde comíamos a carne ainda quente e crua dos animais que acabávamos de matar.

Não somos à favor do radicalismo: é óbvio que, se alguém que cultiva o hábito da alimentação carnívora (a maioria no Ocidente), parar de comer carne subitamente, com certeza, o seu organismo passará por um déficit de proteínas causando, possivelmente, uma indesejável anemia. O ideal, é diminuir a ingestão de carne gradativamente: primeiro, pare de comer carne suína e bovina. Depois a de frango, peixe e crustáceos, até chegar ao ponto de ter uma refeição ovo-lacto-vegetariana (leite e derivados, ovos e vegetais).Substitua, também, a carne por soja, ela é rica em proteínas e muito mais saudável, para quem não conhece, existe uma vasta linha de produtos derivados destes grãos como, por exemplo, a carne-de-soja. Assim você estará ingressando ao vegetarianismo consciente e racionalmente onde desfrutará de uma vida muito,
muito mais sadia!

Lembre-se: Nenhum animal precisa sofrer para servir ao homem

domingo, 26 de julho de 2015

Qual o critério da escolha?

Por que alguns são escolhidos para serem amados e outros para serem mortos e comerem sua carne?
 Quais os critérios, já que ambos são inteligentes, amorosos e sensíveis?

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Carnivorismo


Se gostam tanto de carne, pra que molhos, temperos, assar, cozinhar e fritar?
Tem mais é que sentir o gosto in natura!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

O inferno é aqui...

Ladrões arrancam a coxa do boi e o deixam agonizando até a morte...
O inferno é aqui mesmo...



quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Carnivorismo à luz do espiritismo

 Eliminar a carne animal do seu cardápio faz bem para a saúde? E para o espírito?
     Comer carne envolve uma necessidade fisiológica do orga­nismo, mas também implica em sacrifício de criaturas. Ao espírita, soma-se a preocupação de a prática atrasar a escalada evolutiva do espírito, face à materialidade da energia animalizada impregnada no corpo físico derivada da ingestão animal. Estudemos, pois, cada aspecto desse assunto em particular.

Responsabilidade
      Considerando a lei de amor e caridade ensinada pelo Cristo, obviamente temos uma responsabilidade grande em relação a todos os seres da criação, ampliando a solidariedade àqueles que nos são intelectualmente inferiores. Se o indivíduo torna-se vegetariano, movido por sincera afeição e respeito aos animais, sem dúvida chega ainda mais próximo do amor universal preconizado por Jesus, que nos ensinou o valor da chamada "família humana". Emmanuel, na obra O Consolador, nos coloca que devemos trabalhar "pelo advento dos tempos novos, em que os homens terrestres poderão dispensar da alimentação os despojos sangrentos de seus irmãos inferiores".

      Menos animalizada


      A literatura espírita diz que a alimentação frugal torna o perispírito menos animalizado, pois a alimentação carnívora traz uma carga de energia animalizada dos despojos ingeridos. Tanto assim que, ante a um tratamento magnético (passe ou cirurgia espiritual), é solicitado ao paciente que se alimente frugalmente durante todo o dia. O perispírito, menos denso, é mais facilmente manipulado pela espiritualidade em favor da cura. Enfim, é indicada uma alimentação menos animalizada? Sim, com benefícios para o próprio ser humano e também para a evolução da relação entre os seres da criação. É condição para a evolução do homem? Não, esta se dá pelos esforços morais que empreende rumo à vitória sobre si mesmo.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Coisas que nunca vou entender...

Por que um recebe carinho e o outro vira comida?
Se ambos gostam de carinho, sentem fome, sede e dor? Por que esses hipocrisia?
Jamais vou entender...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Tumor no seu bife


Não há nessa foto nenhum truque. Tumores na carne são muito comuns. Limpam por fora e a carne será vendida. normalmente. Pergunte a qualquer açougueiro.
Não há nada de errado com um tumor purulento. Cortam  o tumor lavam o pus. Então você vai servir o bife suculento para carnívoros que acreditam que a carne em decomposição de animais é a sua única fonte de proteína. Ficou com nojo?...
Fonte: Facebook

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Baby


Bebê suíno, morto e embalado, à venda num supermercado português. Reflita, por favor: esta criança poderia ter tido uma história, poderia ter brincado ao sol, pisado a terra, estado com a família, crescido, e morrido quando a sua hora chegasse. Mas...o que lhe fizeram em nome do palato? 
Por favor pense um pouco...o que faz esta criança suína ser menos importante do que uma criança canina, felina, ou humana? Nada. Só muda a espécie, no direito a não sermos mortos somos todos iguais. 
Todos diferentes, todos animais!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Quando foi que você se esqueceu disso?



Com a cordinha verde no pescocinho fica até mais fácil de VER!!!
É um animalzinho, gente !!!!
Quando você era pequenino, sabia disso ...
Aos poucos, "alguma coisa" foi acontecendo com você e, aos poucos, você esqueceu do que sabia com a sua sabedoria intuitiva de criança.
Não é culpa sua. Você foi "treinado" socialmente para se esquecer..
Quis "se inserir", foi des-educado na escola, não teve a chance de nascer numa família de vegetarianos.
Aliás, a maioria de nós cresceu assim, sem ninguém que nos abrisse os olhos.
Querendo ser "aceitos" socialmente, fomos aos poucos perdendo a nossa originalidade e sabedoria infantil.
Repetimos comportamentos, apenas porque os vimos e copiamos, muitas vezes sem pensar naquilo que fazemos e reproduzimos.
Se você chegou a ler até aqui, é porque provavelmente se importa e, possivelmente, tem uma pequena memória de quando era mais compassivo, mais inclusivo, no amor e admiração que um dia dedicou a tudo ao seu redor.
Pense na possibilidade de mudar seus hábitos com carinho.
Carinho pelos outros e carinho por você.
Um abraço carinhoso,
Norah André