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terça-feira, 30 de abril de 2019
domingo, 1 de maio de 2016
Porcos são tratados como objetos e não como seres vivos
Porcos no mercado de Tana Toraja, na Indonésia.
Eles estão vivos, centenas deles, amarrados com cordas em varas de bambu e ficarão assim até que sejam vendidos.
Como as pessoas podem ser tão cruéis? Cena dantesca que reporta à Idade de Pedra
quarta-feira, 2 de março de 2016
domingo, 26 de julho de 2015
Qual o critério da escolha?
Por que alguns são escolhidos para serem amados e outros para serem mortos e comerem sua carne?
Quais os critérios, já que ambos são inteligentes, amorosos e sensíveis?
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Visita ao Matadouro
VISITA AO MATADOURO

Passei alguns de meus últimos anos no interior de São Paulo, fiscalizando fontes de poluição ambiental: usinas de açúcar e álcool, fábricas que processamento de polímeros, fundições etc. Mas nada me pareceu tão poluente e agressivo quanto os curtumes e abatedouros de animais. Estas atividades são, é claro, extremamente poluentes, mas pretendo falar sobre este assunto em outra ocasião. Gostaria de reservar este momento para falar sobre uma outra forma de violência, aquela que presenciei nos matadouros e abatedouros de animais.
Embora o sofrimento do animal que será abatido se inicie já em seu nascimento, é no matadouro que ele encontra o seu fim. Não é um fim agradável, tranquilo ou sem dor, como muitas pessoas querem acreditar. As pessoas são levadas a crer que os animais que lhes servem de alimento levaram uma vida de prazeres, brincando nos campos com outros animais de fazenda e que em determinado dia estes foram transportados e abatidos de forma indolor. Esta é a imagem que a indústria da carne nos passa, com suas propagadas de animais sorridentes e suas embalagens coloridas que quase não sangram.
As pessoas não acreditam, ou não querem acreditar, que animais de corte tiveram toda uma existência miserável, privados da luz do sol, do ar fresco, de pisar a terra. O objetivo de uma criação de animais de corte não é, é claro, o bem estar dos animais. O objetivo é lucro, produzir mais carne, em menor espaço e no menor tempo possível. Desta maneira ovinos, suínos e frangos são criados em locais com alta densidade de indivíduos, em espaços mínimos que limitam seus movimentos e o desempenho das atividades mais
básicas, características de suas espécies. Os bovinos ainda são criados de maneira extensiva no Brasil, mas esta realidade tende a se alterar com o aumento na demanda e profissionalização do setor.
básicas, características de suas espécies. Os bovinos ainda são criados de maneira extensiva no Brasil, mas esta realidade tende a se alterar com o aumento na demanda e profissionalização do setor.
Descrever o que acontece em um matadouro não é uma tarefa fácil. Provavelmente ler sobre o que lá se passa também não seja, mas acredito que temos a obrigação de divulgar estas verdades, e desfazer os mitos que se formam, de que os animais não sofrem com o abate. Todo aquele que se alimenta de animais tem o dever de conhecer este último e importante passo na vida da comida que tem em seu prato. As descrições que se seguem representam o que pude presenciar do abate de animais. Quando forem citados procedimentos diversos aos quais presenciei, farei menção a isto.
Matadouros de gado
Os animais são transportado em caminhões de transporte de gado, geralmente contendo 12 animais, que tentam se manter em pé enquanto o veiculo se desloca. Os animais são geralmente trazidos de fazendas próximas ao abatedouro, mas em alguns casos provêm de localidades mais distantes, o que significa que este transporte pode durar várias horas. O caminhão adentra o matadouro e os animais são descarregados a chutes e pontapés em um terreiro cercado (imagino que eles foram colocados no caminhão também na base do chute). Neste terreiro os animais ficarão à espera por algumas horas, pois os abates quase sempre ocorrem durante a madrugada.
Não pude presenciar a hora em que o abate começa, devido ao horário, mas imagino que os animais são enfileirados no corredor que leva à sala onde serão abatidos. Nas primeiras horas da manhã é evidente o estresse que estão vivendo os que ainda esperam a vez de entrar na sala do matadouro, pois estes presenciaram a morte de todos os animais que foram na frente. Seus olhos aparecem saltados na órbita, bem irrigados de sangue, e seus mugindo são desesperados e frenéticos.
Estes animais ouviram o que aconteceu com os animais que foram à sua frente,sentiram o cheiro de seu sangue e possivelmente viram alguma cena desagradável, é claro que resistem até onde podem para não passar pelo corredor que leva à sala do matadouro. Por este motivo, um funcionário do estabelecimento os força a fazê-lo dando chutes e eletrochoques através de uma vara. O animal vivencia um verdadeiro pânico, e tenta recuar, mas é empurrado para a frente pelo animal que vem atrás, que também está levando eletrochoques. Ele tenta se jogar para os lados, mas as barras de aço só lhe permitem que avance para a frente.
Ao entrar na sala do matadouro, o animal presencia por cerca de um minuto o que está sendo feito com seus companheiros, alguns já pendurados, alguns sendo fatiados em diferentes processos, seu sangue e suas tripas espalhados pelo chão da sala. O animal em vão tenta escapar, mas está completamente cercado por barras de aço. Neste momento o animal sofre o processo que se chama “insensibilização”. No caso dos matadouros que estive visitando, esta insensibilização é feita com uma pistola pneumática, mas em muitos matadouros a insensibilização ainda é feita a golpes de marreta. A pistola pneumática dispara uma vareta metálica no crânio do animal, perfurando-o até o cérebro.
Diz-se que este é um método “humanitário”, pois o animal não sofre dor e permanece desacordado por todo o resto do processo, mas a verdade é que não podemos saber se aquele animal de fato não sentiu dor. Certamente a pistola o torna imóvel, mas o animal não parece desacordado, apenas atordoado e impossibilitado de reagir. Algumas vezes, um mesmo animal precisa ser insensibilizado mais de uma vez, o que mostra que este não é um método “humanitário” nem indolor.
No passo seguinte, o animal é pendurado de cabeça pra baixo em uma corrente, suspenso por uma das patas traseiras. É possível que neste momento o peso do animal trate de romper alguns de seus ligamentos, destroncar seus membros. No momento em que o animal é suspenso, percebo que sua cabeça ainda se move. O funcionário do matadouro diz que são espasmos, contrações involuntárias, que o animal já não pode sentir. Mas seus olhos ainda piscam, a língua ainda se mexe, tentando conter o vômito e puxar para dentro o ar. Este animal não está sentindo dor?
O animal é então sangrado, degolado, estripado e esfolado. O sangue que jorra é recolhido em parte para uns tonéis, mas a maior parte cai em uma canaleta. As fezes e o vômito são recolhidos em outra canaleta. Com enormes facas sua barriga é aberta e as tripas são jogadas no chão. Alguns animais ainda parecem se mexer nesta etapa e a impressão que tenho é que eles podem ver suas tripas no chão. O sangue e as tripas serão encaminhados para o setor de processamento de embutidos (linguiças, salsichas, etc).
O couro destes animais que servem para a produção de carne não é considerado de boa qualidade, mas mesmo assim ele é retirado para uso menos refinado. Após isso o animal é baixado e são retirados os testículos, as mamas, patas e língua. Estas ‘peças’ são comercializadas como iguarias ou são encaminhados para o setor de ‘graxaria’, de onde sairá o mocotó e a gelatina.
Como os matadouros que visitei possuíam uma grande produção, uma “linha de desmontagem” como diriam alguns, pouca atenção era dada para cada animal e mesmo na etapa de retirada do couro e desmembramento, alguns animais ainda estavam se mexendo. Neste matadouro o couro é retirado quase completamente por uma máquina que parece uma máquina de fazer massas, o funcionário apenas tem que separar o couro em alguns pontos.
Finalmente, ocorre o corte seccional da “peça”. O animal é dividido em duas metades e a carcaça é lavada. Neste momento, dependendo da finalidade, o animal poderá ser retalhado em cortes ou sua carcaça poderá ser levada para o frigorífico. Quando a carne chega à câmara fria, o calor do animal ainda emana dela. As carcaças são penduradas em ganchos enfileirados e apesar do frio, o cheiro nauseante da carne é perfeitamente perceptível. Dali a carne seguirá para os açougues e mercados.
Fonte: ANDA
terça-feira, 19 de maio de 2015
Como matam os animais para consumo
Pistola Pneumática: Uma "pistola" é encostada
na cabeça do animal e uma vareta metálica perfura seu cérebro. Acertar um
animal que se debate é difícil e o pino sempre erra o alvo ou não penetra o
suficiente para causar inconsciência (Meat & Poultry, Mar.97), causando uma
dor enorme.
Choques na cabeça: Um atordoador elétrico é utilizado
para produzir um ataque e a garganta do animal é cortada, deixando-o sangrar
até a morte. Numa pesquisa da USDA, Temple Grandin, PhD, afirma, "Uma
amperagem insuficiente pode fazer que o animal fique paralisado sem perder a
sensibilidade." (Survey of Stunning and Handling, Pesquisa em Atordoamento
e manejo, Ag Res Serv/ USDA, 7/1/97). Um abatedouro de suínos estava usando
somente 60% da amperagem considerada necessária para causar inconsciência. A
inconsciência através de choques na cabeça é reversível e os animais podem
recuperar o sentidos em segundos (Meat & Poultry, Jan 87). Em uma pesquisa
da USDA em 1996 (Meat & Poultry, Mar 97), em 50% dos matadouros pesquisados,
os procedimentos de atordoamento foram qualificados como
"inaceitáveis" ou "com sérios problemas" em relação à
crueldade contra os animais.
Matar jamais será um ato humanitário
sábado, 21 de março de 2015
Animais não são comida!
Acredite, de fato você não é um carnívoro! Um predador! Se fosse mataria com suas garras e dentes e comeria sua vítima com coração ainda pulsando. A constituição orgânica (anatomia, fisiologia, bioquímica) humana mais se assemelha aos herbívoros. Pesquise.
Fonte: Ética e Defesa Animal
Fonte: Ética e Defesa Animal
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Tratando seres vivos como coisas ...
Tipo de notícia que dá nojo...
Tratam os seres vivos como meros objetos.
Um bezerro tem que engordar cada vez mais rápido para ser abatido com maior rapidez, tal é voracidade humana em devorar sua carne e em obter lucros cada vez mais altos.
isso é "ser humano"..
E os animais gostam de carinho como qualquer ser vivo!
veja aqui
Tratam os seres vivos como meros objetos.
Um bezerro tem que engordar cada vez mais rápido para ser abatido com maior rapidez, tal é voracidade humana em devorar sua carne e em obter lucros cada vez mais altos.
isso é "ser humano"..
E os animais gostam de carinho como qualquer ser vivo!
veja aqui
domingo, 26 de maio de 2013
Churrasco de carneiro - onde a compaixão?...
O sétimo mandamento é :"Não Matarás"
Será que isso se aplica apenas para os seres humanos? Se toda vida foi criada pelo mesmo Deus?
Fonte: Vegetarianos e Vegetarianas Facebook
Será que isso se aplica apenas para os seres humanos? Se toda vida foi criada pelo mesmo Deus?
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| E pensar que Cristo é representado por um cordeiro... |
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| Gente sem um pingo de compaixão |
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| Como alguém pode ter coragem de assassinar um ser vivo para comer seu cadáver? Isso é "humano"? |
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| Pessoas insensíveis, que devem ter uma pedra no lugar de coração |
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| Como os humanos podem sentir prazer em comer o cadáver de um ser que muito sofreu antes de morrer? |
Fonte: Vegetarianos e Vegetarianas Facebook
quarta-feira, 6 de março de 2013
O inferno é aqui...
O inferno é aqui...Por que o homem comporta-se dessa maneira com seus irmãos animais?
Mas a Lei do retorno é inexorável e infalível, aqui se faz, aqui se paga.
Por isso a falta de paz, a violência aqui na Terra...
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
"Eu não como carne, só peixe!..."
Muitas pessoas acham que peixe não é carne. E peixe, por acaso, dá em árvores?
Peixes não sangram?
Peixe é carne, sim!
Fonte: Vista-se
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
O inferno é aqui!
Para esses animais, o inferno é aqui!
Muita gente que se diz ferrenho protetor de animais, acaba protegendo apenas cães e gatos e não dispensa um churrasco.
Mas pensam que o bife e o churrasco vem de muita muita violência, sofrimento e dor.
A humanidade precisa evoluir e deixar esse costume da época das cavernas.
Muita gente que se diz ferrenho protetor de animais, acaba protegendo apenas cães e gatos e não dispensa um churrasco.
Mas pensam que o bife e o churrasco vem de muita muita violência, sofrimento e dor.
A humanidade precisa evoluir e deixar esse costume da época das cavernas.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Assim começa a sua ceia de Natal...
Perus são selecionadas geneticamente para a produção de carne e para engordar no período mais curto de tempo possível.
Na natureza, eles teriam uma vida natural de aproximadamente 10 anos, mas são abatidos entre 13 - 24 semanas. Neste curto período, crescem quase o dobro do tamanho dos seus antecessores de apenas 25 anos atrás. Como consequência, suas pernas se tornam incapazes de suportar o enorme peso do músculo do peito ou para sustentar a postura normal e os movimentos dos membros.
Condições insalubres e superlotados significa que a doença entre perus comerciais é generalizada, resultando em aproximadamente 2,7 milhões de perus (ou 7% do total) morrendo em seus galpões a cada ano. Pés e pernas com deformidades, estresse por calor e fome causadas pela incapacidade de aves imaturas para encontrar os comedouros e bebedouros são comuns. Pés ulceradas e queimaduras jarrete são comuns - causada pelo contato contínuo com cama contaminada por urina e fezes.
O crescimento acelerado dos perus modernos significa que os machos são agora animais com um peito demasiadamente grande impedindo-os de reproduzir-se naturalmente.
Perus tem que ser artificialmente inseminadas para reproduzir ... Os machos são "ordenhados" e seu sêmen inserido nas fêmeas através de tubos e cateteres.
Uma vida de intenso sofrimento para essas criaturas inocentes apenas para que os humanos "comemorem" o nascimento de Jesus na "santa (???) ceia de Natal com um cadáver de um gordo peru no centro da mesa onde oram compenetrados...
*Animal Aid Informações
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Governo salda dívida do 3º maior matadouro do Brasil com dinheiro do contribuinte
Leia mais aqui
Boa parte do imposto que você paga é destinado a financiar a morte de animais
A presidente Dilma Rousseff decidiu ajudar o frigorífico Marfrig, que está com uma dívida de mais de 5 bilhões de dólates, segundo matéria publicada nesta terça-feira (05), no site da Revista Exame (leia aqui). Através do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que já é o segundo maior acionista da Marfrig, o governo pretende injetar alguns milhões de reais do dinheiro público no matadouro. Sim, o governo do nosso país é um dos donos da Marfrig, que mata bilhões de animais, gera um prejuízo incalculável à Previdência Social em pensões por invalidez e outros incidentes e, de quebra, derruba gigantescas áreas de floresta para abertura de pastos.
Insistindo em sustentar uma indústria pouco sustentável, o Brasil destrói seu meio ambiente e mata bilhões de animais por ano para fornecer um produto final (carne) que custa muitas vezes mais para o país do que vale no mercado.(Fonte Vista-se)
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
Quando foi que você se esqueceu disso?
Com a cordinha verde no pescocinho fica até mais fácil de VER!!!
É um animalzinho, gente !!!!
Quando você era pequenino, sabia disso ...
Aos poucos, "alguma coisa" foi acontecendo com você e, aos poucos, você esqueceu do que sabia com a sua sabedoria intuitiva de criança.
Não é culpa sua. Você foi "treinado" socialmente para se esquecer..
Quis "se inserir", foi des-educado na escola, não teve a chance de nascer numa família de vegetarianos.
Aliás, a maioria de nós cresceu assim, sem ninguém que nos abrisse os olhos.
Querendo ser "aceitos" socialmente, fomos aos poucos perdendo a nossa originalidade e sabedoria infantil.
Repetimos comportamentos, apenas porque os vimos e copiamos, muitas vezes sem pensar naquilo que fazemos e reproduzimos.
Se você chegou a ler até aqui, é porque provavelmente se importa e, possivelmente, tem uma pequena memória de quando era mais compassivo, mais inclusivo, no amor e admiração que um dia dedicou a tudo ao seu redor.
Pense na possibilidade de mudar seus hábitos com carinho.
Carinho pelos outros e carinho por você.
Um abraço carinhoso,
Norah André
terça-feira, 19 de junho de 2012
PROPAGANDAS ENGANOSAS
sexta-feira, 15 de junho de 2012
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