Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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quarta-feira, 25 de maio de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

O que é o Segunda sem Carne citado por Paul MacCartney?

O que é o Segunda sem Carne, citado por Paul McCartney ?

Em entrevista  no Segundo Caderno de O Globo ao repórter Carlos Albuquerque, o ex-beatle faz a divulgação do movimento "Segunda sem carne". Trata-se de um movimento iniciado em 2003 nos Estados Unidos como um programa de saúde pública em parceria com o Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health Center que pensou na possibilidade de diminuir a quantidade de carne que se come no mundo com uma campanha simples: deixe de comer carne às segundas-feiras. O movimento (veja detalhes aqui) tem crescido e, no âmbito internacional, a adesão mais nova é a empresa Toyota, que declara ter deixado de oferecer carne nos seus refeitórios às segundas-feiras. No site do movimento há, inclusive, dicas de receitas bem práticas para fazer no lugar da carne.

Aqui no Brasil, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Niterói vai aproveitar a presença de McCartney para tentar instituir o movimento. Segundo o site do jornal "O Fluminense", a medida vai ser lançada hoje, dia 24. A ideia é fazer com que creches e escolas também deixem de fornecer carnes às segundas-feiras, o que seria bem saudável. Mas já está encontrando opositores, claro, entre os açougueiros.

Vale a pena lembrar que, de acordo com o relatório da Food and Agriculture Organization (FAO) de 2009, a pecuária gera 8% do consumo de água mundial, 18% das emissões de gases com efeito estuda, 37% do metano emitido pelas atividades humnans e é a atividade que mais consume recurso do planeta, ocupando 80% da superfície agrícola total. Dados do relatório dão conta ainda que a produção mundial de carne duplicará até 2050 para responder à crescente procura, chegando a 463 milhões de toneladas por ano.

domingo, 22 de maio de 2011

Você usa lã?

Com tanta diversidade de tecidos sintéticos, já não necessitamos usar um produto fruto de muito sofrimento dos animais. Não compre nada de lã natural, apenas sintética, que esquenta da mesma forma e é isenta de crueldade.

veja vídeo:

sexta-feira, 20 de maio de 2011

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Eu não quero ser chique!

Isto é o que restou do seu casaco de peles!

por Ivana Maria França de Negri

O inverno chegou. A temperatura cai alguns dígitos e as pessoas já começam a procurar nos armários os abrigos, mantas e cobertores.
Com o clima mais ameno, o vestuário mais pesado como blazers, paletós e as lindas estolas de crochê, última moda, faz com que as pessoas fiquem mais charmosas.
Mas certas peças usadas no inverno, que os estilistas insistem em ressuscitar todo ano, os casacos de pele, são no mínimo de gosto duvidoso, e o fato de usá-las, um ato antiecológico.
O que há de belo em envolver-se com a carcaça de um animal que foi morto com crueldade para a retirada de sua pele? Deus criou para ele a linda pelagem e ninguém tem o direito de lhe tirar a vida apenas para se apossar de sua pele. E todos sabemos a maneira desumana como isso é feito.
Focas filhotes são mortas a pauladas diante das mães desesperadas, que nada podem fazer para salvar as crias. Em época de matança, as areias das praias se tingem de vermelho. Correm por elas rios de sangue. É uma selvageria que não dá para compreender, pois vem dos humanos, ditos racionais, apenas para que algumas mulheres fiquem mais “chiques” no inverno, pagando preços altíssimos para obter peças desse mercado oriundo da morte.
 Nas criações de chinchila e de outros animais de pequeno porte, são necessários dezenas deles, em alguns casos, centenas, para se fazer uma única estola. Os animais são colocados em compartimentos molhados e em seguida eletrocutados. Alguns são mortos por asfixia. Outras indústrias mais cruéis, não querem gastar um tostão a mais para dar morte menos dolorosa e mais digna, e despelam o animal vivo. Cortam as quatro patas e descarnam a pele, jogando o que resta dele ainda em convulsões, em câmaras incineradoras, como se fossem meros objetos e não seres vivos, de sangue quente, que sentem dor, medo e pavor como os nós, humanos (?). A ganância em obter lucro nesse comércio fala mais alto do que a ética.
Na idade das cavernas era admissível o uso de peles porque existiam apenas o homem primitivo e o animal, num confronto de igual para igual, naquele mundo restrito. Não vejo graça alguma em usar peles de animais. Tantas damas chiquérrimas, que não deixam seus filhos terem animais de estimação porque dizem que pêlo dá alergia, guardam bichos mortos em seus armários ou os tem sob os pés como tapetes. Peles emboloradas, cheias de ácaros, cheirando a mofo e naftalina. Talvez elas nunca tenham parado para pensar nessa insensatez.
O que há de belo na morte cruel de um ser que tinha um coração semelhante ao dos humanos pulsando dentro do peito, apenas para roubar a sua pele? As pessoas são muito incoerentes. Às vezes, morrem de dó de um cachorrinho na rua, mas fecham os olhos para outras atrocidades e são coniventes com esses crimes. Se o preço de ser “chique” é esse, não quero ser chique não! Mil vezes usar tecidos e peles sintéticas que não trazem embutidos em sua história sofrimento, sangue e dor.
 Terceiro milênio. O costume pré-histórico de se usar peles não tem mais razão de ser. A tecnologia avançada cria tecidos das mais variadas texturas e cores, de beleza e praticidade incríveis.
O preço da vaidade é alto demais. Custa muitas vidas inocentes e causa sofrimentos que poderiam perfeitamente ser abolidos, ainda mais quando temos a consciência de que muitos desses animais estão na lista negra da extinção.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Campanha Segunda Sem Carne é lançada no Rio de Janeiro


Objetivo é reduzir consumo de carne de boi, frango e derivados, fazendo que a população fique, pelo menos um dia na semana, sem o alimento. Vinda do ídolo Paul Mac Cartney ao RJ reforça ideia

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade de Niterói lançará no dia 24 o projeto “Segunda sem Carne”. Inspirado no modelo americano e com o objetivo de fazer com que as pessoas ajudem a reduzir o consumo de carne de boi, frango e derivados, ficando sem estes alimentos por pelo menos uma vez na semana.

O “Segunda sem Carne” ou “Meatless day” surgiu em 2003, nos Estados Unidos e ganhou adeptos em vários países. A iniciativa ganhou ainda mais notoriedade com a adesão do ex-Beatle Paul McCartney, que estará no Rio de Janeiro para se apresentar no Estádio João Havelange no dia do lançamento do evento em Niterói.

O “Segunda sem Carne” será apresentado oficialmente no Museu de Arte Contemporânea (MAC), às 19h30 e deve contar com a presença de diversas ONGs que defendem a causa.

http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/cidades/%E2%80%98segunda-sem-carne%E2%80%99-paul-mccartney-inspira-campanha-internacional-em-niteroi?sms_ss=gmail&at_xt=4dcaa2210675b607%2C0

terça-feira, 17 de maio de 2011

França declara Tourada bem de interesse Cultural- RETROCESSO!

Desde quando tortura é cultura?

França declara tourada bem de interesse cultural

O Ministério da Cultura francês comunicou hoje que o Governo declarou a tourada como bem de interesse cultural, segundo o jornal El Mundo. No comunidado, emitido no momento em que no sul do país se realiza a Feira de Arles, um importante evento taurino, pode ler-se: “Esta medida constitui o reconhecimento, pela instância competente, da dimensão cultural da tauromaquia tal como se pratica e como a vivem os profissionais e amadores que compõem o mundo taurino”.

A França torna-se no primeiro país taurino a dar este passo. Segundo o documento aprovado pelo Ministério, a medida tem como objectivo “salvaguardar a cultura taurina da França e afirmar o aspecto cultural desta tradição”.

As corridas de touros têm uma importante presença em quatro regiões do sul do país (Aquitânia, Médios Pirineus, Languedoc-Roussillon e Provença). Todos os anos, meia centena de cidades celebram espectáculos tauromáquicos e em cidades turísticas, como Arles ou Nimes, as festas atraem milhares de turistas e aficcionados de todo o mundo.

A corrida é, em grande parte, depositária da riqueza e da diversidade do património taurino francês e, mais do que isso, é formadora de uma unidade de identidade territorial do sudoeste e do sudeste, apesar das especificidades locais deste evento em cada zona”, pode ainda ler-se no comunicado. Este reconhecimento, consequência da campanha orquestada pelo Observatório das Culturas Taurinas francês, pode ser acompanhados de outras medidas, como subvenções ou campanhas de promoção.
As corridas foram introduzidas em França no século XIX e são autorizadas nas quatro regiões acima citadas, que beneficiam de uma derrogação legislativa ao artigo do código penal que pune todo o acto de crueldade contra um animal, domesticado ou em cativeiro, que exclui as corridas de touros quando “uma tradição local ininterrupta pode ser comprovada”.

http://www.jn.pt/blogs/osbichos/archive/2011/04/22/fran-231-a-declara-tourada-bem-de-interesse-cultural.aspx


Entrem neste site e votem contra as touradas tornarem-se patrimônio da França:

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O Poder do Agora


“Imagine a Terra sem a vida humana, habitada apenas por plantas e animais. Será que ainda haveria passado e futuro? Será que as perguntas “que horas são?” ou “que dia é hoje?” teriam algum sentido para um carvalho ou uma águia? Acho que eles ficariam intrigados e responderiam: “Claro que é agora. A hora é agora. O que mais existe?”

(Eckhart Tolle do livro “O Poder do Agora”)

domingo, 15 de maio de 2011

Projeto de Lei torna crime o uso de peles de animais na moda

04/05/2011 Projeto torna crime uso de pele de animais em eventos de moda

A Câmara analisa o Projeto de Lei 684/11, do deputado Weliton Prado (PT-MG), que torna crime o uso de peles de animais silvestres, domésticos ou domesticados, sejam eles nativos ou exóticos, em eventos de moda no Brasil. A pena prevista é de reclusão de um a três anos e multa.

O projeto acrescenta artigo à Lei de Crimes Ambientais (9.605/98). Para o autor, a criminalização do uso de pele de animais nas passarelas é uma forma de coibir o comércio do produto.

Prado lembra que o comércio de peles já é proibido nos Estados Unidos e na Itália desde 2000. A União Europeia proíbe o comércio de produtos oriundos de pele de cães e gatos.

"O uso de peles verdadeiras enseja a prática de crueldades que causam sofrimento intenso nos animais", afirma. "Existem vários outros produtos que atendem o inverno brasileiro, como o tricô e as peles sintéticas, que são mais leves, mais duráveis e práticas para cuidar", complementa.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.

Íntegra da proposta:
a.. PL-684/2011
Reportagem - Lara Haje
Edição - Daniella Cronemberger

http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/MEIO-AMBIENTE/196461-PROJETO-TORNA-CRIME-USO-DE-PELE-DE-ANIMAIS-EM-EVENTOS-DE-MODA.html

sábado, 14 de maio de 2011

O que é ser um Protetor de Animais?



por Lilian Rockenbach

Hoje em dia a proteção animal virou um modismo. Muita gente acha bacana dizer que é “Protetor de Animais”, mas o que exatamente ser um “Protetor de Animais”?
Para começar gostaria de esclarecer que proteger animais não é chamar uma ONG ou ligar para um protetor independente quando um animal está sendo mal tratado. Proteger animais também não é ficar no computador apenas repassando pedidos de ajuda, nem se sentir no direito de exigir e cobrar que pessoas ligadas a causa façam o que você considera certo fazer. Estas são apenas formas de divulgar ações e necessidades ligadas a causa, e não a proteção em sua essência.
Em primeiro lugar é importante saber que protetores de animais são pessoas iguais a você, eles trabalham, estudam, possuem família, filhos, quintal pequeno, moram em apartamento em alguns casos, mas decidiram arregaçar as mangas e fazer a diferença. Um dia desses eu ouvi que “ser protetor de animais é um apostolado”, e isso significa você dedicar sua vida, seu tempo e seu dinheiro a uma causa que muito provavelmente “nunca” lhe trará nenhum retorno material. Consiste também em mudar seus hábitos alimentares (parar de consumir carne), hábitos de diversão (rodeios, vaquejadas, touradas, feiras de exposição, de exploração, de competição, etc.), hábitos de consumo (roupas de origem animal como casacos de pele, etc.), hábitos em geral.
O “protetor de animais” muda sua visão em relação a vida, passa a respeitar toda forma de vida, passa a lutar pela defesa dos direitos dos animais, pela castração, pela adoção, por leis mais rígidas e que os defendam, pela conscientização da população, contra a exploração animal em todas as suas formas, contra o comercio de animais, etc.
Ninguém muda estes hábitos facilmente, nenhuma pessoa que conheço amanheceu e disse: a partir de hoje sou um protetor de animais e vou deixar de fazer tudo o que fiz a minha vida inteira. A vontade de ajudar nos impulsiona a levantar e ir, com o tempo criamos cada vez mais a consciência em relação aos assuntos relacionados à causa, nossos hábitos são mudados aos poucos e gradativamente. É uma luta pessoal contra nós mesmo, e em alguns casos, contra nossos familiares que não conseguem entender e aceitar essa mudança.
Ser um “protetor de animais” é ter responsabilidade social de maneira totalmente independente da caridade. Promover a conscientização em relação ao respeito dos animais é uma das bandeiras mais importantes da causa, fazer com que as pessoas enxerguem que o animal tem uma vida que precisa ser respeitada, é uma batalha constante. Os animais existem da mesma maneira que todos nós, possuem suas individualidades e não estão aqui para nos servir.
Os defensores dos animais devem ser felizes com sua bandeira, devem se orgulhar do que fazem. Se defender animais te trouxer algum tipo de angústia, talvez seja a hora de repensar e mudar de causa. Os animais precisam de pessoas sensatas, que estejam sempre empenhadas em aprender, que estejam dispostas a tentar mudar o mundo, mas se conseguirem mudar apenas a pessoa que está ao seu lado, já fizeram muito mais do que 99% da população. Os animais não podem se defender, eles só têm a nós, seres humanos, para defendê-los, e exatamente por isso temos que nos manter equilibrados para fazê-lo, e fazer com prazer, paixão e de maneira otimista. Pessoas agressivas e desacreditadas, não apenas na causa animais mas em todas as causas, geralmente não conseguem atingir seus objetivos na sociedade, pois não conseguem desenvolver o potencial necessário para valorizar a causa que defendem.
Tenha sempre a frente, e como referência, pessoas inseridas na causa e que desenvolvam um trabalho baseado na seriedade e, acima de tudo, idoneidade. Fuja dos falsos protetores, pessoas que estão inseridas na causa tentando tirar benefícios materiais ou prestígio. Acredite em você e em seus objetivos, arregace as mangas e faça, não tenha projetos alimentados apenas pela esperança, estabeleça objetivos e metas, faça você também a diferença. Pense qual a melhor forma de ajudar os animais, quais os seus pontos fortes, se você gostaria de trabalhar com resgates, com adoção, com maus tratos, com educação, contra exploração, etc. Acredite em você, e dê o seu melhor.
Abrace uma causa, qualquer causa, mas faça-o com responsabilidade e de coração aberto. Mude seus conceitos, abandone os preconceitos e faça a diferença.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Feijoada Vegetariana


FEIJOADA VEGETARIANA
Ingredientes:

½ quilo de feijão preto
1 lata de bife vegetal da “Superbom” cortado em tiras
1 xícara de proteína de soja graúda (PTS) 
2 ou 3 linguiças vegetais cortadas em rodelas
300 grs. de ricota defumada temperada cortada em cubos  - para dar o gosto e aroma de defumado.  Pode ser usada também a ricota de tofu defumada para uma receita vegana.
1 colher (sopa) de tempero de ervas diversas - pode ser Chimichurri
1 colher (sobremesa) de “Fondor” ou 2 sachês  do tempero “Meu Segredo”
½ cebola e 2 dente2 de alho picados
folhas de louro
azeite para refogar

Deixar o feijão preto de molho de véspera.
Colocar em água, para hidratar, a proteína de soja.
Aquecer o óleo ou azeite e dourar a cebola e alho picadinhos.
Colocar o feijão escorrido, a soja depois de espremê-la com as mãos para retirar o excesso de água, a ricota picada, o bife vegetal e as linguiças . Provar o sal e se quiser, colocar um pouco de pimenta calabresa (geralmente a ricota já contém pimenta).
Colocar o “Fondor” e as folhas de louro. Experimente o sal e coloque mais temperos de sua preferência se achar necessário.
Acrescentar água até cobrir todos os ingredientes.
Levar ao fogo na panela de pressão até que o feijão esteja macio e com caldo encorpado.

 Servir com arroz, couve refogada, fatias de laranja e farofa.


           Linguiças vegetais são encontradas  em Piracicaba - no Emporium Alimente, restaurante Nampin e no Bom Queijo

segunda-feira, 9 de maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Onde a pele é mais bonita?


É claro que a pele é muito mais linda no animal vivo!
E para retirá-la sem marcas, o bicho sofre muita crueldade.
E pra quê?
Ninguém fica mais chique ou mais bonito usando peles de animais. Só mostra que não tem compaixão.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Criando Filhos Vegetarianos

Resposta à matéria "Filhinhos Vegetarianos, nem pensar", publicada pela Revista Veja
http://www.nutriveg.com.br/
São Paulo, 10 de novembro de 2010

A matéria “Filhinhos vegetarianos, nem pensar” publicada na edição da última semana da revista Veja traz uma visão limitada e equivocada sobre as dietas vegetarianas para crianças ao afirmar que elas aumentam a probabilidade de desenvolver deficiências nutricionais. Sou nutricionista especializado em dietas vegetarianas e atendo semanalmente a crianças vegetarianas, tendo já acompanhado centenas delas, todas com muita saúde. Crianças vegetarianas podem ter um desenvolvimento perfeitamente normal dentro desse modelo alimentar. Estudos científicos demonstram de maneira clara e repetida que apesar das peculiaridades da dieta, essa não deixa espaço para as deficiências nutricionais quando recebe o mínimo de planejamento. Quando há ocorrência de deficiências, essas ocorrem nas crianças vegetarianas no mesmo grau em que ocorrem nas não-vegetarianas.

George Guimarães

Nutricionista CRN-3 7708

Fone (11) 5585-3475

e-mail nutriveg@terra.com.br

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Por que o touro não entra na arena sem o sedém?

Mesmo sendo ilegal e não permitido em muitos rodeios ainda são utilizados :
· Coisas como pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol que são colocados nos sedéns
ou sob a sela.
· As rosetas, mesmo sem a parte pontiaguda, causam lesões no pescoço e baixo ventre e perfuração
do globo ocular.
· Isso sem falar nas substâncias abrasivas, como pimenta que são introduzidas no ânus do animal.
· A peiteira, uma corda de couro amarrada logo atrás da axila, causa lesões
e muita dor.
· Choques elétricos e mecânicos são aplicados nas partes sensíveis do
animal antes das provas.
· Golpes e marretadas na cabeça fazem o animal saltar descontroladamente,
resultando em quedas, fraturas de perna, pescoço, coluna, distensões, contusões etc...
· Em determinadas provas, os animais sofrem ruptura da medula espinhal resultando na morte
instantânea. Alguns sofrem lesões sérias nos tendões e músculos. Outros ficam paralíticos
e/ou têm seus órgãos internos rompidos, causando uma morte lenta e dolorosa.
· Sem contar em todo o estresse que esses animais passam nas longas viagens ate as cidades dos
rodeios, passando calor, fome sede e desconforto causadas pelas trepidações nas estradas.



Não patrocine  nem financie a tortura.
Boicote os shows e só assista seu ídolo quando o show for fora de uma arena de rodeio

domingo, 1 de maio de 2011

Prisão

"Mas, em prol de algum bocadinho de carne, privamos uma criatura inocente do sol e da luz e daquela porção de vida e tempo que ela veio ao mundo para gozar".

 (Plutarco)