Sou vegetariana por amor aos animais

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COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Navio NADA chega à Turquia depois de dias de sofrimento dos animais


Fonte: Vista-se
Sob constantes protestos de ativistas turcos contrários à importação de animais vivos, o navio NADA chegou ao porto de Mersin visivelmente imundo e coberto por grandes lonas.

Segundo ativistas locais, o navio recebeu segurança reforçada e ninguém pode chegar perto para tirar fotos ou filmar, nem mesmo a imprensa.
O navio, que saiu de Santos levando mais de 25 mil bois vivos, é o símbolo de uma luta de ativistas do Brasil e da Turquia pelo fim deste tipo de transporte.
Além de manifestações e pressão jurídica, há um projeto de lei (PL) já em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) para proibição de exportação de animais vivos para abate em outro país. Se aprovado e sancionado, o PL proibirá a prática em todos os portos do estado de São Paulo.
Segundo o texto do PL 31/2018 (íntegra do PL), a empresa que desobedecer a regra, caso ela vire mesmo lei, desembolsará pouco mais de R$ 5.000,00 por animal. Um navio como o NADA, por exemplo, seria multado em mais de R$ 125 milhões.
Para ler tudo que já publicamos sobre este caso, vá ao menu aqui do site e passe o mouse sobre “casos” e escolha “Caso Porto Vergonha”

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

E o navio com 25 mil vidas seguiu para a Turquia...




Leia aqui notícias do navio que zarpou do Porto de Santos com os bezerrinhos assustados, em meio a fezes, vômito e urina, patas quebradas, rumo à morte pelo ritual muçulmano Halal (O abate só pode ser realizado por muçulmanos e, a frase “Em nome de Alá, o mais bondoso, o mais Misericordioso” deve ser dita antes do abate.Após o sangramento total do animal pelo corte da artéria carótida e da veia jugular na área do pescoço, enquanto ainda vivo, e suspendendo o animal pelas patas traseiras até que deixe de deitar sangue; o animal deve então ser decepado de um só golpe. Isto é feito com o objectivo de que as doenças contidas no sangue do animal não sejam transmitidas aos seres humanos através do consumo da sua carne.)
Os moradores reclamam do odor que é sentido de longe.
Além do sofrimento, existe a poluição ambiental, toneladas de dejetos jogados diretamente ao mar, e carcaças dos que morrem pelo caminho. Os que chegam ao destino, serão mortos de maneira terrível, têm que sangrar conscientes até que seu corpo se esvazie do sangue.



quinta-feira, 3 de novembro de 2016

O sofrimento do animal nas Vaquejadas


Por Robson Fernando

A vaquejada encanta multidões, mais ainda quando os vaqueiros obtêm vitórias com a proclamação “Valeu o boi!”. A vitória deles é a vibração de quem assiste. Para os vaqueiros e o público, é uma festa só. Mas e para os animais envolvidos nessa atividade? Eles gostam de ser freneticamente esporados ou de ser perseguidos e derrubados? É algo a se pensar sobre a moralidade de um dito esporte que, se vermos mais a fundo, consiste necessariamente em explorar e agredir animais.
Você que gosta de vaquejadas precisa entender o lado dos bois e dos cavalos também. Eles, ao contrário dos humanos que se divertem à beça, não saem nem um pouco beneficiados com a vida que têm. Se pudessem falar, você se surpreenderia com o desgosto deles por terem que viver com o fim de ser explorados e judiados em competições.
Por mais formosos que pareçam quando aparecem nas exposições de animais, eles sentem dor, bastante dor, e até medo durante as vaquejadas.

O puxão do rabo do boi dói bastante nele. Mesmo que ele seja considerado um boi fortão, considerado ótimo para vaquejadas, o puxão aplicado pelo vaqueiro quando ele vai para um lado e o animal para outro é forte demais para ele não sentir nenhuma dor. Isso é comparável com quando um maratonista que corresse atrás de você num campo de areia puxasse seu cabelo quando te encontrasse para te derrubar no chão. Você sentiria muita dor, assim como o touro sente quando é puxado e derrubado.
Sem falar em quando o animal tomba na pista e se atrita com o chão sertanejo, que não é rígido como cimento duro mas não é nada fofo. Já pensou em quando ele bate a cabeça no solo, o que não é raro?
Já nos cavalos, quando há o uso de esporas pelo vaqueiro, as esporadas dele doem bastante, mesmo quando não são aplicadas com esporas pontudas. Se seu filho pequeno calçasse botas com esporas em forma de moeda – as permitidas pela lei –, subisse em você como se você fosse um cavalo e começasse a te esporar brincando de vaqueirinho, você sentiria bastante dor nas costelas ou na lateral de seu abdômen.
Um outro detalhe: por que o boi sai do brete correndo tanto, se não é normal que um boi calmo corra tão rápido? Você já se perguntou sobre isso? Já passou pela sua cabeça que ele pode estar correndo por medo instintivo de ser caçado por um agressor? Já imaginou que esse medo pode ter sido induzido por agressões ocorridas dentro do brete? Aliás, o que se passa ali dentro? Você já se perguntou sobre isso, que nos é um mistério frequentemente respondido com mentirinhas ditas para desconversar?
É certo que nos divirtamos tanto só porque breteiros e vaqueiros causam medo e dor nos animais envolvidos?
Você pode pensar que esse sofrimento é compensado pelo ótimo tratamento que os cavalos de competição e os bois de puxar recebem quando não estão nos parques de vaquejada. Mas lhe digo que não, não há compensação para a dor e a tortura.
O cavalo de competição pode ser tratado como rei durante seu descanso, mas nada lhe compensa a violência, a dor das esporadas que o vaqueiro lhe aplica quando quer que ele corra o máximo possível para acompanhar o boi na pista. Quanto ao boi, pode ser até endeusado enquanto repousa no campo ou no curral, mas nada lhe pagará o fato de sofrer coisas dentro do brete que não nos são devidamente reveladas, o sentimento negativo que manifesta quando acelera na pista ou a dor sentida quando tem seu rabo tracionado por um cavaleiro de braços fortes que corre para outra direção e quando rola no chão de areia.
Peço a você um pouco de empatia, a capacidade de se ver no lugar de outra pessoa ou ser vivo, e faça um exercício mental em que você se põe numa situação parecida com esses animais supostamente tratados como nobres. Imagine-se preso numa fazenda, sendo servo do fazendeiro. Ele lhe dá a melhor alimentação e as melhores opções de lazer rural. Mas nessa suposição, esse bem-bom tem um preço: ele reservará meia-hora por dia para te prender numa casinha no meio do campo, te agredir de modo a lhe infligir bastante medo, abrir a porta da casinha, correr como um atleta para alcançar você – que estará correndo desesperadamente na ânsia de fugir da fazenda em que você está preso – e derrubá-lo no chão puxando seu cabelo crescido. Ele justifica sua prisão e exploração argumentando que você não tem sentimentos e vive para ser servo dele. Cinco anos depois, ele te vende por 50 mil reais para outro fazendeiro que fará as mesmas coisas com você.
Você gostaria de ter essa vida? Se não gosta, por que então compactua com uma atividade dita esportiva, a vaquejada, que faz algo bastante parecido com tudo isso com os animais?
Você pode argumentar então: “mas a vaquejada é parte de nossa cultura, é tradição, é a expressão esportiva da força do vaqueiro, que é o herói do Nordeste. Como vamos ficar sem uma tradição tão expressiva que é a vaquejada? Proibi-la é mutilar a identidade da região.”
Algo ser tradição não significa necessariamente que é algo bom e ético. Nas aulas de História, aprendemos sobre a escravidão, que moveu a economia brasileira por mais de 300 anos. Naquela época, falavam coisas muito parecidas: “Escravidão é tradição, é parte de nossa essência”, “Como viverá o Brasil sem a escravidão dos negros?”, “Proibir a escravidão negreira seria mutilar nosso país”.
Na Europa de antigamente e também na população brasileira de descendência portuguesa até a época imperial, as mulheres eram submissas aos seus maridos por determinação cristã (se duvida, leia na Bíblia as passagens em Efésios 5:22-24, I Timóteo 2:11-14 e I Coríntios 14:34-35). Essa era uma tradição, era parte da cultura cristã. Você aceitaria preservar a submissão feminina caso ela ainda estivesse em vigor só porque ela era parte de nossa cultura e tradição?
Se nossa região abolisse as vaquejadas e adotasse o respeito incondicional aos animais como parte de seus valores, o povo, como sendo tão criativo como sempre foi, certamente criaria novas formas de diversão e manifestação cultural, do mesmo jeito que criou o forró, o riquíssimo artesanato e tantos outros elementos artístico-culturais.
Então por que você se incomoda tanto com a ideia da abolição das vaquejadas? Por que se apega tanto ao valor cultural dela, se ela não é insubstituível e não é uma tradição saudável e digna de ser preservada?
Não é difícil entender que a vaquejada é uma atividade baseada na exploração e violência contra animais e não é uma tradição indispensável cujo fim vá fazer mal à nossa cultura. Se formos ver que a agressão contra bois e cavalos, para qualquer fim que seja, é um mal porque causa dor e medo neles, veremos que esse dito esporte não é uma atividade moralmente positiva.
Se eu fosse você, passaria a evitar vaquejadas. Começaria a boicotar esses espetáculos violentos que nos tornam pessoas sem sensibilidade e compaixão para com os animais.
Robson Fernando é articulista independente, graduando em Ciências Sociais pela UFPE e dono do blog Consciência Efervescente

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Frase


"As pessoas comem carne pensando que se tornarão fortes como um touro. 
Mas se esquecem que os touros comem vegetais... "

Frase


"As pessoas comem carne pensando que se tornarão fortes como um touro. 
Mas se esquecem que os touros comem vegetais... "

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Boi consegue fugir de matadouro no interior de São Paulo, mas é morto a tiros

Boi consegue fugir de matadouro da JBS-Friboi no interior de São Paulo, mas é morto a tiros

Chefe da segurança da JBS-Friboi teve arma apreendida
Fonte: Vista-se
Com pouco mais de 50 mil habitantes, Andradina fica no extremo oeste do estado de São Paulo, distante cerca de 630 km da capital. Na tarde dessa quarta-feira (4), a cidade assistiu a uma cena de horror proporcionada pelo consumo de carne.
Um boi de aproximadamente 450 kg conseguiu fugir quando era desembarcado na unidade local do matadouro JBS-Friboi, uma das maiores plantas da empresa no país. O animal pulou uma cerca e saiu correndo para a área urbana. O chefe da segurança da JBS-Friboi perseguiu o animal com uma caminhonete e acertou nele diversos tiros com uma arma calibre 22. Apesar de muito ferido, o animal continuou fugindo.
A Polícia Militar foi chamada e encontrou o animal acuado em um terreno baldio. Como o boi já estava bastante ferido e, segundo a PM, oferecia risco aos moradores, a solução encontrada foi atirar no animal com uma carabina CT 30. Foram 3 tiros na cabeça para que ele moresse. A própria empresa retirou o corpo do boi do local.
O chefe da segurança da JBS-Friboi, que perseguiu o animal e disparou várias vezes contra ele, foi encaminhado à delegacia para averiguação de porte de arma e por ter efetuado disparos em via pública. Não foi informado se ele tinha porte de arma, mas foi paga uma fiança – cujo valor também não foi revelado – e o ele vai responder em liberdade a um processo. A arma usada, uma espingarda calibre 22, foi apreendida pela polícia.
Um vídeo publicado no Facebook mostra os últimos momentos do boi, que buscava a liberdade. As imagens são fortes.
Assista ao vídeo | Facebook

terça-feira, 10 de março de 2015

Farra do Boi

Farra do Boi
Muito triste saber que as pessoas ainda se comprazem com o sofrimento dos animais.
E como a Farra do Boi é considerada crime de menor potencial ofensivo, as pessoas não são punidas e ficam livres para fazer mais crueldades!
O animal sofre em agonia por horas antes de ser linchado!
Um absurdo!
E os algozes ainda tem coragem de comer a carne judiada deles...
Como o ser humano é maldoso!
Depois, vão na igreja rezar...

terça-feira, 26 de agosto de 2014

sábado, 2 de agosto de 2014