Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Dia de Ação de Graças


Perdão do Peru
Se a origem da festa é para agradecer a Deus pelas colheitas, por que não comer verduras, legumes, e frutos dessa colheita?
Mas o prazer do homem é sempre matar...
 46 milhões de perus são friamente degolados para que as famílias deem graças nesse dia...
Coisa de seres (des)humanos, que só pensam em seus estômagos e não têm compaixão alguma pelas criaturas com as quais dividem o planeta





Existe uma cerimônia no Dia de Ação de Graças, onde o Presidente americano em exercício perdoa dois perus (um oficial e um reserva), salvando assim os animais do mesmo destino dos outros 46 milhões de perus - a estimativa de perus que são consumidos durante o feriado.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Crueldade na criação de perus

Fonte: ANDA

Investigação revela a cruel realidade da criação e morte de perus

Uma investigação realizada pela PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) da Alemanha revelou o cruel processo de criação de perus. A produção é tão altamente mecanizada que os animais se tornaram híbridos incapazes de se reproduzirem naturalmente. As aves suportam repetidas vezes a invasiva e dolorosa inseminação artificial.
Nas instalações industriais chamadas “parent farms” ou “fazendas de reprodução”, as aves são presas e um tubo de inseminação conectado a uma mangueira de pressão é inserido na sua cloaca. O sêmen, que é coletado regularmente dos machos, é injetado, e as fêmeas são então levadas de volta para o escuro e sufocante galpão onde vivem. Essas aves utilizadas como reprodutoras suportam este processo inúmeras vezes, em ciclos de produção de 26 semanas antes de serem mortas.
Os ovos fecundados são levados para incubadoras, e, em seguida, os perus recém-nascidos são encaminhados para a engorda. Mesmo que o tempo de vida natural dos perus seja de até 15 anos, as fêmeas são mortas com apenas 16 semanas e os machos com 21.
Os perus crescem rapidamente de maneira anormal e apresentam excesso de peso. Eles têm problemas nas patas, mutações esqueléticas e problemas cardiovasculares, e quase todos os perus criados em fazendas industriais são aleijados. Embora eles recebam quantidades maciças de antibióticos, muitos sucumbem a doenças.
O sofrimento não termina nas fazendas. Os sobreviventes são violentamente chutados, jogados, arremessados no chão e enfiados em caminhões lotados antes de serem levados para os matadouros, onde seus corpos quebrados são pendurados em linhas de montagem, para que então sejam mortos