Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



Seguidores

Mostrando postagens com marcador Carnivorismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carnivorismo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Liberte-se desse vício!


Ficou chocado?
Pé de porco, pé de frango, pé de gente, não tem diferença, são partes do corpo de seres criados pelo mesmo Deus!
Carne é tudo igual, não coma, liberte-se desse vício! Seu corpo e espírito vão agradecer ...

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Frases


O seu suplício é meu suplício, sua dor é minha dor, sempre lutarei pela sua liberdade!! 
(Janine Garrido)

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Requintes da alimentação carnívora



Sem reportarmo-nos à idade da pedra, verificamos que os povos selvagens, bárbaros ou pagãos, de poucos séculos, assemelhavam-se a verdadeiros animais nos seus festins carnívoros, feitos para satisfazer exclusivamente os desejos primários do corpo. Mas, evidentemente, eram espíritos embrutecidos e sem o dom seletivo de distinguir o repugnante do agradável, pois rasteavam o solo devorando o que encontravam, submissos à fome voraz.
Na época, os povos mais evoluídos, ou pretensamente civilizados, ainda prendiam-se ao epicurismo repugnante de uma alimentação bestial. Os fenícios devoravam antílopes com chifres, pavões com penas, carneiros com vísceras e cozidos no vinho branco, cãezinhos superengordados, lavados no açafrão e assados com toucinho. Eram vorazes comedores de gafanhotos ao molho de rabana, cigarras e língua de pássaros frita no molho de frutas.
Os romanos também eram ávidos de iguarias grosseiras e repulsivas; sua nutrição exigia apenas a quantidade de animais, répteis, aves e insetos, pouco lhes importando o tipo de vísceras e rebotalos que empurravam goela abaixo aos goles de vinho ácido! Aliás, o fenômeno hoje se repete de modo ainda mais requintado, pois malgrado os foros de civilização dos atuais terrícolas ciosos de etiqueta social e vestirem-se com ternos de casimira, nylon ou usarem camisas com punhos de abotoaduras de ouro, eles ainda se alimentam de galinhas, porcos, bois, carneiros, rãs, tatus, tartarugas, jacarés, polvos, coelhos e até cobras! Naturalmente, tais “acepipes” se disfarçam sob os nomes mais pitorescos e nos artísticos cardápios de hotéis e restaurantes modernos! Em verdade, os célebres pastéis de coelho e nacos de língua de urso dos antigos gregos de Péricles hoje têm a sua equivalência epicurística no sanduíche de pernil e na própria língua de boi ao “molho-pardo”!
Em verdade, o homem explora o homem nesse requinte de alimentação carnívora, pois os “mestre-cucas” modernos já possuem diplomas acadêmicos para exercer o seu mister necrofágico! Aqui, disfarçam o ensopado desagradável de retalhos de estômago de boi, sob a sugestão da “dobradinha à espanhola”; ali, encobre-se o repugnante cozido de repolho com presunto e pé de porco, sob o misterioso prato do “eisben” alemão; acolá, o charco de gorduras onde nadam detestáveis pedaços de orelhas, costelas, tendões e pés de suíno, em mórbida promiscuidade com temperos excitantes, denomina-se a cobiçada “feijoada completa”! Há rins no espeto e vertendo albumina, gorduroso tutano de ossos na sopa de mocotó, ou sopas de peito com nauseantes retalhos de pulmões de boi; o fígado frito com o pó de pão “à milanesa”, o churrasco ou a costela a fogo lento, cuja carne carbonizada se disfarça sob o tempero da pimenta e cebola!
Os bárbaros ainda pareciam mais honestos na sua cozinha repulsiva, pois devoravam as vísceras cruas dos animais, sem sofismas e requintes de temperos refinados, como é a alimentação carnívora dos civilizados!*  


Livro:  A Vida Humana e o Espírito Imortal
Hercílio Maes, pelo Espírito Ramatís
Editora do Conhecimento

(*) – Nota do médium:
Quanto a essa perversão do paladar, ainda hoje existente no cidadão do século XX, e que é tão comum às criaturas de todas as esferas de atividade do mundo, como médicos, sacerdotes, nutrólogos, professores de higiene, compositores e artistas de avançada sensibilidade psíquica, inclusive católicos, protestantes e espíritas, podemos observar certas contradições excêntricas. Há o “frango à Califórnia”, por exemplo, onde a repugnância dos nacos de galinha assada no próprio suor gorduroso mistura-se à delicadeza e ao sabor delicioso de pêssegos, ameixas, morangos e tâmaras. Há pratos sangrentos com fatias de abacaxi ou maçã ao forno; carne de leitão com bananas “à milanesa”, e a própria “feijoada completa” é acompanhada de saborosas laranjas! É quase estranho que o paladar humano possa chegar a tanta insensibilidade de misturar albumina, sangue e bílis aquecida com frutas tão deliciosas!


sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Basta de tanta hipocrisia!


É um absurdo culpar o açougueiro que pendurou a cabeça ali, porque ele não fez isso sozinho, antes teve ajuda daqueles que ainda vão devorar a carne deste animal.
E o que o açougueiro fez não é nada demais, fez um ótimo serviço ao mostrar para as pessoas o que elas comem de verdade.
Já chega de tanta auto ilusão também, vocês que comem carne deveriam tomar vergonha, querem comer mas não querem nem saber de onde vem sua comida.
Fonte: CamiVegs

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

VEGETARIANISMO X CARNIVORISMO


Prefira ser um vegetariano que come espinhos...
À ser um carnívoro com um cemitério na barriga



Introdução

O debate sobre o vegetarianismo já vem há muito tempo esquentando as conversas numa mesa de ceia de Natal. De um lado aqueles que já têm o hábito da refeição carnívora. Do outro, aqueles que estão "tentando" mudar seus hábitos alimentares para uma refeição mais balanceada e sadia que, depois de ouvirem inúmeros motivos para não serem vegetarianos, acabam, por fim,
desistindo da idéia.
No entanto, o que a maior parte das pessoas não percebem é que a carne é só mais um ingrediente no prato, que pode ser substituída com criatividade e bom gosto, não deixando de ser uma refeição menos saborosa. O homem ocidental passa o dia todo se alimentando de restos animais: no café da manhã, pão com presunto; no almoço, bife com cebolas; à tarde, uma coxinha de galinha ou um pastel de carne moída; no jantar, sopa com carne ou canja de galinha.
Até economicamente se falando o vegetarianismo é mais vantajoso pois, uma refeição vegetariana é mais barata do que a carnívora em dois aspectos:
•Primeiro, os vegetais, na feira ou no supermercado, são mais baratos do
que um ou dois quilos de carne.
•Segundo, no final do mês a despesa na farmácia vai ser bem menor !
De acordo com alguns estudos, o vegetarianismo ajudar à combater os sintomas desagradáveis da menopausa e da impotência sexual. Segundo alguns cientistas americanos, os carboidratos que são ingeridos numa refeição vegetariana diminuem a incidência de câncer no organismo, principalmente no intestino e estômago.

A crueldade com os animais

Fora isso, existe o fato da crueldade com os animais: desde a produção em laboratórios, onde a seleção genética ainda "testa" as pobres cobaias até o abate. A famosa carne de vitela é produzida de bezerros recém-nascidos que são confinados em cubículos escuros para que sua carne fique mais macia e mole (ou seja, mais "doente").
O abate? Se tem estômago para ler estas linhas então, prossiga: uma forte pancada na cabeça, geralmente com uma "marreta" leva o animal ao solo para lá ser retalhado. Porém, pelo peso que este animal tem (algumas centenas de quilos, no caso do boi) uma pancada nesta região não é o suficiente para matá-lo na hora. Em outras palavras: ele começa a ser cortado ainda em vida !!!
Para se obter o "delicioso" presunto, é necessário que o porco fique confinado à um local de pequenas dimensões sendo alimentado com um monte de comidas sujas, algumas até em estado de putrefação, deixando-o "obeso" por não poder se locomover, ao ponto de "arrastar-se", no intuito de obter-se muita gordura.
O patê-de-fígado-de-ganso segue o mesmo sistema: é uma hipertrofia do fígado do animal que fica tão inchado que obriga a pobre criatura a arrastar-se para se locomover.
Se duvida do que dizemos, vá a um matadouro para conferir a veracidade de nossas palavras. Depois de limpa e selecionada a carne vai para o "estoque" onde fica semanas ou, até mesmo, meses. Fica a pergunta: será que ela será tão "fresca" e saudável quando, ao final, estiver em seu prato?

Aspectos da higiene e da saúde

Os animais, assim como o homem, também têm "medo" da morte. Se bem que este sentimento ainda é bem rudimentar nos animais ficando mais sujeitos ao instinto de conservação. Mas, mesmo assim, sabemos que, pela doutrina da evolução e reencarnação, os animais estão em processo evolutivo, assim como os seres humanos e, os sentimentos estão em fase de "despertamento" nestes seres para, depois que reencarnarem em corpos humanos, estes já possuam um resquício sentimental mínimo necessário para as primeiras existências na forma humana. Sendo assim, o medo ou, instinto de conservação no animal, já se faz presente, possibilitando-o à "pressentir" o perigo da morte, quando esta se aproxima.
Então, uma "cascata" de adrenalina é derramada na corrente sanguínea do animal para que, com mais energia, este possa fugir e sobreviver da investida do predador. No entanto, como ele vai fugir? Está preso em um corredor muito, muito estreito, para ser abatido onde, não pode ir nem para frente, nem para trás. Morrendo logo depois de ter passado horas de agonia da expectativa da morte, a adrenalina, que não pôde ser "queimada" na corrida contra o predador (que neste caso é o homem), é jogada em sua circulação sangüínea e enviada para toda a carne do animal, carne esta que será consumida pelas pessoas.
Todo animal assim que morre começa o seu estado de putrefação ou decomposição e, milhões de bactérias se desenvolvem rapidamente para consumir este animal.
As bactérias liberam toxinas que não saem com o cozimento e temperos.
Resultado: uma alimentação com proteínas, sim, porém repleta de toxinas e
germes responsáveis pela putrefação cadavérica.

Aspectos espirituais

Não faz muito sentido devastar florestas para cultivar pastos onde serão criados animais que, por sua vez, serão destruídos para servirem de "alimento" para o homem. Segundo Ramatis, em seu fantástico livro "Fisiologia da Alma" onde trata de assuntos como fumo, alcoolismo e alimentação carnívora e seus males para o corpo físico e perispiritual, ele nos diz que a carne, após ser ingerida, passa por processos químicos no estômago mas, também, na tessitura delicada do perispírito
(um dos nossos corpos espirituais).
O animal tem um perispírito ainda muito primitivo. Como nos humanos, esse corpo espiritual é capaz de veicular esses "sentimentos" de medo, mesmo que ainda rudimentares. A angústia que o animal experimenta, momentos antes do abate, é enviado pelo perispírito ao duplo etérico
(corpo semi-espiritual, semi-físico, mais próximo do corpo carnal) que, por sua vez, remete para o corpo físico. Resultado: em nosso corpo espiritual (perispírito) ficarão agregadas placas de uma substância viscosa provenientes do perispírito ainda rudimentar do animal que, ao longo do tempo, se condensarão e serão remetidas para o nosso duplo etérico que, por sua vez, também remeterá para o corpo físico, causando indesejáveis doenças como, por exemplo, o câncer.
O ser humano, como animal racional, tem por obrigação cuidar do meio ambiente em que vive. É mais do que óbvio que devemos ajudar no processo evolutivo da criação. E também é óbvio que devemos ajudar aqueles que nos rodeiam à evoluírem e, não é tirando-lhes a vida que iremos ajudá-los à tal. O mesmo podemos dizer para com os animais que como nós, estão no processo evolutivo. Alguns dirão: e os vegetais, não estão também no processo evolutivo? Sim, estão. Mas faz parte de sua fisiologia, darem de si para se reproduzirem, como no caso das frutas. Quando comemos uma maçã, por exemplo, estamos, nada mais, nada menos, sendo "usados" pela natureza para ajudar na disseminação de sementes deste vegetal específico, auxiliando na sua propagação e reprodução.. E, para comermos uma maçã, não é necessário derrubarmos a macieira!
A constituição fisiológica do ser humano é a de um animal herbívoro:
nossos dentes (molares) de formato achatado, o esôfago estreito, o estômago com ácidos de menor poder destrutivo, o intestino de grande comprimento, são órgãos cujas características demonstram a nossa origem animal vegetariana (herbívora). Segundo alguns estudiosos do assunto, o homem talvez tenha adquirido o hábito de comer carne quando este, na pré-história, passava por extremas dificuldades de encontrar alimento, restando-lhe, então, a única opção de se alimentar do resto de animais mortos, o que em outras palavras poderíamos classificar o homem daquela época como um carniceiro, semelhante aos chacais, abutres e urubus. O simples hábito de preferirmos o alimento morno ou quente, ao frio, atesta o nosso instinto de homens ainda recém saídos da animalidade onde comíamos a carne ainda quente e crua dos animais que acabávamos de matar.

Não somos à favor do radicalismo: é óbvio que, se alguém que cultiva o hábito da alimentação carnívora (a maioria no Ocidente), parar de comer carne subitamente, com certeza, o seu organismo passará por um déficit de proteínas causando, possivelmente, uma indesejável anemia. O ideal, é diminuir a ingestão de carne gradativamente: primeiro, pare de comer carne suína e bovina. Depois a de frango, peixe e crustáceos, até chegar ao ponto de ter uma refeição ovo-lacto-vegetariana (leite e derivados, ovos e vegetais).Substitua, também, a carne por soja, ela é rica em proteínas e muito mais saudável, para quem não conhece, existe uma vasta linha de produtos derivados destes grãos como, por exemplo, a carne-de-soja. Assim você estará ingressando ao vegetarianismo consciente e racionalmente onde desfrutará de uma vida muito,
muito mais sadia!

Lembre-se: Nenhum animal precisa sofrer para servir ao homem

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Carnivorismo


Se gostam tanto de carne, pra que molhos, temperos, assar, cozinhar e fritar?
Tem mais é que sentir o gosto in natura!

terça-feira, 19 de maio de 2015

Como matam os animais para consumo




  Pistola Pneumática: Uma "pistola" é encostada na cabeça do animal e uma vareta metálica perfura seu cérebro. Acertar um animal que se debate é difícil e o pino sempre erra o alvo ou não penetra o suficiente para causar inconsciência (Meat & Poultry, Mar.97), causando uma dor enorme.


     Choques na cabeça: Um atordoador elétrico é utilizado para produzir um ataque e a garganta do animal é cortada, deixando-o sangrar até a morte. Numa pesquisa da USDA, Temple Grandin, PhD, afirma, "Uma amperagem insuficiente pode fazer que o animal fique paralisado sem perder a sensibilidade." (Survey of Stunning and Handling, Pesquisa em Atordoamento e manejo, Ag Res Serv/ USDA, 7/1/97). Um abatedouro de suínos estava usando somente 60% da amperagem considerada necessária para causar inconsciência. A inconsciência através de choques na cabeça é reversível e os animais podem recuperar o sentidos em segundos (Meat & Poultry, Jan 87). Em uma pesquisa da USDA em 1996 (Meat & Poultry, Mar 97), em 50% dos matadouros pesquisados, os procedimentos de atordoamento foram qualificados como "inaceitáveis" ou "com sérios problemas" em relação à crueldade contra os animais.


Matar jamais será um ato humanitário

sábado, 1 de novembro de 2014

Consumo de carne de morcego pode ter ajudado a deflagrar ebola

Fonte BBC Brasil
A carne defumada de animais selvagens é vendida livremente em países africanos

O início da atual epidemia de ebola e das mortes mais de 4 mil pessoas por causa da doença pode ter se dado em uma vila na Guiné, no leste da África, quando uma criança que comeu morcegos.
A criança de dois anos, apelidada de infante zero, vivia no vilarejo de Gueckedou, uma região em que a carne deste animal é consumida frequentemente.
Sua família deste paciente disse ter caçado duas espécies de morcego conhecidas por hospedar o vírus. A criança morreu em dezembro de 2013.
Morcegos não são os únicos animais menos convencionais que podem parar nas mesas de famílias africanas: chimpanzés, ratos, cobras e até porco-espinhos são mortos para um consumo.
Nem sempre apenas a fome é levada em conta neste hábito. Trata-se de uma prática popular, porque alguns tipos de animais são considerados uma iguaria.
Estima-se que na Bacia do Congo, por exemplo, as pessoas comam cinco milhões de toneladas de carne de animais selvagem por ano.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Carrapato que pode transformar um carnívoro em vegetariano


Seria possível um ser vivo tão pequeno forçar uma pessoa carnívora, que aprecia um belo bife, ser vegetariana, obrigatoriamente?
Ao que tudo indica, sim! O fato não é de conhecimento científico recente. Os pesquisadores já sabiam dessa capacidade e agora dizem que o problema pode se agravar, já que a espécie parece estar se espalhando, com 200 casos oficiais confirmados de vítimas nos EUA.
O problema é tão grave que, pessoas que foram picadas por ele, não podem comer nem mesmo um simples hambúrguer, pois a carne ingerida provoca uma reação alérgica seríssima, obrigando as pessoas a procuraram o serviço de emergência.
Pouquíssimas pessoas sabem do problema e demoram muito tempo para reconhecer que algo está errado. De acordo com o portal NBC, o alergologista Greg Cergol, comentou que a espécie é um tipo de carrapato estrela solitário. Apesar do aparente “pânico” que se instaurou no Texas, um dos estados americanos que mais consome carne, existem outras espécies de carrapato no Japão, Espanha, Suécia, Alemanha, França, Austrália e Coréia do Sul que também podem provocar alergia à carne nos usuários picados por eles.
A chave está na bioquímica. O carrapato possui uma substância chamada galactose-alfa. Trata-se de um tipo de açúcar que também pode ser encontrado nas carnes vermelhas, especialmente bovina, mas também está presente em suínos, na carne do veado, de coelho, além de produtos que usem leite.
Quando você ingere essa substância via oral e cai no estômago, não existe nenhum mal, mas ao entrar pela corrente sanguínea através da picada do carrapato, o corpo reage de modo enérgico, com grande resposta imunitária.
O seu corpo começa a entender que esse açúcar no sangue é algo estranho e maléfico, e começa a tentar eliminá-lo através da ação de potentes anticorpos.
O que acontece a seguir é uma memória imunitária, ou seja, todas as vezes que o indivíduo ingerir carne ou qualquer alimento que contenha galactose, desencadeará uma reação alérgica no corpo.
Em um dos depoimentos mais dramáticos, Louise Danzig, de 63 anos, comentou sua experiência: “Eu acordei com as mãos muito inchadas, estavam pegando fogo de tanta coceira. Eu podia sentir meus lábios e língua, estavam inchados”. Ela apenas teve tempo de ligar e pedir ajuda. Rapidamente começou a ver suas vias respiratórias fecharem e perder a capacidade de fala. Tudo isso ocorreu após ela comer um hambúrguer. Ela não sabia que havia sido picada pelo carrapato.
Tratamento
As reações alérgicas são tratadas com anti-histamínicos, para aliviar a coceira e, em casos mais graves, adrenalina intravenosa. Os médicos aconselham que pacientes levem consigo adrenalina, para casos de extrema emergência, se comerem carne novamente, sem perceber, em algum alimento industrializado.
Os médicos não sabem dizer se a alergia é permanente ou por quantos anos ela dura. As pesquisas mostraram que alguns pacientes enfrentam queda desses anticorpos ao longo do tempo, e muitos não admitem parar de comer carne e consomem salsichas, hambúrgueres, carne e derivados, mesmo sabendo que a reação desagradável começará em questão de minutos ou horas.

Fonte: NBC Foto: Reprodução / Backroads / Pbbase