Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Salvando um touro

Um menino promete salvar um touro de uma tourada e cumpre.
Recentemente, Christophe Thomas, concorreu com seu vídeo a um Festival e foi classificado em nono lugar no meio de outros 800 mil concorrentes. Nele, conta o porque ter criado sua ONG Fadjen após resgatar um touro oriundo de touradas.
"Um dia, eu vou salvar um touro de uma tourada"... esta foi a promessa que fiz a mim mesmo um dia na minha infância. Na verdade, eu tinha 7 ou 8 anos de idade quando fui com meu pai no bar-mercearia na minha aldeia.
Dentro do bar, havia uma enorme tapeçaria representando uma cena de tourada que mostro no vídeo. Por conta da minha pouca idade eu não vi mal nenhum naquele tapete. O touro quase sem nenhum sangramento, eu achei, apenas, que era um homem e um animal que se divertiram. Mas, quando meu pai me explicou a realidade daquela tapeçaria, achei injusto e cruel e, então, eu prometi a mim mesmo que um dia eu ia proteger estes touros.
Quase 30 anos depois eu percebi que esta promessa de criança foi cumprida, pois, Fadjen está em casa!




quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Frases


O seu suplício é meu suplício, sua dor é minha dor, sempre lutarei pela sua liberdade!! 
(Janine Garrido)

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Frase


"As pessoas comem carne pensando que se tornarão fortes como um touro. 
Mas se esquecem que os touros comem vegetais... "

sábado, 6 de agosto de 2016

Sacolas plásticas - tire as suas dúvidas



Fonte: Planeta Sustentável


Sacolas: tire as dúvidasAfonso Capelas Jr. - 09/05/2014 às 17:13

Afinal de contas, qual é a diferença entre a sacola descartável de plástico comum, a oxibiodegradável e a biodegradável? Alguma delas é a melhor solução como alternativa para carregar as compras sem destruir o meio ambiente? Elas são recicláveis? Com a ajuda do especialista em resíduos sólidos Sandro Donnini Mancini, professor do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Sorocaba, tentamos esclarecer essas questões.
Sacolas de plástico comum – Feitas de polietileno, substância derivada do petróleo e não biodegradável. Há quem diga que esse material continua poluindo o meio ambiente por uma ou até cinco centenas de anos.
A palavra do professor Mancini: “O plástico foi inventado em meados do século 20 (pouco mais de 60 anos atrás). Falar que ele dura muito mais que 100 anos é um chute, ninguém sabe na realidade. Há estudos sérios que simulam a biodegradação desse material em solos, mas os resultados não são exatos. Até porque os aterros sanitários ou lixões quase não têm solo, eles são basicamente amontoados de lixo, um ambiente com pouco oxigênio, o gás necessário para acelerar a degradação. Quando uma nova camada de lixo é depositada, a quantidade de oxigênio fica limitada. Então é melhor dizer que o tempo para sua degradação é indeterminado”.
Reciclagem – Sim, sacolas de plástico comum podem ser recicladas. Mas como são produzidas e consumidas aos bilhões, apenas uma pequena porcentagem éreaproveitada na reciclagem. Desse modo, a maioria esmagadora vai poluir solo, redes de esgotos das cidades, mananciais e oceanos. “Existem várias fábricas que reciclam sacolinhas, até porque o preço da matéria-prima é baixo. O processo também é mais barato: fica bem mais fácil reciclar plásticos, porque a maioria derrete antes dos 200º C de temperatura, do que reciclar alumínio (700º C), vidro (1000º C) e aço (1500º C). Mas a grande maioria das sacolas acaba em destinos corretos (como aterros) ou não, como os citados acima”, reconhece o especialista da Unesp.
Sacolas de plástico oxibiodegradáveis – As oxibio, como são “simpaticamente” conhecidas, também são produzidas com o polietileno, mas aditivadas com um sal metálico degradável, conhecido como d2w. O professor Mancini explica: “A molécula do plástico é como uma imensa corrente e o d2w entra no meio dela. O oxigênio reage com esse aditivo e a corrente se quebra. Assim a sacola começa a esfarelar e iniciaria a biodegradação dos pedaços pequenos. Iniciaria porque, pelo que vi, essa biodegradação – em condições de aterro sanitário – não é consenso da comunidade científica. Muitos pesquisadores fizeram testes específicos em solo e deu certo, mas o aterro não tem solo ou tem muito pouco”. Sendo assim, mesmo que sumam de vista, esses inúmeros pedacinhos de plástico continuam poluindo e contaminando o planeta por muito tempo.
Reciclagem – Complicada, já que se deterioram e se esmigalham por conta do aditivo d2w. “Se o ataque do oxigênio no material não começou durante o uso da sacola, vai começar depois da vida útil, ou seja, provavelmente durante ou depois da reciclagem. Aí o cidadão que usa uma sacola oxibio reciclada terá um produto se deteriorando em pleno uso e vai crer que ele é ruim porque é reciclado” diz Sandro Mancini.
Sacolas biodegradáveis – São feitas com polímeros distintos, geralmente o poliácido láctico e o polihidroxibutirato, de composição completamente diferente do polietileno. Eles permitem reações bioquímicas com bactérias que decompõem o material. Outros polímeros igualmente biodegradáveis podem ser obtidos a partir de amidos de milhobatata ou mandioca. “São polímeros comprovadamente biodegradáveis, só que mais caros – inviabilizando a produção em escala industrial – e com vida útil muito menor”, afirma Mancini.
Reciclagem – São recicláveis, desde que o processo de biodegradação não tenha sido iniciado.
O resumo da ópera: para o professor Sandro Mancini, “o melhor que temos a fazer é mesmo reduzir e reutilizar”. Ele conclui: “mesmo no caso dos polímerosbiodegradáveis, o que os fabricantes querem é dar ao consumidor a ilusão de que pode fazer o mais cômodo – pegar sacolas gratuitamente – com a consciência tranquila por acreditar que é correto utilizar sacola biodegradável ou oxibio”. Então, a saída mais saudável continua sendo reduzir, reutillizar, evitar. E ir às compras com as boas e velhas sacolas retornáveis.
Imagem: Creative Commons

sábado, 30 de julho de 2016

Absurdo! Espanha organiza tourada beneficente

Cidade espanhola realiza tourada beneficente e mancha de sangue ato de solidariedade

17 de maio de 2014 às 6:00

Por Loren Claire B. Canales (da Redação)

Fonte: ANDA
Tortura de um animal como fonte de rendimentos (Foto: The Animal Day / Jonás Amadeo Lucas)
Está prevista para hoje a realização de um festival taurino em Cidade Real, na Espanha, cujos benefícios serão destinados ao Banco de Alimentos desta cidade. O louvável trabalho solidário de organizações beneficentes como a Cruz Vermelha, Cáritas, Unicef, Associação Espanhola Contra o Câncer ou dos Bancos de Alimentos não deveria ser manchado com o sofrimento dos animais. O artigo é do site El Diario.
A solidariedade é a emoção na qual as pessoas se colocam no lugar de outra e tentam fazer com que ela não sofra. Por isso, é desolador ver até que ponto o espírito de solidariedade é degradado por prefeitos e vereadores de alguns municípios e, ainda mais triste, responsáveis por algumas organizações beneficentes e sociais que organizam ou são beneficiárias dos festivais taurinos ou corridas de bezerros. Estes espetáculos, carentes de sentido ético, também fomentam o desprezo pelos animais e a falta de solidariedade entre os cidadãos, que são incitados a se divertirem diante do linchamento de um ser vivo.
“Com a ajuda da tauromaquia, vamos cumprir um trabalho solidário”. Semelhante paradoxo foi pronunciado pela prefeita de Cidade Real. O trabalho solidário, neste caso, consiste em arrecadar fundos para o Banco de Alimentos. Esta união alimentos-morte de vários touros acontecerá hoje, dia 17 de Maio. A agonizante tauromaquia, quando não recebe transferências de dinheiro público para sobreviver, busca outros espaços para continuar existindo. Na televisão, é frequente ver “toureiros” como protagonistas de notícias ou em programas onde aparecem dançando ou cozinhando. São tempos difíceis para o grêmio tauromáquico, sendo assim, como vampiros desesperados, buscam uma jugular para morder e seguir perpetuando-se, sem se importarem se o pescoço é o dinheiro público ou a imagem de uma ONG.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

NORMAS PARA MATAR ANIMAIS NÃO NOS POUPAM DE DOENÇAS

05 MAIO 2014. POR DR. PHIL. SÔNIA T. FELIPE
Racionalizando a crueldade, normatizando o uso, manejo, exploração e matança de animais, não a torna menos abjeta, apenas a reveste com jalecos, luvas e máscaras. Aliás, máscaras! É delas que a ciência é feita, para atender não às necessidades reais humanas, mas para criar necessidades outras, depois de inventarem drogas para tudo que é sintoma ser abolido, em vez de ajudar as pessoas a abolir do prato os alimentos maléficos que produzem as mazelas e doenças.
Há muita normatização bem-estarista à serviço da exploração e matança de animais. Tudo em nome da cultura, da tradição, da ciência e da nutrição. Há uma propaganda medicinal massiva e ao mesmo tempo quase imperceptível de alimentos animalizados. Médicos dizem aos seus pacientes para "diminuir" o consumo de carnes, de leite, laticínios e de ovos. Raramente sugerem a eles abolir esse consumo. Estão a dizer, literalmente: coma disso que é bom, só não passe da conta. O limite que não deve ser passado, isso ninguém nunca sabe dizer de quanto é, muito menos respeitar. O "muito" e o "pouco" de alimentos nos quais nos viciamos, são medidas absolutamente carregadas de valoração emocional, portanto, subjetivas.
Fazer propaganda de alimentos animalizados, pode? Conscientizar sobre a desnecessidade humana de ingestão de proteína de origem animal, não pode?
Quem ditou a regra que diz que não pode? As seis irmãs que vendem os venenos usados na agricultura que produz grãos e cereais dados para "o gado" comer? (Veja o filme: O veneno está em sua mesa 2) Qual gado? Comendo o que vem "do gado" não humano, esse "gado humano" se envenena junto, dez vezes mais do que se abolisse esses alimentos e comesse diretamente os grãos, cereais, verduras, legumes, frutos e frutas.
Nascemos, como os elefantes e as águias, para viver até 100 anos. O que nos mata, ou encurta a vida, diz a médica Dra. Galina Schatalova, que tratou da dieta dos astronautas soviéticos por mais de 40 anos, é a comida errada que comemos.
Ela nos tira metade do tempo de vida, quando não dois terços dela. E disso não se pode falar? Quem nos quer calados, certamente não tem preocupação alguma com o sofrimento dos animais, com a devastação do planeta e com a nossa própria saúde. Está na hora de assumir o controle do que escolhemos colocar no prato. Dieta abolicionista vegana. Luz e Paz.

[Os livros de Galina Schatalova foram traduzidos do russo para o alemão: Wir fressen uns zu Tode (1996) (Nós nos devoramos, comendo); Philosophie der Gesundheit (1997) (Filosofia da Saúde); Heilkräftige Ernährung (2003) (Alimentação Salutar). Não há versões de seus livros em outras línguas.]









quarta-feira, 20 de julho de 2016

Tradição das touradas na Espanha manda matar mãe de touro que matou toureiro

Fonte: FALA BICHO

Morte do Toureiro G1

Como manda a tradição das touradas da Espanha, quando um touro mata o toureiro na arena a mãe dele é abatida para “matar aquela linhagem”. 
O fato, noticiado pelo “El Pais” causou revolta nas redes sociais, mas o jornal de Teruel, “ABC”, informou que a vaca já havia sido sacrificada alguns dias antes do incidente por conta da idade avançada.


A prática de sacrificar os touros causou a fúria dos defensores de animais, que alegam que a vaca não deveria pagar pela morte do toureiro. Victor Barrio, de 29 anos, morreu na tarde do último sábado em
Teruel, quando foi atingido no peito. A morte dele foi transmitida ao vivo na TV Espanhola, e as imagens são chocantes. A vaca, mãe do touro Lorenzo, se chamava Lorenza. No Twitter, defensores dos animais começaram a usar a #salvemaLorenza para que o animal não fosse sacrificado, mas a vaca já morreu.

Vitor Barrio foi enterrado sob aplausos e grito de "toureiro, toureiro"

Ainda segundo o jornal "ABC", Barrio foi enterrado com aplausos neste domingo com gritos de "toureiro, toureiro". Sua quadrilha, a equipe de assistentes do toureiro, carregou o caixão com o corpo do jovem. Ele oi enterrado na cidade de Sepulveda, província de Segóvia. O município decretou dois dias de luto oficial.

Victor Barrio era considerado uma promessa das touradas do país. Quando começou a atuar, em 2008, os amigos debocharam dele. Ao longo do tempo ele foi conquistando títulos e uma legião de fãs, especialmente as crianças.

 Foto: Reprodução do Twitter


Ele estava se preparando para Teruel e, no último dia 4 de julho, Barrio postou uma foto de seu treinamento fazendo referência ao evento. “Com a cabeça em Teruel”, escreveu ao lado de uma imagem com um touro e hashtags do festival e das emissoras de TV espanholas.

Segundo o jornal "El pais", embora as mortes em corridas de touro da Espanha sejam relativamente comuns, em todo o mundo a última morte de um toureiro profissional foi em 1987 quando José Eslava Caceres teve os pulmões perfurados. No século passado, dos 134 toureiros profissionais, 33 morreram por conta de ferimentos causados nas arenas.

Fonte: Jornal EXTRA

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Escandinávia - Dinamarca, Noruega, Suécia, Estônia e Finlândia

Gosto de fotografar frutas de diversos países, comidas diferentes, cafés da manhã dos hotéis e navios
 Uma festa quando a gente encontra um restaurante vegano!




Este fica no Centro Histórico de Tallin, na Estonia
 Confeitos coloridos fazem a festa da criançada!
 Um achado! Tudo veg! Rolinhos de folha de uva vegs e bolinhos vegetarianos
 Máquina de sucos. As crianças escolhem os sucos em copos compridos e vão misturando vários!
Num café, torta e crepe com calda de frutas vermelhas

 Garrafas de suco em forma de gatinhos


 Pães, deliciosos sempre!

 Águas de diversos sabores e cores
 Pizza em rolos, é só desenrolar e colocar os ingredientes e assar








Hot dog bem diferente na apresentação...






 Temperos diversos
 Doces típicos
Chocolates artesanais

 Doce de frutas vermelhas
 A pizza brasileira é mais farta...

 Saladinha caprese básica