Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Abate de animais para consumo humano

 Abate no ritual Halal, quando o animal tem que ser sangrado através de uma faca afiada com um corte no pescoço. Morte lenta e cruel.

 Armas do abate "humanitário".
Lembrando que não existe maneira boazinha de matar. Matar é sempre um assassinato, tirar a vida de um inocente



E o sétimo mandamento diz claramente: "Não matarás", e isso inclui todas as vidas!

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Imaginem a aura desse local...

Nesses locais  fica uma energia negativa muito grande, uma aura negra que atrai maus fluidos
Imaginem quanta dor, medo, estresse, pavor, emanam nas últimas horas de vida  desses seres que não querem morrer e sofrer.
Isso gera um carma imenso para a humanidade que só vai ter paz quando parar de matar e de maltratar os seres com os quais divide o planeta 






quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Vinte e sete mil bovinos saíram do Porto de Santos rumo à Turquia

Fonte: Vista-se



Na cidade de Santos desde a manhã desta segunda-feira (4) batendo de porta em porta do Poder Judiciário com um maço de documentos embaixo do braço, o ativista George Guimarães, presidente da ONG VEDDAS, tentou barrar o maior navio de transporte bovino do mundo.

O navio está no centro das notícias sobre animais nos últimos dias por se tratar de uma megaoperação que envolve 27 mil bovinos. Para entender melhor o caso, leia o que já publicamos a respeito (leia aqui).
Os 27 mil bovinos nasceram no sul do Brasil e foram trazidos para o estado de São Paulo há aproximadamente 50 dias. Durante os últimos 5 dias, eles foram trazidos do interior do estado para o Porto de Santos por mais de 300 carretas em viagens de mais de 600 km. Uma operação logística sem precedentes.
A intenção de George, como ele explica em sua página no Facebook (veja aqui), era impedir que o navio saísse, para causar prejuízo financeiro às empresas envolvidas. “O objetivo obviamente não é pedir por melhores condições para o transporte, mas sim a proibição da atividade, causando assim prejuízo às empresas importadoras e exportadores e, desse modo, tornando não lucrativa a prática.” – explicou George.
Salvar esses animais, infelizmente, seria praticamente impossível. Tanto pela quantidade de animais (obviamente não há tantos santuários), quanto pelos trâmites legais. “O destino desses 27.000 indivíduos sencientes é certo, seja no Brasil ou no exterior. O que podemos fazer é, pelas vias legais, impedir essa etapa adicional de tortura e tornar a atividade menos lucrativa ou inviável para os que poderiam vir depois.” – completou George.
Infelizmente, o intento de George e de outros ativistas que o ajudaram não teve êxito. O navio saiu do Porto de Santos exatamente às 18 horas desta segunda-feira (4). Foram despachados para a Turquia, onde serão mortos segundo as leis do abate Halal, que diz que o animal precisa ser morto ainda consciente com uma faca bem afiada, entre outras regras. É um tipo de abate religioso.
A viagem dos 27 mil bovinos brasileiros até a Turquia, onde serão assassinados, será de aproximadamente 15 dias. O que resta é foco no Poder Judiciário para que os próximos embarques, programados para janeiro, não aconteçam. A movimentação judicial vai continuar.
Se a viagem realmente durar o tempo programado, os animais deverão chegar à Turquia no dia 19/12/2017, data bem próxima das comemorações de Natal.
Em vídeo, George explica o sentimento de ver o navio partir:

Abate Halal

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Matar é sempre matar...

Não existe maneira "boazinha" de matar com amor, um ser que não quer morrer!
Vida de Gado
"Já que se come carne, é preciso ver como matam os animais" Tolstoi
Reporter Brasil, como matam os bois

domingo, 8 de janeiro de 2017

42 dias de vida de um frango, do nascimento à panela


Um filme de realidade virtual da associação internacional pelos direitos dos animais Animal Equality promete mostrar às pessoas como é estar num aviário e expor como vivem as galinhas desde o primeiro dia até ao 42º, dia em que são mortas.
iAnimal, filme gravado com câmaras de 360 graus, quer revelar “o que a indústria da carne tenta esconder” e fazê-lo “experienciar a partir de outra perspetiva – pelos olhos de outro animal”, explica Amanda Abbingtone, a atriz que narra a produção.
Para conseguir este efeito, as câmaras foram colocadas no chão do aviário e seguiram o crescimento das galinhas desde o nascimento e todo o processo da indústria até elas serem mortas.
Elas são geneticamente alteradas para crescerem mais rápido e algumas ficam tão pesadas que não conseguem andar, segundo o Huffington Post.
“Deviam ver isto antes de comerem carne porque acho que não a iriam comer”, diz a atriz britânica no filme, gravado ao longo de meses em matadouros mexicanos e do Reino Unido.Amanda Abbingtone contou que chorou quando o viu o filme pela primeira vez e a sua reação foi gravada.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Visita ao Matadouro



VISITA AO MATADOURO


(Foto: divulgação)
Passei alguns de meus últimos anos no interior de São Paulo, fiscalizando fontes de poluição ambiental: usinas de açúcar e álcool, fábricas que processamento de polímeros, fundições etc. Mas nada me pareceu tão poluente e agressivo quanto os curtumes e abatedouros de animais. Estas atividades são, é claro, extremamente poluentes, mas pretendo falar sobre este assunto em outra ocasião. Gostaria de reservar este momento para falar sobre uma outra forma de violência, aquela que presenciei nos matadouros e abatedouros de animais.
Embora o sofrimento do animal que será abatido se inicie já em seu nascimento, é no matadouro que ele encontra o seu fim. Não é um fim agradável, tranquilo ou sem dor, como muitas pessoas querem acreditar. As pessoas são levadas a crer que os animais que lhes servem de alimento levaram uma vida de prazeres, brincando nos campos com outros animais de fazenda e que em determinado dia estes foram transportados e abatidos de forma indolor. Esta é a imagem que a indústria da carne nos passa, com suas propagadas de animais sorridentes e suas embalagens coloridas que quase não sangram.
As pessoas não acreditam, ou não querem acreditar, que animais de corte tiveram toda uma existência miserável, privados da luz do sol, do ar fresco, de pisar a terra. O objetivo de uma criação de animais de corte não é, é claro, o bem estar dos animais. O objetivo é lucro, produzir mais carne, em menor espaço e no menor tempo possível. Desta maneira ovinos, suínos e frangos são criados em locais com alta densidade de indivíduos, em espaços mínimos que limitam seus movimentos e o desempenho das atividades mais
básicas, características de suas espécies. Os bovinos ainda são criados de maneira extensiva no Brasil, mas esta realidade tende a se alterar com o aumento na demanda e profissionalização do setor.
Descrever o que acontece em um matadouro não é uma tarefa fácil. Provavelmente ler sobre o que lá se passa também não seja, mas acredito que temos a obrigação de divulgar estas verdades, e desfazer os mitos que se formam, de que os animais não sofrem com o abate. Todo aquele que se alimenta de animais tem o dever de conhecer este último e importante passo na vida da comida que tem em seu prato. As descrições que se seguem representam o que pude presenciar do abate de animais. Quando forem citados procedimentos diversos aos quais presenciei, farei menção a isto.
Matadouros de gado
Os animais são transportado em caminhões de transporte de gado, geralmente contendo 12 animais, que tentam se manter em pé enquanto o veiculo se desloca. Os animais são geralmente trazidos de fazendas próximas ao abatedouro, mas em alguns casos provêm de localidades mais distantes, o que significa que este transporte pode durar várias horas. O caminhão adentra o matadouro e os animais são descarregados a chutes e pontapés em um terreiro cercado (imagino que eles foram colocados no caminhão também na base do chute). Neste terreiro os animais ficarão à espera por algumas horas, pois os abates quase sempre ocorrem durante a madrugada.
Não pude presenciar a hora em que o abate começa, devido ao horário, mas imagino que os animais são enfileirados no corredor que leva à sala onde serão abatidos. Nas primeiras horas da manhã é evidente o estresse que estão vivendo os que ainda esperam a vez de entrar na sala do matadouro, pois estes presenciaram a morte de todos os animais que foram na frente. Seus olhos aparecem saltados na órbita, bem irrigados de sangue, e seus mugindo são desesperados e frenéticos.
Estes animais ouviram o que aconteceu com os animais que foram à sua frente,sentiram o cheiro de seu sangue e possivelmente viram alguma cena desagradável, é claro que resistem até onde podem para não passar pelo corredor que leva à sala do matadouro. Por este motivo, um funcionário do estabelecimento os força a fazê-lo dando chutes e eletrochoques através de uma vara. O animal vivencia um verdadeiro pânico, e tenta recuar, mas é empurrado para a frente pelo animal que vem atrás, que também está levando eletrochoques. Ele tenta se jogar para os lados, mas as barras de aço só lhe permitem que avance para a frente.
Ao entrar na sala do matadouro, o animal presencia por cerca de um minuto o que está sendo feito com seus companheiros, alguns já pendurados, alguns sendo fatiados em diferentes processos, seu sangue e suas tripas espalhados pelo chão da sala. O animal em vão tenta escapar, mas está completamente cercado por barras de aço. Neste momento o animal sofre o processo que se chama “insensibilização”. No caso dos matadouros que estive visitando, esta insensibilização é feita com uma pistola pneumática, mas em muitos matadouros a insensibilização ainda é feita a golpes de marreta. A pistola pneumática dispara uma vareta metálica no crânio do animal, perfurando-o até o cérebro.
Diz-se que este é um método “humanitário”, pois o animal não sofre dor e permanece desacordado por todo o resto do processo, mas a verdade é que não podemos saber se aquele animal de fato não sentiu dor. Certamente a pistola o torna imóvel, mas o animal não parece desacordado, apenas atordoado e impossibilitado de reagir. Algumas vezes, um mesmo animal precisa ser insensibilizado mais de uma vez, o que mostra que este não é um método “humanitário” nem indolor.
No passo seguinte, o animal é pendurado de cabeça pra baixo em uma corrente, suspenso por uma das patas traseiras. É possível que neste momento o peso do animal trate de romper alguns de seus ligamentos, destroncar seus membros. No momento em que o animal é suspenso, percebo que sua cabeça ainda se move. O funcionário do matadouro diz que são espasmos, contrações involuntárias, que o animal já não pode sentir. Mas seus olhos ainda piscam, a língua ainda se mexe, tentando conter o vômito e puxar para dentro o ar. Este animal não está sentindo dor?
O animal é então sangrado, degolado, estripado e esfolado. O sangue que jorra é recolhido em parte para uns tonéis, mas a maior parte cai em uma canaleta. As fezes e o vômito são recolhidos em outra canaleta. Com enormes facas sua barriga é aberta e as tripas são jogadas no chão. Alguns animais ainda parecem se mexer nesta etapa e a impressão que tenho é que eles podem ver suas tripas no chão. O sangue e as tripas serão encaminhados para o setor de processamento de embutidos (linguiças, salsichas, etc).
O couro destes animais que servem para a produção de carne não é considerado de boa qualidade, mas mesmo assim ele é retirado para uso menos refinado. Após isso o animal é baixado e são retirados os testículos, as mamas, patas e língua. Estas ‘peças’ são comercializadas como iguarias ou são encaminhados para o setor de ‘graxaria’, de onde sairá o mocotó e a gelatina.
Como os matadouros que visitei possuíam uma grande produção, uma “linha de desmontagem” como diriam alguns, pouca atenção era dada para cada animal e mesmo na etapa de retirada do couro e desmembramento, alguns animais ainda estavam se mexendo. Neste matadouro o couro é retirado quase completamente por uma máquina que parece uma máquina de fazer massas, o funcionário apenas tem que separar o couro em alguns pontos.
Finalmente, ocorre o corte seccional da “peça”. O animal é dividido em duas metades e a carcaça é lavada. Neste momento, dependendo da finalidade, o animal poderá ser retalhado em cortes ou sua carcaça poderá ser levada para o frigorífico. Quando a carne chega à câmara fria, o calor do animal ainda emana dela. As carcaças são penduradas em ganchos enfileirados e apesar do frio, o cheiro nauseante da carne é perfeitamente perceptível. Dali a carne seguirá para os açougues e mercados.
Fonte: ANDA