Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Carnivorismo à luz do espiritismo

 Eliminar a carne animal do seu cardápio faz bem para a saúde? E para o espírito?
     Comer carne envolve uma necessidade fisiológica do orga­nismo, mas também implica em sacrifício de criaturas. Ao espírita, soma-se a preocupação de a prática atrasar a escalada evolutiva do espírito, face à materialidade da energia animalizada impregnada no corpo físico derivada da ingestão animal. Estudemos, pois, cada aspecto desse assunto em particular.

Responsabilidade
      Considerando a lei de amor e caridade ensinada pelo Cristo, obviamente temos uma responsabilidade grande em relação a todos os seres da criação, ampliando a solidariedade àqueles que nos são intelectualmente inferiores. Se o indivíduo torna-se vegetariano, movido por sincera afeição e respeito aos animais, sem dúvida chega ainda mais próximo do amor universal preconizado por Jesus, que nos ensinou o valor da chamada "família humana". Emmanuel, na obra O Consolador, nos coloca que devemos trabalhar "pelo advento dos tempos novos, em que os homens terrestres poderão dispensar da alimentação os despojos sangrentos de seus irmãos inferiores".

      Menos animalizada


      A literatura espírita diz que a alimentação frugal torna o perispírito menos animalizado, pois a alimentação carnívora traz uma carga de energia animalizada dos despojos ingeridos. Tanto assim que, ante a um tratamento magnético (passe ou cirurgia espiritual), é solicitado ao paciente que se alimente frugalmente durante todo o dia. O perispírito, menos denso, é mais facilmente manipulado pela espiritualidade em favor da cura. Enfim, é indicada uma alimentação menos animalizada? Sim, com benefícios para o próprio ser humano e também para a evolução da relação entre os seres da criação. É condição para a evolução do homem? Não, esta se dá pelos esforços morais que empreende rumo à vitória sobre si mesmo.

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