Sou vegetariana por amor aos animais

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COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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domingo, 17 de fevereiro de 2019

Concurso Cultural : Caçar animal não é legal

Concurso ArteVista

Abertas as inscrições para a 2ª edição da Artevista: ‘Caçar animal não é legal’

Estão abertas as inscrições para a ‘2ª Artevista – Arte em Defesa dos Animais | Desenho e Pintura‘, promovida pela ONG Olhar Animal com o apoio do MICA – Movimento Infanto-juvenil Crescendo com Arte. O objetivo é estimular o respeito aos interesses dos animais não humanos e a ação em defesa desses seres, incentivando crianças e adolescentes a expressar, pela via artística, sua sensibilidade e consciência sobre o assunto. 
O tema da segunda edição da Artevista é “Caçar animal não é legal“, abordando um dos assuntos de maior destaque atualmente no Brasil entre as situações que causam danos aos animais, e também uma questão que os afeta em todo o planeta.
REGULAMENTO
O prazo para inscrições vai até 22 de maio de 2019 (horário do Brasil: UTC -3) .
Tema da 2ª Artevista
CAÇAR ANIMAL NÃO É LEGAL
Quem pode participar
Crianças e adolescentes residentes no Brasil ou em quaisquer outros países, nas categorias etárias abaixo:
  • 4 a 7 anos
  • 8 a 10  anos
  • 11 a 13 anos
  • 14 a 16  anos
Convidamos os professores a desenvolver o tema em suas escolas, junto a seus alunos. E convidamos também os pais a proporem a atividade a seus filhos.
Como participar
A inscrição é GRATUITA e poderá ser feita pelos autores, por seus pais ou responsáveis, ou ainda por seus professores.
Cada criança ou adolescente poderá inscrever quantos desenhos desejar.
Os desenhos deverão ser de autoria própria do inscrito, inéditos e feitos da seguinte forma:
  1. à mão livre sobre papel no formato A4 (210 mm X 297 mm), com gramatura compatível com a técnica escolhida. Finalizada, a obra deverá ser DIGITALIZADA com o uso de um scanner de mesa e em ALTA RESOLUÇÃO. Não serão aceitas imagens digitalizadas com o uso de aparelhos fotográficos, celulares, etc.;
    OU
  2. com o uso de ferramentas digitais (softwares e equipamentos específicos para este fim), de forma que também possam ser impressas em papel no formato A4 (210 mm X 297 mm).
Os arquivos de imagens enviados deverão estar em um destes formatos: JPG, JPEG ou PNG.
Caso o autor ou responsáveis encontrem alguma dificuldade para a digitalização da imagem, poderá solicitar orientações entrando em contato com o Olhar Animal.
Anexe as imagens digitalizadas das obras a uma mensagem de e-mail e nela inclua as seguintes informações:
Dados sobre o artista
Nome do artista:
Idade:
Cidade:
Estado/Província:
País:
Quantidade de obras inscritas:
Dados sobre o responsável
Nome do responsável:
Relacionamento: (  ) mãe/pai/tutor   (  ) professor(a)
E-mail de contato com artista ou responsável:
Finalmente, envie a mensagem para o endereço olharanimal@gmail.com. Em resposta, o Olhar Animal enviará uma mensagem CONFIRMANDO o recebimento das informações e das imagens. Caso o responsável pela inscrição não receba esta mensagem de confirmação, deverá entrar em contato conosco clicando aqui.
Não será permitida nenhuma forma de identificação do(a) autor(a) na obra inscrita. A identificação do(a) autor(a) deverá ser feita em separado, apenas na mensagem de inscrição a ser enviada para o Olhar Animal junto com as imagens.
Não serão aceitos trabalhos que tenham mais de um(a) autor(a) ou estejam em nome de pessoas jurídicas.
Observação importante: A organização da Artevista optou por receber e avaliar as obras sobre papel por via DIGITAL por conta das dificuldades impostas pelos Correios do Brasil para o recebimento de obras vindas do exterior, ele que passou a exigir taxas antes restritas a materiais de interesse comercial, o que obviamente não é o caso dos desenhos e pinturas. De qualquer forma, pedimos aos autores destas obras feitas sobre papel que PRESERVEM as artes criadas sobre papel para futuro envio, se solicitarmos.
Seleção
Serão selecionados como finalistas até 10 (dez) desenhos de cada um dos quatro grupos etários / origem (brasileira / estrangeira).
A escolha dos finalistas será feita por uma Comissão Julgadora formada por pessoas convidadas pela ONG Olhar Animal e pelo MICA – Movimento Infanto-juvenil Crescendo com Arte.
Critérios de avaliação
Os desenhos serão avaliados levando-se em consideração os seguintes critérios:
  • adequação ao tema ‘Caçar animal não é legal’;
  • originalidade;
  • estética;
  • atendimento aos requisitos do presente regulamento.
Para efeito de seleção, as obras serão divididas por origem (brasileira / estrangeira) e faixa etária, como indicado anteriormente.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Brasil aprova declaração que proíbe caça comercial às baleias

Uma grande vitória!
O Brasil acaba de aprovar a Declaração de Florianópolis, que reafirma a proibição da caça comercial de baleias. Declara o Atlântico Sul como região de interesse especial para a conservação e uso não-letal de baleias, e determina o redirecionamento de recursos e prioridades da Comissão Internacional da Baleia para temas de conservação. Uma vitória histórica!
A proposta foi redigida pelo Instituto Baleia Jubarte.
Na prática, com a aprovação da declaração, a proposta japonesa de liberar a caça comercial, que ainda será votada, não será aprovada por já ter insuficiência de votos. Isso porque a Declaração de Florianópolis reafirma e deixa claro que a comissão tem maioria favorável à moratória.






sexta-feira, 31 de julho de 2015

Morte de leão no Zimbábue reacendo discussão sobre caça esportiva


Leão Cecil

 O leão de juba negra mais conhecido e muito fotografado do Zimbábue, carinhosamente chamado Cecil, saiu do seu santuário, em um parque nacional no Zimbábue, seguindo o cheiro de um lanche em potencial. No outro extremo, estava uma isca colocada por caçadores que queriam que sua presa atravessasse para um território desprotegido para que pudessem matá-lo.
Os caçadores profissionais do Zimbábue e a Associação de Guias (ZPHGA) confirmaram em um comunicado oficial que Cecil foi morto fora do parque, em um safari em terras privadas. O caçador profissional era um membro ZPHGA e possuía a licença de caça, segundo a organização.
Legal ou não, a morte de Cecil, que era considerado um ícone da vida selvagem na área há anos, foi condenada tanto local quanto internacionalmente. Muitas pessoas tomaram a mídia on-line para expressar seu horror e denunciar a caça. Cecil estava usando um colarinho GPS, instalado por uma equipe de pesquisadores do Parque Nacional de Hwange.
A partir de 1999, inicou-se um estudo ecológico com os leões africanos em Hwange para medir o impacto da caça esportiva sobre a população de leões dentro do parque. A pesquisa constatou que 34 dos 62 leões marcados morreram durante o período de estudo. Ao todo, 24 foram baleados por caçadores esportivos. Eles mataram 72% dos adultos do sexo masculino na área de estudo. Isso causou um declínio no número de machos adultos na população.
No caso de Cecil, ele estava em coalizão com outro leão macho chamado Jericho. Agora, como um único macho, será incapaz de defender os filhotes dos novos machos que podem vir a invadir o território. O infanticídio é o resultado mais provável de acontecer.
Um outro estudo mais recente sobre o comportamento da população de leões mostra que, após perturbações causadas pela caça esportiva, as populações de leões tendem a deixar o parque e encontrar com os humanos que habitam os  limites das zonas protegidas.
Milhares de pessoas assinaram uma petição, destinada ao presidente do Zimbábue, exigindo justiça para Cecil.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Estados Unidos anunciam que puma oriental está extinto

No dia 16 de junho deste ano, os EUA declararam que o puma oriental está extinto. O animal já não é visto desde 1938, há quase 80 anos. Foto: Joshua Barnett/Flickr Commons
O U.S. Fish and Wildlife Service (Serviço de Vida Selvagem – FWS) declarou na semana passada que o puma oriental está oficialmente extinto e deverá ser removido da lista de espécies ameaçadas de extinção dos Estados Unidos. As informações são do NBC4i.
A subespécie ocupava o leste da América do Norte e o seu nome científico é puma concolor cougar, equivalente à onça-parda no Brasil.
De acordo com Mark McCollough, do FWS, o puma oriental costumava ser chamado de “felino fantasma”, porque nunca havia sido avistado por ninguém. Agora, sabe-se o motivo: acredita-se que o grande felino esteja extinto desde meados de 1930.
Segundo o FWS, os dois últimos pumas orientais foram vistos nesta época, e ambos foram mortos. Um foi morto por um caçador em Maine, em 1938. Antes disso, em 1932, outro havia sido encontrado morto em New Brunswick, no Canadá.
O FWS cita múltiplas razões pelas quais o puma oriental desapareceu, porém isso ocorreu sobretudo devido à caça e à perda do território. A população começou a declinar no século 19, quando os europeus chegaram e mataram os pumas para proteger o gado criado para consumo humano. O desmatamento em massa também limitou o território do puma oriental e acabou com os cervos, que eram a sua principal presa.

Fonte: ANDA

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Estilingue é arma proibida pela legislação



Estilingue (baladeira, baleeira, beca, badogue ou badoque, bodoque, funda, peteca, seta, setra) é considerado uma arma de caça. O Ministério Público de várias comarcas tem conseguido a condenação por crime ambiental para donos de estabelecimentos comerciais que vendem estilingues. 

Muitos estabelecimentos deixaram de comercializar há anos os estilingues por ser politicamente incorreto. Não tanto pelos passarinhos, mas porque muitas pessoas perderam a visão por levar um pelotaço no olho de algum moleque. São usados também contra cães e gatos.

Um estilingue pode atirar uma bolinha de gude a 80 km/hora, cerca de 25 metros por segundo, com um alcance de 30 metros. Pode matar facilmente uma criança se atingir a cabeça. Isso não pode ser considerado um brinquedo, de jeito nenhum.

(Germano)


Notícia

06:20:22

AGRESTE // DECISÃO

Venda de badoque é proibida em Caruaru

Publicado em 26.10.2010, às 10h00

Do JC OnlineNúcleo SJCC/Caruaru
Os badoques, estilingues ou baleadeiras, como são conhecidos, já estão fora dos bancos da feira de Caruaru e das lojas da Rua São Sebastião, no Centro da cidade. A determinação foi do IBAMA de Pernambuco, que já realizou várias fiscalizações na capital do Agreste.
No município, vários comerciantes foram multados praticando a venda irregular do produto. “Os fiscais do IBAMA levaram 2 mil badoques da minha loja e ainda vou ter que pagar uma multa de R$140 mil”, lamentou o comerciante José Ordônio.
Além disso, uma feirante foi obrigada a prestar serviços à comunidade por dois meses. Com ela foram apreendidos vários badoques, que são considerados pelo Ministério Público arma de caça e de degradação da fauna silvestre.
“Essa é apenas uma das medidas compensatórias pelos danos causados ao meio ambiente”, afirmou a promotora do Meio Ambiente, Rejane Strieder.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Marfim: Não compre e não use!


Caçadores ilegais matam família de elefantes em parque do Quênia

Um grupo de caçadores ilegais no Quênia é responsável pelo massacre de uma família de 11 elefantes no episódio que foi considerado a pior matança de animais no país das últimas três décadas.

Os cadáveres dos animais mortos a tiros, decepados e sem suas presas, incluindo um filhote de apenas dois meses, foram encontrados no último sábado (5) no Parque Nacional Tsavo Leste.
Segundo Patrick Omondi, chefe do programa de proteção aos elefantes do Serviço do Quênia para a Vida Selvagem (KWS, na sigla em inglês), desde os anos de 1980 não ocorria a perda de tantos elefantes em um único incidente. “Isso é um claro sinal de que as coisas estão piorando”, explica.
Omondi complementa ainda que as investigações iniciais apontam para um grupo de dez caçadores que portavam armas de fogo de diversos calibres. Em geral, bandos de criminosos utilizam o fuzil AK-47 para a caça. O grupo é procurado por guardas florestais, mas até o momento não tiveram êxito, anunciou a serviço de preservação da vida selvagem no Quênia.
Um aumento na demanda por marfim na Ásia fez com que a matança de elefantes no continente africano aumentasse expressivamente. As presas de elefantes são utilizadas em medicamentos tradicionais e também como peças de decoração. “Um quilo de marfim pode chegar a custar US$ 2.500 no mercado negro, quantias que alimentam grupos de criminosos extremamente organizados e com armas sofisticadas’, disse Omondi.
Em 2012, o Quênia sofreu com a perda de 360 elefantes para a caça ilegal. Só no ano anterior, o número de assassinatos de elefantes foi de 289, segundo informou o KWS. Pelo menos, 40 caçadores foram mortos em conflito contra guardas-florestais quenianos em 2012.
O mercado internacional de marfim, com muitas exceções, foi considerado fora da lei desde 1989, após uma queda brusca da população de elefantes na África de milhões, em meados do século 20, para apenas 600 mil no final dos anos 80.
Só na última semana, mais de uma tonelada de marfim foi capturada em Hong Kong de um navio proveniente do Quênia. A carga foi avaliada em US$ 1.4 milhão. O mercado de marfim está banido pela Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES), assinada em Washington, em 1973.
O próximo encontro será realizado em março e, de acordo com Omondi, os países com manadas de elefantes tem registrado um aumento na caça ilegal. “Os especuladores fazem estoques de contrabando na esperança de que a conferência revogue a proibição do comércio de marfim”, discutiu o chefe do KWS. No continente africano vivem cerca de 472 mil elefantes cuja sobrevivência está ameaçada pela caça ilegal e pela perda de seu habitat natural. 
(Fonte: G1)