Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Urso polar desnutrido - foto chocante

Alemão choca milhares ao exibir foto de urso polar desnutrido


(Foto: Reprodução / Kerstin Langenberger)
Um fotógrafo chocou internautas do mundo inteiro com um clique capaz de conscientizar milhões de pessoas. Durante uma visita às Ilhas Svalbard, localizadas entre a Noruega e o Pólo Norte, Kerstin Langenberger flagrou um urso polar extremamente magro andando em uma pequena calota de gelo. 

Desde sua publicação no Facebook em 20 de agosto, a imagem já teve mais 27 mil compartilhamentos. Segundo o fotógrafo alemão, a condição do animal se deve às mudanças no clima, que trazem dificuldades para a sobrevivência da espécie. 

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“Sim, eu vi ursos em boa forma, mas eu também vi outros mortos ou passando fome. Ursos andando na costa à procura de comida, tentando caçar alces, comer ovos de aves, musgos e algas. Muitas vezes, eu vi ursas muito magras e essas são exclusivamente fêmeas, como essa (da foto). Um mero esqueleto, ferida numa pata dianteira, possivelmente por uma tentativa desesperada de caçar uma morsa”, disse Kerstin na postagem. 

Langenberger ainda fez um apelo para que a humanidade consiga salvar animais como o urso polar, reduzindo o impacto de suas ações no meio ambiente. “A mudança climática está acontecendo grandiosamente aqui no Ártico. E é nossa escolha tentar mudar isso. Então, vamos fazer algo contra a maior ameaça do nosso tempo”, completou.  

Fonte: Yahoo Notícias

domingo, 26 de julho de 2015

Qual o critério da escolha?

Por que alguns são escolhidos para serem amados e outros para serem mortos e comerem sua carne?
 Quais os critérios, já que ambos são inteligentes, amorosos e sensíveis?

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Os animais reconhecem os vegetarianos


(...) Os animais são reconhecidos aos homens vegetarianos, pois sentem-lhes a inofensividade e a piedade. Francisco de Assis discursava aos peixes e aos lobos, e estes o ouviam como se fossem inofensivos cordeiros; Jesus estendia sua mão abençoada e as cobras mais ferozes se aquietavam em doce enlevo; Sri Maharishi, o santo da Índia, quando em divino “samadhi”, era visitado pelas aranhas, que dormiam em suas mãos, ou então afagado pelas feras, que lhe lambiam as faces; alguns místicos hindus deixam-se cobrir com insetos venenosos e abelhas agressivas, que lhes voam sobre a pele. Os antigos iniciados essênios mergulhavam nas florestas bravias, a fim de alimentarem os animais ferozes que eram vítimas das tormentas e dos cataclismos. Inúmeras criaturas inofensivas e piedosas, verdadeiros amigos dos pássaros, não os prendem em gaiolas.  

Livro:  A Vida Humana e o Espírito Imortal
Hercílio Maes, pelo Espírito Ramatís
Editora do Conhecimento

sábado, 21 de março de 2015

Animais não são comida!

Acredite, de fato você não é um carnívoro! Um predador! Se fosse mataria com suas garras e dentes e comeria sua vítima com coração ainda pulsando. A constituição orgânica (anatomia, fisiologia, bioquímica) humana mais se assemelha aos herbívoros. Pesquise.
Fonte: Ética e Defesa Animal

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Cientistas brasileiros afirmam que os animais tem sentimentos



Leia matéria aqui


“Nós concluímos que os animais não humanos não são objetos. Eles são seres sencientes. Consequentemente, não devem ser tratados como coisas.” Esse é parte do texto da chamada Declaração de Curitiba, documento assinado por 26 cientistas durante o III Congresso Brasileiro de Biomédica e Bem-estar Animal, no mês passado. O objetivo é passar uma mensagem clara de que os animais têm sentimentos, assim como os seres humanos, e, por isso, não devem ser usados como instrumento em pesquisas, experimentos nem para fins de entretenimento.

Segundo a médica veterinária, PhD e pós-doutora Carla Moleno, exitem evidências científicas que comprovam o teor do documento. “Embora a afirmação pareça óbvia, na sociedade ainda é comum considerar animais como objetos”, afirma. As evidências se dividem em quatro categorias: comportamentais, neurológicas, farmacológicas e evolutivas. Elas mostram que os animais se comportam como seres humanos, além de apresentarem estrutura nervosa semelhante à do homem. Por exemplo: algumas das substâncias liberadas diante de sensações de medo, ansiedade e alegria nos seres humanos também estão presentes nos animais. Segundo Carla, existe uma explicação evolutiva para isso: tais sentimentos auxiliam na sobrevivência das espécies e, por isso, eles predominaram nos seres humanos e nos outros animais.

Essa dimensão do animal, no entanto, é relegada a segundo plano. O professor de clínica de cães e gatos da Universidade de Brasília (UnB), Jair Costa, explica que os animais costumam ser tratados como objetos por serem considerados bens de seus donos. “Existem os animais considerados de produção, como os equinos e os bovinos, e os pets, que são os animais de companhia. Ambos são tidos como bens materiais de seus proprietários e, por isso, é possível que a sociedade tenda a considerá-los objetos”, comenta o educador.

Cássia Soares, 39 anos, acredita plenamente que sua cadela, Sofia, da raça dachshund, tem sentimentos. Cássia é proprietária de uma loja de móveis usados na Asa Norte e conta que a cadela vai para o trabalho com ela todos os dias há oito anos. “Somos muito grudadas. O pessoal do comércio já conhece a Sofia por ela vir trabalhar comigo”, conta a comerciante. O marido de Cássia, Corinto Miranda, confirma: “A Sofia não sabe falar, mas ela demonstra sentimentos da maneira dela”. Ele conta que, no começo do casamento, a cadela sentia muito ciúme da dona com o novo companheiro e, por isso, não gostava dele. Agora, eles se dão bem e o animal faz parte da união como se fosse uma filha, segundo o casal.

O professor Jair Costa conta que o comportamento dos animais tem relação com a maneira como eles foram criados pelos donos. “Alguns animais são criados isolados e acabam desenvolvendo a agressividade. É daí que surgem os preconceitos, por exemplo, com os pitbulls”, esclarece. No outro extremo, quando animais são criados com atenção demais, eles desenvolvem outras características, muitas vezes semelhantes com a dos seres humanos.

Ampla defesa
A Declaração de Curitiba foi assinada no III Congresso Brasileiro de Biomédica e Bem-estar Animal, que ocorreu de 5 a 7 de agosto em Curitiba, Paraná. O documento foi baseado em uma declaração semelhante, escrita na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, em 2012, conhecida como Declaração de Cambridge sobre a Consciência Animal, que traz uma discussão mais técnica para o assunto. “Depois de dois anos da Declaração de Cambridge, a Declaração de Curitiba nasce para que a posição do meio científico possa ser usado por qualquer pessoa em qualquer contexto”, explica Carla Moleno, presidente do congresso. O evento foi realizado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e contou com a presença de cientistas e veterinários brasileiros e internacionais, como o canadense Philip Low. A Declaração de Curitiba não diz respeitos só a animais domésticos. O documento defende que animais usados em circos, em laboratórios e para alimentação também são sencientes e não podem ser “objetificados”. “Apesar de o afeto ser associado aos bichinhos de estimação, não podemos esquecer que outros animais apresentam essas evidências, como cavalos, bois, porcos, peixes e ratos”, ressalta a veterinária Carla.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Espiritualidade dos animais


*POR QUE SOFREM OS ANIMAIS, SE ELES NÃO EXPIAM?*
(Parte 1)
Para compreender essa questão, devemos considerar que nos encontramos num mundo de PROVAS e EXPIAÇÕES. Assim, o sofrimento não está relacionado apenas a expiações.
PROVAS são aprendizados e elas são necessárias à evolução de todos, sejam humanos ou animais.
No caso dos animais, por meio da “CONJUNÇÃO DOS CONTRÁRIOS”, isto é, sensações de “dor X amor”; “medo X proteção”; “frio X calor”; etc, opera-se o desenvolvimento da Consciência dos Animais. Desta forma é que não se pode conceber a ideia de evolução sem um mínimo de sensações a que costumamos interpretar como sofrimento.
Especificamente no caso de animais domésticos, quando estes adoecem é um momento de muito aprendizado, em que o animal desenvolve mais consciência de si mesmo e há um desenvolvimento rudimentar de fé, já que para eles somos como Deuses e eles confiam plenamente em nós.
Eles também desenvolvem sentimentos de fraternidade e solidariedade, conforme cuidamos deles nesse momento de DOR, mas também de muito AMOR, porque o tutor se dedica a ampará-los.
Isso tudo, no entanto, vale apenas para sofrimentos NÃO causados pelo ser humano aos animais.
Todo sofrimento causado pelo ser humano aos animais, que não se limite à nossa NECESSIDADE de sobrevivência, é um ABUSO* das Leis Divinas.
[*Isso inclui, nos dias de hoje, os abates de animais em matadouros para consumo de sua carne, considerando a total desnecessidade da ingestão de carne para nossa boa nutrição e sobrevivência.
(Livro dos Espíritos: "No seu estado atual, o homem tem direito ilimitado de destruição sobre os ANIMAIS? - Esse direito é regulado pela NECESSIDADE de prover à sua alimentação e à sua segurança; O ABUSO JAMAIS FOI UM DIREITO." )
Obviamente, a maioria absoluta das pessoas não têm esse conhecimento sobre nutrição e julgam o consumo de carne uma necessidade, por isso é DEVER de quem já tem esse conhecimento informá-las quanto a isso. Sem essa informação, não se pode considerar que a pessoa incorre em abuso; ela também está sendo vítima, na verdade.]
Deus permite que assim seja por sermos dotados de Livre Arbítrio para os atos da vida espiritual, uma vez que já possuímos discernimento moral (consciência do bem e do mal).
O Livre Arbítrio faz parte das Leis Divinas. Se não o tivéssemos, seríamos meras máquinas e a Lei do Progresso não poderia se realizada para nós, de forma que não poderíamos evoluir.
Assim, a Espiritualidade Superior não tem permissão para impedir que façamos um mal a um animal.
Mas o certo é que, sendo responsáveis por nossos atos, por todo mal que praticarmos teremos de pagar, pela dor ou pelo amor.
Não devemos nos conformar com o sofrimento animal. A Doutrina espírita nos orienta a despertar os demais companheiros encarnados para que tenha fim esse tipo de violência no planeta. Assim, devemos lutar por mudanças, e não ficarmos indiferentes. Porém, sempre com resignação, confiando nos desígnios de Deus, que ainda não temos condição de compreender em sua plenitude.
Nas palavras de Caibar Schutel:
“Bem-aventurados os que se revoltam contra a injustiça, mas são resignados e calmos.
Ai dos indiferentes, dos acomodatícios, dos covardes, dos servis, que em proveito próprio aplaudem a injustiça!
Há muita diferença entre a resignação e a indiferença.
A resignação é a conformidade ATIVA nos inevitáveis acontecimentos da vida.
A indiferença é a submissão PASSIVA às injustiças deprimentes.
O indiferente é um anormal: tem cérebro e não pensa; tem coração e não sente; tem alma e não ama.
O resignado não aparenta sofrimento, porque conhece a Lei de Deus e a ela se submete com humildade.”
Texto: Espiritualidade dos Animais
www.facebook.com/EspiritualidadeDosAnimais

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Cuidado com os fogos de artifício durante a Copa! Os animais sofrem muito!


Os fogos são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães.

Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, finais de campeonatos de futebol são ocasiões em que mais animais se perdem de seus donos.

Os animais se assustam facilmente com o barulhos dos fogos e rojões. O pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino. Muitos animais podem sofrer paradas cardiorrespiratórias, convulsões e ter diversos problemas que podem os levar à morte.
  
Para evitar tudo isso, garanta condições mínimas de segurança e evite ambientes conturbados e barulhentos. Tranquilize seu bichinho, transmitindo a sensação de que tudo está bem e sob controle.

Lembre-se que, se o seu bichinho conseguir fugir, por desespero, ele irá correr por vários e vários quilômetros. É MUITO IMPORTANTE deixar o animal com uma coleira com um telefone de contato. Se alguém conseguir resgatar seu bichinho, você poderá ser contatado. Utilize uma plaqueta de metal ou de plástico, com uma escrita que não saia se molhar. Etiquetas de papel escritas à caneta além de rasgar com facilidade ficam ilegíveis quando molhadas.
   
Fonte: PEA (clique e veja mais informações)

terça-feira, 29 de abril de 2014

“Avalia-se o grau de civilidade de um povo pela maneira como trata seus animais”

Essa frase de Alexander Von Humboldt se encaixa muito bem no tratamento que dão aos animais na Turquia.
Lá existem os animais comunitários, isto é, os que vivem nas ruas, e as pessoas da comunidade os alimentam. 
As  prefeituras castram e vacinam esses animais e os devolvem ao mesmo lugar onde estavam. 
Os cães ganham um chip e os gatos já castrados, um pique na orelha esquerda.
Se algum ficar doente, é só chamar os veterinários da prefeitura que os tratam e devolvem ao local de origem.

(Clicar nas fotos para ampliar)
Gatinha muito mansa nas ruínas de Éfeso na Turquia
É só a gente sentar num banco e logo vem um gatinho pedir carinho e se aninhar no colo, prova de que ninguém os espanta ou agride
Os cães possuem chips de identificação
Gatos convivem com pessoas harmonicamente em restaurantes, praças, igrejas, mesquitas, até dentro de hotéis 5 estrelas gatos circulam
Uma soneca após o almoço
Existem gatos em todos sítios arqueológicos
Todos recebem carinho e algo para comer. São animais gordos, mansos e saudáveis.
Este gatinho dorme tranquilamente onde existiu o templo de Ártemis, uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Ao fundo, a biblioteca de Celso.
A orelhinha esquerda com um picote significa que já foi castrado e vacinado pela prefeitura.
Carinho é sempre bom!
Gatos e cachorros passeiam tranquilamente sob as mesas dos restaurantes e recebem comida e afagos
Sempre há vasilhas de água fresca para eles. Este, nas ruínas de Éfeso, também é castrado (orelhinha esquerda picotada)
Há muitos gatos nos cemitérios
Também são bem tratados e gordos
Sempre há água para eles ( este mora no cemitério ao lado de uma mesquita)
Gatinho que vive num cemitério de Istambul
Gatinho que mora nas ruínas de Éfeso
Gatinho carinhoso no centro de Ankara ( orelhinha esquerda cortada mostrando que foi castrado)
O mais interessante é que são bem dóceis. Este mora numa Mesquita


Gato num restaurante

Vários animais ficam dentro dos museus também
Este estava usufruindo do calor de uma lâmpada dentro de uma igreja.
O vigia estava ao lado mas não o espantou nenhuma vez.

Esse tratador leva ração duas vezes ao dia e troca os potinhos de água
Vejam o detalhe da orelhinha esquerda cortada indicando que foi castrado
Cães e gatos convivem harmonicamente nas ruínas históricas
Chip de identificação na orelha do cachorro
Tigelinhas com água fresca para os animais comunitários
Animais nos quintais e jardins das casas
Animais nas feiras de artesanato
Nos sítios arqueológicos
Enquanto as pessoas se perfilam para entrar na famosa Mesquita Azul, que atrai milhões de turistas do mundo todo, um gatinho dorme tranquilamente na escadaria e ninguém o perturba
Um gatinho dorme na entrada  da joalheria que mantém para ele um pratinho com ração e água.
No cais da ilha grega gatos esperam restos de peixes que sempre sobram para eles

Quem está almoçando ou jantando sempre separa um pouco para os gatos
Na cidade de Troya, numa loja de souvenirs
|Gato dorme num tapetinho deixado para ele na porta do restaurante
Outro dorme na cadeira do restaurante
Pombos se alimentam num local próprio ao lado do chafariz
Centenas de pombos na Mesquita
Pombos nas praças de Istambul
Pombos no chafariz da praça
Casinhas construídas para eles
Casinhas para abrigar  pombos que existem em vários locais
Este veio na janela do hotel pedir guloseimas para quem estava tomando café.
Exigente, não aceitava pão, só queijo!
Lindo!

Um país de primeiro mundo que trata seus animais com dignidade.
Um exemplo que deveríamos seguir!

Veja também em CULTURAL MIND