Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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sábado, 13 de dezembro de 2014

Espiritualidade dos animais


*POR QUE SOFREM OS ANIMAIS, SE ELES NÃO EXPIAM?*
(Parte 1)
Para compreender essa questão, devemos considerar que nos encontramos num mundo de PROVAS e EXPIAÇÕES. Assim, o sofrimento não está relacionado apenas a expiações.
PROVAS são aprendizados e elas são necessárias à evolução de todos, sejam humanos ou animais.
No caso dos animais, por meio da “CONJUNÇÃO DOS CONTRÁRIOS”, isto é, sensações de “dor X amor”; “medo X proteção”; “frio X calor”; etc, opera-se o desenvolvimento da Consciência dos Animais. Desta forma é que não se pode conceber a ideia de evolução sem um mínimo de sensações a que costumamos interpretar como sofrimento.
Especificamente no caso de animais domésticos, quando estes adoecem é um momento de muito aprendizado, em que o animal desenvolve mais consciência de si mesmo e há um desenvolvimento rudimentar de fé, já que para eles somos como Deuses e eles confiam plenamente em nós.
Eles também desenvolvem sentimentos de fraternidade e solidariedade, conforme cuidamos deles nesse momento de DOR, mas também de muito AMOR, porque o tutor se dedica a ampará-los.
Isso tudo, no entanto, vale apenas para sofrimentos NÃO causados pelo ser humano aos animais.
Todo sofrimento causado pelo ser humano aos animais, que não se limite à nossa NECESSIDADE de sobrevivência, é um ABUSO* das Leis Divinas.
[*Isso inclui, nos dias de hoje, os abates de animais em matadouros para consumo de sua carne, considerando a total desnecessidade da ingestão de carne para nossa boa nutrição e sobrevivência.
(Livro dos Espíritos: "No seu estado atual, o homem tem direito ilimitado de destruição sobre os ANIMAIS? - Esse direito é regulado pela NECESSIDADE de prover à sua alimentação e à sua segurança; O ABUSO JAMAIS FOI UM DIREITO." )
Obviamente, a maioria absoluta das pessoas não têm esse conhecimento sobre nutrição e julgam o consumo de carne uma necessidade, por isso é DEVER de quem já tem esse conhecimento informá-las quanto a isso. Sem essa informação, não se pode considerar que a pessoa incorre em abuso; ela também está sendo vítima, na verdade.]
Deus permite que assim seja por sermos dotados de Livre Arbítrio para os atos da vida espiritual, uma vez que já possuímos discernimento moral (consciência do bem e do mal).
O Livre Arbítrio faz parte das Leis Divinas. Se não o tivéssemos, seríamos meras máquinas e a Lei do Progresso não poderia se realizada para nós, de forma que não poderíamos evoluir.
Assim, a Espiritualidade Superior não tem permissão para impedir que façamos um mal a um animal.
Mas o certo é que, sendo responsáveis por nossos atos, por todo mal que praticarmos teremos de pagar, pela dor ou pelo amor.
Não devemos nos conformar com o sofrimento animal. A Doutrina espírita nos orienta a despertar os demais companheiros encarnados para que tenha fim esse tipo de violência no planeta. Assim, devemos lutar por mudanças, e não ficarmos indiferentes. Porém, sempre com resignação, confiando nos desígnios de Deus, que ainda não temos condição de compreender em sua plenitude.
Nas palavras de Caibar Schutel:
“Bem-aventurados os que se revoltam contra a injustiça, mas são resignados e calmos.
Ai dos indiferentes, dos acomodatícios, dos covardes, dos servis, que em proveito próprio aplaudem a injustiça!
Há muita diferença entre a resignação e a indiferença.
A resignação é a conformidade ATIVA nos inevitáveis acontecimentos da vida.
A indiferença é a submissão PASSIVA às injustiças deprimentes.
O indiferente é um anormal: tem cérebro e não pensa; tem coração e não sente; tem alma e não ama.
O resignado não aparenta sofrimento, porque conhece a Lei de Deus e a ela se submete com humildade.”
Texto: Espiritualidade dos Animais
www.facebook.com/EspiritualidadeDosAnimais

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