Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua

"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



Seguidores

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Primeiro açougue vegano do Brasil é inaugurado

Inaugurado em Curitiba primeiro açougue Vegano do Brasil
Fonte: VISTA-SE

Menos de um mês depois do lançamento do primeiro açougue vegano dos Estados Unidos (relembre aqui), um jovem casal de Curitiba anuncia que vai inaugurar um minimercado vegano com açougue sem nada de origem animal dentro.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

MATADOUROS

O que ocorre no plano astral 

 Sou vegetariano há 50 anos e reconheço que eliminar vícios milenares não é nada fácil, a bebida alcoólica, o fumo, as drogas, o sexo irresponsável (sem amor), a inveja, o egoísmo, o desejo pelo poder, a riqueza, a prepotência, a indiferença, o orgulho, e assim vai... Os chamados “cristãos” dizem que “deus” colocou os animais para o nosso consumo, as chamadas “igrejas” pregam o carnivorismo, os chamados líderes religiosos afirmam tais práticas imagine os demais, não compreenderam o -Não Matarás- na verdade o planeta Terra é um plano de provas e expiações, ainda serão necessárias várias vidas para compreenderem que os animais são nossos irmãos em evolução como nós, o sofrimento é um Grande Professor, pelo Amor ou pela Dor deveremos atingir as Grandes Alturas, mas até lá, muito ranger de dentes... Os animais sofrem como sabemos, mas poucos percebem o desespero de nossos irmãos os animais e se dizem “religiosos”, “cristãos”, mas a cada um será dado de acordo com suas obras. Não sabem eles que existe um portal imenso para os espíritos vampiros agirem livremente e influenciando a todos com suas péssimas sugestões: “Enquanto houver matadouros haverá campos de guerra” Leon Tolstoi. Segue um triste cenário no mundo espiritual e que poucos percebem. Mas que segundo as profecias teremos em breve, um novo céu e uma nova terra, de acordo com o exposto no Apocalipse de Jesus, 21:1 – “E vi novo Céu e nova Terra, porque o primeiro Céu e a primeira Terra, e o mar já não existe”. Renovação de tudo: “Eis que faço novas todas às coisas” – Apocalipse de Jesus 21:5. - Rogério Vianna


Livro - Iniciação – Viagem astral Visita a um matadouro - Lancellin
  (...)
                                                                                                                                        19/01/2013
        Daí a pouco, demos entrada em um matadouro de gado bovino, ambiente turvado de um magnetismo deprimente, mas, antes, o nosso guia espiritual nos reuniu e falou com sabedoria:
        Meus irmãos, nunca são demais as advertências. Hoje não trouxemos mais companheiros encarnados por ser o ambiente muito inferior. É preciso, pois, muito equilíbrio emocional para que possamos ajudar sem ferir, ajudar sem julgamento, ajudar sem desprezar as coisas de Deus.
Cada fato se processa no lugar certo, e o que vamos contemplar agora, estudando, existe na Terra pelo que ela é. A escala que o nosso planeta atingiu até agora requer essa violência com as vidas inferiores.

 Caso um de vós altere as emoções, tornar-se-á visível a determinados Espíritos vampirizadores, o que irá dificultar os nossos trabalhos. Vamos nos lembrar do Mestre, quando advertiu desta maneira:
Vigiai e orai.
        Penetramos em um lugar assustador; estavam em círculo vinte vampiros, cuja descrição preferimos omitir. Com o chefe, formavam um magote de vinte e um.
O que estava chefiando vestia-se de vermelho encarnado, com uma espécie de capuz bipartido atrás e tendo nas pontas duas bolas pretas; no alto da cabeça, duas saliências o destacavam dos outros.

Os bois estavam em filas obrigatórias, devido às cercas laterais que os prendiam, sem que eles pudessem ao menos se mexer.

Ao passarem em determinado ponto, caía em suas nucas uma lâmina mortal. Logo adiante, um homem carrancudo fazia escorrer o sangue do animal já ajoelhado e exteriorizando suas dores.

        Eu sentia reações profundas, sem que as deixasse passar para as emoções. Confesso, estava encontrando dificuldades para me manter em equilíbrio.
Procurei a Dezenove e não a vi. Fiquei inquieto, e como Miramez sentiu que as minhas perguntas íntimas poderiam perturbar os trabalhos que requeriam muito silêncio, aproximou-se de mim e falou baixinho:

        Lancellin, não viste que ela começou a desmaiar, não suportando a visão do ambiente? Foi levado às pressas para o corpo de carne, pelo Padre Galeno.

        Cortei as minhas indagações e passei a prestar atenção no meu dever, o dever de informar pelas minhas anotações, com o cuidado que exigem a moral e a paz dos encarnados, transmitindo somente o que pode ser dito.
Parece que Miramez deixou que os vampiros iniciassem sua ação, para que pudéssemos ter uma idéia de como as coisas acontecem nos frigoríficos.

Quando o magarefe enterrou a lâmina no pescoço do animal, cortando-lhe as veias, o vampiro-chefe avançou em primeiro lugar e sorveu, de mais ou menos uma distância de trinta centímetros, o fluido do plasma sangüíneo com uma habilidade espetacular.

O plasma etérico se dividia, pela vontade dele, em dois jatos de energia que entravam pelas narinas e por sua boca, posicionada em forma de bico.

Era grande a satisfação. Depois que sugou de uns três animais, ante a inquietação dos outros, ele deu um sinal para o primeiro. Esse veio e fez o mesmo, sugando as energias vitais do animal.

Quando chegou a vez do quinto Espírito, senti que para mim era um sacrifício imputado aos meus sentimentos. Era demais! Então, pude observar que vampiro e magarefe era uma coisa só. Miramez segredou-me, mesmo estando eu com a emoção um pouco alterada:

        Vê Lanceilin! A mediunidade se processa em toda a parte. Este irmão está servindo de instrumento para os Espíritos da sua mesma faixa se alimentar com as energias do animal.


E o pior é que essa classe de Espíritos recebe magnetismo inferior do animal, fortalecendo seus instintos mais baixos, e transmitem para o mesmo animal, ou seja, para a sua carne e ossos, outro tipo de fluidos pesados na mesma freqüência, com os quais os homens, depois, vão inundar seus organismos.
É por isso que os comedores de carne dos animais mostram, de vez em quando, no cotidiano, algo que lembra esses Espíritos.

 Os espíritas se livram deste magnetismo inferior com os recursos dos passes, da água fluidificada e, por vezes, de prolongadas leituras espirituais; os evangélicos e também alguns católicos se libertam dele nos ambientes das igrejas, mas sempre fica alguma coisa para se transformar em doenças perigosas.

        A medicina tem quase a idade do planeta, se buscarmos sua origem, e quanto mais descobre remédios, mais surgem doenças, por lhe faltar um senso profundo, um entendimento mais correto sobre as causas. Ela trata, infelizmente, somente dos efeitos.
        Todas as causas são morais, na extensão desta palavra. O mundo todo se preocupa só em instruir a humanidade, esquecendo que o melhor é Educar, mostrar-lhe o valor do bem.

A salvação da humanidade encarnada e desencarnada está na descoberta do Amor, mas o amor universal.

        Senti grande bem-estar com a conversa de Miramez. Ele nos convidou para uma oração. O que... Pensei logo, oração aqui, neste ambiente aterrador?
        Reunimo-nos todos.

        Retifico: faltava um, o Padre Galeno, que não havia regressado. Fiquei pensando sobre o porquê do sacerdote não ter voltado, mas desliguei meus pensamentos disso.

O Padre Galeno era senhor das suas faculdades e sabia bem desempenhar seu papel de orientador. Antes que os vampiros continuassem seus exercícios das trevas, de sugar energias dos animais abatidos, Miramez fez alguma evoluções com as mãos, cortando as suas atividades, a contragosto deles, e passou a orar deste modo:
        Deus de eterna bondade!...

        Tem compaixão destes nossos irmãos, que não sabem o que fazem. Ajuda-nos a ajudá-los, no ponto que eles carecem desta assistência, sem violentá-los, colocando em suas mentes estacionadas no mal algumas advertências e tendências para o bem.

Que a influência do amor possa constituir uma verdade, uma luz, sem que se desfaça no regime de inferioridade. Compadece-Te deles!...
        Não queremos alterar nada que seja da Tua vontade, mas faze Senhor, o que deve ser feito e convoca-nos para os trabalhos que devem e podem ser mudados.

Pedimos para esses animais sacrificados, na linha evolutiva a que pertencem; que os anjos possam cuidar deles, como filhos também do Teu amor, na seqüência da Luz e do despertar.
        Cria Senhor, em nós, um ambiente de serenidade para assistir a tudo como sendo a Tua vontade, porque, se assim não fosse, nada disso aconteceria.

Novamente dizemos: faça-se a Tua vontade e não a nossa. Pedimos para a nossa companheira Dezenove, que não suportou a visão que teve a oportunidade de contemplar neste recinto de morte.
        Assim seja.

        Ouvi o chefe dos vampiros dizer:
        Tem alguma coisa no ar que não nos interessa, pois o ambiente mudou. De vez em quando se dá isso. Vamos embora! Pode ser uma traição da Luz, para nos prender. Não vamos ser escravos de ninguém, queremos a nossa independência! Vamos!


        Os que não puderam sugar a vitalidade dos animais saíram contrariados, blasfemando contra as ordens.

        Os animais, depois da oração de Miramez, enfrentavam o corredor da morte com serenidade.

 Entregavam-se aos rudes processos de evolução, tendo como instrumentos os homens, ou vampiros encarnados, servindo de motivo de escândalo. Miramez nos mostrava no ar a nuvem negra voando, dizendo:

        Olhai lá os vampiros dos matadouros volitando sob o comando do chefe vermelho. O Espírito que os dirige é mago negro e os domina a todos, tendo alguns poderes um tanto ou quanto desenvolvidos.
        Percebemos entristecidos, que na faixa em que eles volitavam ia ficando um odor repugnante. Finalizou Miramez:

        Ali o egoísmo se petrificou. Eles somente sentem e vêem as suas próprias necessidades. Mas, graças a Deus, a qualquer hora dessas surgirá à dor, que começa no centro da consciência e se derrama para a mente, de forma insuportável, de modo a anular todos os seus movimentos no mal.

 Ela os obrigará a pedir socorro a quem passar como prenúncio de arrependimento ou vestígio de oração. Surgirá o momento em que a Luz aproveitará para levá-los às devidas corrigendas. O Senhor, meus filhos, não criou ninguém sem os recursos de melhorar.

O ar, as chuvas, o sol, a luz, as águas, e por fim o amor, tudo isso existe porque está na Sua vontade. Tudo foi feito por Deus e se move Nele, obedecendo à Sua magnânima vontade.

Livro: Iniciação Viagem Astral
João Nunes Maia – pelo espírito Lancellin- Editora Espírita Fonte Viva

Projeto Saber e Mudar aos poucos e sempre.

- “Os homens cavam o próprio túmulo com o garfo diariamente”      Mahatma Gandhi


sábado, 16 de janeiro de 2016

A água que você não vê

A água é um recurso natural que precisa ser preservado para não faltar no futuro.
Vejam quanto de água é consumindo para a fabricação de 1 quilo de cada item.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Indústria de peles volta a crescer, impulsionada pelas passarelas

As peles, que voltam às passarelas das grandes capitais da moda, alimentam uma indústria em ascensão no norte da Europa, mesmo com o combate das organizações não-governamentais defensoras dos animais.
“Prefiro ir nua do que vestir peles”. A campanha da associação Peta, com uma lista impressionante de supermodelos nuas como Claudia Schiffer, Cindy Crawford e Naomi Campbell, contribuiu para combater o uso de peles nos anos 1990.
Duas décadas depois, as peles de vison e raposa são onipresentes nos desfiles de moda. Segundo o site ‘fashionista.com’, 70% dos estilistas utilizaram peles em suas coleções de inverno no ano passado. Esta tendência parece se confirmar nos desfiles deste ano.
A popularidade renovada do uso de peles é difícil de explicar, mas, segundo os profissionais, poderia ser uma consequência da crise de 2008.
“Quando a economia está em perigo, os políticos tendem a se concentrar nas questões fundamentais: Como reativar o crescimento? Como proteger o emprego? Como superar os obstáculos políticos que pesam sobre a economia?”, disse Bo Manderup, chefe do grupos de defesa europeu Fur Europe.
“O luxo do politicamente correto poderia ter evaporado com a crise”, acrescenta.
Em dez anos, a produção mundial de vison duplicou, chegando a 66 milhões de peles no ano passado, segundo a empresa de leilões finlandesa Saga Furs.
Apesar do aumento da produção chinesa, a Europa continua sendo a maior produtora, com a Dinamarca no topo da lista: os 1.400 criadores dinamarqueses exportaram peles de vison, em um total de 13 bilhões de coroas (1,7 bilhão de euros, 2,3 bilhões de dólares) no ano passado, o que de fato se transformou em seu principal produto de exportação para a China, onde as peles são trabalhadas e uma parte é comercializada.
A indústria, submetida à regulação do Conselho Europeu, que fixa a superfície mínima das jaulas em 0,8 m2 para a raposa e 0,255 m2 para o vison, criou selos de qualidade que, supostamente, devem garantir a origem dos animais e seu bem-estar.
É uma tentativa sem sucesso de “lavagem verde” (ou greenwashing, a apropriação de virtudes ambientalistas), segundo a associação austríaca Vier Pfoten (Quatro Patas), que acaba de divulgar imagens que teriam sido filmadas em uma criação da Finlândia, líder europeia na produção de pele de raposa.
Apesar de essa criação se orgulhar da etiqueta “Saga Furs”, que seria sinônimo de “práticas responsáveis”, as condições são de tortura, de acordo com a associação.
Os visons, após passar a vida confinados em condições precárias, são mortos de maneira cruel, geralmente com gás carbônico e as raposas recebem choques no ânus.
“Alguns comem carne, outros não. Respeito essa escolha, mas é uma escolha pessoal, não social. O mesmo acontece com as peles: alguns gostam, outros não”, diz Bo Manderup.
Graças às inovações técnicas e ao marketing, as peles renovaram sua imagem. Na Rússia e na China, elas se transformaram em símbolo de riqueza, como as marcas de luxo em couro.
O resultado é o que o preço do vison aumentou consideravelmente nos últimos anos.
Com informações do Estado de Minas.
Fonte: Veggi & Tal

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Animais da Disney e a realidade

Desenhos da Disney e a cruel realidade


Toda criança já assistiu algum desenho da Disney em sua vida e quem não gosta dos personagens animais dos desenhos, como o Rei Leão, Bambi, Dumbo e ursinho Puff. Apesar de amarmos os animais, muitas pessoas não se dão conta de que apóiam a tortura e o assassinato destes animais todos os dias através de seus hábitos de consumo.
Alimentar-se de animais, usar sua pele, se divertir com seu sofrimento em circos, zoológicos e aquários e ficar em cima do muro ou não se importar com políticas anti-ecológicas são alguns dos hábitos que destroem todos estes animais. Para sensibilizar as pessoas, o artista nova-iorquino Jeff Hong criou uma série de montagens de desenhos da Disney, confrontando-os com a realidade desta sociedade. E fica a pergunta: se você os ama tanto nos desenhos, por que os explora na vida real?
Rémy de Ratatouille é drogado e torturado no laboratório
img_rat
101 dálmatas em uma fábrica de filhotes (não compre, adote!)
img_dalmatas
Ursinho Puff sem casa (depois que o gado foi colocado na floresta)

img_puff
Kiara do Rei Leão é sequestrada e vai parar em um zoológico

img_rei
Bambi vira troféu de caça
img_bambi
Chicken Little descobre que seus irmãos são assassinatos e comidos

img_kfc
Dumbo sendo chicoteado no circo (para aprender um truque “divertido”)

img_dumbo
Ariel e o petróleo
img_sereia

sábado, 26 de dezembro de 2015

Até quando existirão matadouros e frigoríficos na Terra?


O Espiritismo e os movimentos sociais pelos animais - Vegetarianismo e Veganismo - A resposta dos Espíritos sobre alimentação com carnes a Allan Kardec - A evolução da Ciência da Nutrição - Os esclarecimentos de diversos benfeitores espirituais, pelo médium Chico Xavier, sobre alimentação sem crueldade
A cada dia que passa, recebemos mais notícias a respeito de movimentos em defesa dos animais. Muitos, inclusive, contrários ao antigo hábito da humanidade de fazer uso deles na alimentação, como o Vegetarianismo, e também às demais formas de sua utilização por nós, como o Veganismo.
O Vegetarianismo é uma prática alimentar que faz uso, exclusivamente, de alimentos de origem vegetal, sem incluir os de origem animal. Algumas definições mais abrangentes dessa prática consideram vegetariano, também, aquele que consome produtos de origem animal, porém que não envolvam diretamente a morte de nenhum ser, como o ovo e o leite, por exemplo.
O Veganismo é uma ideologia cuja base é a convicção de que os animais - por serem dotados de consciência e sensibilidade, como os humanos - têm direitos fundamentais e que, devido a isso, nenhum deles deve ser vítima de exploração/assassinato por parte da humanidade. Baseado nesse modo de pensar, o vegano evita produtos e atividades em que os animais são explorados/mortos. Sendo assim, adota como regime alimentar o Vegetarianismo estrito (sem nada que venha de animais, nem mesmo leite e ovos), não usa roupas de origem animal, se abstém de produtos que foram testados em animais - no limite de suas possibilidades - e também boicota circos com animais, rodeios, zoológicos, etc.
O crescimento desses movimentos sociais nos leva às seguintes curiosidades: o que nos ensina o Espiritismo a respeito de como devemos nos relacionar com os animais? É correto nos alimentarmos deles?
Para respondermos a essas perguntas, vamos começar pelas primeiras orientações dos Espíritos sobre esse tema, seguindo uma ordem cronológica, que - veremos - será importante para compreendê-las adequadamente:
Em 1857, "O Livro dos Espíritos" dizia, na questão 723, que "a carne nutre a carne, do contrário o homem perece" e, na 734, que "o homem tem direito de destruição sobre os animais, porém limitado e regulado pela necessidade de prover à sua alimentação e segurança".
Na questão 888 do mesmo livro, recebemos a seguinte recomendação: "sede dóceis e benevolentes para com todos (...), assim como em relação aos seres mais ínfimos da Criação, e tereis obedecido à Lei de Deus". Na 963, nos é comunicado: "Deus se ocupa de todos os seres que criou, por menores que sejam; nada é demasiado pequeno para a sua bondade".
Percebemos, assim, já pelos ensinamentos do "Livro dos Espíritos" (1857), que devemos ser afáveis e bondosos com os animais, e fazer uso deles como alimento apenas quando realmente necessário.
Mas, desde a publicação deste livro, a Ciência da Nutrição evoluiu muito e, como Allan Kardec havia esclarecido que "o Espiritismo é uma revelação progressiva, que assimila as descobertas da Ciência" ("A Gênese", cap. I, ítem 55), além de ter deixado claro que por "a questão dos animais tocar em preconceitos há muito enraizados, teria sido imprudente que os Espíritos - no início do Espiritismo - a chocassem de frente" ('Revista Espírita', setembro de 1865, artigo: "Alucinação nos Animais nos Sintomas da Raiva"), o conteúdo das mensagens espirituais sobre esse assunto foi se desenvolvendo, de acordo com a capacidade da humanidade de recebê-lo, acompanhem:
O benfeitor Emmanuel, mentor espiritual de Chico Xavier, nos diz em 1938: "Os animais têm a sua linguagem, os seus afetos, a sua inteligência rudimentar, com atributos inumeráveis. São eles os irmãos mais próximos do homem, merecendo, por isso, a sua proteção e amparo." (...) "Recebei como obrigação sagrada o dever de amparar os animais. (...) Estendei até eles a vossa concepção de solidariedade e o vosso coração compreenderá, mais profundamente, os grandes segredos da evolução, entendendo os maravilhosos e doces mistérios da vida." (Livro "Emmanuel", psicografia de Chico Xavier, cap. XVII: "Sobre os animais").
Emmanuel, ainda, quando questionado se é um erro nos alimentarmos com a carne dos animais, responde, em 1941: "É um erro de enormes conseqüências. (...) É de lastimar semelhante situação, mesmo porque, se o estado de materialidade da criatura exige a cooperação de determinadas vitaminas, esses valores nutritivos podem ser encontrados nos produtos de origem vegetal, sem a necessidade absoluta de matadouros e frigoríficos." (Livro "O Consolador", psicografia de Chico Xavier, resposta à pergunta 129).
Aniceto, instrutor de André Luiz, orienta-nos contra a matança de animais, em 1944: "Cooperemos no despertar dos homens, nossos irmãos, relativamente ao nosso débito para com a Natureza maternal. (...) Ajudemo-los a compreender, para que se organize uma era nova. Auxiliemo-los a amar a terra, antes de explorá-la no sentido inferior; a valer-se da cooperação dos animais, sem os recursos do extermínio! Nessa época, o matadouro será convertido em local de cooperação..." (Livro "Os Mensageiros", psicografia de Chico Xavier, cap. 42: "Evangelho no Ambiente Rural").
Outro instrutor de André Luiz que nos adverte quanto ao equívoco de nos alimentarmos de animais é Alexandre. Ele, em 1945, chama a atenção para nossa capacidade de encontrar nutrientes para nossos corpos sem recorrer às "indústrias da morte", vejam: "A pretexto de buscar recursos proteicos, exterminávamos frangos e carneiros, leitões e cabritos incontáveis. (...) Encarecíamos, com toda a responsabilidade da Ciência, a necessidade de proteínas e gorduras diversas, mas esquecíamos de que a nossa inteligência, tão fértil na descoberta de comodidade e conforto, teria recursos de encontrar novos elementos e meios de incentivar os suprimentos proteicos ao organismo, sem recorrer às indústrias da morte." (...) "Tempos virão, para a humanidade terrestre, em que o estábulo, como o lar, será também sagrado."
Continuando com suas sábias palavras, Alexandre nos mostra a incoerência de rogarmos proteção aos superiores benevolentes e, ao mesmo tempo, permanecermos infringindo a lei divina de auxílios mútuos em relação aos animais: "Se não protegemos, nem educamos, aqueles que o Pai nos confiou, como gérmens frágeis de racionalidade nos pesados vasos do instinto; se abusamos largamente de sua incapacidade de defesa e conservação, como exigir o amparo de superiores benevolentes e sábios, cujas instruções mais simples são para nós difíceis de suportar, pela nossa lastimável condição de infratores da lei de auxílios mútuos?" (...) "Devemos prosseguir no trabalho educativo, acordando os companheiros encarnados, mais experientes e esclarecidos." (...) "Sem amor para com nossos inferiores, não podemos aguardar a proteção dos superiores." (Livro "Missionários da Luz", psicografia de Chico Xavier, cap. 4: "Vampirismo").
Podemos encontrar ainda, entre as obras psicografadas por Chico Xavier, este alerta, em 1958, do Espírito Humberto de Campos (o Irmão X): "Os homens que se julgam distantes da harmonia orgânica sem o sacrifício de animais, são defrontados por gênios invisíveis que se acreditam incapazes de viver sem o concurso deles. (...) Quem devora os animais, incorporando-lhes as propriedades ao patrimônio orgânico, deve ser apetitosa presa dos seres que se animalizam. Os semelhantes procuram os semelhantes. Esta é a Lei." (Livro "Contos e Apólogos", psicografia de Chico Xavier, cap. 15: "O Enigma da Obsessão").
Neste trecho de outra obra, Humberto de Campos também nos estimula à renovação dos hábitos alimentares, em 1967: "Comece a renovação de seus costumes pelo prato de cada dia. Diminua, gradativamente, a volúpia de comer a carne dos animais. O cemitério na barriga é um tormento depois da grande transição. O lombo de porco ou o bife de vitela, temperados com sal e pimenta, não nos situam muito longe dos nossos antepassados, os tamoios e os caiapós, que se devoravam uns aos outros." (Livro "Cartas e Crônicas", psicografia de Chico Xavier, cap. 4: "Treino para a Morte").
Hoje, a Ciência já constatou que os nutrientes contidos nas carnes, e mesmo no leite ou em ovos, podem ser substituídos pelos de origem vegetal. Esta é a declaração, sobre o tema, da principal organização científica mundial especializada em Nutrição - a Academy of Nutrition and Dietetics: "Dietas vegetarianas apropriadamente planejadas - incluindo dietas vegetarianas estritas ou veganas - são saudáveis, nutricionalmente adequadas e podem prover benefícios à saúde, na prevenção e tratamento de certas doenças. São apropriadas para indivíduos durante todos os estágios da vida, incluindo gravidez, lactação, infância e adolescência, e para atletas."
Diante destas tão claras manifestações de nobres espíritos, por meio da confiável mediunidade de Chico Xavier, e da evolução da Ciência da Nutrição, cabe o questionamento: por que nós não iniciamos essa nova era a que se referem os mentores? Não é hora de modificarmos nossos hábitos diários para que deixemos de causar sofrimentos desnecessários aos nossos irmãos animais?
As informações sobre como substituir os alimentos vindos de animais pelos de origem vegetal já estão disponíveis para todos, seja em livros, revistas especializadas, internet ou com nutricionistas e nutrólogos atualizados. Compete a cada um de nós assumirmos a responsabilidade que temos perante nossos irmãos de outras espécies, nos informarmos e modificarmos essas práticas que já não condizem com os conhecimentos adquiridos. Só assim os matadouros e frigoríficos poderão se tornar "página virada" na história da humanidade.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Israel fecha um grande matadouro, após exposição de maus-tratos aos animais ali confinados


O ministro da agricultura ordenou o fechamento do matadouro Dabbah, por prazo indeterminado, por expor os animais aos maus-tratos, atos de crueldade praticados contra os animais que ali estavam.O gado é enviado desde Australia a Israel, onde é sacrificado de acordo com a lei judia. Um vídeo emitido no  Canal 2 de Israel no domingo mostrou alguns  empregados de Dabbah, espancando violentamente  os bezerros com pedaços de pau, dando-lhes choques elétricos antes de serem assassinados. Os trabalhadores também arrastavam covardemente os bezerros por suas caudas, levando-os até o local onde finalmente eram assassinados. 

Fonte:Direito dos Animais 

sábado, 5 de dezembro de 2015

Cada um desperta no seu tempo


O processo do despertar da consciência eventualmente passa por momentos desagradáveis, descobertas espantosas, desapegos etc.

Durante muito tempo critiquei pessoas que matavam animais e os deixavam junto com outras coisas nas encruzilhadas; eu passava longe e tinha muito medo das energias de morte ali presentes.

Até que mais uma vez a LUZ focou minha ignorância e vi que era mais cruel que eles; não só matava, mas também comia-os diariamente, sua carne, entranhas, sangue, pele e adorava até seu couro!! Enquanto só focava o prazer pessoal, não percebia a presença daquelas mesmas energias.

O despertar e transição é dificílimo; nosso sistema está montado a evitar incidência de luz e questionamentos a respeito disto e levamos a vida a ignorar e apoiar, por omissão, a matança. Lucros e Poder: eles mandam.

Cada um desperta no seu tempo.

_/\_
PAZ
.
 — em Planeta Terra.