Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua

"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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segunda-feira, 21 de julho de 2014

11 comportamentos que mostram que você tem um pé no veganismo

O veganismo é uma filosofia de vida. E não é nem um pouco complicada de entender. É apenas pensar antes de fazer as coisas do dia-a-dia de maneira que cause o menor impacto possível na vida dos animais, incluindo os seres humanos. É exercer seu papel de consumidor e utilizá-lo como ferramenta para um mundo melhor. Eu acredito que, no fundo, ninguém quer matar animais e tenho certeza que você se identificou com isso. Vamos lá:
11. Você acha que está no emprego errado. Sua vontade é de trabalhar com a natureza, ajudando pessoas e promovendo coisas boas. Trabalhar para uma multinacional ou um grande banco não é seu sonho de carreira, definitivamente.
10. Não joga lixo na rua mesmo que tenha que segurar uma lata até chegar em casa. Pessoas com bom senso fazem isso. Não importa se é um papel de doce todo melado ou uma caixa de papelão. Se depender de você, não vai para o chão. Ao jogar no lixo, você separa recicláveis de resíduos orgânicos. Você não faz isso porque acha que sua atitude, isolada, vai resolver o problema dos bueiros entupidos e das enchentes. Você faz isso porque quer fazer a sua parte, quer estar mais perto da solução e longe tanto quanto possível da causa do problema.
9. Gasta alguns minutos todos os dias pensando em como fazer o bem. Isso é coisa de quem tem coração. Se você fica fazendo planos de como ajudar pessoas carentes a terem uma vida melhor, bem-vindo ao clube. Você tem prazer em ver seus semelhantes se dando bem e isso é um grande sinal de que há algo em comum entre você e milhões de outras pessoas.
8. Não aceita falta de respeito, especialmente contra crianças e idosos. Aquele amigo fanfarrão foi curto e grosso com o garçom e você deu um toque, mesmo sabendo que ficaria um clima estranho à mesa. Você já olhou feio para uma mãe que gritava com uma criança. Adora ver o olhar da experiência marcado pela vida mirar nos seus olhos agradecendo atenção. Isso é coisa de quem tem o que fazer.
7. Jura de pés juntos que seu animalzinho de estimação entende o que você está falando. Calma, não estou duvidando. Eu acho mesmo que eles entendem, de alguma forma. Se o seu animalzinho é parte da família e ai de quem falar que não, estamos chegando perto de um resultado.
6. Você entende o que seu animalzinho de estimação quer dizer. Quem nunca teve um companheirinho de quatro patas dentro de casa deve achar este item o começo da loucura. Mas, realmente, a gente entende. Não convivo com nenhum animalzinho hoje, mas não me esqueço dos olhos da cadelinha Lessy, que marcou minha infância com uma amizade sem tamanho. Ela foi adotada tão pequena que parecia um pontinho preto no chão. Ela cresceu comigo e era muito inteligente. A gente se falava. Não com palavras, óbvio.
5. Seus amigos acham que você se importa demais. Vamos encarar a realidade: você é a(o) chata(o) do Facebook. É campanha de arrecadação de remédios para doentes na África, imagens de conscientização para o fim da violência infantil e, de vez em quando, uma foto de algum cachorrinho desaparecido. No bar, já foi alvo de piadinhas e, baixinho, chamaram você de Madre Teresa. Sabe o que é isso? É sua vontade de ajudar impressa na sua timeline. Pode conferir lá.
4. Já falou sobre o problema do aquecimento global e outras causas ambientais. Enquanto parte do mundo assiste a programas de TV prestando atenção nas dançarinas, você está no Google pesquisando sobre mudanças climáticas. No encontro com os amigos, você lança: “Vocês viram que as cidades litorâneas podem sumir em algumas décadas?”. A única coisa que consegue são algumas risadas enrustidas e um ou outro olhar blasé. Você se rende e fala de futebol e moda, mas você não desiste de suas pesquisas e sabe que realmente é importante se preocupar com o meio ambiente.
3. Traça planos para acabar com a fome no mundo. Não importa se você é um doutor, padre ou policial. Você simplesmente não suporta o fato de que cinco crianças morrem de fome a cada minuto em algum lugar do mundo. E, para mudar isso, pensa em possíveis soluções para o problema e tenta debater com os amigos. Quase sempre, sem sucesso.
2. É contra a violência. Simples assim. Violência não faz sentido na sua cabeça. Não entende como pode uma pessoa enfiar uma faca na outra. Você vê que o mundo está todo errado e não vê nenhuma ferramenta em suas mãos para o conserto. Como pode uma pessoa amarrar explosivos no próprio corpo ou abrir fogo contra crianças em uma escola em nome de uma religião? Pois é, não dá para entender mesmo.
1. Você tem compaixão e respeito.  Chegamos ao comportamento inerente a todas as pessoas que decidiram ajudar os animais. Compaixão é coisa de gente do bem, de quem tem a oferecer à sociedade. Você ficou chocada(o) com o caso dos Beagles no Instituto Royal. Mesmo acompanhando só pela televisão, ficou torcendo para que aqueles animaizinhos tivessem um final feliz. Se alguém chuta um cachorro na sua frente, você se segura para não cometer outra violência, mas defende a vítima como se fosse da sua família. Adora cavalos e acha que porquinhos são engraçados.
Você não precisa amar os animais para ter compaixão e respeito por eles. Basta entender que não temos o direito de tirar a vida deles. É só saber que é desnecessário comer animais e que é até mais saudável ter uma vida livre de produtos derivados do sofrimento deles.
É claro que nem todos os veganos têm todos os comportamentos descritos aqui, mas todos estão ligados a sete ou mais deles, pode ter certeza. Ser vegano é viver valores de respeito e ética. Claro que ninguém é perfeito, mas precisamos estar mais perto da solução do que do problema.
Se você se identificou com a maioria dos tópicos aqui apresentados, você tem um pé no veganismo. Mas está faltando o outro pé. Eu ajudo você, acesse www.sejavegano.com.br.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Cientistas criam queijo real sem necessidade de leite animal

Veja matéria aqui

Até hoje, para tentar criar queijo sem uma vaca que produzisse o leite era usada a soja, mas cientistas que se denominam “biohackers” dizem ter conseguido driblar a necessidade do animal para isso. O grupo diz ser capaz de criar queijo real, por meio de proteínas de leite reais, sem o envolvimento de vacas, cabras, ovelhas ou humanos.
Para isso, o projeto Real Vegan Cheese (queijo realmente vegano), utiliza levedura para pão modificada geneticamente para transformá-las em pequenas fábricas de proteína de leite, que, misturada a água, açúcar vegano e óleo, forma um tipo de leite vegano. Assim, o processo de manufatura do queijo seguiria o tradicional, com um resultado que se assemelha a um laticínio comum
Os envolvidos estudam o genoma animal atrás de proteínas naturais de produção de leite, e o otimiza para utilização na levedura, sintetizando o DNA resultante do zero. O DNA, então é colocado nas células, onde o mecanismo celular produz proteínas reais devido aos genes implantados.
Para fazer o projeto decolar, o grupo tentava levantar US$ 15 mil no IndieGogo, site de financiamento coletivo, mas a meta já foi batida com quase um mês restante para o fim da campanha. Há alguns benefícios curiosos para os doadores: quem pagar US$ 2 poderá enviar uma mensagem para reclamar de quaisquer questões que considerar erradas sobre o assunto. Este texto será publicado e o grupo tentará esclarecer seus pontos. Outro benefício criativo para quem estiver disposto a doar US$ 10 mil é a oportunidade de ter o seu nome vinculado ao queijo.
Os resultados da pesquisa serão abertos, mas o grupo alerta que a fase de pesquisa e desenvolvimento poderá ser longa. Até a constatação de que o consumo é realmente totalmente seguro, o queijo será etiquetado como “não consumível por humanos”. Eles esperam conseguir, no entanto, sucesso suficiente para produzir um queijo puro, seguro e legalizado.
O grupo ainda diz que, para aqueles com intolerância a lactose, eles investigam a possibilidade de usar a levedura para tentar criar proteínas do leite humano para produção de queijo, mas eles reconhecem que nem todos terão o interesse.

Via CNET 

sábado, 12 de julho de 2014

Foccacia de alecrim


INGREDIENTES

- 2 e 3/4 xícaras de farinha de trigo
- 1 colher de chá de açúcar granulado
- 2 colheres de chá de fermento para pão
- 1 colher de chá de alho em pó

- 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
- 1 xícara de água morna

- alecrim fresco (ou seco)
- 2 colheres de sopa de queijo parmesão vegano (opcional)
-  a colher de sopa de pimentão vermelho picado
- 1/4 xícara de azeitonas verdes picadas 
- sal e pimenta a gosto

PREPARO

Misture a farinha, o sal, o açúcar, o fermento e o alho em  e algumas folhas do alecrim fresco cortadas em pedaços pequenos e o queijo parmesão vegano, se for utilizar. 
Adicione o azeite de oliva e a água. Misture e termine de trabalhar a massa em uma superfície lisa, até  ficar macia. (Eu gosto de usar a batedeira, é fácil e muito rápido e a massa sai prontinha para usar.)

Faça uma bola, unte e coloque para crescer em vasilha untada, coberta com pano úmido em água morna. Pre aqueça o forno a 230°C.
Depois de 20 ou 30 minutos, desinfle a massa, abra com os dedos em assadeira untada. Pincele a superfície com azeite de oliva e coloque os pedaços de alecrim fresco e os pedaços de pimentão vermelho fazendo covinhas na massa com as pontas dos dedos e empurrando os temperos para baixo. 
Coloque mais folhas de alecrim para decorar a superfície da focaccia. 
Leve ao forno para assar por uns 20 ou 25 minutos ou até dourar. 
Faça o teste do palito para ter certeza de que a massa está bem assada.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Fanáticos, extremistas e radicais

É com essas palavras que costumam agredir os vegetarianos que se negam a ingerir cadáveres.
Por que será que o vegetarianismo incomoda tanto?

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Imagem deprimente


Se você olha pra essa imagem e sente repúdio, deveria ter a mesma sensação quando o animal assassinado vem em pedaços ou quando você consome os derivados dessa exploração. Evitar essa matança é bem simples e você pode fazer agora mesmo: torne-se vegana(o)

(via Alex Peguinelli)

segunda-feira, 30 de junho de 2014

A realidade que ninguém quer ver...

Assista ao vídeo
A crueldade existe, mas ninguém quer ver...

O filme mostra como funcionam as fazendas industriais e relata a dependência da humanidade sobre os animais para obter alimentação, vestuário e diversão, além do uso em experimentos científicos.

O filme faz estudo detalhado das lojas de animais, das fábricas de filhotes e dos abrigos para animais, assim como das fazendas de criação de gado, porcos suínos frangos, aves, do comércio de peles e de couro, das indústrias da diversão e esportes, e finalmente, do uso médico e científico.

sábado, 28 de junho de 2014

Vai um churrasco aí?

Se as pessoas tivessem que matar elas mesmas o animal, creio que se tornariam vegetarianos.
Um cenário de horrores, sanguinolento e de muito sofrimento.
Que bem pode fazer à saúde consumir essa carne sofrida, um cadáver em decomposição?
Por isso aumentam tanto os casos de câncer, de enfartes e derrames.
Tudo é consequência ...
No futuro, matar um animal para comer será um crime assim como hoje o é matar um humano.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Onde está a diferença?

Por que comem  a carne de um e amam o outro? 
Por acaso ambos não sentem, dor, fome, sede, frio e gostam de carinho?
Incoerências dos ditos humanos...


segunda-feira, 23 de junho de 2014

Aventura de três amigos veganos

Fonte: VISTA-SE
Você já pensou em largar tudo e viver na estrada? O projeto dos sonhos de muita gente acaba de se concretizar para três amigos: eles deixaram seus empregos recentemente e vão cair na estrada em uma Kombi colorida.
No mês de junho, Sandro (ex-professor de yoga), Marcelo (ex-professor de mergulho) e Rafael (ex-advogado), lançarão a Kombi Cura, uma lanchonete vegana móvel. O carro foi todo adaptado e conta com fogão, liquidificador industrial, pia e diversos outros itens de cozinha.
Até o final de 2014, a Kombi Cura vai rodar pela capital da Bahia. De Salvador, os amigos pretendem subir o nordeste brasileiro e, no segundo semestre de 2015, descer todo o país – também pelo litoral – e visitar outros países da América Latina.
A proposta do trio é simples: oferecer comida livre de crueldade por preço justo. Sem frituras, sem químicos, com pouco sódio e, sempre que possível, baseada em orgânicos. “Queremos um veganismo barato, orgânico, muito saudável, realizado preferencialmente com relações entre pequenos produtores.” – conta Rafael Figueiredo, um dos sócios.
Além de viajar levando comida vegana, a Kombi Cura terá suporte para atividades culturais e rodas de conversa sobre veganismo e outros assuntos. O veículo terá um aparato de som que servirá de apoio a artistas de rua e a saraus livres.
O visual marcante da Kombi dos aventureiros é uma obra do artistas baiano Eder Muniz. Certamente vai chamar a atenção por onde passar. Quem encontrar a Kombi Cura por aí poderá experimentar sucos naturais, hambúrgueres e pastéis assados, açaí, tapiocas e outras delícias. Tudo vegano.
Acompanhe a aventura pelo Facebook
Os hippies modernos prometem registrar toda a aventura e publicar no Facebook. É pela página oficial da Kombi Cura na rede que você pode acompanhar toda a trajetória:www.facebook.com/kombicura.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Asas de Anjos

Fonte: Vista-se

Mineira mata, retira membros anteriores de animais e oferece à Nossa Senhora

Fabio Chaves
Do Vista-se
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A pequena cidade de Santa Bárbara do Tugúrio, em Minas Gerais, tem cerca de cinco mil habitantes e está a 90 km de Juiz de Fora. É lá que a “artesã” Hilda Gonçalves Mendes cria patos brancos em seu quintal com um único objetivo: matá-los para retirar as asas. O trabalho macabro foi tema de uma reportagem do programa Globo Rural (assista aqui). Em nenhum momento a matéria questionou a atividade como possivelmente cruel e desnecessária. Ao contrário, as filmagens mostram a prática de Hilda como algo de fé, positivo.
Tradição na cidade, a festa católica da coroação de Nossa Senhora tem crianças vestidas de anjos. A encarregada de fazer estas asas é Hilda, que refere-se ao seu ofício como dom de Deus: “É um dom de Deus que eu aprendi, né? E hoje eu tô fazendo essa arte muito bonita para as crianças e oferecendo à Nossa Senhora, né?” – diz.
Ela seleciona os patos e inicia o processo. “Leva uns sete meses para poder o pato ficar bom. Aí depois eu mato ele, né? Ela [a asa] tem que sair inteirinha assim. Eu corto aqui assim em volta do pato tudinho aqui assim.” – detalha Hilda. Ela não explica na reportagem, mas é provável que mate os patos cortando ou quebrando o pescoço deles, como é comum em cidades pequenas. No vídeo da reportagem é possível notar que há muitos filhotes no local, que estarão vivos até o sétimo mês apenas.
Após matar os patos e retirar suas asas, ela aplica uma solução com formol para evitar o mal cheiro da deterioração da carne que resta nos ossos. Cada par de asas, resultante desse processo cruel que tira a vida de um animal, custa R$ 30,00.
A “artesã” demonstra ser uma pessoa muito simples e sem muito conhecimento e que claramente não vê o que faz como algo ruim, tanto que ela fala abertamente com muito orgulho. Mas, além de imoral, a atividade de Hilda pode ser enquadrada como crime, já que o abate de aves, assim como o de outros animais, tem regras previstas por lei. Abater animais no quintal de casa é uma atividade clandestina, fato também ignorado pela reportagem da Rede Globo.