Jantar Vegetariano no Restaurante Nampin
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Campanha Segunda sem carne - Curso de Culinária Vegetariana na NUTRIZ - mais um sucesso!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Campanha Segunda sem Carne - Degustação na Emporium Alimente
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Lançamento da Campanha Segunda sem carne em Piracicaba - SUCESSO!!!
| Daniel,Cassio, Cristian,Marly, Eric,Ivana,Eloisa,Gabriella,Eduardo, Nathalia e Alex |
| Marly Winckler, Eric Slywitch e Cassio Negri |
| Cassio fazendo a apresentação dos palestrantes na APM/ Casa do Médico |
| Marly Winckler presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira falando sobre a Campanha Mundial Segunda sem carne |
| Miriam Miranda da ONG Vira Lata Vira Vida, Ivana uma das organizadoras da Campanha em Piracicaba e Alex Peguinelli Coordenador da SVB/Grupo Piracicaba |
| Marly falando às pessoas que lotaram o anfitatro da APM |
| Eric, Marly, Cristian, Daniel, Eduardo e Gabriella |
| Marly Winckler |
| Alex Peguinelli coordenador da SVB/Piracicaba e Alex representante dos produtos Kiggy Soya |
| Ivana e Marly |
| Nathalia, Alex, Didu, Gabriella e Daniel |
| Degustação de petiscos vegetarianos |
| Stand com as camisetas, aventais, sacolas ecológicas e material da Campanha |
| Auditório atento |
| Presunto de soja para degustação |
| Patê de tofu com tomatinho cereja e manjericão |
| Filé de soja ao molho de limão |
| Lascas de soja ao chimichurri churrasqueadas quibes e esfirras de soja |
Linguiça de soja
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Segunda sem Carne será lançada hoje em Piracicaba
Ivana Maria França de Negri
O que é a Campanha Segunda sem Carne? Muita gente há de ficar curiosa e vai perguntar, por que só na segunda-feira? Que diferença um dia faz?
Essa campanha começou na Inglaterra por iniciativa do ex-beatle Paul MacCartney e se espalhou pelo mundo. Muitas capitais aqui no Brasil já aderiram com sucesso, tais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, para citar algumas.
Não se trata de convencer ninguém a ser vegetariano. É apenas um dia da semana dedicado à conscientização e à reflexão, e também para conhecer novos sabores e abrir a mente a novas ideias.
A iniciativa é da Sociedade Vegetariana Brasileira, uma ONG sem fins lucrativos que tem também um grupo formado em Piracicaba.
O lançamento oficial será na segunda-feira, 3 de outubro, na sede da APM/Piracicaba com a presença da presidente da SVB, mas a campanha é de caráter permanente e vai ampliar ações e firmar parcerias ao longo de seu desenvolvimento.
Em várias cidades essas parcerias vão crescendo. São restaurantes, estabelecimentos comerciais, refeitórios, cantinas, escolas, todos vão aderindo à campanha incluindo opções vegetarianas às segundas-feiras em seus cardápios, oferecendo promoções e descontos em produtos de origem não cárnea.
E por quê? O lema da campanha é: “Segunda sem carne pelo planeta, pelas pessoas e pelos animais”.
Pelo planeta porque a criação de gado é a maior causa de desmatamento, cerca de 75% da derrubada das florestas é para criar pastos. Porcentagem maior do que das próprias madeireiras. E além disso, os gazes expelidos pelos animais são responsáveis pelo aumento do efeito estufa.
Grande parte dos grãos produzidos no planeta vai para alimentar o gado cuja carne se apresenta apenas na mesa dos ricos. E bilhões de pessoas morrem de fome no mundo quando esses mesmos grãos poderiam saciar-lhes a fome. Isso sem falar no desperdício dos recursos não renováveis, como a água, nesse processo todo.
Pelas pessoas, porque não é novidade para ninguém, e todos especialistas têm ciência disso, que a gordura animal contribui para o aumento de cânceres diversos e outras doenças como diabetes, hipertensão arterial, obesidade, doenças cardiovasculares, entre outras.
E pelos animais, pois eles são os maiores injustiçados, vítimas da indústria da carne. São confinados, marcados a ferro incandescente e castrados sem anestesia para não encarecer o produto final e sofrem todo tipo de maus tratos, mutilações que são rotineiras nessa indústria cruel e sem ética. Animais são tratados como produtos, visa-se somente o lucro e o sofrimento deles é irrelevante.
Em parcerias com as Secretarias da Saúde, da Educação e do Meio Ambiente, pretende-se ampliar apoios. Oferecer produtos à base de soja às segundas-feiras na merenda escolar da rede de ensino seria uma ótima opção para apresentar às crianças novos sabores, e a soja é um alimento saudável, nutritivo e isento de gorduras.
Essas ações já são corriqueiras em países da Europa e a SVB pretende trazer para o Brasil novas ideias.
E agora respondo a pergunta inicial. Que diferença um dia faz? Muita!!!
Aderindo à campanha estaremos contribuindo para um meio ambiente mais equilibrado, para melhoria da nossa própria saúde e pelo bem estar dos animais, seres tão injustiçados e vítimas de uma indústria sem ética e sem escrúpulos
sábado, 1 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Evolução ou involução?
Para fazer um casaco de peles de comprimento médio matam-se: 125 arminhos 100 chinchilas 70 martas-zibelinas 50 martas canadianas 30 ratos almiscarados 30 sariguéias 30 coelhos 27 guaxinins 17 texugos 14 lontras 11 raposas douradas 11 linces 09 castores Um casaco de chinchila pode consumir 200 exemplares do bichinho e ser vendido por até U$ 70 mil.
As espécies mais usadas para o vestuário são coelhos, raposas, chinchilas, minks, mas também cães e gatos domésticos, como é feito na China, país que mais comete atrocidades animais. Muitas vezes os pelos de cães e gatos são chamados por outros nomes para confundir os clientes finais. Mais de 40 milhões de animais são mortos a cada ano da forma mais hedionda e covarde possível para o uso de suas peles.
No Brasil, há principalmente criação de chinchilas e coelhos. Existem leis que proíbem os maus-tratos aos animais, mas o governo federal não dispõe de funcionários que fiscalizem todos os estabelecimentos comerciais. Embora a caça no país seja ilegal, é relativamente comum no Norte e no
Nordeste. Peles de onças, jaguatiricas e outros animais da fauna brasileira podem ser encontradas com relativa facilidade.
PELES, não use! Poupe os animais de um sofrimento atroz e inútil
Abate humanitário existe?
Abate humanitário ? Existe uma forma "branda" de matar?
FONTE: VISTA-SE
Não há nada mais humano do que chamar o assassinato de uma espécie dominada de “abate humanitário”. Esse sadismo é típico do ser humano, quando tenta se sentir bem ao fazer uma coisa ruim. No programa Globo Rural deste domingo foi veiculada uma matéria que mostra a forma asquerosa como a WSPA, auto denominada “Sociedade Mundial de Proteção Animal”, ministra cursos para ensinar os criadores de animais a lucrarem ainda mais com sua morte.
Sim, a WSPA usa o dinheiro de doações para pagar profissionais para ficar dentro de abatedouros ensinando como “matar com menos dor”, a fim de melhorar a produção e o lucro da empresa
FONTE: VISTA-SE
domingo, 25 de setembro de 2011
Eu torço sempre pelo touro!!!
Ivana Maria França de Negri
Representantes da UNESCO se reunirão em Sevilha, na Espanha, para definir quais festas espanholas se converterão em Patrimônio Cultural da Humanidade. Entre elas, a abominável Corrida de Touros, uma estúpida tradição que consiste em deixar os animais extenuados e nervosos durante perseguição pelas ruas, e culmina com a tortura dos touros dentro das arenas, seguida de morte por afiadas lâminas fincadas sem piedade em seu dorso. Isso tudo sob os aplausos de uma multidão ensandecida que grita “olé” a cada performance do toureiro que traiçoeiramente esconde sob a capa vermelha as bandarilhas que perfuram o couro do desditoso animal.
Uma tourada, o que é? Uma festa? Um espetáculo? Arte? Uma tradição cultural? Um show? Diversão? Esporte? Para mim, a touromaquia é um crime legalizado, uma prática criada para aflorar os instintos perversos ocultos nos homens.
Certos comportamentos “humanos” jamais vou compreender. O que leva pessoas comuns, que são pacíficas no seu dia-a-dia, mães com seus filhos, pais trabalhadores, jovens estudantes, a se transformarem numa turba sanguinária ávida por assistir a morte e o sofrimento de uma criatura que poucas horas antes era um animal belo e vigoroso, cheio de vida, e horas depois jaz inerte, tombado ao solo, esvaindo-se em sangue?
Enquanto existir quem financie, quem apóie, quem organize e quem pague para assistir, esse circo de horrores vai continuar. Mas daí a oficializar a barbárie como patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO, já é demais!
Não há graça nenhuma em ver um touro, que não está lá como voluntário e sim obrigado, lutar até o fim numa batalha desigual, tendo as bandarilhas espetadas em sua carne que se rompe deixando o pobre animal sangrando até quase desfalecer, e depois de muito fraco, ser traiçoeiramente espetado por uma espada que lhe atinge o coração com o golpe “de misericórdia”, a estocada final.
Vira e mexe algum grupo aficionado dessa mostra de sadismo pressiona o governo para trazer essa prática para o Brasil, mas graças a Deus ainda não conseguiram. Grupos de proteção aos animais ficam atentos para que não seja aprovada. Enquanto isso, os pervertidos satisfazem sua sede de sangue com a farra-do-boi, outra bestialidade semelhante, proibida por leis recentes, mas que continua sendo praticada nas praias catarinenses, sob a complacência das autoridades.
Quando acontece de um ou outro touro levar a melhor, eu fico feliz pelo touro, afinal, ele não pediu para estar ali, apenas tentou se defender de seus algozes.
Atirar pessoas aos leões em arenas foi uma tradição que durou muitos séculos e nem por isso a UNESCO vai colocar essa prática como patrimônio da humanidade...
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