Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Isso é Arte???

Peles de cães e gatos servindo de tapete numa "exposição de arte" para serem pisoteados pelos visitantes
Porco empalhado numa exposição do Banco Itaú

Urubus vivos na Bienal em São Paulo, presos e sujeitos ao barulho e luzes fortes 24h por dia
Porcos tatuados em mais uma exposição de gosto duvidoso
Este cão sem dono morreu de fome e sede numa exposição do "artista" Guillermo Vargas da Costa Rica. Ficou amarrado por dias sem poder sair até morrer de fome, sendo que acima dele estavam escritas frases com ração. Um ABSURDO!
Pseudo-artistas utilizam animais vivos ou mortos em exposições de gosto duvidosoCavalo empalhado com placa fincada no dorso escrito "Jesus de Nazaré, rei dos judeus"
Mais arte bizarra nos sites abaixo:

http://edself.blogspot.com/2009/03/artista-usa-animais-empalhados.html
http://www.anda.jor.br/2010/04/03/artista-morbida-usa-animais-dissecados-em-suas-obras/

Curso de Culinária Vegetariana em Piracicaba


Pratos vegetarianos para a ceia de Natal pelo chef Fabio Ros com degustação no local

ef

Especista até no couro

Sou especista até no couro
Marcio de Almeida Bueno

As pessoas aí – mesmo as ruminantes de carne – se chocam com os vídeos da indústria de peles, e nem daria para não se chocar mesmo, mas mantêm o couro só no sapatinho. Até hoje não entendi porque a bifurcação mental entre animais fofos e peludos – e de certa forma distantes, e a vaca que capota no cimento do matadouro. Sim, antes que gritem os chatos, eu sei dos detalhes sórdidos e criativamente cruéis que envolvem esta ou aquela atividade em específico, mas daí estaríamos caindo barranco abaixo em direção ao bem-estarismo, do tipo ‘se meu remorso for menor, pode tá?’.
E a coisa nao é assim. É preciso pensar que, em princípio é uma pele animal que cobre o sapato, segura as calças para não caírem ou ‘protegem contra o frio’, conforme justificativa de praxe. Então se aceita uma pele daquele animal ali, o gordo com chifres e meio pateta, mas não do fofo e ágil, com talento para virar desenho animado.
O cheiro de couro ao passar em frente a uma loja ‘especializada’ me embrulha o estômago.
E esse couro foi tratado e processado até perder sua, digamos, aparência de animal. Tal como os nuggets ou a mortadela, coisa que se come mas não traz a cara de quem, tocado por Midas ao contrário, virou alvo do tesão gastronômico. E quem arrota preocupação com o meio-ambiente sustentável deve estar sempre gripado, com ‘dariz endupido’, toda vez que passa pore região onde tenha curtume. E toda a água intoxicada, metais pesados a go-go, é encanada e enviada para Marte, claro. “An, mas couro é natural, sintético é que faz mal”, como já ouvi de uma subgênia ao receber um panfleto anti-couro.
E, no entanto, essa gente vira a cara na hora de assistir a um vídeo – mas a vida é ao vivo – de morte de bichinhos fofos para que a J-Lo ou o 50Cent tenham onde gastar o dinheiro que ganham com sua, tipo, ‘arte’. Quem acha que estou valorizando menos o sofrimento dos arminhos, martas e outros animais que ‘dão sua pele para aquecer os humanos’, que me encontre em qualquer Sexta Sem Pele.
Vejam que falei da MORTE de um animal, não falei de sua desgraçada vida dentro de uma gaiola, retirado da natureza para ser ingrediente das planilhas de cálculo de exportação. É necessário fazer um insight e pensar no que é acordar todo dia em um quadrado de grades, tendo como opção comer, cagar, dormir ou girar no próprio eixo.
OK, tem humano que faz apenas isso durante toda sua existência e ainda se considera o degrau final do darwinismo, mas não é esse o ponto.
A questão é que esfolar terceiros para ter um calçado, etc, mais resistente – em tese, moçada, em tese – é uma escolha do sistema apresentada em dois de seus altares sagrados – a indústria e o comércio. Em não havendo ‘de couro’ de um dia para o outro, o povo vai espernear por um tempo, os formadores de opinião vão dizer o que o patrão mandar por um tempo, mas depois todos vão marchar felizes usando calçado feito de _________. Mais barato e resistente.
E, se imagino, poluindo apenas TANTO QUANTO antes, o tal meio-ambiente sustentável puxa-voto. Mas para isso, os especistas esdão zempre de dariz endupido, diacho!
Fonte: ANDA

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Sexta- feira sem pele - Worldwide Fur Free Friday


No próximo dia 26 de novembro acontece em todo o mundo a terceira edição da Sexta Feira Mundial Sem Pele – Worldwide Fur Free Friday, um dos protestos de ação global de maior relevância na luta pelos direitos animais. No último ano foram realizados protestos em mais de 120 localidades ao redor do mundo pedindo o fim do cruel comércio de peles de animais.

A data foi criada pela International Anti-Fur Coalition – Coalizão Internacional Anti-Pele – em parceria com o movimento Fur-Free Friday, que é muito popular nos Estados Unidos e acontece logo após o Dia de Ação de Graças, 25.

Estilistas que insistem no uso de pele animal em suas coleções são alvos de críticas dos manifestantes.

Junte-se a nós!

O objetivo é informar a população sobre o que se esconde por trás da indústria da pele. Milhões de animais continuam sendo mortos em nome da moda. Muitos são esfolados ainda vivos, incluindo cães e gatos, tudo em nome da vaidade e do consumo sem medidas, seja para um casaco, um brinquedo ou um enfeite qualquer.

Participe da Sexta-Feira Mundial Sem Pele!

Você pode fazer a diferença neste movimento contra o sofrimento dos animais!

São Paulo – Avenida Paulista em frente ao Masp
26 de novembro, a partir das 11h
Realização: Holocausto Animal
Idealização: http://www.antifurcoalition.org/
http://holocaustoanimalbrazil.blogspot.com/

Porto Alegre – Esquina Democrática
26 de novembro, das 14h às 19h, mesmo com chuva
Realização: Vanguarda Abolicionista
http://vanguardaabolicionista.com.br/

* Fábio Paiva
coordenador geral
http://www.holocaustoanimal.org/
acesse também:
http://holocaustoanimalbrazil.blogspot.com/
http://animalpress.blogspot.com/

domingo, 21 de novembro de 2010

Dieta da Compaixão

Dieta da compaixão
Ivana Maria França de Negri

Em se tratando de assuntos polêmicos, nunca se chega a um consenso, muito menos a um desfecho. Longe de mim a pretensão de mudar a cabeça de alguém, apenas acho que as explanações são válidas para despertar nas pessoas a curiosidade e induzi-las à reflexão.
Saúde corporal à parte, isso é com os médicos e nutricionistas, para mim é mais importante ser saudável de espírito. Existem pessoas doentes da alma, que perderam a paz por motivos diversos. Quem come carne e tem a consciência tranqüila, ótimo! Quem já fica meio indeciso, e pensa em mudar os hábitos alimentares aos poucos, ainda que seja só diminuir o consumo,melhor ainda!É bom para a saúde do corpo, da alma, e para os animais.
Somos evoluídos e temos discernimento, o que nos diferencia das outras espécies. Eles têm que se alimentar daquilo que seu instinto natural pede. Já nós, humanos, podemos pesquisar pela melhor opção e decidir o que vamos colocar dentro do nosso corpo.
Quando um predador sai para caçar, encontra suas vítimas soltas nas florestas, em bandos. Elas não tiveram suas crias apartadas de si, não foram marcadas a ferro quente, não foram castradas sem anestesia, não foram confinadas para a engorda rápida, não tomaram hormônios e nem antibióticos. Quando um desses animais é eleito para servir de almoço, tem que correr bastante antes de ser apanhado, e quem costuma fazer corridas e caminhadas sabe que o sangue circula mais rápido e a adrenalina é liberada aos borbotões. Quando o golpe fatal é dado, a vítima, com o anestésico natural que é a adrenalina, nem chega a sentir dor, pois está praticamente sedada. A natureza providencia tudo. Os que caem nas garras do predador são os mais fracos, os doentes e os velhos. Isso faz parte da seleção natural.
Já os bois que saem do confinamento, geralmente obesos, depois de longas viagens em caminhões, sem água, machucados por caírem uns sobre os outros durante as freadas bruscas, vão direto para o abate, obrigados a entrar no corredor da morte onde são marretados várias vezes com violência e, ainda atordoados, são dependurados num gancho para a retirada do couro e para rasgarem suas carnes.
Com frangos é pior ainda. Pendurados pelos pés, têm os pescoços torcidos e ainda se debatendo, são mergulhados em tanques de água fervente para serem depenados. Não vou entrar em detalhes desses procedimentos dantescos e nem comentar a maneira como são mortos os porcos e carneiros, pois todo mundo sabe, mas finge que não sabe, ou simplesmente não quer nem saber como “aquilo” chega à sua mesa. E pensar que as pessoas se horrorizam com a violência. Quando comem aquela carne, impregnada do medo e revolta do animal que quer preservar sua vida a todo custo, estão assimilando esses maus fluidos também, que passam a fazer parte de seu corpo, do seu sangue e das suas células.
É por tudo isso que eu me recuso a comer carne. Não que não gostasse. Confesso que nos dois primeiros anos, senti falta, como as pessoas que estão deixando de fumar, de beber, de usar drogas ou de roer unhas. Mas meu amor pelos animais venceu! Ele foi maior que os desejos do meu estômago. Venci os meus instintos e jamais voltarei a ser carnívora novamente.Isso já faz muitos anos. Agora, o odor de um churrasco me faz sentir náuseas.
Por favor, não me recriminem. Sinto-me em paz comigo mesma, com minha consciência, com a natureza, com o Deus que criou as pessoas e também os animais.
O Natal vem aí, a festa da paz e da misericórdia. Mas será que a ceia para comemorar o nascimento de Jesus, repleta de corpinhos de animais mortos, violados em seu direito de viver, agrada ao homenageado da noite?...

sábado, 20 de novembro de 2010

Mahatma Gandhi

"Sinto que o progresso espiritual requer, em uma determinada etapa, que paremos de matar nossos companheiros, os animais, para a satisfação de nossos desejos corpóreos."

Mahatma Gandhi

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Paul Mac Cartney no Brasil

Politicamente correto, o ex-beatle Paul McCartney - que se apresenta em São Paulo nos dias 21 e 22 deste mês - exigiu que a mobília de seu camarim não tivesse nenhum tipo de pele animal. Até cópias e couro artificial estão vetados.

Para combinar com o clima tropical brasileiro, McCartney pediu em seu camarim frutas orgânicas, uvas sem sementes, laranjas, bananas, além de uma tigela com limas-da-pérsia e uma coqueteleira com coador.

A comitiva que acompanha Paul McCartney nos shows que ele faz em São Paulo só vai comer comida vegetariana, conta a coluna de Mônica Bergamo, na Folha.
"Vamos ter que nos tornar vegetarianos nos próximos dias", disse o empresário Luis Oscar Niemeyer, dono da empresa que traz o show do beatle ao Brasil. A equipe vai fazer suas refeições em um restaurante no Morumbi, montado pela equipe do músico e comandado por seu chef particular.

Leonardo Da Vinci

"Tempo virá em que os seres humanos se contentarão com uma alimentação vegetariana e julgarão a matança de um animal inocente como hoje se julga o assassinato de um homem."

Leonardo da Vinci

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Paul & Linda

PAUL & LINDA
Laerte Levai (Promotor de Justiça e Vegetariano)

No verão de 1957, em Liverpool, um estudante de 15 anos ingressa no conjunto recém-formado por John Lennon, os Quarrymen, que se propunha a tocar rock and roll e rhitm´n blues em bailes e festas de escola, com direito a roupas apertadas, topetes e brilhantina. O garoto chamava-se Paul McCartney, que assumiu o contrabaixo para dar início àquela que seria, pouco mais tarde, a mais importante parceria musical do século XX: Lennon e McCartney. Não demorou muito para que o grupo integrasse outro adolescente, George Harrison, uma grata promessa na guitarra solo. No início dos anos 60, tendo como baterista Pete Best, o conjunto já se chamava Silver Beatles, logo simplificado para Beatles, passando a se apresentar no lendário Cavern Club. Em 1962, agora com Ringo Starr na bateria, a formação da banda torna-se definitiva e o sucesso não tarda a estourar, para a alegria dos quatro rapazes de Liverpool.
Músicas geniais de Paul foram compostas na inesquecível década de 60. Como não se render à belíssima linha do contrabaixo em “All My Loving”? E ao inocente romantismo de “And I Love Her’? Como não se encantar com a primorosa harmonia de “Here There and Everywhere”? E com o grito visceral que emergia de “Oh Darling”? Como esquecer de “Yesterday”, “Blackbird” e “The Long and Winding Road”? E dos acordes sobrepostos em “Lady Madonna”? E dos violinos de “Eleanor Rigby”? Como não se emocionar com o vigoroso refrão de “Golden Slumbers”? E com “Hey Jude”, que fez a juventude se levantar em um coro uníssono pelo amor e pela paz? É impossível esquecer. O apelo de “Let It Be” mostrava ao mundo que o sonho não acabaria jamais. Porque aqueles anos marcados por guerras, violência e opressão foram, paradoxalmente, mágicos e musicais. Os Beatles perpetuaram seu legado de esperança e o transmitiram às gerações seguintes. Paul McCartney nunca desistiu desse sonho.
Enquanto isso, do outro lado do oceano, mais precisamente em Nova York, uma menina nascida em família rica e inserida em um ambiente de requintada intelectualidade, passa a se interessar pelo estilo de vida simples, abstendo-se das aspirações materiais relacionadas a status e poder. Seu nome era Linda Eastman, que desde cedo demonstrou uma profunda devoção pela natureza e pelos animais. Intuitiva, espontânea e sonhadora, ela não tardou em trocar o conforto da casa paterna pela vida frugal que buscava para si, reflexo do olhar sensível que a tornaria, em pouco tempo, renomada fotógrafa norte-americana. Por esse caminho é que Linda se tornou conhecida, ao registrar com suas lentes imagens do cotidiano, da natureza, de shows, de músicos e de artistas Foi assim que, em 1968, Linda e Paul se conheceram e se tornaram amigos. Mas logo os céus se misturaram à terra e o espírito de Deus passou a se mover sobre a face da águas as águas.
Já não importava que os Beatles se separaram. Paul e Linda estavam juntos, em sua tenra cumplicidade, olhando sempre na mesma direção. No início dos anos 70 fundaram a banda The Wings, com Linda e Paul dividindo o palco. E surgiam, a partir de então, mais composições significativas na carreira de Paul, como “Band on the Run”, “Venus and Mars”, “Live and Let Die”, “Let Me Roll It”, “Maybe I’m Amazed”, entre outras igualmente belas. Nesse período de renovada inspiração musical, Paul compôs uma das mais sensíveis melodias de todos os tempos, em homenagem a Linda: “My Love”. E Linda certamente fez por merecer. Foi ela que mostrou a Paul o sentido último do amor. O amor incondicional por todas as criaturas. Linda era vegetariana pelos animais e levou Paul a aderir à causa. A propósito deste fato, há uma célebre frase atribuída ao casal McCartney: “Se os matadouros tivessem paredes de vidro, seríamos todos vegetarianos”. E assim se passaram muitos e muitos anos felizes. Paul e Linda. Linda e Paul.
Até que na manhã de 17 de abril de 1998, em uma casa de campo na região do Arizona, Linda morreu. Ao seu lado, além do marido, estavam os filhos Heather, Mary, Stella e James. Quatro dias após o falecimento da mulher – conta o biógrafo Barry Miles (in Paul McCartney – Many years from now, trad. Mário Vilela, DBA: São Paulo, 2000) -, o ex-beatle sentou-se à mesa da cozinha e ali mesmo, durante a madrugada, silenciosamente, escreveu uma carta. Uma carta para aquela que partiu para sempre. Um canto de amor e de despedida. Um lamento sob a tênue luz da noite cravejada de estrelas:
Linda foi, e ainda é, o amor da minha vida. Nossos lindos filhos nos deram uma força indescritível e Linda continua a viver em todos eles. A coragem que ela demonstrou na defesa do vegetarianismo e dos animais foi inacreditável. Eu pergunto: quantas mulheres enfrentariam sozinhas oponentes como as autoridades responsáveis pelo gado e pelos abatedouros, arriscando-se a ser motivo de piada, e ainda assim venceram?
Foi a mulher mais bondosa que já conheci, a mais pura. Para ela, todos os animais eram como personagens Disney e mereciam amor e respeito. Tive o privilégio de amá-la durante trinta anos, e nesse tempo todo, com exceção de uma ausência forçada, nunca passamos uma noite separados. Como mãe, foi a melhor. Nós dois sempre dissemos que tudo que queríamos para nossos filhos era que tivessem bom coração, e eles têm.
A homenagem que Linda teria mais gostado seria que as pessoas se tornassem vegetarianas, o que, dada a enorme variedade de alimentos disponíveis hoje em dia, é bem mais fácil do que muitos pensam. Linda entrou no ramo alimentício por uma única razão: salvar os animais do tratamento cruel que nossa sociedade e nossas tradições lhes impõem. Eu não conseguiria imaginar ninguém com menos tendência para ser mulher de negócios e, no entanto, ela trabalhou incansavelmente pelos direitos dos animais.
Era uma pessoa sem igual, e tê-la conhecido fez do mundo um lugar melhor para mim. Sua mensagem de amor continuará a viver em nossos corações. Eu te amo, Linda.
Paul.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Lisa Simpson é Vegetariana



Lisa Simpson é vegetariana. Num episódio da série ela se encontra com o Beatle Paul Mac Cartney e sua esposa Linda. Vejam parte neste vídeo abaixo.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Bombas de sementes na Guerra do Bem

Bombas de sementes na Guerra do Bem

Para fazer brotar plantas e flores em canteiros abandonados que precisem urgentemente de algum verde!

1. Misture num balde duas partes de sementes e três de adubo e depois acrescente cinco partes de argila em pó
2. Jogue água e misture até formar uma massa úmida. Enrole bolinhas de cerca de 2 centímetros.
3. Saia pelas ruas e jogue cuidadosamente essas bolinhas em canteiros e praças degradadas
4. As "bombas" carregam nutrientes suficientes para que os brotos comecem a crescer em solo pobre. É só esperar as próximas chuvas e você verá lindas flores espalhadas por suas mãos.

Achei uma ótima ideia!

Você sabia que...

Nos Estados Unidos, 660.000 animais são mortos por hora?
Uma quantidade impressionante de carne é consumida pelos americanos, canadenses e australianos, chegando a mais de 90 kg per capita ao ano.
Um americano com 72 anos de idade, já consumiu em média, durante a sua existência, o equivalente a 11 bois, 3 carneiros, 23 porcos, 45 perus, 1100 frangos e 390 kg de peixes!?!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O Olho do Boi

O olho do boi
Cássio Camilo Almeida de Negri (médico e vegetariano)

Marcelo tinha 60 anos quando tudo aconteceu.
Sempre fora muito trabalhador, pessoa exemplar, e ainda menino, entrou para o seminário.
Era um dos melhores alunos, muito letrado, sempre tirando as notas máximas em latim, teologia, filosofia e estudo comparado das religiões.
Formou-se padre, encantou suas ovelhas nas diversas dioceses, chegou a monsenhor, bispo e arcebispo.
Sempre seguiu à risca todos os mandamentos, e nunca usara a batina, como alguns de seus colegas, para cobiçar a mulher do próximo e muito menos para atos de pedofilia.
No entanto, sempre gostara de uma boa e farta mesa, principalmente dos assados e churrascos de cabritos, carneiros, frangos e, principalmente, boi.
Claro que na Sexta-feira Santa, sempre guardava esse dia, não se alimentava de carne. Comia sim, bacalhau, peixes e frutos do mar, mas carne vermelha, nunca.
Sempre tivera ótima saúde e agora, estava ali, deitado numa cama de hospital. Acontecera tão rápido que nem ainda atinara para a situação delicada em que se achava.
Fora fazer um exame de ultra-som rotineiro e o diagnóstico dizia: “nódulos hepáticos compatíveis com metástases em olhos de boi”. Não entendera bem, mas seu médico vaticinou: -“são nódulos de um câncer que já se espalhou pelo seu organismo, vindos do intestino”
Entrou em desespero, a esperar pela morte. Sua mente divagou por entre pensamentos cinzas, embora já lera ou assistira em algum programa de televisão, não se lembrava bem, que pessoas grandes devoradoras de carne tinham muito mais chances de terem cânceres.
Então, começou a imaginar quantos animais haviam morrido para encher seu estômago. Via aqueles olhos escuros, grandes, cheios de ternura dos bois, a derramarem lágrimas a cada marretada que recebiam na fronte, tudo para encher sua barriga... E da fronte rompida pela marreta, da fresta aberta pelo “golpe mortal”, surgiam umas letras, que ao se organizarem, formavam um dos mandamentos que sempre estudara e não havia entendido toda a sua profundidade: “NÃO MATARÁS!”.

domingo, 14 de novembro de 2010

São Francisco, os homens e os animais


Um amigo vegetariano postou em seu blog este texto que gostaria de compartilhar. Ele convida, para quem quiser, a discordar, criticar ou trazer novos elementos sobre o tema.