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sexta-feira, 30 de novembro de 2018
domingo, 20 de maio de 2018
"Animal Sente" - Clipe da música com Mini Vegano
Fonte:VISTA-SE
Nem sempre é fácil falar para os pequenos o porquê da família não consumir certos produtos que a maioria das pessoas consomem. Essa afirmação fica ainda mais evidente em festinhas e outros eventos sociais, por exemplo.
Sem a possibilidade de exibir um documentário para a criança, porque esses filmes quase sempre são pesados, os pais e responsáveis precisam usar a imaginação. Pensando nisso, os compositores Nana Lacerda e Bruno Monteiro criaram uma música bastante didática sobre o assunto.
A canção foi publicada no Youtube com ilustrações elaboradas com a ajuda de Diego Naropa, o mini vegano de 11 anos que tem um canal no Youtube (conheça).
Ainda sobre vídeos veganos para crianças, não deixe de conferir o filme Vegana (2010), do Instituto Nina Rosa (confira aqui).
Assista ao vídeo | Youtube
quarta-feira, 2 de maio de 2018
Arqueóloga conta como pesquisar relação entre humanos e carne a tornou Vegana
“Todo vegano parece ter seu próprio momento de despertar em que algo dá um clique e ele para de comer produtos de origem animal”, diz a arqueóloga da Universidade de Cambridge, Pía Spry-Marqués, que se comprometeu com o veganismo há dois anos enquanto pesquisava a história da carne de porco.
“Meu filho nasceu há três anos e eu estava amamentando ele. As pessoas me olhavam de maneira esquisita por amamentar meu filho e, no entanto, estava tudo bem em tomar café com leite de vaca ou comer pasta de chocolate “, lembra ela ao The Independent .
“Comecei a pensar como é estranho beber leite de vaca. Eu estava escrevendo o livro e pesquisando sobre fazendas industriais e porcas amamentando, e tudo isso foi demais. Eu decidi que seria vegana no dia seguinte. E foi isso. ”
Conforme a doutora Spry-Marqués mergulhou na história da carne de porco – desde a época paleolítica até agora – ela aprendeu sobre como os porcos são relativamente sensíveis, criaturas sociais que podem expressar empatia . E sobre os extremos da pecuária industrial , onde os porcos são castrados sem qualquer alívio da dor e mantidos em condições severas e apertadas. E como os subprodutos deste processo acabam em todos os tipos de itens, de pincéis à gaze médica, de iogurtes à porcelana chinesa.
A arqueóloga, que se encontra em Cambridge e é originalmente da Espanha, admite que antes de começar a explorar a relação entre humanos e porcos para o seu livro Pig/Pork: Archaeology, Zoology, Edibility , ela – como a maioria de nós – pensou pouco sobre a proveniência da sua comida.
“A única vez que vi porcos eram os leitões mortos em exibição em açougues espanhóis, ou pernas de presunto em restaurantes e bares. Mas você está tão desconectado que não te choca ver a pele macia e pálida no balcão. Agora penso sobre isso, me choca que não tenha me chocado antes.”
“Eu amo presunto ibérico. Eu amo chouriço “, acrescenta a Dr. Spry-Marqués. “Mas não vale a pena”.
A existência de vinho vegano foi uma das descobertas mais surpreendentes da acadêmica, segundo ela. Eu estava: ” Que ?! ” Certamente vinho é vegano, são apenas uvas. Não é. O vinho tem aditivos derivados de animais, de ovos, de peixe. E a tripsina de porco, que é proibida na UE, mas usada nos EUA, é secretada pelo pâncreas e usada para quebrar as proteínas no vinho e clarificar a bebida. Também é encontrado em cerveja “, diz ela.
Ficou claro para a Dr. Spry-Marqués que o uso generalizado da carne de porco é uma questão de oferta e demanda.
“Quanto menos carne consumimos em geral, menos temos subprodutos usados de alguma outra maneira. Usamos cada pequena parte do animal e se vamos matá-los, nós bem podemos fazê-lo. Mas se o consumo de carne diminui, então precisaremos encontrar alternativas “, argumenta ela.
Mas o livro da Dr. Spry-Marqués não é simplesmente um “veganisador”, escrito apenas para transformar os estômagos dos maiores fãs de bacon. Também desenha a complicada história cultural do porco. Os porcos foram domesticados pela primeira vez no que é agora a Turquia moderna há cerca de 9.000 anos. Ao contrário de outros animais que foram vistos como presas e depois capturados e criados – como galinhas – porcos, ou mais precisamente javalis selvagens, foram atraídos pelo alimento residual em assentamentos humanos e depois criados. ” Olhe onde eles se enfiaram apenas por alguns restos de comida”, diz a Dr. Spry-Marqués .
“Agora pensamos nessa região como livre de porcos, mas na verdade é onde tudo começou”, ela acrescenta. Completamente independente, os porcos foram domesticados novamente na China, mil anos depois, enfatizando a forma como a nossa história com carne de porco é vasta e variada. Evidências sugerem, por exemplo, que os porcos foram proibidos no judaísmo e no islamismo, a fim de diferenciar os membros da religião. No entanto, as questões relativas à segurança e ao transporte da carne também provavelmente desempenharam um papel em seu veto, acrescenta. E durante a época da Inquisição espanhola, as autoridades usaram presunto para testar se uma pessoa se converteu ao catolicismo.
“Estamos condicionados por um sistema de crença invisível que nos encoraja a comer animais que é compartilhada por todas as culturas comedoras de carne. Se você pensa sobre os milhões de animais diferentes lá fora, nós escolhemos apenas alguns que classificamos como comestíveis. Os outros são vistos como nojentos. Imagine comer um rato. ”
Dois anos depois de se dedicar ao veganismo, a Dr. Spry-Marqués diz que se sente mais saudável, mas também como se tivesse sido enganada por como consumia comida. Então, talvez ela não seja uma “super-heroína vegana” e tem conflitos sobre a origem ética da quinoa e da castanha de caju tanto quanto da carne. Mas ela diz que agora ela pensa mais sobre sua comida.
“Mesmo o mais ínfimo passo em uma direção fará a diferença”, argumenta ela. “Quanto mais mainstream isso se torna você não terá que fazer essa escolha mais, será o padrão”.
Perguntada sobre o que ela espera que os leitores tirem de seu livro, ela conclui: “Eu quero que eles percebam que há uma grande história por trás de cada animal que comemos. E, se uma pessoa se tornar vegana como resultado e reconsiderar suas escolhas alimentares, minha ação está feita “.Fonte: The Independent
terça-feira, 6 de março de 2018
Arrependimento
Um dia eu sei que você irá passar perto de um açougue ou na porta de uma churrascaria e também sentirá um tremendo sentimento de arrependimento por não ter parado de "se enganar" e ter deixado antes de comer carnes e produtos que tem origem na exploração ou sofrimento de um animal Inocente ... Saber a origem destes produtos e mesmo assim ainda escolher comer Vitela ou Baby Beef se assemelha ao que praticam pedófilos, assassinos, estupradores e todos os tipos e exploradores dos mais fracos ... Sejam VEGANOS(AS) estendam seus círculos de compaixão e Ninguém nunca sairá Ferido !
(Nelson Bueno)
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
O que está errado?
A África vende os grãos que produz para a pecuária e mata a população de fome.
Oitenta por cento dos grãos são produzidos para alimentar animais que vão para o para abate . E florestas são derrubadas para o plantio dos grãos.
Os grãos que alimentam a pecuária salvariam a vida de todos que estão morrendo de fome.
E a carne é vendida para os países ricos.
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Culturas diferentes
Mas a crueldade e sofrimento são os mesmos...
Por que a foto do cão comove e a do porco não?
Ambos são animais e a ciência comprova que o porc é mais inteligente do que um cachorro
Isso é compaixão seletiva
sábado, 29 de outubro de 2016
Sobre a dor das plantas e o veganismo
David Arioch – Jornalismo Cultural
Jornalismo Cultural
Sobre a dor das plantas e o veganismo
with one comment
Por causa de veganos e vegetarianos que campanhas a favor da preservação da natureza são encampadas
Uma das imagens que mais tenho visto compartilhada por pessoas que não são vegetarianas ou veganas é uma que induz à ideia de que as plantas sentem dor. E isso curiosamente, embora até então não tivesse nenhum respaldo científico, hoje vai ao encontro de uma matéria controversa e de interpretação variegada publicada pela Deutsche Welle, na Alemanha, envolvendo um trabalho de pesquisadores do Instituto de Física Aplicada da Universidade de Bonn.
Embora o título da matéria, também veiculada no Brasil e em Portugal, dê a entender, logo no título e na linha fina, talvez como chamariz, que as plantas sentem dor, o próprio trabalho informa que não é bem assim. O estudo, encampado por cientistas da área de física aplicada, não de biologia, é baseado em sinais de comunicação, e responder a um sinal de comunicação não é atestado de sensibilidade.
Ainda assim, não deixa de ser um trabalho relevante quanto à captação e transmissão de estímulos. Porém, se pensarmos nos animais, já foi provado que eles têm sensibilidade inclusive superior à humana pelo fato de serem incapazes de racionalizar as próprias emoções. Logo eles sentem dor, e muita, algo que é provado independente da ciência.
Mesmo usando o método acústico-etileno, os pesquisadores alemães também não conseguiram provar que plantas têm sentimentos. Já os animais, sabemos que sim. Ademais, animais têm vida social complexa como as dos seres humanos, basta ver a forma como eles se relacionam com seus filhos.
Além disso, é um equívoco muito comum alguém crer que veganos e vegetarianos não atribuem valores às plantas. Muito pelo contrário. É justamente por causa de veganos e vegetarianos que muitas campanhas contra o desmatamento e a favor da preservação da natureza são encampadas. Ninguém combate mais isso do que pessoas que se recusam a consumir alimentos de origem animal, já que a destruição da natureza hoje em dia está mais relacionada à crescente destinação de espaço para a criação de animais e produção de ração.
Conversando sobre esse assunto, dias atrás um amigo me perguntou o que eu faria se hipoteticamente fosse provado que as plantas sentem dor. Bom, eu continuaria trilhando meu caminho, já que um vegano precisa de uma área 18 vezes menor para se alimentar do que quem não é. Minha prioridade é proporcionar o menor impacto possível aos seres vivos enquanto eu viver, e vou me adaptando às novidades sem problema algum. Jamais desconsiderei a importância das plantas. Penso que tudo que compõe a natureza é belo e essencial à sua maneira, independente de níveis de sensibilidade.
Comentei também que acho um grande erro qualificar um vegano como elitista ou elitizado, porque acredito que é exatamente para não parecer assim que muitos aderem ao veganismo. Considero até uma contradição chamar um vegano de elitista. No meu caso, tento viver sob o princípio da igualdade – não me sinto superior a nenhum animal. Por isso optei por não me alimentar deles. É um estilo de vida que condiz com a minha essência, e não falo só de valores morais e éticos. Acredito que muitas pessoas já nascem para o veganismo, mas muitas vezes só descobrem isso muito tempo depois, quando notam ou sentem os sinais que os levam para esse caminho.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Primeiro açougue vegano do Brasil é inaugurado
Inaugurado em Curitiba primeiro açougue Vegano do Brasil
Fonte: VISTA-SE
Fonte: VISTA-SE
Menos de um mês depois do lançamento do primeiro açougue vegano dos Estados Unidos (relembre aqui), um jovem casal de Curitiba anuncia que vai inaugurar um minimercado vegano com açougue sem nada de origem animal dentro.
sábado, 26 de dezembro de 2015
Até quando existirão matadouros e frigoríficos na Terra?
O Espiritismo e os movimentos sociais pelos animais - Vegetarianismo e Veganismo - A resposta dos Espíritos sobre alimentação com carnes a Allan Kardec - A evolução da Ciência da Nutrição - Os esclarecimentos de diversos benfeitores espirituais, pelo médium Chico Xavier, sobre alimentação sem crueldade
A cada dia que passa, recebemos mais notícias a respeito de movimentos em defesa dos animais. Muitos, inclusive, contrários ao antigo hábito da humanidade de fazer uso deles na alimentação, como o Vegetarianismo, e também às demais formas de sua utilização por nós, como o Veganismo.
O Vegetarianismo é uma prática alimentar que faz uso, exclusivamente, de alimentos de origem vegetal, sem incluir os de origem animal. Algumas definições mais abrangentes dessa prática consideram vegetariano, também, aquele que consome produtos de origem animal, porém que não envolvam diretamente a morte de nenhum ser, como o ovo e o leite, por exemplo.
O Veganismo é uma ideologia cuja base é a convicção de que os animais - por serem dotados de consciência e sensibilidade, como os humanos - têm direitos fundamentais e que, devido a isso, nenhum deles deve ser vítima de exploração/assassinato por parte da humanidade. Baseado nesse modo de pensar, o vegano evita produtos e atividades em que os animais são explorados/mortos. Sendo assim, adota como regime alimentar o Vegetarianismo estrito (sem nada que venha de animais, nem mesmo leite e ovos), não usa roupas de origem animal, se abstém de produtos que foram testados em animais - no limite de suas possibilidades - e também boicota circos com animais, rodeios, zoológicos, etc.
O crescimento desses movimentos sociais nos leva às seguintes curiosidades: o que nos ensina o Espiritismo a respeito de como devemos nos relacionar com os animais? É correto nos alimentarmos deles?
Para respondermos a essas perguntas, vamos começar pelas primeiras orientações dos Espíritos sobre esse tema, seguindo uma ordem cronológica, que - veremos - será importante para compreendê-las adequadamente:
Em 1857, "O Livro dos Espíritos" dizia, na questão 723, que "a carne nutre a carne, do contrário o homem perece" e, na 734, que "o homem tem direito de destruição sobre os animais, porém limitado e regulado pela necessidade de prover à sua alimentação e segurança".
Na questão 888 do mesmo livro, recebemos a seguinte recomendação: "sede dóceis e benevolentes para com todos (...), assim como em relação aos seres mais ínfimos da Criação, e tereis obedecido à Lei de Deus". Na 963, nos é comunicado: "Deus se ocupa de todos os seres que criou, por menores que sejam; nada é demasiado pequeno para a sua bondade".
Percebemos, assim, já pelos ensinamentos do "Livro dos Espíritos" (1857), que devemos ser afáveis e bondosos com os animais, e fazer uso deles como alimento apenas quando realmente necessário.
Mas, desde a publicação deste livro, a Ciência da Nutrição evoluiu muito e, como Allan Kardec havia esclarecido que "o Espiritismo é uma revelação progressiva, que assimila as descobertas da Ciência" ("A Gênese", cap. I, ítem 55), além de ter deixado claro que por "a questão dos animais tocar em preconceitos há muito enraizados, teria sido imprudente que os Espíritos - no início do Espiritismo - a chocassem de frente" ('Revista Espírita', setembro de 1865, artigo: "Alucinação nos Animais nos Sintomas da Raiva"), o conteúdo das mensagens espirituais sobre esse assunto foi se desenvolvendo, de acordo com a capacidade da humanidade de recebê-lo, acompanhem:
O benfeitor Emmanuel, mentor espiritual de Chico Xavier, nos diz em 1938: "Os animais têm a sua linguagem, os seus afetos, a sua inteligência rudimentar, com atributos inumeráveis. São eles os irmãos mais próximos do homem, merecendo, por isso, a sua proteção e amparo." (...) "Recebei como obrigação sagrada o dever de amparar os animais. (...) Estendei até eles a vossa concepção de solidariedade e o vosso coração compreenderá, mais profundamente, os grandes segredos da evolução, entendendo os maravilhosos e doces mistérios da vida." (Livro "Emmanuel", psicografia de Chico Xavier, cap. XVII: "Sobre os animais").
Emmanuel, ainda, quando questionado se é um erro nos alimentarmos com a carne dos animais, responde, em 1941: "É um erro de enormes conseqüências. (...) É de lastimar semelhante situação, mesmo porque, se o estado de materialidade da criatura exige a cooperação de determinadas vitaminas, esses valores nutritivos podem ser encontrados nos produtos de origem vegetal, sem a necessidade absoluta de matadouros e frigoríficos." (Livro "O Consolador", psicografia de Chico Xavier, resposta à pergunta 129).
Aniceto, instrutor de André Luiz, orienta-nos contra a matança de animais, em 1944: "Cooperemos no despertar dos homens, nossos irmãos, relativamente ao nosso débito para com a Natureza maternal. (...) Ajudemo-los a compreender, para que se organize uma era nova. Auxiliemo-los a amar a terra, antes de explorá-la no sentido inferior; a valer-se da cooperação dos animais, sem os recursos do extermínio! Nessa época, o matadouro será convertido em local de cooperação..." (Livro "Os Mensageiros", psicografia de Chico Xavier, cap. 42: "Evangelho no Ambiente Rural").
Outro instrutor de André Luiz que nos adverte quanto ao equívoco de nos alimentarmos de animais é Alexandre. Ele, em 1945, chama a atenção para nossa capacidade de encontrar nutrientes para nossos corpos sem recorrer às "indústrias da morte", vejam: "A pretexto de buscar recursos proteicos, exterminávamos frangos e carneiros, leitões e cabritos incontáveis. (...) Encarecíamos, com toda a responsabilidade da Ciência, a necessidade de proteínas e gorduras diversas, mas esquecíamos de que a nossa inteligência, tão fértil na descoberta de comodidade e conforto, teria recursos de encontrar novos elementos e meios de incentivar os suprimentos proteicos ao organismo, sem recorrer às indústrias da morte." (...) "Tempos virão, para a humanidade terrestre, em que o estábulo, como o lar, será também sagrado."
Continuando com suas sábias palavras, Alexandre nos mostra a incoerência de rogarmos proteção aos superiores benevolentes e, ao mesmo tempo, permanecermos infringindo a lei divina de auxílios mútuos em relação aos animais: "Se não protegemos, nem educamos, aqueles que o Pai nos confiou, como gérmens frágeis de racionalidade nos pesados vasos do instinto; se abusamos largamente de sua incapacidade de defesa e conservação, como exigir o amparo de superiores benevolentes e sábios, cujas instruções mais simples são para nós difíceis de suportar, pela nossa lastimável condição de infratores da lei de auxílios mútuos?" (...) "Devemos prosseguir no trabalho educativo, acordando os companheiros encarnados, mais experientes e esclarecidos." (...) "Sem amor para com nossos inferiores, não podemos aguardar a proteção dos superiores." (Livro "Missionários da Luz", psicografia de Chico Xavier, cap. 4: "Vampirismo").
Podemos encontrar ainda, entre as obras psicografadas por Chico Xavier, este alerta, em 1958, do Espírito Humberto de Campos (o Irmão X): "Os homens que se julgam distantes da harmonia orgânica sem o sacrifício de animais, são defrontados por gênios invisíveis que se acreditam incapazes de viver sem o concurso deles. (...) Quem devora os animais, incorporando-lhes as propriedades ao patrimônio orgânico, deve ser apetitosa presa dos seres que se animalizam. Os semelhantes procuram os semelhantes. Esta é a Lei." (Livro "Contos e Apólogos", psicografia de Chico Xavier, cap. 15: "O Enigma da Obsessão").
Neste trecho de outra obra, Humberto de Campos também nos estimula à renovação dos hábitos alimentares, em 1967: "Comece a renovação de seus costumes pelo prato de cada dia. Diminua, gradativamente, a volúpia de comer a carne dos animais. O cemitério na barriga é um tormento depois da grande transição. O lombo de porco ou o bife de vitela, temperados com sal e pimenta, não nos situam muito longe dos nossos antepassados, os tamoios e os caiapós, que se devoravam uns aos outros." (Livro "Cartas e Crônicas", psicografia de Chico Xavier, cap. 4: "Treino para a Morte").
Hoje, a Ciência já constatou que os nutrientes contidos nas carnes, e mesmo no leite ou em ovos, podem ser substituídos pelos de origem vegetal. Esta é a declaração, sobre o tema, da principal organização científica mundial especializada em Nutrição - a Academy of Nutrition and Dietetics: "Dietas vegetarianas apropriadamente planejadas - incluindo dietas vegetarianas estritas ou veganas - são saudáveis, nutricionalmente adequadas e podem prover benefícios à saúde, na prevenção e tratamento de certas doenças. São apropriadas para indivíduos durante todos os estágios da vida, incluindo gravidez, lactação, infância e adolescência, e para atletas."
Diante destas tão claras manifestações de nobres espíritos, por meio da confiável mediunidade de Chico Xavier, e da evolução da Ciência da Nutrição, cabe o questionamento: por que nós não iniciamos essa nova era a que se referem os mentores? Não é hora de modificarmos nossos hábitos diários para que deixemos de causar sofrimentos desnecessários aos nossos irmãos animais?
As informações sobre como substituir os alimentos vindos de animais pelos de origem vegetal já estão disponíveis para todos, seja em livros, revistas especializadas, internet ou com nutricionistas e nutrólogos atualizados. Compete a cada um de nós assumirmos a responsabilidade que temos perante nossos irmãos de outras espécies, nos informarmos e modificarmos essas práticas que já não condizem com os conhecimentos adquiridos. Só assim os matadouros e frigoríficos poderão se tornar "página virada" na história da humanidade.
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Comemore a Páscoa sem mortes!
Páscoa é a comemoração do Amor - Não mate!
Peixes também são vidas! Tem gente que diz que peixe não é carne!!! Não comem carne vermelha, mas comem carne de peixe. O pecado é o mesmo!
Jesus, um Ser de Luz, certamente era Vegetariano!
Na bíblia contam que ele multiplicou os peixes, mas não menciona que os comeu
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
11 comportamentos que mostram que você tem um pé no veganismo
O veganismo é uma filosofia de vida. E não é nem um pouco complicada de entender. É apenas pensar antes de fazer as coisas do dia-a-dia de maneira que cause o menor impacto possível na vida dos animais, incluindo os seres humanos. É exercer seu papel de consumidor e utilizá-lo como ferramenta para um mundo melhor. Eu acredito que, no fundo, ninguém quer matar animais e tenho certeza que você se identificou com isso. Vamos lá:
11. Você acha que está no emprego errado. Sua vontade é de trabalhar com a natureza, ajudando pessoas e promovendo coisas boas. Trabalhar para uma multinacional ou um grande banco não é seu sonho de carreira, definitivamente.
10. Não joga lixo na rua mesmo que tenha que segurar uma lata até chegar em casa. Pessoas com bom senso fazem isso. Não importa se é um papel de doce todo melado ou uma caixa de papelão. Se depender de você, não vai para o chão. Ao jogar no lixo, você separa recicláveis de resíduos orgânicos. Você não faz isso porque acha que sua atitude, isolada, vai resolver o problema dos bueiros entupidos e das enchentes. Você faz isso porque quer fazer a sua parte, quer estar mais perto da solução e longe tanto quanto possível da causa do problema.
9. Gasta alguns minutos todos os dias pensando em como fazer o bem. Isso é coisa de quem tem coração. Se você fica fazendo planos de como ajudar pessoas carentes a terem uma vida melhor, bem-vindo ao clube. Você tem prazer em ver seus semelhantes se dando bem e isso é um grande sinal de que há algo em comum entre você e milhões de outras pessoas.
8. Não aceita falta de respeito, especialmente contra crianças e idosos. Aquele amigo fanfarrão foi curto e grosso com o garçom e você deu um toque, mesmo sabendo que ficaria um clima estranho à mesa. Você já olhou feio para uma mãe que gritava com uma criança. Adora ver o olhar da experiência marcado pela vida mirar nos seus olhos agradecendo atenção. Isso é coisa de quem tem o que fazer.
7. Jura de pés juntos que seu animalzinho de estimação entende o que você está falando. Calma, não estou duvidando. Eu acho mesmo que eles entendem, de alguma forma. Se o seu animalzinho é parte da família e ai de quem falar que não, estamos chegando perto de um resultado.
6. Você entende o que seu animalzinho de estimação quer dizer. Quem nunca teve um companheirinho de quatro patas dentro de casa deve achar este item o começo da loucura. Mas, realmente, a gente entende. Não convivo com nenhum animalzinho hoje, mas não me esqueço dos olhos da cadelinha Lessy, que marcou minha infância com uma amizade sem tamanho. Ela foi adotada tão pequena que parecia um pontinho preto no chão. Ela cresceu comigo e era muito inteligente. A gente se falava. Não com palavras, óbvio.
5. Seus amigos acham que você se importa demais. Vamos encarar a realidade: você é a(o) chata(o) do Facebook. É campanha de arrecadação de remédios para doentes na África, imagens de conscientização para o fim da violência infantil e, de vez em quando, uma foto de algum cachorrinho desaparecido. No bar, já foi alvo de piadinhas e, baixinho, chamaram você de Madre Teresa. Sabe o que é isso? É sua vontade de ajudar impressa na sua timeline. Pode conferir lá.
4. Já falou sobre o problema do aquecimento global e outras causas ambientais. Enquanto parte do mundo assiste a programas de TV prestando atenção nas dançarinas, você está no Google pesquisando sobre mudanças climáticas. No encontro com os amigos, você lança: “Vocês viram que as cidades litorâneas podem sumir em algumas décadas?”. A única coisa que consegue são algumas risadas enrustidas e um ou outro olhar blasé. Você se rende e fala de futebol e moda, mas você não desiste de suas pesquisas e sabe que realmente é importante se preocupar com o meio ambiente.
3. Traça planos para acabar com a fome no mundo. Não importa se você é um doutor, padre ou policial. Você simplesmente não suporta o fato de que cinco crianças morrem de fome a cada minuto em algum lugar do mundo. E, para mudar isso, pensa em possíveis soluções para o problema e tenta debater com os amigos. Quase sempre, sem sucesso.
2. É contra a violência. Simples assim. Violência não faz sentido na sua cabeça. Não entende como pode uma pessoa enfiar uma faca na outra. Você vê que o mundo está todo errado e não vê nenhuma ferramenta em suas mãos para o conserto. Como pode uma pessoa amarrar explosivos no próprio corpo ou abrir fogo contra crianças em uma escola em nome de uma religião? Pois é, não dá para entender mesmo.
1. Você tem compaixão e respeito. Chegamos ao comportamento inerente a todas as pessoas que decidiram ajudar os animais. Compaixão é coisa de gente do bem, de quem tem a oferecer à sociedade. Você ficou chocada(o) com o caso dos Beagles no Instituto Royal. Mesmo acompanhando só pela televisão, ficou torcendo para que aqueles animaizinhos tivessem um final feliz. Se alguém chuta um cachorro na sua frente, você se segura para não cometer outra violência, mas defende a vítima como se fosse da sua família. Adora cavalos e acha que porquinhos são engraçados.
Você não precisa amar os animais para ter compaixão e respeito por eles. Basta entender que não temos o direito de tirar a vida deles. É só saber que é desnecessário comer animais e que é até mais saudável ter uma vida livre de produtos derivados do sofrimento deles.
É claro que nem todos os veganos têm todos os comportamentos descritos aqui, mas todos estão ligados a sete ou mais deles, pode ter certeza. Ser vegano é viver valores de respeito e ética. Claro que ninguém é perfeito, mas precisamos estar mais perto da solução do que do problema.
Se você se identificou com a maioria dos tópicos aqui apresentados, você tem um pé no veganismo. Mas está faltando o outro pé. Eu ajudo você, acesse www.sejavegano.com.br.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Aventura de três amigos veganos
Fonte: VISTA-SE
Você já pensou em largar tudo e viver na estrada? O projeto dos sonhos de muita gente acaba de se concretizar para três amigos: eles deixaram seus empregos recentemente e vão cair na estrada em uma Kombi colorida.
No mês de junho, Sandro (ex-professor de yoga), Marcelo (ex-professor de mergulho) e Rafael (ex-advogado), lançarão a Kombi Cura, uma lanchonete vegana móvel. O carro foi todo adaptado e conta com fogão, liquidificador industrial, pia e diversos outros itens de cozinha.
Até o final de 2014, a Kombi Cura vai rodar pela capital da Bahia. De Salvador, os amigos pretendem subir o nordeste brasileiro e, no segundo semestre de 2015, descer todo o país – também pelo litoral – e visitar outros países da América Latina.
A proposta do trio é simples: oferecer comida livre de crueldade por preço justo. Sem frituras, sem químicos, com pouco sódio e, sempre que possível, baseada em orgânicos. “Queremos um veganismo barato, orgânico, muito saudável, realizado preferencialmente com relações entre pequenos produtores.” – conta Rafael Figueiredo, um dos sócios.
Além de viajar levando comida vegana, a Kombi Cura terá suporte para atividades culturais e rodas de conversa sobre veganismo e outros assuntos. O veículo terá um aparato de som que servirá de apoio a artistas de rua e a saraus livres.
O visual marcante da Kombi dos aventureiros é uma obra do artistas baiano Eder Muniz. Certamente vai chamar a atenção por onde passar. Quem encontrar a Kombi Cura por aí poderá experimentar sucos naturais, hambúrgueres e pastéis assados, açaí, tapiocas e outras delícias. Tudo vegano.
Acompanhe a aventura pelo Facebook
Os hippies modernos prometem registrar toda a aventura e publicar no Facebook. É pela página oficial da Kombi Cura na rede que você pode acompanhar toda a trajetória:www.facebook.com/kombicura.
quarta-feira, 19 de março de 2014
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