Sou vegetariana por amor aos animais

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COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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segunda-feira, 27 de junho de 2016

terça-feira, 15 de março de 2016

Jamais use peles de animais! - É muita crueldade para eles


ELAS USAM CASACO DE PELE! 

BICHINHOS VIRAM ROUPAS DE LUXO PARA CELEBRIDADES

Cerca de 40 raposas são mortas para fabricar apenas um casaco.
Casaco pele luxo celebridadesFoto: Getty Images/Thinkstock/AgNews
Para os defensores dos animais, coelhos, raposas e martas são animais fofos que pertencem à natureza e devem ser protegidos. Para algumas celebridades, no entanto, os bichinhos são a matéria-prima de luxuosos casacos de pele.

Afinal, vale a pena sacrificar cerca de 30 coelhos para fazer uma estola de R$20 mil? Para Danielle Simões, ativista do Move Institute, que defende os direitos dos animais, não.

— A extração de peles é uma prática altamente cruel. Milhares de animais ficam confinados em pequenos espaços para que suas peles sejam arrancadas enquanto estiverem vivos. Em decorrência do estresse, grande parte deles comete canibalismo.

Segundo a ativista, as peles são extraídas de maneira dolorosa.

— Os animais são mortos em geral por asfixiamento, estrangulamento, eletrocussão, envenenamento, inalação de gases ou afogamento.
Mas muitas famosas investem um bom dinheiro em casacos de grifes feitos com animais mortos. A empresária Kim Kardashian nunca escondeu seu amor por peles, e ensina a filha, North West, a usá-las também.
Casaco pele luxo celebridades2Foto: Grosby Group/Thinkstock
A socialite Val Marchiori já foi flagrada com diferentes casacos de pele. Um deles, da marca Dior, foi feito com raposas.
De acordo com Danielle, sacrificar animais para produzir roupas é desnecessário pois há alternativas sintéticas para todos os tipos de pele.
Casaco pele luxo celebridades3Foto: AgNews/Thinkstock
De acordo com Danielle, além das raposas, jacarés e cobras também são abatidos para a produção de acessórios.
— No caso das cobras píton, que já estão em perigo de extinção, mangueiras de água são colocadas na boca para que o animal fique inchado e o couro é extraído enquanto as cobras ainda estão vivas.
Abaixo, a cantora Alicia Keys e uma marta, animal que frequentemente é morto para a confecção de casacos.
Casaco pele luxo celebridades4Fotos: Getty Images/Thinkstock
A atriz Eva Mendes usou uma estola de raposa no tapete vermelho e causou polêmica.
De acordo com a ONG In Defense of Animals, é preciso sacrificar quarenta raposas para produzir apenas um casaco.
Casaco pele luxo celebridades5
A cantora Lady Gaga foi flagrada com um casaco de martas tingido de pink e recebeu críticas e protestos. Pouco tempo depois, usou novamente um casaco de pele e usou o Twitter para provocar os ativistas, dizendo que a peça era mesmo de origem animal e da grife Hermès.
Para produzir um casaco é preciso sacrificar cerca de 60 martas.
Casaco pele luxo celebridades6
A atriz Michelle Williams compareceu a um evento com um vestido feito de penas de pavão.
Casaco pele luxo celebridades7
A cantora Nicki Minaj também recebeu críticas ao usar um casaco de pele de coelhos.
Casaco pele luxo celebridades8
Jessica Alba foi criticada pela ONG PETA ao usar um casaco de coelhos.
Casaco pele luxo celebridades9

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Indústria de peles volta a crescer, impulsionada pelas passarelas

As peles, que voltam às passarelas das grandes capitais da moda, alimentam uma indústria em ascensão no norte da Europa, mesmo com o combate das organizações não-governamentais defensoras dos animais.
“Prefiro ir nua do que vestir peles”. A campanha da associação Peta, com uma lista impressionante de supermodelos nuas como Claudia Schiffer, Cindy Crawford e Naomi Campbell, contribuiu para combater o uso de peles nos anos 1990.
Duas décadas depois, as peles de vison e raposa são onipresentes nos desfiles de moda. Segundo o site ‘fashionista.com’, 70% dos estilistas utilizaram peles em suas coleções de inverno no ano passado. Esta tendência parece se confirmar nos desfiles deste ano.
A popularidade renovada do uso de peles é difícil de explicar, mas, segundo os profissionais, poderia ser uma consequência da crise de 2008.
“Quando a economia está em perigo, os políticos tendem a se concentrar nas questões fundamentais: Como reativar o crescimento? Como proteger o emprego? Como superar os obstáculos políticos que pesam sobre a economia?”, disse Bo Manderup, chefe do grupos de defesa europeu Fur Europe.
“O luxo do politicamente correto poderia ter evaporado com a crise”, acrescenta.
Em dez anos, a produção mundial de vison duplicou, chegando a 66 milhões de peles no ano passado, segundo a empresa de leilões finlandesa Saga Furs.
Apesar do aumento da produção chinesa, a Europa continua sendo a maior produtora, com a Dinamarca no topo da lista: os 1.400 criadores dinamarqueses exportaram peles de vison, em um total de 13 bilhões de coroas (1,7 bilhão de euros, 2,3 bilhões de dólares) no ano passado, o que de fato se transformou em seu principal produto de exportação para a China, onde as peles são trabalhadas e uma parte é comercializada.
A indústria, submetida à regulação do Conselho Europeu, que fixa a superfície mínima das jaulas em 0,8 m2 para a raposa e 0,255 m2 para o vison, criou selos de qualidade que, supostamente, devem garantir a origem dos animais e seu bem-estar.
É uma tentativa sem sucesso de “lavagem verde” (ou greenwashing, a apropriação de virtudes ambientalistas), segundo a associação austríaca Vier Pfoten (Quatro Patas), que acaba de divulgar imagens que teriam sido filmadas em uma criação da Finlândia, líder europeia na produção de pele de raposa.
Apesar de essa criação se orgulhar da etiqueta “Saga Furs”, que seria sinônimo de “práticas responsáveis”, as condições são de tortura, de acordo com a associação.
Os visons, após passar a vida confinados em condições precárias, são mortos de maneira cruel, geralmente com gás carbônico e as raposas recebem choques no ânus.
“Alguns comem carne, outros não. Respeito essa escolha, mas é uma escolha pessoal, não social. O mesmo acontece com as peles: alguns gostam, outros não”, diz Bo Manderup.
Graças às inovações técnicas e ao marketing, as peles renovaram sua imagem. Na Rússia e na China, elas se transformaram em símbolo de riqueza, como as marcas de luxo em couro.
O resultado é o que o preço do vison aumentou consideravelmente nos últimos anos.
Com informações do Estado de Minas.
Fonte: Veggi & Tal

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Uso de peles na moda - crueldade explícita





De 269life Brasil
O MILIONÁRIO E CRUEL COMÉRCIO DE PELES DE CHINCHILAS EM SÃO PAULO
In Defesa dos animais, In Direito dos animais

Um comercio milionário e cruel. O comercio de quem lida com a morte de milhares de chinchilas para preencher a vaidade de pessoas vazias de coração e de alma, pessoas que usam casacos feitos das peles de criaturas belas e inocentes que nasceram não para gozar a vida, mas sim para gerar milhões para uns e status para outros. Por incrível que pareça isto acontece aqui mesmo em São Paulo numa época em que não se justifica mais a morte de animais para vestimenta dos humanos, já que existem hoje milhares de produtos vegetais destinados à indústria da confecção.

O que atrai gente comodista que nada mais tem que fazer senão esperar a chinchila crescer para assassiná-la e arrancar sua pele é o infame comercio dos casacos de peles com um preço de US$ 70 mil por casaco, podendo chegar até o chamado tops no valor de US$ 180 mil, é um atrativo muito forte principalmente para quem não tem escrúpulos e anda longe da palavra ética.

O pior de tudo é que para a confecção do casaco milionário são necessárias muitas chinchilas, pois estas medem entre 25 e 30 centímetros e pesam em média 800 gramas.
O que pouca gente sabe é que o Brasil é o segundo maior exportador de peles desses animais perdendo apenas para a Argentina, chegando a exportar por ano de 40 a 50 mil peles. Alguns criadouros estão mesmo aqui em São Paulo, reduto dos defensores dos animais, que pelo visto desconhecem o assunto do contrário já teriam se manifestado de forma mais ostensiva contra esta prática, mesmo porque a mesma não é fiscalizada por nenhum órgão. Segundo reportagem recente do Diário de São Paulo, o IBAMA diz não se responsabilizar, pois sua jurisdição abrange apenas os animais silvestres e o Ministério da Agricultura é responsável apenas pela inspeção industrial e sanitária de produtos comestíveis de origem animal. Sendo assim, os defensores não tem a quem recorrer e os criadores fazem a festa.

Atualmente a maioria dos criadores está no Rio Grande do Sul, em torno de 40% deles. Os outros estão na Região Sudeste, inclusive aqui mesmo em São Paulo. Os compradores vem da Croácia e do Canadá, mas a maioria da produção tem como comprador a China. Isto não era de estranhar, pois sempre que se fala de algum tipo de crueldade praticada com os animais a China nunca pode faltar.

....
A chinchila costuma ter quatro filhotes que ficam com as mães por 45 dias enquanto são amamentados. Passados 111 dias, que é o tempo de maturação para sua pele, os animais são escolhidos para sua morte de acordo com a qualidade de seu pelo que é testado através do sopro do avaliador que ao soprar o pelo verifica a cor, altura, pigmentação da pele, etc. Os criadores alegam que para mata-las são antes anestesiadas com 0,5 ml de anestésico e depois lhes dão um torção no pescoço que as mata. Mas certamente isso não ocorre, já que não há nenhuma fiscalização. Mesmo um criador visitado pelo Diário de São Paulo, que se dispôs a falar sobre este assunto, na hora de mostrar o procedimento, recusou-se. Ao que parece, essa conversa de anestesia é fantasia para enganar os defensores dos animais.

É muito triste verificarmos a que ponto chegaram os seres humanos. Reproduzindo a vida em total confinamento, sem estes animais terem a mínima chance de desfrutar da natureza. Sempre presas numa gaiola minúscula durante sua curta vida pelo único erro de terem um pelo belo que desperta a cobiça humana, principalmente daqueles ávidos por dinheiro e de outros que para esconder sua feiúra e miséria interior, tem que se disfarçar num casaco de pele pouco se importando com o sofrimento, com a dor e a miséria de seres tão belos, tão simples e inofensivos.

Aos defensores dos animais de todo o mundo, e agora em especial os de São Paulo e do Brasil, cabe denunciar, protestar e jamais ficar indiferentes diante dessa maldade tremenda contra os animais. É muito estranho que um país que tenha assinado a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, que tem leis de proteção aos animais, tenha que conviver com estas atrocidades e deixar impune e legalizado esse tipo de comercio que de nenhuma forma pode ser admissível para um povo civilizado que há milênios deixou de necessitar do uso de peles de animais, e que se diz a favor da vida, contra a exploração dos animais e por ai afora. Se esse comercio continuar, assim como o comercio da carne e de outros sacrifícios de animais, o discurso de quem prega a paz, a ética e a civilidade é vazio e não passa de hipocrisia. Assim, chegou o momento de quem tem o poder e se diz ético, mostrar
que realmente o é, pois ética e matança de animais por dinheiro não combinam. (Fonte: Diário de São Paulo) Leonardo Bezerra

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Uso de peles na moda


A pele deste animal foi violentamente arrancada para abastecer a indústria da moda. Ele ainda está vivo e descarnado. Vai morrer aos poucos, com dores inimagináveis.
Por que, num país tropical como o Brasil, ainda se usam peles?
Usá-las não é "chique" e sim falta de sensibilidade e compaixão.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Antílopes são mortos para a produção de xales na Caxemira


Não compre xales de cachemira pois estará colaborando para esse comércio cruel.
Fonte: ANDA

AIDADE CRUEL

Antílopes são mortos para a produção de xales na Caxemira

17 de fevereiro de 2014 às 6:00

(Da Redação)
Foto: Ocuppy for Animals
(Foto: Ocuppy for Animals)
O shahtoosh (também escrito shahtush, uma palavra persa que significa “rei das lãs finas”) é o nome dado a um tipo específico de xale, produzido com os pelos do antílope tibetano Chiru pelos tecelões da Caxemira.
Originalmente, estes xales eram raros e sua confecção requeria o trabalho de artesãos muito habilidosos para tecer a delicada lã que mede entre 9 e 11 micrômetros, que equivalem a frações de milímetros. Estes fatores fizeram com que os xales shahtoosh se tornassem muito preciosos. Eles são tão finos que um xale de tamanho médio pode ser passado através de um anel, levando-os a serem conhecidos como “xales de anel”. As informações são da Occupy for Animals.
O antílope Chiru vive em um dos ambientes mais inóspitos da Terra, a uma altitude de mais de 5 mil metros. O seu tipo especial de pelo, que é ao mesmo tempo muito leve e quente, permite a sobrevivência em condições de congelamento do planalto onde eles se reúnem em determinada época do ano. Eles são animais migratórios – se movendo da Mongólia ao Tibete – e, tradicionalmente, seguidos de perto pelos nômades, que também fazem essa viagem todos os anos. Os nômades caçam os antílopes para explorá-los para diversos itens: carne, ossos, chifres e peles.
Os nômades não conseguiram fazer uso de parte da pele dos animais – sua finura incrível a tornava praticamente impossível de lidar – e foi aí que os tecelões da Caxemira desempenharam o seu papel. Com a sua experiência em lidar com a lã mais fina “pashmina” penteada à mão, eles poderiam tecer xales de qualidade mais requintada e, assim, nasceu o xale shahtoosh.
Foto: Ocuppy for Animals
(Foto: Ocuppy for Animals)
Quando os britânicos da Índia viajaram à Caxemira no verão, eles perceberam o valor dos xales de pashmina e shahtoosh, e apresentaram-lhes ao mundo, o que levou a uma maior demanda por esses produtos. Posteriormente, o antílope passou a ser caçado especificamente pela sua pele e isso o levou a ser agora listado como uma espécie em extinção e a receber o maior nível possível de proteção legal, segundo a qual não é mais permitido nenhum comércio de shahtoosh.
A venda ou propriedade de shahtoosh tornou-se ilegal em todos os países signatários da Convenção do Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES). Muitos países, incluindo os EUA, a China e a Índia condenam os envolvidos no comércio de shahtoosh. Embora o ele seja proibido segundo o acordo, a caça dos antílopes e a venda de suas peles e do xale ainda são um problema grave no Tibete.
Antílopes tibetanos mortos e sem sua pele, retirada para a confecção de xales. Foto: Ocuppy for Animals
Antílopes tibetanos mortos e sem sua pele, retirada para a confecção de xales (Foto: Ocuppy for Animals)
Devido ao fato dos antílopes tibetanos não serem animais domesticáveis e os pelos desses animais precisarem ser arrancados individualmente a partir da pele, eles devem ser mortos para a obtenção da sua lã.
A venda ou o porte de shahtoosh são considerados ilegais desde 1975, mas a comercialização do produto tornou-se preciosa no mercado negro durante os anos 90, quando era vendido por até US$ 15 mil cada um, o que fez com que a população de antílopes tibetanos declinasse para menos de 75 mil animais. Apesar da proibição na Índia, um próspero mercado negro ainda atende a clientes em Londres, Nova York e Los Angeles, onde se paga até US$17 mil pelo xale.
Os efeitos da compra de um xale shahtoosh são devastadores nos rebanhos de antílopes. O verdadeiro custo destes xales é a vida dos animais; a derrocada de uma espécie vulnerável para atender a vaidade humana. Cerca de 20 mil desses seres são mortos a cada ano por sua lã, uma taxa que irá exterminar a espécie em pouco tempo, se isso continuar acontecendo.
Três antílopes são mortos para se produzir apenas um xale. Foto: Ocuppy for Animals
Três antílopes são mortos para se produzir apenas um xale (Foto: Ocuppy for Animals)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Uso de peles naturais na moda

As peles dos animais só são lindas no próprio animal.
Nas pessoas ela fica horrível! 
Não compactue com o sofrimento, com a crueldade e com a voracidade dos que comercializam.
Se ninguém comprar, o comércio vai acabar!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Não use peles de animais - elas são lindas e úteis para eles e não para você


Para a extração da pele, os animais podem ser eletrocutados, asfixiados, envenenados, gazeados, afogados ou estrangulados. E muitas vezes eles não morrem na hora, alguns são esfolados ainda vivos, arrancam suas peles com eles ainda andando. Em alguns locais, para que as peles fiquem intactas, corta-se a língua do animal deixando-o a sangrar até morrer, realmente é uma dor que vai além do físico e cabe a nós mudar essa triste realidade.
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=yBg3c-hZji8
Paz e Libertação Animalhttps://www.facebook.com/photo.php?fbid=685980308113186&set=a.549502261760992.1073741828.549272005117351&type=1&theater

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Chapeus da Guarda Real

Já está mais do que na hora de trocarem esses chapeus de pele de urso por peles sintéticas.
Que diferença faria? Para os ursos, MUITA!!!!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Pele é Morte - Você ainda usa?

Milhares de animais são mortos das formas mais cruéis, apenas para alimentar a vaidade de algumas mulheres fúteis.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

PELES de ANIMAIS - você ainda usa?

A indústria das peles é tão ou mais cruel que a indústria da carne.
Todos os anos, milhões de raposas, coelhos, furões, cães e gatos, martas, guaxinins e esquilos são mortos para obtenção das suas peles. Estes animais são criados em quintas, em jaulas mínimas, onde estão expostos a frio e calor extremos.
Muitos deles desenvolvem feridas que nunca são tratadas e que infectam devido às más condições de higiene.
Vivem nos seus próprios dejetos, em algumas situações e estão tão privados de estímulos que muitos enlouquecem.
A forma como lhes é retirada a pele é igualmente brutal, pois sofrem electrocussão anal e vaginal e, de seguida são esfolados vivos. Muitos ainda estão conscientes quando a sua pele lhes é retirada, acabando por morrer minutos depois, já sem pele e em carne viva.
No Canadá, também é comum matar-se focas bebês, para as suas peles em casacos.
Para a produção do cabedal, as vacas sofrem destinos miseráveis. As vacas são forçadas a viajar durante dias, sem alimentação ou água.
Quando estão exaustas e já não conseguem andar, é-lhes colocado pimenta nos olhos e são-lhes partidas as caudas para as obrigar a levantar-se e a continuar a viagem. Quando chegam ao local onde vão morrer, as suas pernas são atadas e o seu pescoço é cortado, para que sangrem até morrer. Depois, as suas peles são retiradas, enquanto, muitas delas, estão ainda conscientes.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Evolução ou involução?



Para fazer um casaco de peles de comprimento médio matam-se: 125 arminhos 100 chinchilas 70 martas-zibelinas 50 martas canadianas 30 ratos almiscarados 30 sariguéias 30 coelhos 27 guaxinins 17 texugos 14 lontras 11 raposas douradas 11 linces 09 castores Um casaco de chinchila pode consumir 200 exemplares do bichinho e ser vendido por até U$ 70 mil.

As espécies mais usadas para o vestuário são coelhos, raposas, chinchilas, minks, mas também cães e gatos domésticos, como é feito na China, país que mais comete atrocidades animais. Muitas vezes os pelos de cães e gatos são chamados por outros nomes para confundir os clientes finais. Mais de 40 milhões de animais são mortos a cada ano da forma mais hedionda e covarde possível para o uso de suas peles.
No Brasil, há principalmente criação de chinchilas e coelhos. Existem leis que proíbem os maus-tratos aos animais, mas o governo federal não dispõe de funcionários que fiscalizem todos os estabelecimentos comerciais. Embora a caça no país seja ilegal, é relativamente comum no Norte e no
Nordeste. Peles de onças, jaguatiricas e outros animais da fauna brasileira podem ser encontradas com relativa facilidade.
PELES, não use! Poupe os animais de um sofrimento atroz e inútil

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Organização acusa Rihanna de explorar sofrimento de animais

Cantora se vestiu com roupa feita de penas de avestruz no lançamento de seu perfume
Não pegou nada bem o top de penas de avestruz que Rihanna usou no lançamento de sua nova fragrância, Reb'l Fleur, no último dia 19, em Londres.
Uma porta-voz da Peta, organização de defesa dos direitos dos animais, está acusando a cantora de "ostentar propriedade roubada" e de explorar o sofrimento de espécies.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Que decepção, Deborah Bloch!



Que decepção, Déborah Bloch de casaco de pele, se achando sofisticada por isso. Ator realmente é uma categoria com a qual não dá para contar. Eles vivem em função do seu ego e do seu narcisismo, são escravos disso, fazem qualquer coisa para dizer: “Olhem para mim! Olhem para mim!Eu sou um desesperado por atenção!” IstoÉ Gente? Isto é cruel!

terça-feira, 19 de julho de 2011

O sopro da morte

O sopro da morte
(clique aqui)

O sopro no pelo macio e denso de uma chinchila determina a sentença: chegou a hora.
Neste ato, o criador avalia cor, altura e pigmentação da pele. Se no mito bíblico o sopro dá a vida, numa criação de chinchilas o gesto sinaliza o oposto.
 Com um olhar treinado há 40 anos, o argentino manuseia o pequeno mamífero guardado em gaiolas. Abre a portinha, a chinchila corre para o fundo, Carlos passa a mão sob o peito do bicho e o traz para fora. Em seguida, segurando pelo rabo, enche o pulmão de ar e direciona o jato no pelo. ”Se no boi é por peso, nós regulamos o abate pelo teste do sopro: assopro e vejo o ponto de qualidade, se a pele atingiu o ciclo de maturação, que dura 111 dias”, explica Carlos.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Lojas MARISA vende pele verdadeira como sendo sintética


Lojas MARISA Vende Cachecol de Pele de Bicho como sendo 100% Poliester

Autor(a): PEA

Ativistas da PEA tiveram contato com um produto que despertou curiosidade!
Traz etiqueta informando composição 100% Poliester, mas, apresenta aspecto
de pele verdadeira.

O assunto já caiu na internet e está sendo debatido pelas redes sociais
Facebook e Twiter.

O fato aconteceu em uma loja da rede Marisa.

A fundadora da PEA e médica veterinária, Dra. Gabriela Toledo, foi
pessoalmente a uma loja e verificou o produto constatando tratar-se de pele
verdadeira, possivelmente de coelhos.

“A pele verdadeira difere em alguns aspectos da pele sintética, a textura e
a base dos fios onde é couro são os principais pontos que podem ser
observados a olho nu. Quem tem familiaridade com o assunto, irá distinguir
rapidamente. Mas, para evitar qualquer dúvida, realizei alguns testes
laboratoriais e constatei que o produto realmente é feito de peles
verdadeiras de animais, o que é lamentável” disse a Dra. Gabriela Toledo.

O produto foi fabricado na China, é vendido em toda a rede de lojas da
Marisa, traz a etiqueta de 100% Poliester, mas é de pele de animais.

A rede Marisa será contatada para explicar o caso.

Enquanto isso, consumidores se sentem enganados e sugerem denuncia ao Procon
e até boicote à rede de lojas.

Acompanharemos o caso.

Escrever para a MARISA ( sac@marisa.com.br )
pedindo a retirada desse produto das lojas.

Além de produtos feitos com pele de animais serem frutos de crueldade, o que
a MARISA está fazendo é propaganda enganosa!

Contato: sac@marisa.com.br

http://www.pea.org.br/imgnoticias/20110705162654.jpghttp://www.pea.org.br/im
gnoticias/20110705162725.jpg

http://www.pea.org.br/imgnoticias/20110705162822.jpg

Fonte: PEA

Data: 4/7/2011 19:00:00

sexta-feira, 20 de maio de 2011

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Eu não quero ser chique!

Isto é o que restou do seu casaco de peles!

por Ivana Maria França de Negri

O inverno chegou. A temperatura cai alguns dígitos e as pessoas já começam a procurar nos armários os abrigos, mantas e cobertores.
Com o clima mais ameno, o vestuário mais pesado como blazers, paletós e as lindas estolas de crochê, última moda, faz com que as pessoas fiquem mais charmosas.
Mas certas peças usadas no inverno, que os estilistas insistem em ressuscitar todo ano, os casacos de pele, são no mínimo de gosto duvidoso, e o fato de usá-las, um ato antiecológico.
O que há de belo em envolver-se com a carcaça de um animal que foi morto com crueldade para a retirada de sua pele? Deus criou para ele a linda pelagem e ninguém tem o direito de lhe tirar a vida apenas para se apossar de sua pele. E todos sabemos a maneira desumana como isso é feito.
Focas filhotes são mortas a pauladas diante das mães desesperadas, que nada podem fazer para salvar as crias. Em época de matança, as areias das praias se tingem de vermelho. Correm por elas rios de sangue. É uma selvageria que não dá para compreender, pois vem dos humanos, ditos racionais, apenas para que algumas mulheres fiquem mais “chiques” no inverno, pagando preços altíssimos para obter peças desse mercado oriundo da morte.
 Nas criações de chinchila e de outros animais de pequeno porte, são necessários dezenas deles, em alguns casos, centenas, para se fazer uma única estola. Os animais são colocados em compartimentos molhados e em seguida eletrocutados. Alguns são mortos por asfixia. Outras indústrias mais cruéis, não querem gastar um tostão a mais para dar morte menos dolorosa e mais digna, e despelam o animal vivo. Cortam as quatro patas e descarnam a pele, jogando o que resta dele ainda em convulsões, em câmaras incineradoras, como se fossem meros objetos e não seres vivos, de sangue quente, que sentem dor, medo e pavor como os nós, humanos (?). A ganância em obter lucro nesse comércio fala mais alto do que a ética.
Na idade das cavernas era admissível o uso de peles porque existiam apenas o homem primitivo e o animal, num confronto de igual para igual, naquele mundo restrito. Não vejo graça alguma em usar peles de animais. Tantas damas chiquérrimas, que não deixam seus filhos terem animais de estimação porque dizem que pêlo dá alergia, guardam bichos mortos em seus armários ou os tem sob os pés como tapetes. Peles emboloradas, cheias de ácaros, cheirando a mofo e naftalina. Talvez elas nunca tenham parado para pensar nessa insensatez.
O que há de belo na morte cruel de um ser que tinha um coração semelhante ao dos humanos pulsando dentro do peito, apenas para roubar a sua pele? As pessoas são muito incoerentes. Às vezes, morrem de dó de um cachorrinho na rua, mas fecham os olhos para outras atrocidades e são coniventes com esses crimes. Se o preço de ser “chique” é esse, não quero ser chique não! Mil vezes usar tecidos e peles sintéticas que não trazem embutidos em sua história sofrimento, sangue e dor.
 Terceiro milênio. O costume pré-histórico de se usar peles não tem mais razão de ser. A tecnologia avançada cria tecidos das mais variadas texturas e cores, de beleza e praticidade incríveis.
O preço da vaidade é alto demais. Custa muitas vidas inocentes e causa sofrimentos que poderiam perfeitamente ser abolidos, ainda mais quando temos a consciência de que muitos desses animais estão na lista negra da extinção.