Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

10 alimentos ricos em cálcio que (ao contrário do leite) fazem bem para nossos ossos

 A indústria do leite é infinitamente cruel para os animais
Bezerrinhos machos são separados de suas mães , nunca verão a luz do sol e são mortos aos 4 meses em estado de fraqueza extrema. Não se movimentam, não podem correr, nem brincar, só para que os humanos comam a sua rósea e macia carne, o baby beef, literalmente carne de bebê.
E as vacas vivem um holocausto sem fim até que, não servindo mais para dar leite, esgotadas, vão para o abate.
É triste demais o que o ser humano faz com os animais da indústria da carne e do leite


Durante muitos anos, acreditou-se que consumir leite era uma boa forma de garantir a ingestão de cálcio e ter ossos fortes — muito por causa de fortes investimentos em marketing promovidos por essa indústria milionária.

Porém, importantes descobertas na última década têm mostrado justamente o contrário: o leite pode aumentar tanto o risco de câncer quanto — pasmem — a incidência de fraturas ósseas e de osteoporose!

Países em que os produtos lácteos não fazem parte da dieta tradicional, como Japão e China, possuem duas das menores taxas de osteoporose do mundo. Por outro lado, Estados Unidos, Canadá e Austrália, os maiores consumidores de laticínios, possuem as maiores.

O consumo de leite também está relacionado ao aumento do risco de câncerproblemas cardiovasculares e respiratórios.

Isso para não falar na exploração de vacas para a produção de leite, que é uma das piores formas de crueldade contra animais.

Se você achava que os laticínios eram a principal fonte de cálcio possível em uma dieta, está na hora de rever esse conceito. Vamos te mostrar 10 opções vegetais riquíssimas nesse nutriente:

1. Soja 277 mg de cálcio a cada 100 g do alimento. Vale lembrar que a soja é um problema ambiental por ser amplamente usada para a alimentação de animais que posteriormente são abatidos para a produção de carne e outros produtos de origem animal. No Brasil, apenas 16% da soja é usada para alimentação de humanos.


2. Feijão-branco 240 mg de cálcio a cada 100 g do alimento. Lembre-se de deixar os grãos de molho na água em temperatura ambiente por pelo menos 8h e depois descartar a água antes de cozinhar. Dessa forma, eliminamos grande parte do ácido fítico, que é um composto presente nos feijões que pode prejudicar a absorção de alguns minerais como o ferro, cálcio e zinco.


3. Cereal matinal de milho Dá para acreditar que esse produto super popular e acessível tem 143 mg de cálcio a cada 100 g do alimento? Consumindo com um leite vegetal, você pode até triplicar a quantidade de cálcio ofertada na refeição!


4. Folhas escuras Por essa ninguém esperava, mas a cada 100 g de rúcula consumimos 117 mg de cálcio. Outras folhas ricas em cálcio são a couve (131 mg de cálcio a cada 100 g do alimento), a mostarda (68 mg a cada 100 g do alimento) e a acelga chinesa (105 mg para 100 g do alimento).


5. Gergelim Sementes de gergelim apresentam 825 mg de cálcio a cada 100 g do produto. Uma boa fonte complementar de cálcio que pode ser facilmente utilizada salpicando em pães, saladas e sopas. O gergelim também pode ser consumido na forma de tahine, aquela pasta bastante usada na culinária árabe, que possui 960 mg de cálcio a cada 100 g do produto.


6. Chia São incríveis 631 mg a cada 100 g da semente. Além do cálcio, a chia é uma ótima fonte de ômega 3 e 6. Duas colheres de sopa por dia é o necessário para atingir as necessidades diárias desses ácidos graxos tão importantes.


7. Grão-de-bico Super versátil, saudável e delicioso, ainda é uma ótima fonte de cálcio: são 114 mg a cada 100 g do alimento. Além do cálcio, o grão-de-bico é rico em triptofano, um aminoácido que ajuda a trazer sensação de prazer e bem-estar.


8. Brócolis 86 mg de cálcio a cada 100 g do alimento. O brócolis é rico em cálcio de boa biodisponibilidade. Absorvemos 61,3% do cálcio presente no brócolis, enquanto essa absorção é de 32% no leite de vaca.


9. Quinoa 47 mg de cálcio a cada 100 g do alimento. A quinoa é um alimento super versátil e pode ser consumido tanto em grãos quando em flocos ou farinhas. Consuma em frutas ou vitaminas e agregue mais nutrientes aos seus lanches!


10. Ervas secas A gente sabe que não dá para comer ervas em grande quantidade. Porém, pela grande concentração de cálcio nesses temperos, eles podem ser usados como fonte complementar — e ainda dar um gostinho especial para os pratos. O manjericão seco é o campeão: cada 100 g possui 2240 mg de cálcio (o manjericão fresco possui bem menos, 211 mg). O tomilho e o alecrim seco também são boas fontes do nutriente, com 1890 mg e 1280 mg a cada 100 g, respectivamente.

A maior parte desses alimentos tem mais cálcio do que os laticínios: a cada 100 g de leite, são 123 mg de cálcio.

Para manter bons níveis de cálcio, a especialista em nutrição vegetariana Bruna Nascimento dá algumas dicas. Alguns dos "truques" incluem usar ervas como fonte complementar de cálcio e consumir produtos probióticos e integrais para manter a flora intestinal saudável e potencializar a absorção dos nutrientes.

"É importante manter bons níveis de vitamina D, que é um hormônio esteróide que age no controle dos níveis adequados de cálcio no corpo, na formação e reabsorção óssea", afirma Bruna. Ela também destaca que consumir sal em excesso e alimentos ultraprocessados ricos em sódio pode comprometer a absorção desse nutriente. "O sal é o fator que mais causa impacto na perda de cálcio pela urina. A cada 2300 mg de sódio excretado pela urina, são excretados de 40 mg a 60 mg de cálcio", explica.

Quer entender mais sobre a dieta vegetariana e saber como começar? Clique aqui para baixar nosso Guia Vegetariano gratuito.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Seda Vegana - Fim do sofrimento do bicho-da-seda

Olhar Animal

O fio de seda é fabricado do casulo da lagarta de diversas mariposas. A mais comum é a Bombyx mori, bicho-da-seda da amoreira, que responde por 95% da produção mundial. A sericultura moderna é mecanizada, porém o processo de produção é basicamente o mesmo há 5 mil anos.
A descoberta da seda pelo homem é repleta de lendas. Para Confúcio (551-479 a.C.), a honra coube à imperatriz Hsi-Ling-Shi, em 2640 a.C. Enquanto saboreava o chá da tarde, um casulo do bicho-da-seda teria caído na bebida fervente; a imperatriz percebeu que, amolecido, o casulo poderia ser desenrolado, formando um fio. A lenda é tão fantasiosa que pode até ser verdadeira.
Finalmente o bichinho será liberto do sofrimento secular. A indústria faz o abate colocando o casulo a uma temperatura de 105 graus e a lagarta morre desidratada lá dentro.
Veja aqui como é obtida a seda

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

E o navio com 25 mil vidas seguiu para a Turquia...




Leia aqui notícias do navio que zarpou do Porto de Santos com os bezerrinhos assustados, em meio a fezes, vômito e urina, patas quebradas, rumo à morte pelo ritual muçulmano Halal (O abate só pode ser realizado por muçulmanos e, a frase “Em nome de Alá, o mais bondoso, o mais Misericordioso” deve ser dita antes do abate.Após o sangramento total do animal pelo corte da artéria carótida e da veia jugular na área do pescoço, enquanto ainda vivo, e suspendendo o animal pelas patas traseiras até que deixe de deitar sangue; o animal deve então ser decepado de um só golpe. Isto é feito com o objectivo de que as doenças contidas no sangue do animal não sejam transmitidas aos seres humanos através do consumo da sua carne.)
Os moradores reclamam do odor que é sentido de longe.
Além do sofrimento, existe a poluição ambiental, toneladas de dejetos jogados diretamente ao mar, e carcaças dos que morrem pelo caminho. Os que chegam ao destino, serão mortos de maneira terrível, têm que sangrar conscientes até que seu corpo se esvazie do sangue.



quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Vinte e sete mil bovinos saíram do Porto de Santos rumo à Turquia

Fonte: Vista-se



Na cidade de Santos desde a manhã desta segunda-feira (4) batendo de porta em porta do Poder Judiciário com um maço de documentos embaixo do braço, o ativista George Guimarães, presidente da ONG VEDDAS, tentou barrar o maior navio de transporte bovino do mundo.

O navio está no centro das notícias sobre animais nos últimos dias por se tratar de uma megaoperação que envolve 27 mil bovinos. Para entender melhor o caso, leia o que já publicamos a respeito (leia aqui).
Os 27 mil bovinos nasceram no sul do Brasil e foram trazidos para o estado de São Paulo há aproximadamente 50 dias. Durante os últimos 5 dias, eles foram trazidos do interior do estado para o Porto de Santos por mais de 300 carretas em viagens de mais de 600 km. Uma operação logística sem precedentes.
A intenção de George, como ele explica em sua página no Facebook (veja aqui), era impedir que o navio saísse, para causar prejuízo financeiro às empresas envolvidas. “O objetivo obviamente não é pedir por melhores condições para o transporte, mas sim a proibição da atividade, causando assim prejuízo às empresas importadoras e exportadores e, desse modo, tornando não lucrativa a prática.” – explicou George.
Salvar esses animais, infelizmente, seria praticamente impossível. Tanto pela quantidade de animais (obviamente não há tantos santuários), quanto pelos trâmites legais. “O destino desses 27.000 indivíduos sencientes é certo, seja no Brasil ou no exterior. O que podemos fazer é, pelas vias legais, impedir essa etapa adicional de tortura e tornar a atividade menos lucrativa ou inviável para os que poderiam vir depois.” – completou George.
Infelizmente, o intento de George e de outros ativistas que o ajudaram não teve êxito. O navio saiu do Porto de Santos exatamente às 18 horas desta segunda-feira (4). Foram despachados para a Turquia, onde serão mortos segundo as leis do abate Halal, que diz que o animal precisa ser morto ainda consciente com uma faca bem afiada, entre outras regras. É um tipo de abate religioso.
A viagem dos 27 mil bovinos brasileiros até a Turquia, onde serão assassinados, será de aproximadamente 15 dias. O que resta é foco no Poder Judiciário para que os próximos embarques, programados para janeiro, não aconteçam. A movimentação judicial vai continuar.
Se a viagem realmente durar o tempo programado, os animais deverão chegar à Turquia no dia 19/12/2017, data bem próxima das comemorações de Natal.
Em vídeo, George explica o sentimento de ver o navio partir:

Abate Halal

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Culturas diferentes


Mas a crueldade e sofrimento são os mesmos...
Por que a foto do cão comove e a do porco não?
Ambos são animais e a ciência comprova que o porc é mais inteligente do que um cachorro
Isso é compaixão seletiva


domingo, 13 de agosto de 2017

"Se os matadouros tivessem paredes de vidro todos seriam vegetarianos" - frase de Paul e Linda Mac Cartney

Matadouro em outro país, mas o sofrimento é universal em todos os matadouros do mundo...
Todos os comedores de carne tem que assistir para ver como eles são mortos!
Ficou chocado? Não os coma mais! Liberte-os desse holocausto

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

O sofrimento do animal nas Vaquejadas


Por Robson Fernando

A vaquejada encanta multidões, mais ainda quando os vaqueiros obtêm vitórias com a proclamação “Valeu o boi!”. A vitória deles é a vibração de quem assiste. Para os vaqueiros e o público, é uma festa só. Mas e para os animais envolvidos nessa atividade? Eles gostam de ser freneticamente esporados ou de ser perseguidos e derrubados? É algo a se pensar sobre a moralidade de um dito esporte que, se vermos mais a fundo, consiste necessariamente em explorar e agredir animais.
Você que gosta de vaquejadas precisa entender o lado dos bois e dos cavalos também. Eles, ao contrário dos humanos que se divertem à beça, não saem nem um pouco beneficiados com a vida que têm. Se pudessem falar, você se surpreenderia com o desgosto deles por terem que viver com o fim de ser explorados e judiados em competições.
Por mais formosos que pareçam quando aparecem nas exposições de animais, eles sentem dor, bastante dor, e até medo durante as vaquejadas.

O puxão do rabo do boi dói bastante nele. Mesmo que ele seja considerado um boi fortão, considerado ótimo para vaquejadas, o puxão aplicado pelo vaqueiro quando ele vai para um lado e o animal para outro é forte demais para ele não sentir nenhuma dor. Isso é comparável com quando um maratonista que corresse atrás de você num campo de areia puxasse seu cabelo quando te encontrasse para te derrubar no chão. Você sentiria muita dor, assim como o touro sente quando é puxado e derrubado.
Sem falar em quando o animal tomba na pista e se atrita com o chão sertanejo, que não é rígido como cimento duro mas não é nada fofo. Já pensou em quando ele bate a cabeça no solo, o que não é raro?
Já nos cavalos, quando há o uso de esporas pelo vaqueiro, as esporadas dele doem bastante, mesmo quando não são aplicadas com esporas pontudas. Se seu filho pequeno calçasse botas com esporas em forma de moeda – as permitidas pela lei –, subisse em você como se você fosse um cavalo e começasse a te esporar brincando de vaqueirinho, você sentiria bastante dor nas costelas ou na lateral de seu abdômen.
Um outro detalhe: por que o boi sai do brete correndo tanto, se não é normal que um boi calmo corra tão rápido? Você já se perguntou sobre isso? Já passou pela sua cabeça que ele pode estar correndo por medo instintivo de ser caçado por um agressor? Já imaginou que esse medo pode ter sido induzido por agressões ocorridas dentro do brete? Aliás, o que se passa ali dentro? Você já se perguntou sobre isso, que nos é um mistério frequentemente respondido com mentirinhas ditas para desconversar?
É certo que nos divirtamos tanto só porque breteiros e vaqueiros causam medo e dor nos animais envolvidos?
Você pode pensar que esse sofrimento é compensado pelo ótimo tratamento que os cavalos de competição e os bois de puxar recebem quando não estão nos parques de vaquejada. Mas lhe digo que não, não há compensação para a dor e a tortura.
O cavalo de competição pode ser tratado como rei durante seu descanso, mas nada lhe compensa a violência, a dor das esporadas que o vaqueiro lhe aplica quando quer que ele corra o máximo possível para acompanhar o boi na pista. Quanto ao boi, pode ser até endeusado enquanto repousa no campo ou no curral, mas nada lhe pagará o fato de sofrer coisas dentro do brete que não nos são devidamente reveladas, o sentimento negativo que manifesta quando acelera na pista ou a dor sentida quando tem seu rabo tracionado por um cavaleiro de braços fortes que corre para outra direção e quando rola no chão de areia.
Peço a você um pouco de empatia, a capacidade de se ver no lugar de outra pessoa ou ser vivo, e faça um exercício mental em que você se põe numa situação parecida com esses animais supostamente tratados como nobres. Imagine-se preso numa fazenda, sendo servo do fazendeiro. Ele lhe dá a melhor alimentação e as melhores opções de lazer rural. Mas nessa suposição, esse bem-bom tem um preço: ele reservará meia-hora por dia para te prender numa casinha no meio do campo, te agredir de modo a lhe infligir bastante medo, abrir a porta da casinha, correr como um atleta para alcançar você – que estará correndo desesperadamente na ânsia de fugir da fazenda em que você está preso – e derrubá-lo no chão puxando seu cabelo crescido. Ele justifica sua prisão e exploração argumentando que você não tem sentimentos e vive para ser servo dele. Cinco anos depois, ele te vende por 50 mil reais para outro fazendeiro que fará as mesmas coisas com você.
Você gostaria de ter essa vida? Se não gosta, por que então compactua com uma atividade dita esportiva, a vaquejada, que faz algo bastante parecido com tudo isso com os animais?
Você pode argumentar então: “mas a vaquejada é parte de nossa cultura, é tradição, é a expressão esportiva da força do vaqueiro, que é o herói do Nordeste. Como vamos ficar sem uma tradição tão expressiva que é a vaquejada? Proibi-la é mutilar a identidade da região.”
Algo ser tradição não significa necessariamente que é algo bom e ético. Nas aulas de História, aprendemos sobre a escravidão, que moveu a economia brasileira por mais de 300 anos. Naquela época, falavam coisas muito parecidas: “Escravidão é tradição, é parte de nossa essência”, “Como viverá o Brasil sem a escravidão dos negros?”, “Proibir a escravidão negreira seria mutilar nosso país”.
Na Europa de antigamente e também na população brasileira de descendência portuguesa até a época imperial, as mulheres eram submissas aos seus maridos por determinação cristã (se duvida, leia na Bíblia as passagens em Efésios 5:22-24, I Timóteo 2:11-14 e I Coríntios 14:34-35). Essa era uma tradição, era parte da cultura cristã. Você aceitaria preservar a submissão feminina caso ela ainda estivesse em vigor só porque ela era parte de nossa cultura e tradição?
Se nossa região abolisse as vaquejadas e adotasse o respeito incondicional aos animais como parte de seus valores, o povo, como sendo tão criativo como sempre foi, certamente criaria novas formas de diversão e manifestação cultural, do mesmo jeito que criou o forró, o riquíssimo artesanato e tantos outros elementos artístico-culturais.
Então por que você se incomoda tanto com a ideia da abolição das vaquejadas? Por que se apega tanto ao valor cultural dela, se ela não é insubstituível e não é uma tradição saudável e digna de ser preservada?
Não é difícil entender que a vaquejada é uma atividade baseada na exploração e violência contra animais e não é uma tradição indispensável cujo fim vá fazer mal à nossa cultura. Se formos ver que a agressão contra bois e cavalos, para qualquer fim que seja, é um mal porque causa dor e medo neles, veremos que esse dito esporte não é uma atividade moralmente positiva.
Se eu fosse você, passaria a evitar vaquejadas. Começaria a boicotar esses espetáculos violentos que nos tornam pessoas sem sensibilidade e compaixão para com os animais.
Robson Fernando é articulista independente, graduando em Ciências Sociais pela UFPE e dono do blog Consciência Efervescente

sábado, 30 de julho de 2016

Absurdo! Espanha organiza tourada beneficente

Cidade espanhola realiza tourada beneficente e mancha de sangue ato de solidariedade

17 de maio de 2014 às 6:00

Por Loren Claire B. Canales (da Redação)

Fonte: ANDA
Tortura de um animal como fonte de rendimentos (Foto: The Animal Day / Jonás Amadeo Lucas)
Está prevista para hoje a realização de um festival taurino em Cidade Real, na Espanha, cujos benefícios serão destinados ao Banco de Alimentos desta cidade. O louvável trabalho solidário de organizações beneficentes como a Cruz Vermelha, Cáritas, Unicef, Associação Espanhola Contra o Câncer ou dos Bancos de Alimentos não deveria ser manchado com o sofrimento dos animais. O artigo é do site El Diario.
A solidariedade é a emoção na qual as pessoas se colocam no lugar de outra e tentam fazer com que ela não sofra. Por isso, é desolador ver até que ponto o espírito de solidariedade é degradado por prefeitos e vereadores de alguns municípios e, ainda mais triste, responsáveis por algumas organizações beneficentes e sociais que organizam ou são beneficiárias dos festivais taurinos ou corridas de bezerros. Estes espetáculos, carentes de sentido ético, também fomentam o desprezo pelos animais e a falta de solidariedade entre os cidadãos, que são incitados a se divertirem diante do linchamento de um ser vivo.
“Com a ajuda da tauromaquia, vamos cumprir um trabalho solidário”. Semelhante paradoxo foi pronunciado pela prefeita de Cidade Real. O trabalho solidário, neste caso, consiste em arrecadar fundos para o Banco de Alimentos. Esta união alimentos-morte de vários touros acontecerá hoje, dia 17 de Maio. A agonizante tauromaquia, quando não recebe transferências de dinheiro público para sobreviver, busca outros espaços para continuar existindo. Na televisão, é frequente ver “toureiros” como protagonistas de notícias ou em programas onde aparecem dançando ou cozinhando. São tempos difíceis para o grêmio tauromáquico, sendo assim, como vampiros desesperados, buscam uma jugular para morder e seguir perpetuando-se, sem se importarem se o pescoço é o dinheiro público ou a imagem de uma ONG.

sábado, 4 de junho de 2016

Pobres animais torturados...Por que não os deixam viver em paz?

Com tubo inserido no aparelho digestivo de animais, cientistas querem armazenar gás metano para gerar energia

Fabio Chaves
Do Vista-se
1
Cientistas do Instituto Nacional da Argentina de Tecnologia Agropecuária (INTA) estão testando uma nova forma de gerar energia. Enquanto o Brasil tem 205 milhões de bovinos criados para o abate, a Argentina tem 55 milhões e quer explorar ainda mais estes animais.
Com uma espécie de mochila nas costas e um tubo que atravessa a pele e é inserido no aparelho digestivo do animal pela lateral da barriga, os pesquisadores já conseguem coletar o gás metano gerado pela digestão dos bois e vacas. Após um tratamento, o gás vira energia para mover carros, gerar eletricidade e tem outras utilidades.
Como a pecuária é responsável por mais emissões de gases do efeito estufa do que todo o setor de transportes somado, os pesquisadores atribuem a este experimento uma possível solução para a dependência mundial de combustíveis fósseis. Seria, portanto, uma solução ecológica e sustentável.
A suposta necessidade de explorar os animais parece não ter limites. É importante refletirmos sobre se é ético abrir um buraco em uma vaca, enfiar um cano em seu estômago e deixá-la para viver assim até que seja assassinada para consumo de sua carne.
Na mesma semana em que os cientistas argentinos publicaram esta experiência com os bovinos para gerar energia, uma empresa de Oregon, nos Estados Unidos, está sendo acusada de incinerar fetos humanos para gerar energia (veja aqui). A empresa em questão é responsável por queimar lixo para gerar energia e teria incenerado bebês mortos em meio a resíduos hospitalares para gerar eletricidade.
No caso da empresa norte-americana, há um escândalo estabelecido porque a sociedade simplesmente rejeita a ideia de carbonizar pessoas para gerar energia, embora isso pudesse evitar a construção de cemitérios e ajudar o meio ambiente . Já a pesquisa argentina, vem sendo elogiada como uma solução ecológica, já que são poucas as pessoas que levam em consideração o olhar, a dor e a vida das vacas.
Leia também na coluna de Fabio Chaves (Vista-se) no portal de notícias da Rede Record: Você é a favor da queima de fetos humanos para a geração de energia?


terça-feira, 29 de março de 2016

Comércio de barbatanas de tubarão

Quando isso vai acabar?
Quando os tubarões estiverem irreversivelmente extintos?
Mais um reflexo da irresponsabilidade e ganância humana

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Crueldade com bezerros

Fonte: OLHAR ANIMAL
Relatos que estão vindo à tona sobre crueldade animal estão cada vez mais fazendo com que os consumidores questionem suas escolhas diárias de alimentos. Mas enquanto a maioria das pessoas declaram quão fácil seria para eles pararem de comer carne, elas ainda não acham que conseguem “desistir” do queijo. E por que eles deveriam? Animais não foram mortos na produção de laticínios e as vacas precisam ser ordenhadas de qualquer forma, certo? Errado! Há uma crueldade inimaginável em cada copo de leite e cada fatia de queijo, apesar da indústria de laticínios trabalhar muito para fazer com que seus consumidores pensem o contrário.
Na natureza, os bezerros ficam com suas mães por dois anos, amamentando de cinco a oito vezes ao dia pelas primeiras semanas, formando laços maternais que duram. Entretanto, na indústria de leite, as vacas são rotineiramente engravidadas através de tubos de metais. Após dar à luz, cada um dos seus bezerros é levado embora dentro de apenas algumas horas ou alguns dias após seu nascimento.
As condições e o tratamento dos bezerros são horríveis, conforme uma recente investigação em uma indústria de laticínios feita pelos grupos Farmwatch e SAFE da Nova Zelândia mostra. Filmagens coletadas de 12 fazendas e um matadouro documentaram a vida miserável desses pobres animais desde a hora que nasceram até o dia que foram abatidos, expondo a tremenda crueldade que está por trás de cada copo de leite.
O que acontece com os bezerros?
Somente na Nova Zelândia, dois milhões de bezerros indesejados são mortos anualmente. A investigação mostrou dois bezerros indefesos sendo arrastados pelas suas pernas por um chão ensopado de sangue. Eles tinham sido brutalmente chutados e mortos com marteladas na cabeça e esfaqueados no pescoço. Outro bezerro ainda estava se contorcendo em agonia após ser atingido e esfaqueado.
Os bezerros são criaturas sencientes e inteligentes, que podem sentir alegria e dor. Mas para a indústria de laticínios, eles são simplesmente produtos. As fêmeas irão sofrer as mesmas vidas miseráveis de suas mães. Os machos são inúteis para a indústria do leite e serão descartados e destruídos como um subproduto supérfluo. Esses bebês, arrancados de suas mães e abatidos por milhões para abastecer o nosso consumo de produtos lácteos são conhecidos como “bezerros  bobby”. Globalmente, a indústria de laticínios é responsável pelo abate de 21 milhões de bezerros por ano.
A investigação mostrou bezerros com um dia de vida sendo brutalmente agredidos.
NovaZelandia crueldade copo leite2

Miles Hurrel, porta-voz da Fonterra, uma empresa multinacional de laticínios da Nova Zelândia, tentou descartar a horrível filmagem alegando que as práticas cruéis filmadas são somente verdadeiras em uma “muito pequena minoria” da indústria. Infelizmente, este não é o caso. O maltrato brutal de bezerros é comum na produção de laticínios, e esses atos deliberais de abuso violento para com bebês animais indefesos são somente um lado da  crueldade inerente da indústria.
Como o diretor executivo do SAFE, Hans Kriek, coloca, “bezerros recém-nascidos são basicamente considerados como lixo... Eles são somente produtos de descarte da indústria e são tratados como tal. Estes animais pagam um alto preço pelo nosso apetite insaciável de laticínios”.
Bezerros pagam o preço final na indústria de laticínios
NovaZelandia crueldade copo leite3

As revelações nesta investigação trazem à luz a perturbadora realidade da produção de laticínios, recordando os consumidores das vítimas silenciosas de seus hábitos de consumo de queijo. Esta é a dura realidade da produção de laticínios, e infelizmente, sendo uma fazenda industrial, ou uma fazenda orgânica, com animais que pastam, os bezerros da indústria de laticínios são rotineiramente separados de suas mães e enviados para o abate.
Se você está chocado com o tratamento que a indústria de laticínios dá aos bezerros recém-nascidos, não seja mais um cúmplice de seu sofrimento. Todos nós podemos ajudar estes animais ao recusar apoiar esta indústria. Além do mais, isto se tornou incrivelmente fácil com a quantidade disponível de leites, queijos, iogurtes e sorvetes que não são de origem animal.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Israel fecha um grande matadouro, após exposição de maus-tratos aos animais ali confinados


O ministro da agricultura ordenou o fechamento do matadouro Dabbah, por prazo indeterminado, por expor os animais aos maus-tratos, atos de crueldade praticados contra os animais que ali estavam.O gado é enviado desde Australia a Israel, onde é sacrificado de acordo com a lei judia. Um vídeo emitido no  Canal 2 de Israel no domingo mostrou alguns  empregados de Dabbah, espancando violentamente  os bezerros com pedaços de pau, dando-lhes choques elétricos antes de serem assassinados. Os trabalhadores também arrastavam covardemente os bezerros por suas caudas, levando-os até o local onde finalmente eram assassinados. 

Fonte:Direito dos Animais 

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Carga viva - caminhoneiros em greve

ONGS de proteção animal pedem que o comando nacional de transportes libere os caminhões com carga viva que estão parados há dias. Animais confinados em espaço reduzido, sem água e sem comida, sob um calor insuportável.
Quanto sofrimento para esses inocentes que nada fazem de mal aos humanos...

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Isso não é justo...

Como você se sentiria se tivesse que passar a vida toda confinado sem nunca ter feito nada para merecer isso?
Para que humanos possam comer sua carne,porcos tem uma vida miserável, são torturados e ficam encarcerados para engorda rápida.
Isso tem que mudar! Seja vegetariano

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Bolívia proíbe uso de pele e plumas de animais em fantasias de Carnaval

As autoridades da Bolívia proibiram o uso de peles e plumas de animais nas fantasias que serão usadas no Carnaval do país, assim como o uso indiscriminado de água em brincadeiras ao longo das comemorações.O Vice-ministério do Meio Ambiente, Biodiversidade e Mudança Climática anunciou em comunicado nesta quinta-feira uma resolução que proíbe "a comercialização e aglomeração de animais silvestres", vivos ou mortos, ou elementos derivados "em comemorações do Carnaval em nível nacional".O Ministério do Meio Ambiente e Água e a Polícia Florestal do Meio Ambiente controlarão e confiscarão qualquer produto que seja derivado de animais silvestres, acrescenta a nota.O vice-ministro de Meio Ambiente e Biodiversidade, Gonzalo Rodríguez, afirmou que a lei será aplicada principalmente nos desfiles bolivianos por causa do Carnaval."As brigadas serão mobilizadas por todo o país para evitar a posse ilegal, o comércio e o massacre de animais silvestres que são prejudiciais ao ecossistema", disse Rodríguez. As regiões bolivianas comemorarão o Carnaval a partir de sexta-feira, com desfiles de fantasias e bailes típicos que se estenderão até na próxima terça-feira, mas a maior festa do folclore da Bolívia será no sábado, em Oruro.O Carnaval de Oruro, declarado Patrimônio Oral e Intangível da Humanidade pela Unesco em 2001, é um dos mais frequentados por bolivianos e turistas estrangeiros.O governo boliviano e grupos defensores do meio ambiente expressaram diversas vezes a preocupação pela depredação praticada com espécies como os "quirquinchos" (tatus andinos), cujas carapaças são usadas para fazer matracas utilizadas em alguns bailes tradicionais.Também costumam ser depredados os flamingos-andinos, papagaios, tucanos e condores, que têm as asas e plumas arrancadas para vestir dançarinos que participam de diversos desfiles.Em algumas regiões bolivianas também é comum a brincadeira com água e espuma, geralmente feitas com balões ou pistolas de brinquedo.O Vice-ministério do Meio Ambiente afirmou que está proibido o uso indiscriminado de água nas comemorações de Carnaval e a brincadeira com espumas que contenham "Hidroclorofluorcarbono 22 (R-22)" por degradar a camada de ozônio e poder gerar riscos à saúde.
Fonte: TERRA

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Tosquia, crueldade explícita

Muita gente diz que a tosquia não maltrata. Será mesmo???...



Por isso, não compre nada feito de lã. 
Existem centenas de opções sintéticas quentinhas, bonitas e livres de crueldade!