Abate no ritual Halal, quando o animal tem que ser sangrado através de uma faca afiada com um corte no pescoço. Morte lenta e cruel.
Armas do abate "humanitário".
Lembrando que não existe maneira boazinha de matar. Matar é sempre um assassinato, tirar a vida de um inocente
E o sétimo mandamento diz claramente: "Não matarás", e isso inclui todas as vidas!
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
quarta-feira, 20 de junho de 2018
Diferença entre matadouro e horta
Na primeira foto, dor, sofrimento, violência, falta de compaixão e cheiro de sangue e morte.
Na segunda foto, muitas cores, perfume, nada de sangue e dor
Na segunda foto, muitas cores, perfume, nada de sangue e dor
domingo, 8 de abril de 2018
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Imaginem a aura desse local...
Nesses locais fica uma energia negativa muito grande, uma aura negra que atrai maus fluidos
Imaginem quanta dor, medo, estresse, pavor, emanam nas últimas horas de vida desses seres que não querem morrer e sofrer.
Isso gera um carma imenso para a humanidade que só vai ter paz quando parar de matar e de maltratar os seres com os quais divide o planeta
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Vinte e sete mil bovinos saíram do Porto de Santos rumo à Turquia
Fonte: Vista-se
Na cidade de Santos desde a manhã desta segunda-feira (4) batendo de porta em porta do Poder Judiciário com um maço de documentos embaixo do braço, o ativista George Guimarães, presidente da ONG VEDDAS, tentou barrar o maior navio de transporte bovino do mundo.
O navio está no centro das notícias sobre animais nos últimos dias por se tratar de uma megaoperação que envolve 27 mil bovinos. Para entender melhor o caso, leia o que já publicamos a respeito (leia aqui).
Os 27 mil bovinos nasceram no sul do Brasil e foram trazidos para o estado de São Paulo há aproximadamente 50 dias. Durante os últimos 5 dias, eles foram trazidos do interior do estado para o Porto de Santos por mais de 300 carretas em viagens de mais de 600 km. Uma operação logística sem precedentes.
A intenção de George, como ele explica em sua página no Facebook (veja aqui), era impedir que o navio saísse, para causar prejuízo financeiro às empresas envolvidas. “O objetivo obviamente não é pedir por melhores condições para o transporte, mas sim a proibição da atividade, causando assim prejuízo às empresas importadoras e exportadores e, desse modo, tornando não lucrativa a prática.” – explicou George.
Salvar esses animais, infelizmente, seria praticamente impossível. Tanto pela quantidade de animais (obviamente não há tantos santuários), quanto pelos trâmites legais. “O destino desses 27.000 indivíduos sencientes é certo, seja no Brasil ou no exterior. O que podemos fazer é, pelas vias legais, impedir essa etapa adicional de tortura e tornar a atividade menos lucrativa ou inviável para os que poderiam vir depois.” – completou George.
Infelizmente, o intento de George e de outros ativistas que o ajudaram não teve êxito. O navio saiu do Porto de Santos exatamente às 18 horas desta segunda-feira (4). Foram despachados para a Turquia, onde serão mortos segundo as leis do abate Halal, que diz que o animal precisa ser morto ainda consciente com uma faca bem afiada, entre outras regras. É um tipo de abate religioso.
A viagem dos 27 mil bovinos brasileiros até a Turquia, onde serão assassinados, será de aproximadamente 15 dias. O que resta é foco no Poder Judiciário para que os próximos embarques, programados para janeiro, não aconteçam. A movimentação judicial vai continuar.
Se a viagem realmente durar o tempo programado, os animais deverão chegar à Turquia no dia 19/12/2017, data bem próxima das comemorações de Natal.
Em vídeo, George explica o sentimento de ver o navio partir:
Abate Halal
domingo, 13 de agosto de 2017
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro todos seriam vegetarianos" - frase de Paul e Linda Mac Cartney
Matadouro em outro país, mas o sofrimento é universal em todos os matadouros do mundo...
Todos os comedores de carne tem que assistir para ver como eles são mortos!
Ficou chocado? Não os coma mais! Liberte-os desse holocausto
sexta-feira, 19 de maio de 2017
A farsa do abate humanitário
A companhia Foster Farms, que tem nos Estados Unidos uma rede superior às 7.000 granjas de uma centena de produtores, todas certificadas “Sem Maltrato Animal” em sua produção, foi denunciada por vídeos de ativistas infiltrados, por todo tipo de aberrações com os frangos que criam.
As filmagens mostram que os frangos são espancados, atirados ao chão e depenados violentamente.
Segundo publicou o diário The Independent, as imagens são das fábricas de Foster Farms na Califórnia, todas certificadas com o título da American Human Association, e foram captadas por ativistas da Mercy for Animals, um grupo de Los Angeles, que tem por meta eliminar os maus-tratos e a crueldade contra os animais empregados para o consumo humano, em primeiro termo.
Segundo a entidade de proteção animal, as condições pelas quais as granjas foram certificadas – que os frangos não sentiam dor ao serem sacrificados e que não eram maltratados durante a criação – são absolutamente refutáveis pelas imagens que mostram que todo o processo de trabalho se realiza com animais “plenamente conscientes e que sentem dor sem, dúvida alguma”, denunciaram.
“Esses frangos levaram, e outros levam a cada dia, vidas miseráveis e mortes dolorosas. Tudo é de uma crueldade doentia e, no entanto, a carne desses animais é vendida com a etiqueta ‘Certificada pela American Humane’”, destacaram os denunciantes.
O tratamento segundo o vídeo e a defesa da empresa
A empresa Forest Farms rejeitou os vídeos, dizendo que não é possível realmente identificar que se trata de algumas de suas áreas de criação, e destacou que "desde a sua fundação em 1939, o bem-estar animal tem sido sempre uma prioridade para Foster Farms ".
As filmagens, que se afirma serem de abril deste ano, mostram que os frangos são espancados, atirados ao chão e depenados violentamente, e mesmo cenas onde os animais são jogados vivos em água fervente, não tendo morrido quando foram abatidos na linha de produção.
Também há cenas de trato brutal com os pintinhos, que chegam ao lugar de criação, muitos dos quais permanecem caídos, mas da mesma forma são mantidos vivos até que cresçam – se sobreviverem – para passar também para a planta da fábrica.
As denúncias são registradas em um dos piores momentos para a indústria avícola do oeste norte-americano, que sofre uma epidemia de gripe aviária, a qual obrigou o sacrifício de milhões de aves, e os consumidores tinham encontrado nas granjas “ecológicas” a única esperança de consumir carne de frango sem afecções.
Tradução de Marli Vaz de Lima
Fonte: Olhar Animal
quinta-feira, 30 de março de 2017
No matadouro, filhotes de porcos me pediam carinho...
No livro “Slaughterhouse: The Shocking Story of Greed, Neglect, and Inhumane Treatment Inside the U.S. Meat Industry“, publicado em novembro de 2006, a escritora Gail A. Eisnitz descreve uma série de relatos de pessoas que trabalham ou já trabalharam em matadouros norte-americanos.
Um ex-funcionário, entrevistado por Gail em uma cafeteria na Sioux City, Iowa, relatou que os porcos já se comportaram como filhotes no matadouro:
Em certos países os magarefes são proibidos de serem jurados em assassinatos. A justificativa é de que eles passam a achar que matar é algo natural.“Se você trabalha em um matadouro por qualquer período de tempo, você desenvolve uma atitude que te permite matar coisas sem que você se importe […] Os porcos no matadouro já vieram até mim pedindo carinho [nuzzled me] como se fossem cachorrinhos. Dois minutos mais tarde eu tive de matá-los – bater neles até a morte com um cano. Eu não ligo.” (p. 87)
sábado, 18 de março de 2017
Operação CARNE FRACA
Não sei porque as pessoas estão aterrorizadas...
Não sabem que os únicos que comem carne fresca são os animais predadores que habitam as matas? Eles caçam e já comem a vítima na hora.
Já nas cidades, animais são levados para o abate e percorrem um longo caminho até sua carne chegar nos distribuidores, açougues e em seguida nas mesas.
E todo mundo sabe (ou deveria saber) que assim que é morto, o animal passa a ser um cadáver, e como tal, começa a apodrecer quando suas atividades físicas são encerradas. Quando seus despojos chegam à mesa de quem consome, já se passou um bom tempo.
Logo após a morte, ocorre a formação de uma proteína chamada cadaverina, que é uma amina (fórmula química C5H14N2, também escrita por H2N(CH2)5NH2) molécula produzida pela hidrólise protéica durante a putrefação de tecidos orgânicos de corpos em decomposição. A cadaverina é um dos principais elementos responsáveis pelo odor nauseabundo dos cadáveres.
Por isso a necessidade de utilizarem ácidos, tintas, e outros produtos para maquiar esse efeito de putrefação.
Sem contar o sofrimento que o animal passa desde o nascimento até a hora do abate. São cenas de terror, dantescas, já que o animal é considerado um produto, uma carga, e não um ser vivo que sente dores e tem sentimentos.
Pensem nisso...
Operação Carne Fraca
sábado, 11 de março de 2017
O último porco...
“Como um fazendeiro de porcos, eu vivo um vida antiética envolta em armadilhas justificatórias de aceitação social. Há até mais do que simples aceitação. Há uma real celebração da forma como eu crio os porcos. Pelo fato de que eu dou aos porcos uma vida tão próxima da natural quanto possível em um sistema nada natural, eu sou honrado, eu sou justo, eu sou humano – enquanto, no tempo todo, por trás desse manto, eu sou um escravizador e um assassino”.
Estas poderosas palavras vieram de uma coleção de blogs que Bob Comis, um fazendeiro de porcos na região rural de New York, começou a escrever para contar sua vida como um fazendeiro “humano” de carne e falar sobre suas crescentes dúvidas de que tal coisa possa existir. Suas palavras foram publicadas no jornal The Huffington Post e capturaram o interesse de muitos leitores sobre sua honesta representação do conflito interno que ele lidava ao tentar chegar a um acordo com a vida que ele estava vivendo em meio a uma mudança das crenças morais. Os pensamentos de Comis sobre a criação de suínos não eram os pensamentos de um fazendeiro normal, pelo menos não de um fazendeiro que cria porcos pela carne, seu objetivo sempre foi criar os porcos da forma mais humana possível.
Na realidade, ele começou a criar porcos porque ele ficou tão horrorizado ao saber sobre as fazendas industriais, que ele queria tentar ser uma pessoa melhor ao oferecer uma solução mais bondosa. E devemos notar que as vidas que seus porcos levavam eram tão ideais quanto você poderia imaginar. Eles tinham muito espaço para caminhar, eles tinham pés de milho para comer, abrigos aquecidos para dormir e tinham a oportunidade de aproveitar os relacionamentos sociais complexos que os porcos criam quando tem a oportunidade para tal. “Eu via os porcos mostrarem empatia, alegria, depressão e um leque de emoções”, ele disse. “Eles às vezes faziam travessuras uns com os outros. A experiência dos porcos sobre a vida parecia cada vez mais parecida com a minha”.
Mudando a forma de ver os porcos Comis viu o que qualquer pessoa que passa um tempo com porcos já sabe. Ele aprendeu que porcos são animais individuais, extremamente inteligentes e brincalhões, e ele também começou a sentir que suas vidas importavam sim, fazendo com que ele questionasse seu direito de acabar com essas vidas. Durante um tempo, ele tentou continuar com sua fazenda, já que seu negócio estava indo muito bem. Ele também continuou a comer carne enquanto os leitores o viam perguntando a si mesmo e ao mundo se era correto para qualquer pessoa fazer isso. Felizmente, havia pessoas que não davam somente apoio, mas que tampouco o julgavam. Ele explicou em uma entrevista, “Os comentários mais poderosos que eu recebi, e foi o que me ajudou a parar de uma vez, e eles apareciam de formas variadas, foram ‘se você der um passo atrás e olhar as coisas que você está dizendo e as coisas que você está pensando, você vai ver que já fez a decisão de parar, então simplesmente dê esse próximo passo e pare’. E então essa ideia ficou na minha cabeça, e eu parei um pouco e pensei, ‘essas pessoas estão certas’, e então eu decidi parar de criar porcos por completo, me tornei um vegetariano, e depois, um vegano”.
O último porco A representação honesta de Comis sobre a busca de sua alma capturou a atenção da produtora de filmes e ganhadora do prêmio Emmy, Allison Argo. Após ler um dos seus blogs, “Happy Pigs Make Happy Meat” (“Porcos Felizes Produzem Carne Feliz”), ela queria contar sua história. Argo produziu muitos filmes sobre animais como Parrot Confidential e The Urban Elephant, e dedica sua vida a ensinar as pessoas sobre o sofrimento dos animais em cativeiro e em perigo nas mãos dos humanos. Mas esta história era diferente. Esta não era outra história de maus tratos ou negligência, este era um local onde os animais eram bem cuidados até seu último dia. Esta história, como o próprio Bob Comis, levanta a questão de que se uma vida é significativa o suficiente para ser cuidada e nutrida, então por que estava tudo certo em acabar com ela somente para o consumo humano? E sobre a ética desses momentos finais? O consumidor que acredita no mito do abate humanitário está fechando seus olhos para esse dia final, para os momentos finais. Como Comis contou ao Modern Farmer sobre sua experiência no matadouro, “Não é a visão do sangue que me perturba, mas a violência que a morte gera. A pecuária científica nos garante que essas convulsões são um sinal da insensibilidade dos porcos, mas, como testemunha, é impossível acreditar que os porcos não estão se debatendo porque eles estão com dor. E então o repentino vazio do corpo sem vida conforme ele é mecanicamente jogado para o ar, preso por uma única pata traseira. Eu não acho que algo poderia ser feito para fazer com que as mortes desses porcos pesassem menos em mim”.
Esperança de Mudança Mudança nem sempre é fácil, especialmente quando não são somente seus hábitos alimentares, mas seus meios de sustento também. “The Last Pig” (“O Último Porco”) mostra Comis em seu último ano levando os porcos para o abate (ele tinha mais de 200 que não conseguiu nenhum lugar para eles) e dizer adeus para os oito que ele conseguiu enviar para santuários. Hoje ele gerencia In Line Farming, uma fazenda vegana assim chamada em homenagem ao seu novo modo de colocar suas ações “em linha” com suas crenças. E, para provar que as ações positivas de uma pessoa podem gerar mais ações positivas, Argo se tornou vegana durante o processo de filmagem após anos sendo vegetariana. Enquanto Bob Comis é somente uma pessoa, sua história pode inspirar milhares de outras. Tudo que é necessário é somente parar um segundo, um momento de questionamento sobre o modo que as coisas são para fazer a diferença em suas escolhas pessoais e impactar positivamente tantas outras vidas. Todos nós podemos aprender uma lição de compaixão com este bom homem. “The Last Pig” está nos estágios finais de edição. A produção deste filme foi financiada por doadores e continua a precisar de apoio. Para doar, saber mais sobre o filme e ver como você pode ajudar, acesse o website The Last Pig e siga seu progresso no Facebook.
Por Jessica Sarter / Tradução de Alice Wehrle Gomide Fonte: One Green Planet
22 de fevereiro de 2017 http://olharanimal.org/a- incrivel-licao-que-todos-podem os-aprender-com-um-fazendeiro- de-porcos-que-decidiu-parar-de -matar-animais/ Foto: The Last Pig
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Matar é sempre matar...
Não existe maneira "boazinha" de matar com amor, um ser que não quer morrer!
Vida de Gado
"Já que se come carne, é preciso ver como matam os animais" Tolstoi
Reporter Brasil, como matam os bois
Vida de Gado
"Já que se come carne, é preciso ver como matam os animais" Tolstoi
Reporter Brasil, como matam os bois
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
segunda-feira, 25 de julho de 2016
NORMAS PARA MATAR ANIMAIS NÃO NOS POUPAM DE DOENÇAS
05 MAIO 2014. POR DR. PHIL. SÔNIA T. FELIPE
Racionalizando a crueldade, normatizando o uso, manejo, exploração e matança de animais, não a torna menos abjeta, apenas a reveste com jalecos, luvas e máscaras. Aliás, máscaras! É delas que a ciência é feita, para atender não às necessidades reais humanas, mas para criar necessidades outras, depois de inventarem drogas para tudo que é sintoma ser abolido, em vez de ajudar as pessoas a abolir do prato os alimentos maléficos que produzem as mazelas e doenças.
Há muita normatização bem-estarista à serviço da exploração e matança de animais. Tudo em nome da cultura, da tradição, da ciência e da nutrição. Há uma propaganda medicinal massiva e ao mesmo tempo quase imperceptível de alimentos animalizados. Médicos dizem aos seus pacientes para "diminuir" o consumo de carnes, de leite, laticínios e de ovos. Raramente sugerem a eles abolir esse consumo. Estão a dizer, literalmente: coma disso que é bom, só não passe da conta. O limite que não deve ser passado, isso ninguém nunca sabe dizer de quanto é, muito menos respeitar. O "muito" e o "pouco" de alimentos nos quais nos viciamos, são medidas absolutamente carregadas de valoração emocional, portanto, subjetivas.
Fazer propaganda de alimentos animalizados, pode? Conscientizar sobre a desnecessidade humana de ingestão de proteína de origem animal, não pode?
Quem ditou a regra que diz que não pode? As seis irmãs que vendem os venenos usados na agricultura que produz grãos e cereais dados para "o gado" comer? (Veja o filme: O veneno está em sua mesa 2) Qual gado? Comendo o que vem "do gado" não humano, esse "gado humano" se envenena junto, dez vezes mais do que se abolisse esses alimentos e comesse diretamente os grãos, cereais, verduras, legumes, frutos e frutas.
Nascemos, como os elefantes e as águias, para viver até 100 anos. O que nos mata, ou encurta a vida, diz a médica Dra. Galina Schatalova, que tratou da dieta dos astronautas soviéticos por mais de 40 anos, é a comida errada que comemos.
Ela nos tira metade do tempo de vida, quando não dois terços dela. E disso não se pode falar? Quem nos quer calados, certamente não tem preocupação alguma com o sofrimento dos animais, com a devastação do planeta e com a nossa própria saúde. Está na hora de assumir o controle do que escolhemos colocar no prato. Dieta abolicionista vegana. Luz e Paz.
[Os livros de Galina Schatalova foram traduzidos do russo para o alemão: Wir fressen uns zu Tode (1996) (Nós nos devoramos, comendo); Philosophie der Gesundheit (1997) (Filosofia da Saúde); Heilkräftige Ernährung (2003) (Alimentação Salutar). Não há versões de seus livros em outras línguas.]
quarta-feira, 2 de março de 2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Quem tem coragem de comer, deve ter coragem de assistir também
É assim que o bife vem para o seu prato. Se tem coragem de comer, deve ter coragem para assistir o que acontece nos matadouros.
)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Primeiro açougue vegano do Brasil é inaugurado
Inaugurado em Curitiba primeiro açougue Vegano do Brasil
Fonte: VISTA-SE
Fonte: VISTA-SE
Menos de um mês depois do lançamento do primeiro açougue vegano dos Estados Unidos (relembre aqui), um jovem casal de Curitiba anuncia que vai inaugurar um minimercado vegano com açougue sem nada de origem animal dentro.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
MATADOUROS
O que ocorre no plano astral
Sou vegetariano há 50 anos e reconheço que eliminar vícios milenares não é nada fácil, a bebida alcoólica, o fumo, as drogas, o sexo irresponsável (sem amor), a inveja, o egoísmo, o desejo pelo poder, a riqueza, a prepotência, a indiferença, o orgulho, e assim vai... Os chamados “cristãos” dizem que “deus” colocou os animais para o nosso consumo, as chamadas “igrejas” pregam o carnivorismo, os chamados líderes religiosos afirmam tais práticas imagine os demais, não compreenderam o -Não Matarás- na verdade o planeta Terra é um plano de provas e expiações, ainda serão necessárias várias vidas para compreenderem que os animais são nossos irmãos em evolução como nós, o sofrimento é um Grande Professor, pelo Amor ou pela Dor deveremos atingir as Grandes Alturas, mas até lá, muito ranger de dentes... Os animais sofrem como sabemos, mas poucos percebem o desespero de nossos irmãos os animais e se dizem “religiosos”, “cristãos”, mas a cada um será dado de acordo com suas obras. Não sabem eles que existe um portal imenso para os espíritos vampiros agirem livremente e influenciando a todos com suas péssimas sugestões: “Enquanto houver matadouros haverá campos de guerra” Leon Tolstoi. Segue um triste cenário no mundo espiritual e que poucos percebem. Mas que segundo as profecias teremos em breve, um novo céu e uma nova terra, de acordo com o exposto no Apocalipse de Jesus, 21:1 – “E vi novo Céu e nova Terra, porque o primeiro Céu e a primeira Terra, e o mar já não existe”. Renovação de tudo: “Eis que faço novas todas às coisas” – Apocalipse de Jesus 21:5. - Rogério Vianna
Livro - Iniciação – Viagem astral Visita a um matadouro - Lancellin
(...)
19/01/2013
Daí a pouco, demos entrada em um matadouro de gado bovino, ambiente turvado de um magnetismo deprimente, mas, antes, o nosso guia espiritual nos reuniu e falou com sabedoria:
Meus irmãos, nunca são demais as advertências. Hoje não trouxemos mais companheiros encarnados por ser o ambiente muito inferior. É preciso, pois, muito equilíbrio emocional para que possamos ajudar sem ferir, ajudar sem julgamento, ajudar sem desprezar as coisas de Deus.
Cada fato se processa no lugar certo, e o que vamos contemplar agora, estudando, existe na Terra pelo que ela é. A escala que o nosso planeta atingiu até agora requer essa violência com as vidas inferiores.
Caso um de vós altere as emoções, tornar-se-á visível a determinados Espíritos vampirizadores, o que irá dificultar os nossos trabalhos. Vamos nos lembrar do Mestre, quando advertiu desta maneira:
Vigiai e orai.
Penetramos em um lugar assustador; estavam em círculo vinte vampiros, cuja descrição preferimos omitir. Com o chefe, formavam um magote de vinte e um.
O que estava chefiando vestia-se de vermelho encarnado, com uma espécie de capuz bipartido atrás e tendo nas pontas duas bolas pretas; no alto da cabeça, duas saliências o destacavam dos outros.
Os bois estavam em filas obrigatórias, devido às cercas laterais que os prendiam, sem que eles pudessem ao menos se mexer.
Ao passarem em determinado ponto, caía em suas nucas uma lâmina mortal. Logo adiante, um homem carrancudo fazia escorrer o sangue do animal já ajoelhado e exteriorizando suas dores.
Eu sentia reações profundas, sem que as deixasse passar para as emoções. Confesso, estava encontrando dificuldades para me manter em equilíbrio.
Procurei a Dezenove e não a vi. Fiquei inquieto, e como Miramez sentiu que as minhas perguntas íntimas poderiam perturbar os trabalhos que requeriam muito silêncio, aproximou-se de mim e falou baixinho:
Lancellin, não viste que ela começou a desmaiar, não suportando a visão do ambiente? Foi levado às pressas para o corpo de carne, pelo Padre Galeno.
Cortei as minhas indagações e passei a prestar atenção no meu dever, o dever de informar pelas minhas anotações, com o cuidado que exigem a moral e a paz dos encarnados, transmitindo somente o que pode ser dito.
Parece que Miramez deixou que os vampiros iniciassem sua ação, para que pudéssemos ter uma idéia de como as coisas acontecem nos frigoríficos.
Quando o magarefe enterrou a lâmina no pescoço do animal, cortando-lhe as veias, o vampiro-chefe avançou em primeiro lugar e sorveu, de mais ou menos uma distância de trinta centímetros, o fluido do plasma sangüíneo com uma habilidade espetacular.
O plasma etérico se dividia, pela vontade dele, em dois jatos de energia que entravam pelas narinas e por sua boca, posicionada em forma de bico.
Era grande a satisfação. Depois que sugou de uns três animais, ante a inquietação dos outros, ele deu um sinal para o primeiro. Esse veio e fez o mesmo, sugando as energias vitais do animal.
Quando chegou a vez do quinto Espírito, senti que para mim era um sacrifício imputado aos meus sentimentos. Era demais! Então, pude observar que vampiro e magarefe era uma coisa só. Miramez segredou-me, mesmo estando eu com a emoção um pouco alterada:
Vê Lanceilin! A mediunidade se processa em toda a parte. Este irmão está servindo de instrumento para os Espíritos da sua mesma faixa se alimentar com as energias do animal.
E o pior é que essa classe de Espíritos recebe magnetismo inferior do animal, fortalecendo seus instintos mais baixos, e transmitem para o mesmo animal, ou seja, para a sua carne e ossos, outro tipo de fluidos pesados na mesma freqüência, com os quais os homens, depois, vão inundar seus organismos.
É por isso que os comedores de carne dos animais mostram, de vez em quando, no cotidiano, algo que lembra esses Espíritos.
Os espíritas se livram deste magnetismo inferior com os recursos dos passes, da água fluidificada e, por vezes, de prolongadas leituras espirituais; os evangélicos e também alguns católicos se libertam dele nos ambientes das igrejas, mas sempre fica alguma coisa para se transformar em doenças perigosas.
A medicina tem quase a idade do planeta, se buscarmos sua origem, e quanto mais descobre remédios, mais surgem doenças, por lhe faltar um senso profundo, um entendimento mais correto sobre as causas. Ela trata, infelizmente, somente dos efeitos.
Todas as causas são morais, na extensão desta palavra. O mundo todo se preocupa só em instruir a humanidade, esquecendo que o melhor é Educar, mostrar-lhe o valor do bem.
A salvação da humanidade encarnada e desencarnada está na descoberta do Amor, mas o amor universal.
Senti grande bem-estar com a conversa de Miramez. Ele nos convidou para uma oração. O que... Pensei logo, oração aqui, neste ambiente aterrador?
Reunimo-nos todos.
Retifico: faltava um, o Padre Galeno, que não havia regressado. Fiquei pensando sobre o porquê do sacerdote não ter voltado, mas desliguei meus pensamentos disso.
O Padre Galeno era senhor das suas faculdades e sabia bem desempenhar seu papel de orientador. Antes que os vampiros continuassem seus exercícios das trevas, de sugar energias dos animais abatidos, Miramez fez alguma evoluções com as mãos, cortando as suas atividades, a contragosto deles, e passou a orar deste modo:
Deus de eterna bondade!...
Tem compaixão destes nossos irmãos, que não sabem o que fazem. Ajuda-nos a ajudá-los, no ponto que eles carecem desta assistência, sem violentá-los, colocando em suas mentes estacionadas no mal algumas advertências e tendências para o bem.
Que a influência do amor possa constituir uma verdade, uma luz, sem que se desfaça no regime de inferioridade. Compadece-Te deles!...
Não queremos alterar nada que seja da Tua vontade, mas faze Senhor, o que deve ser feito e convoca-nos para os trabalhos que devem e podem ser mudados.
Pedimos para esses animais sacrificados, na linha evolutiva a que pertencem; que os anjos possam cuidar deles, como filhos também do Teu amor, na seqüência da Luz e do despertar.
Cria Senhor, em nós, um ambiente de serenidade para assistir a tudo como sendo a Tua vontade, porque, se assim não fosse, nada disso aconteceria.
Novamente dizemos: faça-se a Tua vontade e não a nossa. Pedimos para a nossa companheira Dezenove, que não suportou a visão que teve a oportunidade de contemplar neste recinto de morte.
Assim seja.
Ouvi o chefe dos vampiros dizer:
Tem alguma coisa no ar que não nos interessa, pois o ambiente mudou. De vez em quando se dá isso. Vamos embora! Pode ser uma traição da Luz, para nos prender. Não vamos ser escravos de ninguém, queremos a nossa independência! Vamos!
Os que não puderam sugar a vitalidade dos animais saíram contrariados, blasfemando contra as ordens.
Os animais, depois da oração de Miramez, enfrentavam o corredor da morte com serenidade.
Entregavam-se aos rudes processos de evolução, tendo como instrumentos os homens, ou vampiros encarnados, servindo de motivo de escândalo. Miramez nos mostrava no ar a nuvem negra voando, dizendo:
Olhai lá os vampiros dos matadouros volitando sob o comando do chefe vermelho. O Espírito que os dirige é mago negro e os domina a todos, tendo alguns poderes um tanto ou quanto desenvolvidos.
Percebemos entristecidos, que na faixa em que eles volitavam ia ficando um odor repugnante. Finalizou Miramez:
Ali o egoísmo se petrificou. Eles somente sentem e vêem as suas próprias necessidades. Mas, graças a Deus, a qualquer hora dessas surgirá à dor, que começa no centro da consciência e se derrama para a mente, de forma insuportável, de modo a anular todos os seus movimentos no mal.
Ela os obrigará a pedir socorro a quem passar como prenúncio de arrependimento ou vestígio de oração. Surgirá o momento em que a Luz aproveitará para levá-los às devidas corrigendas. O Senhor, meus filhos, não criou ninguém sem os recursos de melhorar.
O ar, as chuvas, o sol, a luz, as águas, e por fim o amor, tudo isso existe porque está na Sua vontade. Tudo foi feito por Deus e se move Nele, obedecendo à Sua magnânima vontade.
Livro: Iniciação Viagem Astral
João Nunes Maia – pelo espírito Lancellin- Editora Espírita Fonte Viva
Projeto Saber e Mudar aos poucos e sempre.
- “Os homens cavam o próprio túmulo com o garfo diariamente” Mahatma Gandhi
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