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segunda-feira, 18 de junho de 2018
Vivissecção
"O estudante que se recusa a participar de atividade que parece ser ou é cruel aos animais deve ser encorajado e não desestimulado. Compaixão é muito mais difícil de se ensinar do que anatomia."
Neal D. Barnard
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Audiência Pública - Uso de animais vivos no ensino, ainda é necessário?
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sexta-feira, 1 de abril de 2016
Nova descoberta pode acabar com testes em animais nas pesquisas científicas
Todos os anos cerca de 25 milhões de vertebrados são usados em pesquisas, em testes e na educação nos Estados Unidos. Mas uma nova descoberta anunciada na terça-feira promete mudar esta prática: os fígados artificiais, tecnicamente chamados de “fígados quimiossintéticos”. As informações são do Take Part.
Mukund Chorghade, diretor científico da empresa Empiriko, que trabalha na descoberta de novas drogas, apresentou a pesquisa de sua equipe na reunião da American Chemical Society, em Dallas. Se aprovada, os cientistas serão capazes de testar remédios sem experimentação em animais.
“Estes fígados quimiossintéticos não só produzem os mesmos metabólitos que animais vivos em uma fração do tempo, mas também proporcionam um perfil metabólico mais abrangente, em quantidades muito maiores para mais testes e análise”, disse Chorghade no anúncio.
Até agora, a equipe testou mais de 50 medicamentos nos quais as reações químicas dos fígados quimiossintéticos imitaram com sucesso as de um fígado animal. Com mais 50, a equipe vai cumprir a exigência do FDA (Food and Drug Administration) para a aprovação regulatória.
Muitos advogados e cientistas há muito tempo questionam a relevância de testes em animais, considerando o avanço da pesquisa e da tecnologia. Além de razões controversas morais, custos elevados e métodos demorados, a prática muitas vezes não consegue produzir os mesmos resultados derivados de testes em humanos. A Newsweek relata que após um componente químico ser considerado seguro para os animais, ele só tem 8 % de chance de ser aprovado para seres humanos.
“É um processo muito meticuloso, trabalhoso e caro”, afirmou Chorghade. “Frequentemente, os cientistas têm que matar muitos animais.” Embora a ACS, a maior sociedade científica do mundo, acredite que a nova tecnologia pode colocar um fim a testes em animais, nem todos estão tão otimistas.
Edythe London, professora e cientista sênior da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, tem dedicado sua carreira aos estudos dos efeitos do abuso crônico de drogas. O uso de primatas em seu laboratório fez dela um alvo de grupos ativistas de proteção animal. Devido a isso, ela tem de justificar o uso de animais na ciência: “Nos esforçamos constantemente para minimizar o risco para eles”, escreveu London, em um artigo no Los Angeles Times. “No entanto, uma certa quantidade de risco é necessária para nos fornecer as informações que precisamos de uma forma rigorosamente científica.”
O que ela pensa sobre a alternativa de Empiriko?
“O novo método de fígado in vitro oferece vantagens de custo e tempo”, diz a pesquisadora. “Tem o potencial para reduzir, mas não eliminar a necessidade de ensaios in vivo dos animais.”
O FDA ainda exige testes em animais para todas as novas drogas. Se esta política está chegando ao fim, só o tempo dirá. Pelo menos um esforço promissor é meio caminho andado.
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Experiência com animais: posição contrária
Carta Forense
Experiência com animais: posição contrária
03/02/2014 por Laerte Fernando Levai
O resgate de quase duzentos cães beagles no Instituto Royal de São Roque/SP, realizado por ativistas, surge como divisor de águas de um tema ainda considerado tabu no direito brasileiro: a experimentação animal. A partir dessa ação direta, cujo propósito foi o de salvar animais que vinham sendo submetidos à crueldade, a opinião pública começou a tomar conhecimento do que acontece por trás das paredes dos laboratórios e na maioria dos centros de pesquisa médica. Não é exagero lembrar que no Brasil milhares de animais-cobaias (cães, ratos, coelhos, gatos, porcos, macacos, rãs, cavalos, pombos, etc.) são diariamente submetidos a procedimentos atrozes que envolvem incisões, queimaduras, decapitação, envenenamento, radiação, choques elétricos, sangrias, mutilações, traumatismos ou ferimentos diversos, a fim de que os resultados neles obtidos possam porventura servir ao ser humano. Neste contexto a vivissecção, tida como prática cirúrgica em animal vivo, transformou-se em método científico oficial. Nada mais cruel e injusto, porque a tortura institucionalizada – independentemente da configuração biológica das vítimas – fere de morte o direito, despreza valores éticos e subverte a noção de justiça.
Homens e animais, apesar das semelhanças morfológicas, têm uma realidade orgânica bem diversa e, por isso mesmo, reagem de modo diferente às substâncias inoculadas. O maior equívoco da ciência é acreditar que não existe outra forma de obter conhecimento biomédico senão por meio da experimentação animal. Que o diga a tragédia da talidomida nos anos 60, quando dez mil crianças nasceram com deformações congênitas nos membros, depois que suas mães ingeriram – durante a gravidez - tranquilizantes previamente testados em roedores. Que o digam os doentes renais que destruíram sua função hepática tomando analgésicos tidos como seguros a partir de experimentos com animais. Também as pesquisas contra o câncer: apesar dos vultosos investimentos governamentais esta moléstia insidiosa continua matando gente como nunca. Os cientistas não se preocupam com a prevenção de doenças, apenas em suas consequências. Eles esquecem, porém, que o aumento da expectativa de vida humana decorre da melhoria das condições de saneamento básico e da alimentação mais saudável, não de drogas preparadas à custa do sofrimento animal. As indústrias cosmética e farmacêutica, impulsionadas pelo mesmo sistema social que cria falsas necessidades ao homem, agravam sobremaneira o drama dos animais subjugados. Conforme já divulgado pela mídia especializada e pela Agência de Notícias de Direitos Animais (www.anda.jor.br), todo ano centenas de produtos testados em animais são retirados das prateleiras por absoluta ineficácia ao que se propõem.
Em termos jurídicos a proteção constitucional à fauna garantida pelo artigo 225 par. 1º, VII, da CF (vedação à crueldade) fez com que a natureza jurídica dos animais passasse da antiga concepção civilista de coisas para a de seres sensíveis sujeitos de direitos. Com o advento da Lei 9.605/98, cujo artigo 32 caput tipifica como crime abusos, maus-tratos, ferimentos ou mutilações em animais, o tormentoso tema da experimentação veio à tona, tanto que o legislador ambiental preconizou, àquele que realiza “experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos e científicos”, a adoção de “recursos alternativos” (par. 1º) . Resta saber quais são esses métodos capazes de livrar os animais de seus tormentos. Dentre as numerosas possibilidades existentes podem ser mencionados os sistemas biológicos in vitro como as culturas de células, as simulações computadorizadas, a cromatografia e espectometria de massa, a farmacologia e a mecânica quântica, os estudos epidemiológicos e clínicos, necrópsias e biópsias, os modelos matemáticos, os manequins artificiais, etc. Isso sem falar que o melhor local para o médico residente aprender seu ofício é no plantão de um pronto-socorro, sob orientação direta do profissional chefe da equipe. Da mesma forma um veterinário, ele pode exercitar seus conhecimentos teóricos em situações reais em que os animais verdadeiramente necessitem de intervenções clínicas (esterilização, suturas ou atendimento de lesões). Quanto ao biólogo, sua postura deve se pautar sempre em favor da vida, jamais contra ela. E assim por diante, o sonho de abolir toda e qualquer forma de experimentação animal não permite o comodismo nem o preconceito. A ciência poderia prosperar muito se abandonasse o modelo cartesiano invasivo de corpos que se adota desde o século XVII.
Ocorre que, na contramão da história, a Lei federal 11.794/08 (chamada Lei Arouca) regulamentou a experimentação animal no Brasil. Enquanto vários países estão abolindo o uso de animais nas atividades didático-científicas e a União Européia avança cada vez mais neste sentido, aqui se editou uma lei que legitima essa exploração. Tal diploma jurídico, cuja inconstitucionalidade é notória, reafirma a experimentação animal como método oficial de pesquisa, desprezando a essência do mandamento constitucional protetor. O mais paradoxal é que, desde seu preâmbulo, a Lei Arouca apresenta-se como salvaguarda aos interesses dos animais, quando na realidade faz exatamente o contrário. Apesar do propalado intuito humanitário atribuído ao CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) e às CEUA (Comissões de Ética no Uso de Animais), o legislador recomenda “eutanásia” nas hipóteses em que os animais forem submetidos a um “mínimo de sofrimento físico ou mental” (artigo 3º, IV), a “intenso sofrimento” (artigo 14 par. 1º) ou a “elevado grau de agressão” (artigo 15), o que revela claramente os propósitos dessa lei. Nas mãos do pesquisador, com respaldo num diploma jurídico perverso, os animais tornam-se meros objetos, matéria orgânica, a máquina-viva que se usa e depois é descartada. Como se eles fossem criaturas eticamente neutras. Por isso é que a Lei Arouca deveria ser revogada.
Não pode existir exercício regular de um direito à tortura, nem garantia constitucional à pesquisa científica sem limites éticos, tampouco autonomia absoluta da universidade que utiliza animais no ensino. A norma magna que protege a fauna, devidamente encampada pela lei ambiental, surgiu para resguardar a integridade física dos animais: sua melhor interpretação demonstra que o “princípio da senciência” deve prevalecer sobre qualquer outro, porque ele diz respeito a um valor concreto que se opõe à inflição de dor a seres sensíveis. Mas enquanto os métodos substitutivos não forem efetivamente aplicados, como deveriam ser, resta à população boicotar os produtos testados em animais e também exigir, no ensino, a garantia de objeção de consciência aos alunos que não queiram violar suas convicções pessoais e ideológicas. Grandes vultos da história já ergueram voz contra o massacre de animais submetidos à experimentação, como Voltaire, Vitor Hugo, Richard Wagner, Mahatma Ghandi, George Bernard Shaw, Leon Tolstoi, Hans Ruesch, Milly Shär-Manzoli, Pietro Croce, dentre outros tantos. Na atualidade os filósofos Peter Singer, Tom Regan, Gary Francione, João Epifânio Regis Lima e Sônia Felipe têm inspirado os ativistas dos direitos animais para que continuem firmes nessa luta. Afinal, a postura abolicionista é a única que se ajusta ao legítimo direito dos animais e ao mandamento constitucional que veda a crueldade.
Utopia ou não, o fim dos experimentos com animais poderia ocorrer com a edição de um texto legal simples e objetivo, ao estilo da Lei Áurea: “Art. 1º) Fica abolida a experimentação animal no Brasil. Art. 2º) Revogam-se as disposições em contrário”.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Testes em animais
Sou totalmente contra esses testes que não servem para nada, só atestam que os humanos são cruéis e sanguinários.
A vivissecção é uma crueldade que
deveria ser abolida o quanto antes. A maioria das experiências é perfeitamente
dispensável. Para outras, existem alternativas que em nada alteram os
resultados. Não se pode, em nome da ciência, ou de qualquer outra finalidade,
supliciar animais em centenas de sessões de tortura. E além disso, a
vivissecção é falha porque se baseia em medicina veterinária e os animais são
diferentes dos humanos na imunologia, anatomia, genética e também nas reações.
É fato comprovado que algumas drogas são cancerígenas em humanos mas não em
animais. Ações éticas e moralmente aceitáveis devem ser cada vez mais cobradas
pela sociedade. Não se pode evoluir às custas de sofrimento e dor de outra
criatura. Isso é involuir.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Filmagem secreta mostra experiências com macacos na Alemanha
Veja aqui
Um vídeo secreto (veja no fim da matéria), exibido na última quarta-feira (10.09), pelo canal de TV RTL em Stuttgart, Alemanha, tem causado muita discussão entre as autoridades . Com nome falso e portando uma câmera escondida, um ativista pelos direitos animais gravou imagens raras sobre as condições e o tratamento dados aos macacos utilizados para experimentação científica.
As imagens obtidas no Instituto Max Planck, em Tubingen, Baden-Würtemberg, mostravam os animais ensanguentados e visivelmente angustiados com o experimento, que tinha como objetivo analisar os processadores cibernéticos do cérebro. Muitos dos animais foram vistos com contrações incomuns embutidas na cavidade cerebral, enquanto outros foram largados em gaiolas sem comida ou água, como forma de obrigá-los a obedecer às regras. Aqueles que não obedeciam eram puxados das gaiolas por pinças gigantes.
De acordo com dois grupos que organizaram a operação, a União Britânica pela Abolição da Vivissecção (BUAV) e o Soko TierSchutz , alguns dos macacos estavam no laboratório há anos e foram sujeitos às experiências diversas vezes.
Políticos e grupos alemães de direitos classificaram tal experimento como cruel e impiedoso.
"Você pode pesquisar por anos, décadas, e não ter nada para dizer sobre os resultados reais desses testes" disse a ativista Cornelie Jäger. "Você não precisa mostrar nenhuma descoberta, apenas continua dizendo: 'isso é pesquisa básica.'"
Nicole Maisch, membro do Partido Verde, disse à Stern TV que "tais situações não deveriam existir. Alguma coisa está errada. Nós vimos imagens que vão contra a lei." No entanto, conselhos reguladores da cidade dizem que a experimentação é completamente legal”.
Os macacos, que foram importados da China e Ilhas Maurício, foram sedados para, em seguida, serem submetidos a implantes conectados em suas cabeças. A filmagem também mostra algumas das reações dos animais ao notarem o implante de plástico dentro de seus crânios. Alguns, em vão, tentavam arrancar os objetos que causavam coceiras excessivas e muita perda de sangue.
Ao longo da filmagem, o ativista também capturou cenas em que os macacos se mostravam incapazes de realizar funções normais, como andar ou usar os braços, além de muitas feridas infeccionadas em suas cabeças.
"Esses experimentos chocantes ainda acontecem porque a lei de experimentos animais alemã falhou em estabelecer a indispensável aceitabilidade ética de experimentação," escreveu Christina Ledermann, vice-presidente da Associação Federal de Pessoas pelos Direitos animais, em um blog.
Para ‘contornar’ a situação perante a sociedade, autoridades locais prometeram cobrar uma postura dos laboratórios para aplicações de testes dentro do Ato de Bem-Estar Animal, conforme a legislação do país.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Índia proíbe dissecação animal para salvar vidas preciosas
Olhar Animal
In an unprecedented move aimed at removing cruelty from higher education, India has banned dissection and experimentation on animals at the nation’s universities. Instead, students will learn about anatomy through humane alternatives, like computer simulators that replicate the experience without requiring any animals be killed.
According to an estimate from PETA India, the ban will save the lives of 19 million animals every year.
India’s University Grants Commission (UGC), which ordered an immediate end to training methods lethal to animals in both undergraduate and postgraduate programs, says the decision came about over concerns that too many animals were being taken from the wild.
“With the increase in number of institutions, more than a million students undergo programs requiring animal dissections. Most of these animals are caught from the wildlife,” the UGC wrote. “Their indiscriminate removal from their natural habitats disrupts the biodiversity and ecological balance… The case of frogs, the population of which has declined to alarming levels in recent times, is often cited as an example.”
In place of actual animals, the UGC suggests universities explore using one of the many "virtual dissection" computer simulators available on the market. Proponents say that such programs aren’t only more humane, but may also be a more effective education tool than actual dissections.
For Dr. Chaitanya Koduri, Science Policy Advisor at the UGC, the decision is about being both forward-thinking and compassionate-minded.
“By issuing a notification to eliminate animal dissection and experimentation for training purposes, the UGC will modernize science education across the country and save precious lives,” he says.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Vitóriaaaa!!!!!!
Leia aqui
Alckmin sanciona lei que proíbe testes em animais pela indústria cosmética
Medida ainda será regulamentada, mas empresas que desobedecerem ficam sujeitas a multa de cerca de R$ 1 milhão
Caio do Valle - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse nesta quinta-feira, 23, que promulgou o projeto de lei estadual que proíbe testes em animais na indústria de cosméticos, higiene pessoal e perfumes. A medida ainda será regulamentada, mas empresas que desobedecerem ficam sujeitas a multa de cerca de R$ 1 milhão por animal usado em teste.
Veja também:
Alckmin tem esta semana para decidir sobre proibição de testes em animais
Ativistas invadem laboratório para libertar cães usados em testes
Ciência ainda depende dos testes em animais
Caio do Valle/Estadão
Defensores dos direitos dos animais levaram cartazes para a porta do Palácio dos Bandeirantes
Apresentado pelo deputado estadual Feliciano Filho (PEN), o projeto de lei 777/2013 tramitou em caráter de urgência na Assembleia Legislativa, que o aprovou em dezembro.
"Fizemos um profundo e amplo estudo sobre o projeto de lei. Entedemos que a matéria deveria ser de âmbito nacional, esse seria o ideal, termos uma legislação para todo o País", afirmou o tucano em um pronunciamento no Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi, na zona sul da capital paulista. "O fator decisivo é você proteger os animais, como deve proteger o meio ambiente, os mais indefesos. Aliás, isso é um princípio constitucional, você não ter crueldade contra os animais."
A fiscalização será feita pela Secretaria Estadual da Saúde e deve começar ainda neste semestre. Testes com animais envolvendo questões de saúde ainda poderão ser feitos. Não há estimativa de quantos animais serão beneficiados com a medida.
A multa para quem não seguir a nova lei, que pode ser regulamentada em cerca de 90 dias, é de 50 mil Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps) por animal para a instituição que o utiliza, ou seja, cerca de R$ 1 milhão. Já o profissional que estiver utilizando uma cobaia, como veterinário, fica sujeito a multa de 20 mil Ufesps -- por volta de R$ 402 mil. Cada Ufesp custa hoje R$ 20,14.
São Paulo é o primeiro Estado do Brasil a adotar uma legislação que veta o uso de animais para confecção de produtos estéticos. Esse tipo de proibição já vigora em países da União Europeia e em Israel e na Índia, segundo Alckmin.
"De um lado temos a ciência, que é a mola propulsora, é o centro do desenvolvimento humano, da inovação, do emprego e da renda", disse o governador, que também destacou ter ouvido entidades de defesa dos animais, a indústria, além de cientistas e pesquisadores, entre os quais membros da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
No lugar dos animais já podem ser utilizados testes in vitro, simulações de computador e peles artificiais.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Aprendizado sem crueldade - Escolas de medicina veterinária chilenas substituem animais por simuladores em suas aulas
De longe, parece um cachorro de pelúcia sobre uma mesa procedimento. De perto não só tem o tamanho de um animal real, mas pesa como um e as batidas de seu coração mudam com a patologia que está sendo estudada.
É um simulador animal, um animal robótico que como manequins humanos usados por médicos nas escolas de medicina, ajudam estudantes de veterinária na prática antes de tratar pacientes reais, de modo que seus testes não causem dor aos animais. As informações são do La Tercera.
No Chile, algumas universidades já os têm e no mundo a tendência só cresce. Já é possível treinar suturas no tecido e intubação traqueal para o diagnóstico das doenças dos animais de fazenda de tamanho real.
“Os alunos que imediatamente enfrentam um animal vivo não têm habilidades e competências e têm um monte de insegurança para agir. O que fazemos ajuda o aluno a se sintonizar e se sentir mais confiante de que não irá prejudicar o animal”, disse Macarena Vidal, diretora da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Mayor, que usa modelos há três anos.
Rodolfo Paredes, diretor da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Andrés Bello, que também usa simuladores, acrescenta que não existem técnicas complicadas, mas existem as que requerem uma grande quantidade de tentativas e que faz com que a possibilidade de que um animal sofra é alta. Por exemplo, a instalação de um cateter para tratamento venoso.
“Agora você pode praticar com braços de cães que vêm com uma via. Preparamos um líquido especial que tem consistência de sangue e também forma coágulos, por isso, se o aluno faz errado a via se fecha e ele não será capaz de obter a amostra de sangue, por exemplo”, diz ele.
Dean Hendrickson, professor da Universidade Estadual do Colorado, nos Estados Unidos, e criador de uma série de simuladores de tecidos e órgãos, assegura que os alunos se sentem mais confortáveis com a cirurgia e têm melhores habilidades ao trabalhar com animais vivos se tiverem testado pela primeira vez com simuladores. “Começamos a usar simuladores no início do programa com os alunos e eles têm sua primeira experiência com animais vivos no terceiro ou quarto ano do programa”, diz ele.
O diretor da Escola de Medicina Veterinária da UNAB concorda e diz que os simuladores de animais não só permitiram aos alunos a lidar melhor com o seu trabalho, mas facilitou aos professores avaliá-los melhor.
Como os simuladores deixam evidência de erros processuais, os professores podem fazer curvas de aprendizagem e detectar quanto tempo leva para cada aluno dominar cada uma das técnicas ensinadas. “Estamos implementando as técnicas e avaliando o seu impacto. Basicamente, vemos o quanto eles aprendem, e tivemos resultados muito bons. As habilidades que os alunos aprendem ao trabalhar com os simuladores são muito boas”, diz ele.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Animais utilizados em experimentos científicos
É mais difícil ensinar a compaixão do que ensinar anatomia.
Alunos deveriam exigir que o uso de animais seja extinto! A lei brasileira já diz que se houver métodos substitutivos, e eles existem aos montes, é crime usar animais.
As maiores universidades do mundo já estão abolindo, inclusive várias que tem Medicina Veterinária.
PROCUREM CONHECER A OBJEÇÃO DE CONSCIÊNCIA, direito de qualquer aluno que não use animais sem implicar em perda no curso escolhido!
Vivissecção - tem que acabar!
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Ótima notícia!
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| Coelho albino, usado em testes de laboratórios no Brasil devido à pele sensível, segundo recomendação da agência sanitária Anvisa |
USP desenvolve pele artificial para evitar testes com animais
MAURÍCIO KANNO
colaboração para a Folha Online
colaboração para a Folha Online
Um laboratório da USP desenvolveu uma pele artificial que pode substituir testes de cosméticos em animais e ajudar também em sua redução nos testes farmacológicos.
Agora, as pesquisadoras estão em fase de contatos com empresas para viabilizar o financiamento da utilização do modelo desenvolvido, apesar de ele já estar pronto há cerca de um ano.
Vote na enquete: "Você é a favor da interrupção do uso de animais em testes?"
| Divulgação/USP |
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| Modelo de pele artificial desenvolvida pela USP constitui estrutura completa tripla e deve ajudar na substituição de animais em testes |
De acordo com a professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Silvya Stuchi, responsável pela pesquisa, já existem outros modelos de pele artificial sendo utilizados nos Estados Unidos e Europa. No entanto, há dificuldades de transporte e importação, já que é um material vivo e sensível.
Assim, quando há a demanda de não usar animais no Brasil --ou pelo menos usar menos--, o que acaba acontecendo é o envio dos princípios ativos dos cosméticos para testes no exterior. O problema é que a indústria brasileira gasta muito para fazer testes em outros países.
"Desenvolvemos uma estrutura de pele completa, com três elementos", diz Stuchi. "o melanócito, responsável pela pigmentação; o queratinócito, responsável pela proteção; e o fibroblasto, segunda camada", explica ela.
Tendência: sem animais
"A partir deste ano, na Europa, já não há testes em animais para cosméticos, é algo mandatório", afirma a professora Silvia Berlanga, corresponsável pela pesquisa na USP. "É uma tendência mundial."
Para cosméticos como filtro solar e creme antirrugas, a questão fica mais fácil de resolver com a pele artificial e por isso animais já foram totalmente substituídos no continente europeu. Porém, a questão fica mais dificil no que toca à indústria farmacêutica, diz Berlanga. "Os medicamentos podem envolver também ingestão via oral, ou mesmo endovenosa [pelo sangue]", explica ela.
Fármacos envolvem absorção pelo organismo, o que vai além da pele em si. Por isso, neste caso, o que ocorreu foi a redução do uso de animais, já que ao menos certas etapas de testes puderam ser substituídas.
| Divulgação |
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| Coelho albino, usado em testes de laboratórios no Brasil devido à pele sensível, segundo recomendação da agência sanitária Anvisa |
Motivações
O representante da Interniche (International Network for Humane Education) no Brasil, o biólogo e psicólogo Luís Martini, estima que ainda mais de 115 milhões de animais sejam usados por ano no mundo em experimentos e testes.
Uma motivação para a transferência para modelos de laboratório é a própria importância científica de trabalhar com a pele da própria espécie humana, que é específica. "Assim trabalha-se com algo mais fidedigno ao que é real", explica a professora Silvya Stuchi.
Martini esclarece ainda que, devido às diferenças fisiológicas entre as espécies, há "inúmeros casos em que medicamentos que foram desenvolvidos e testados em animais tiveram que ser retirados do mercado por terem causado efeitos adversos severos quando foram utilizados por seres humanos".
Outro motivo é a "ética da experimentação" ao lidar com os animais, como diz Berlanga. "Mesmo que fique mais caro com a pele artificial, é importante reduzir o uso de animais", diz ela.
George Guimarães, presidente do grupo de defesa dos direitos animais Veddas, vai mais além. "Consideramos isso [uso de animais] inaceitável do ponto de vista moral e ético, uma vez que esses animais não escolheram ser usados para servir aos nossos interesses."
O ativista e nutricionista afirma ter levado a Brasília, na época da aprovação da lei Arouca, que regulamentou os experimentos com animais em outubro de 2008, um total de 26 mil assinaturas buscando expor sua visão. Mas diz não ter obtido espaço com os parlamentares, que só recebiam "representantes das instituições científicas".
Martini completa dizendo que "os experimentos em animais causam dor e sofrimento". Assim, "segundo o princípio da igual consideração de interesses semelhantes, deveríamos respeitá-los nos seus direitos básicos que são o direito à vida, à integridade física e à liberdade."
Desenvolvimento
A matéria-prima utilizada para criar a pele é na verdade de doadores humanos mesmo, que fazem cirurgias plásticas --no caso do laboratório da USP, são utilizadas doações do Hospital Universitário. Assim, as células são cultivadas em placa de petri e são formados os tecidos, incluindo a derme e epiderme.
O objetivo original do desenvolvimento da pele, no entanto, que começou há 15 anos, foi para o estudo do melanoma, um tipo grave de câncer de pele.
De lá para cá, a professora Stuchi cita dois marcos importantes. O primeiro foi a parceria com os pesquisadores do Instituto Ludwig de Pesquisa Sobre o Câncer, estabelecido no Hospital do Câncer em São Paulo, com quem aprendeu muito o isolamento das células, a partir de 2005.
O segundo marco foi com uma primeira bolsa da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) entre 2007 e 2008, sua temporada como pesquisadora visitante na Universidade de Michigan, EUA. Lá adquiriu diversos tipos de tecidos de pele humana e pôde fazer testes com eles no Brasil, obtendo realmente o conhecimento sobre como fazer a estrutura da pele.
Em 2009, o projeto de pesquisa na USP obteve nova verba da Fapesp, por meio do qual, aprimoramentos no modelo de pele estão sendo realizados.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Vivissecção
Pequenos cristos
são imolados todos os dias
Tormento sem fim!
Expostos à crueldade
pelo "bem" da humanidade
Confinados em laboratórios
nas mãos de seus algozes
são drogados, amputados
cegados, eletrocutados
Ninguém os salva
da triste sina
E nem imagina
sua dor, seu suplício,
seu sofrimento e a falta de amor.
Mas existe a Lei Universal
do "aqui se faz, aqui se paga"
E a toda ação corresponde
uma reação de igual intensidade
E os que fizeram tamanha maldade
sofrerão na carne a mesma dor
Existe Justiça, afinal!
(poema de Ivana Negri)
domingo, 14 de outubro de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
Chega de Vivissecção!
Vivisseccionistas reúnem-se em Congresso
Por Libertação Animal 12/03/2012 às 22:02
A vivisseccção é um crime contra a vida. Cadeia para quem maltrata os animais. Vejam os nomes dos integurantes da quadrilha abaixo:
Diga não à vivissecção
Cadeia para quem faz isto
Um bando de pesquisadores nacionais e internacionais estarão reunidos em Foz do Iguaçu de 14 a 16 de março de 2012 no 13º Congresso Nacional e 1º Internacional da SBCAL, Sociedade Brasileira de Ciências com Animais de Laboratório.
Os pesquisadores (vejam nomes abaixo) ganham a vida explorando animais e defendendo a vivissecção (experimentos cruéis em animais). A vivissecção é uma fraude científica e serve apenas para enriquecer a indústria farmacêutica.
A vivisseccção é um crime contra a vida. Cadeia para quem maltrata os animais. Vejam os nomes dos integurantes da quadrilha abaixo:
Convidados Internacionais: Alberto Gobbi, Fernando Benavides, Cecília Carbone, Harry Rozmiarek, Shannon Luboiesky, Steven Nieme, Cynthia Pecow, Anabela Pinto, Klaas Kramer, Adela Rosenkranz, Vera Baumans.
Convidados Nacionais: Ana Lúcia Brunialti, Ana Maria Guaraldo, Andréa Ruiz, Aron Jurkiewicz, Cláudia Mori, Denise Tambourgi, Ekaterina Rivera, Gabriel Melo, Gui Mi Ko, Heloisa Allegro, Joel Majerowicz, Luiz Augusto C Passos, Luiza Braga, Marcel Frajblat, Marcelo Morales, Márcia Andrade, Márcio de Paula, Monica Andersen, Monica Lopes Ferreira, Nivea de Souza, Octavio Presgrave, Pedro Binsfeld, Regina de Luca, Regina Markus, Renaide Rodrigues, Rinaldo Bueno Ferreira, Rovilson Gilioli, Sang Won Han, Silvia Massironi, Silvio Valle, Sueli Damy Blanes, Vania Mattaraia, Vera Peters. Valderez B Valero Lapchik
O Congresso ocorrerá de 14 a 16 de Março de 2012 no Centro de Convenções do Hotel Golden Tulip Internacional Foz, na cidade de Foz de Iguaçu ? PR.
Fonte: http://www.cobea.org.br/
Para saber mais sobre a vivisssecção vejam estes sites:
- http://www.1rnet.org/ (InterNiche Brasil)
- http://www.fbav.org.br/ (Frente Brasileira para a Abolição da Vivissecção)
quarta-feira, 18 de julho de 2012
DEPOIMENTO EXCLUSIVO DE UM ALUNO DO TERCEIRO ANO DE MEDICINA DA UNISA (UNIVERSIDADE SANTO AMARO)
Por motivos óbvios, sua identidade não será revelada.
FP: no curso de medicina da UNISA vcs realizam vivissecção em qual ano e com qual frequência?
aluno: somente no terceiro ano, todas às sextas feiras.
FP: quantos cães são utilizados nas aulas?
aluno: atualmente de 8 a 9 cães.
FP: pq. atualmente?
aluno: até 2004 o número de animais era o dobro. De 16 a 17 cães por aula.
FP: qual o pior momento da aula?
aluno: o pior momento é quando eu vou buscar o cão no biotério. Já chorei várias vezes.
FP: como reagem os cães quando são buscados no biotério?
aluno: alguns ficam alegres com a nossa visita, abanam o rabo, acreditam em nós (esse é um dos momentos em que chorei), outros, parece que sabem o que vai acontecer e lutam pela sobrevivência. Reagem à nossa presença em sinal de defesa.
FP: como é o biotério?
aluno: um lugar muito parecido com um ccz. Tem o clima daquele lugar
FP: qual o nome dado a essas aulas e o tempo de duração?
aluno: técnica cirúrgica e bases da anestesiologia. Normalmente as aulas transcorrem das 9,30 às 13,30 horas
FP: quais os tipos de cirugia que o animal é submetido?
aluno: retirada de apêndice intestinal, parte do rim, parte do estômago,fígado, indução de parada cardíaca...
FP: quantas pessoas manuseiam o animal?
aluno: 4 pessoas
FP: alunos?
aluno: sim, 4 alunos supervisionados pelos professores.
FP: No final da aula, qual o destino dado ao animal?
aluno: ele é eutanasiado.
FP: alguma vez você presenciou um cão acordando da anestesia e com o corpo ainda aberto?
aluno: não, isso nunca acontece.
FP: alguma vez você ouviu algum professor comentar sobre métodos
alternativos?
aluno: sim, uma única vez no início do curso.
FP: ele disse porque razão para não usa os métodos alternativos?
aluno: disse, comentou que na Europa já se utilizavam modelos biológicos mas que no Brasil ficava inviável por causa dos altos custos.
FP: quantos alunos tem no seu curso de medicina e quanto você paga por mês?
aluno: o curso tem 480 alunos e eu pago R$ 2.300,00 por mês.
FP: 480 X R$ 2.300 é igual a R$ 1.104.000,00 por mês, você não acha que a faculdade ganha muito dinheiro para se negar a investir em métodos alternativos?
aluno: com certeza.
FP: você sabe que em S.Paulo tem uma lei que proíbe o CCZ de enviar animais para as instituições de ensino?
aluno: Sim, já ouvi dizer
FP: você sabe então, de onde vem os cães da UNISA?
aluno: já ouvi dizer que vem de Araraquara e do CCZ de Diadema, foi até um aluno por intermédio do pai dele que conseguiu isso para a faculdade.
FP: qual a raça e idade dos cães utilizados nas aulas?
aluno: viralatas, a idade varia. Tem desde filhotes até cães idosos. Uma vez durante a aula em que uma cadela estava sendo operada, notei que ela estava grávida. Dava prá sentir os filhotes no útero.
FP: alguma vez, você presenciou algum colega seu que não quizesse participar da aula e foi coagido?
aluno: não, nunca, mas já houve casos do professor dizer que você não pode faltar e se faltar a turma toda seria penalizada.
FP: então, isso não é uma forma de coação?
aluno: com certeza.
FP: você acha realmente fundamental esse tipo de aula para o seu
aprendizado?
aluno: a única coisa que realmente importa, é você aprender a lidar com intercorrências do tipo parada cardiorespiratória. O resto é desnecessário.
FP: você pretende se especializar em que?
aluno: cirurgião
FP: como você acha que vai se sentir quando tiver que operar um humano pela primeira vez?
aluno: nervoso, despreparado, completamente inseguro.
FP: isso significa dizer que as aulas de técnicas cirurgicas onde se
utilizam animais de nada adiantam?
aluno: praticamente sim
FP: você tem cães de estimação na sua casa?
aluno: sim, tenho 3
FP: e como você reagiria se entrasse na aula de técnica cirurgica e
encontrasse um deles sobre a mesa?
aluno: não dá nem prá imaginar
FP: para encerrar a entrevista, gostaria que você definisse a vivissecção
aluno: uma coisa muito cruel, estamos profanando o direito de viver de outros seres em nosso benefício próprio.
Bem meus amigos, este é apenas um caso. Imaginem 8 cães eutanasiados todas às sextas feiras durante sete meses. Isso significa dizer: 224 cães por ano. Num único curso e numa única universidade.
Um curso com 480 alunos que pagam em média R$ 2.300,00 e a faculdade acha caro os custos para se investir nos métodos alternativos.
OBSERVAÇÃO:
Esta entrevista foi realizada há cerca de um ano atrás.
Recentemente fui procurado pelo aluno alegando que atualmente a faculdade substituiu os cães por porcos!
terça-feira, 1 de maio de 2012
Experimentos em animais: BASTA!!!!
Gente, olhem a carinha dele...Não é de chorar? Odeio experimentos científicos, não importa para quais finalidades, devem ser abolidos. Temos tanta tecnologia, não precisamos mais cometer atos bárbaros em nome da ciência!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Mulher é utilizada em testes de laboratório à vista de todos como forma de protesto em Londres
Da Revista Época Negócios | A marca de cosméticos Lush cedeu a vitrine de sua loja na rua Regent Street, em Londres, para uma campanha contra produtos testados em animais. A empresa, que é conhecida por seu posicionamento ecológico e sustentável, organizou um “protesto” em parceria com a Humane Society International bastante chocante. Uma voluntária de 24 anos se submeteu a diversas práticas comuns em laboratórios de testes de produtos em animais ali, em uma das mais movimentadas ruas da capital britânica
A estudante de Oxford, Jacqueline Traide, permaneceu 10 horas na vitrine da loja. Ela foi forçada a comer, recebeu injeções, foi cobaia de testes de líquidos e cremes, teve seu cabelo raspado e sua boca esticada ao máximo por um aparelho de metal. “Espero plantar uma semente de consciência nas pessoas, para que elas realmente comecem a pensar sobre como os produtos são produzidos antes de comprá-los”, disse ela, que permaneceu muda durante todo o protesto.
O protesto chamou bastante atenção de quem passava. Centenas de pessoas ficaram chocadas ao assistir à sessão de “tortura”, segundo reportagem do tabloide britânico “Daily Mail”. “O irônico é que se fosse um cachorro na vitrine e nós estivéssemos fazendo todas essas coisas com ele, em poucos minutos teríamos a polícia e a Organização Protetora dos Animais aqui”, disse o gerente de campanha da Lush, Tmsin Omond.
A publicação destaca que, em muitos lugares do mundo, muitos animais estão passando pelos mesmos procedimentos e não recebem a devida atenção. “Apesar da prática ter sido proibida na União Europeia há três anos, ainda é legal na Grã-Bretanha receber produtos testados em animais que foram produzidos nos Estados Unidos ou no Canadá. Na China, inclusive, esses testes são exigidos por lei”, destaca Wendy Higgins, porta-voz da Humane Society International.
Ela disse ainda que é “moralmente impensável” que as empresas de cosméticos continuem a lucrar a partir do sofrimento de outros seres e concluiu: “não existe nenhuma justificativa para submeter os animais à dor por causa da produção de batons e sombras”.
Fonte: Vista-se
sábado, 24 de março de 2012
Dias do chimpanzé como cobaia podem chegar ao fim
New Iberia, Louisiana
Em uma jaula ao ar livre em forma de cúpula, dezenas de chimpanzés gritam. Os pelos das costas estão levantados.
Segundo a Dra. Dana Hasselschwert, chefe de ciências veterinárias do Centro de Pesquisas de New Iberia, "Isso é piloereção", um sinal de excitação emocional.
Ela pede aos visitantes que mantenham distância. Os chimpanzés costumam atirar pequenas pedras ou objetos mais perigosos quando ficam agitados.
A semelhança dos chimpanzés com os humanos os torna importantes para pesquisas, mas também gera muita solidariedade. Para os pesquisadores, esses animais podem significar a melhor chance de descobrir a cura de doenças atrozes. Para muitas pessoas, porém, eles são nossos parentes atrás das grades.
A pesquisa biomédica com chimpanzés ajudou a produzir a vacina contra a hepatite B e tem por objetivo produzir a vacina contra a hepatite C, que infecta 170 milhões de pessoas em todo o mundo. Contudo, há muito que os protestos contra essa pesquisa consideram-na cruel e desnecessária. Devido à grande pressão atual de organizações de defesa dos animais, a decisão judicial que porá um fim a este tipo de pesquisa nos Estados Unidos pode vir em um ano. Atualmente, apenas os Estados Unidos e outro país conduzem pesquisas invasivas com chimpanzés. O outro país é o Gabão, que fica na África central.
Segundo Wayne Pacelle, presidente e diretor executivo da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos, "este é um momento bastante diferente dos outros". "É o momento de tirar os chimpanzés da pesquisa invasiva e dos laboratórios", afirma.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Dias do chimpanzé como cobaia podem chegar ao fim
New Iberia, Louisiana
Em uma jaula ao ar livre em forma de cúpula, dezenas de chimpanzés gritam. Os pelos das costas estão levantados.
Segundo a Dra. Dana Hasselschwert, chefe de ciências veterinárias do Centro de Pesquisas de New Iberia, "Isso é piloereção", um sinal de excitação emocional.
Ela pede aos visitantes que mantenham distância. Os chimpanzés costumam atirar pequenas pedras ou objetos mais perigosos quando ficam agitados.
A semelhança dos chimpanzés com os humanos os torna importantes para pesquisas, mas também gera muita solidariedade. Para os pesquisadores, esses animais podem significar a melhor chance de descobrir a cura de doenças atrozes. Para muitas pessoas, porém, eles são nossos parentes atrás das grades.
A pesquisa biomédica com chimpanzés ajudou a produzir a vacina contra a hepatite B e tem por objetivo produzir a vacina contra a hepatite C, que infecta 170 milhões de pessoas em todo o mundo. Contudo, há muito que os protestos contra essa pesquisa consideram-na cruel e desnecessária. Devido à grande pressão atual de organizações de defesa dos animais, a decisão judicial que porá um fim a este tipo de pesquisa nos Estados Unidos pode vir em um ano. Atualmente, apenas os Estados Unidos e outro país conduzem pesquisas invasivas com chimpanzés. O outro país é o Gabão, que fica na África central.
Segundo Wayne Pacelle, presidente e diretor executivo da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos, "este é um momento bastante diferente dos outros". "É o momento de tirar os chimpanzés da pesquisa invasiva e dos laboratórios", afirma.
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