Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

MATADOUROS

O que ocorre no plano astral 

 Sou vegetariano há 50 anos e reconheço que eliminar vícios milenares não é nada fácil, a bebida alcoólica, o fumo, as drogas, o sexo irresponsável (sem amor), a inveja, o egoísmo, o desejo pelo poder, a riqueza, a prepotência, a indiferença, o orgulho, e assim vai... Os chamados “cristãos” dizem que “deus” colocou os animais para o nosso consumo, as chamadas “igrejas” pregam o carnivorismo, os chamados líderes religiosos afirmam tais práticas imagine os demais, não compreenderam o -Não Matarás- na verdade o planeta Terra é um plano de provas e expiações, ainda serão necessárias várias vidas para compreenderem que os animais são nossos irmãos em evolução como nós, o sofrimento é um Grande Professor, pelo Amor ou pela Dor deveremos atingir as Grandes Alturas, mas até lá, muito ranger de dentes... Os animais sofrem como sabemos, mas poucos percebem o desespero de nossos irmãos os animais e se dizem “religiosos”, “cristãos”, mas a cada um será dado de acordo com suas obras. Não sabem eles que existe um portal imenso para os espíritos vampiros agirem livremente e influenciando a todos com suas péssimas sugestões: “Enquanto houver matadouros haverá campos de guerra” Leon Tolstoi. Segue um triste cenário no mundo espiritual e que poucos percebem. Mas que segundo as profecias teremos em breve, um novo céu e uma nova terra, de acordo com o exposto no Apocalipse de Jesus, 21:1 – “E vi novo Céu e nova Terra, porque o primeiro Céu e a primeira Terra, e o mar já não existe”. Renovação de tudo: “Eis que faço novas todas às coisas” – Apocalipse de Jesus 21:5. - Rogério Vianna


Livro - Iniciação – Viagem astral Visita a um matadouro - Lancellin
  (...)
                                                                                                                                        19/01/2013
        Daí a pouco, demos entrada em um matadouro de gado bovino, ambiente turvado de um magnetismo deprimente, mas, antes, o nosso guia espiritual nos reuniu e falou com sabedoria:
        Meus irmãos, nunca são demais as advertências. Hoje não trouxemos mais companheiros encarnados por ser o ambiente muito inferior. É preciso, pois, muito equilíbrio emocional para que possamos ajudar sem ferir, ajudar sem julgamento, ajudar sem desprezar as coisas de Deus.
Cada fato se processa no lugar certo, e o que vamos contemplar agora, estudando, existe na Terra pelo que ela é. A escala que o nosso planeta atingiu até agora requer essa violência com as vidas inferiores.

 Caso um de vós altere as emoções, tornar-se-á visível a determinados Espíritos vampirizadores, o que irá dificultar os nossos trabalhos. Vamos nos lembrar do Mestre, quando advertiu desta maneira:
Vigiai e orai.
        Penetramos em um lugar assustador; estavam em círculo vinte vampiros, cuja descrição preferimos omitir. Com o chefe, formavam um magote de vinte e um.
O que estava chefiando vestia-se de vermelho encarnado, com uma espécie de capuz bipartido atrás e tendo nas pontas duas bolas pretas; no alto da cabeça, duas saliências o destacavam dos outros.

Os bois estavam em filas obrigatórias, devido às cercas laterais que os prendiam, sem que eles pudessem ao menos se mexer.

Ao passarem em determinado ponto, caía em suas nucas uma lâmina mortal. Logo adiante, um homem carrancudo fazia escorrer o sangue do animal já ajoelhado e exteriorizando suas dores.

        Eu sentia reações profundas, sem que as deixasse passar para as emoções. Confesso, estava encontrando dificuldades para me manter em equilíbrio.
Procurei a Dezenove e não a vi. Fiquei inquieto, e como Miramez sentiu que as minhas perguntas íntimas poderiam perturbar os trabalhos que requeriam muito silêncio, aproximou-se de mim e falou baixinho:

        Lancellin, não viste que ela começou a desmaiar, não suportando a visão do ambiente? Foi levado às pressas para o corpo de carne, pelo Padre Galeno.

        Cortei as minhas indagações e passei a prestar atenção no meu dever, o dever de informar pelas minhas anotações, com o cuidado que exigem a moral e a paz dos encarnados, transmitindo somente o que pode ser dito.
Parece que Miramez deixou que os vampiros iniciassem sua ação, para que pudéssemos ter uma idéia de como as coisas acontecem nos frigoríficos.

Quando o magarefe enterrou a lâmina no pescoço do animal, cortando-lhe as veias, o vampiro-chefe avançou em primeiro lugar e sorveu, de mais ou menos uma distância de trinta centímetros, o fluido do plasma sangüíneo com uma habilidade espetacular.

O plasma etérico se dividia, pela vontade dele, em dois jatos de energia que entravam pelas narinas e por sua boca, posicionada em forma de bico.

Era grande a satisfação. Depois que sugou de uns três animais, ante a inquietação dos outros, ele deu um sinal para o primeiro. Esse veio e fez o mesmo, sugando as energias vitais do animal.

Quando chegou a vez do quinto Espírito, senti que para mim era um sacrifício imputado aos meus sentimentos. Era demais! Então, pude observar que vampiro e magarefe era uma coisa só. Miramez segredou-me, mesmo estando eu com a emoção um pouco alterada:

        Vê Lanceilin! A mediunidade se processa em toda a parte. Este irmão está servindo de instrumento para os Espíritos da sua mesma faixa se alimentar com as energias do animal.


E o pior é que essa classe de Espíritos recebe magnetismo inferior do animal, fortalecendo seus instintos mais baixos, e transmitem para o mesmo animal, ou seja, para a sua carne e ossos, outro tipo de fluidos pesados na mesma freqüência, com os quais os homens, depois, vão inundar seus organismos.
É por isso que os comedores de carne dos animais mostram, de vez em quando, no cotidiano, algo que lembra esses Espíritos.

 Os espíritas se livram deste magnetismo inferior com os recursos dos passes, da água fluidificada e, por vezes, de prolongadas leituras espirituais; os evangélicos e também alguns católicos se libertam dele nos ambientes das igrejas, mas sempre fica alguma coisa para se transformar em doenças perigosas.

        A medicina tem quase a idade do planeta, se buscarmos sua origem, e quanto mais descobre remédios, mais surgem doenças, por lhe faltar um senso profundo, um entendimento mais correto sobre as causas. Ela trata, infelizmente, somente dos efeitos.
        Todas as causas são morais, na extensão desta palavra. O mundo todo se preocupa só em instruir a humanidade, esquecendo que o melhor é Educar, mostrar-lhe o valor do bem.

A salvação da humanidade encarnada e desencarnada está na descoberta do Amor, mas o amor universal.

        Senti grande bem-estar com a conversa de Miramez. Ele nos convidou para uma oração. O que... Pensei logo, oração aqui, neste ambiente aterrador?
        Reunimo-nos todos.

        Retifico: faltava um, o Padre Galeno, que não havia regressado. Fiquei pensando sobre o porquê do sacerdote não ter voltado, mas desliguei meus pensamentos disso.

O Padre Galeno era senhor das suas faculdades e sabia bem desempenhar seu papel de orientador. Antes que os vampiros continuassem seus exercícios das trevas, de sugar energias dos animais abatidos, Miramez fez alguma evoluções com as mãos, cortando as suas atividades, a contragosto deles, e passou a orar deste modo:
        Deus de eterna bondade!...

        Tem compaixão destes nossos irmãos, que não sabem o que fazem. Ajuda-nos a ajudá-los, no ponto que eles carecem desta assistência, sem violentá-los, colocando em suas mentes estacionadas no mal algumas advertências e tendências para o bem.

Que a influência do amor possa constituir uma verdade, uma luz, sem que se desfaça no regime de inferioridade. Compadece-Te deles!...
        Não queremos alterar nada que seja da Tua vontade, mas faze Senhor, o que deve ser feito e convoca-nos para os trabalhos que devem e podem ser mudados.

Pedimos para esses animais sacrificados, na linha evolutiva a que pertencem; que os anjos possam cuidar deles, como filhos também do Teu amor, na seqüência da Luz e do despertar.
        Cria Senhor, em nós, um ambiente de serenidade para assistir a tudo como sendo a Tua vontade, porque, se assim não fosse, nada disso aconteceria.

Novamente dizemos: faça-se a Tua vontade e não a nossa. Pedimos para a nossa companheira Dezenove, que não suportou a visão que teve a oportunidade de contemplar neste recinto de morte.
        Assim seja.

        Ouvi o chefe dos vampiros dizer:
        Tem alguma coisa no ar que não nos interessa, pois o ambiente mudou. De vez em quando se dá isso. Vamos embora! Pode ser uma traição da Luz, para nos prender. Não vamos ser escravos de ninguém, queremos a nossa independência! Vamos!


        Os que não puderam sugar a vitalidade dos animais saíram contrariados, blasfemando contra as ordens.

        Os animais, depois da oração de Miramez, enfrentavam o corredor da morte com serenidade.

 Entregavam-se aos rudes processos de evolução, tendo como instrumentos os homens, ou vampiros encarnados, servindo de motivo de escândalo. Miramez nos mostrava no ar a nuvem negra voando, dizendo:

        Olhai lá os vampiros dos matadouros volitando sob o comando do chefe vermelho. O Espírito que os dirige é mago negro e os domina a todos, tendo alguns poderes um tanto ou quanto desenvolvidos.
        Percebemos entristecidos, que na faixa em que eles volitavam ia ficando um odor repugnante. Finalizou Miramez:

        Ali o egoísmo se petrificou. Eles somente sentem e vêem as suas próprias necessidades. Mas, graças a Deus, a qualquer hora dessas surgirá à dor, que começa no centro da consciência e se derrama para a mente, de forma insuportável, de modo a anular todos os seus movimentos no mal.

 Ela os obrigará a pedir socorro a quem passar como prenúncio de arrependimento ou vestígio de oração. Surgirá o momento em que a Luz aproveitará para levá-los às devidas corrigendas. O Senhor, meus filhos, não criou ninguém sem os recursos de melhorar.

O ar, as chuvas, o sol, a luz, as águas, e por fim o amor, tudo isso existe porque está na Sua vontade. Tudo foi feito por Deus e se move Nele, obedecendo à Sua magnânima vontade.

Livro: Iniciação Viagem Astral
João Nunes Maia – pelo espírito Lancellin- Editora Espírita Fonte Viva

Projeto Saber e Mudar aos poucos e sempre.

- “Os homens cavam o próprio túmulo com o garfo diariamente”      Mahatma Gandhi


sábado, 16 de janeiro de 2016

A água que você não vê

A água é um recurso natural que precisa ser preservado para não faltar no futuro.
Vejam quanto de água é consumindo para a fabricação de 1 quilo de cada item.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Indústria de peles volta a crescer, impulsionada pelas passarelas

As peles, que voltam às passarelas das grandes capitais da moda, alimentam uma indústria em ascensão no norte da Europa, mesmo com o combate das organizações não-governamentais defensoras dos animais.
“Prefiro ir nua do que vestir peles”. A campanha da associação Peta, com uma lista impressionante de supermodelos nuas como Claudia Schiffer, Cindy Crawford e Naomi Campbell, contribuiu para combater o uso de peles nos anos 1990.
Duas décadas depois, as peles de vison e raposa são onipresentes nos desfiles de moda. Segundo o site ‘fashionista.com’, 70% dos estilistas utilizaram peles em suas coleções de inverno no ano passado. Esta tendência parece se confirmar nos desfiles deste ano.
A popularidade renovada do uso de peles é difícil de explicar, mas, segundo os profissionais, poderia ser uma consequência da crise de 2008.
“Quando a economia está em perigo, os políticos tendem a se concentrar nas questões fundamentais: Como reativar o crescimento? Como proteger o emprego? Como superar os obstáculos políticos que pesam sobre a economia?”, disse Bo Manderup, chefe do grupos de defesa europeu Fur Europe.
“O luxo do politicamente correto poderia ter evaporado com a crise”, acrescenta.
Em dez anos, a produção mundial de vison duplicou, chegando a 66 milhões de peles no ano passado, segundo a empresa de leilões finlandesa Saga Furs.
Apesar do aumento da produção chinesa, a Europa continua sendo a maior produtora, com a Dinamarca no topo da lista: os 1.400 criadores dinamarqueses exportaram peles de vison, em um total de 13 bilhões de coroas (1,7 bilhão de euros, 2,3 bilhões de dólares) no ano passado, o que de fato se transformou em seu principal produto de exportação para a China, onde as peles são trabalhadas e uma parte é comercializada.
A indústria, submetida à regulação do Conselho Europeu, que fixa a superfície mínima das jaulas em 0,8 m2 para a raposa e 0,255 m2 para o vison, criou selos de qualidade que, supostamente, devem garantir a origem dos animais e seu bem-estar.
É uma tentativa sem sucesso de “lavagem verde” (ou greenwashing, a apropriação de virtudes ambientalistas), segundo a associação austríaca Vier Pfoten (Quatro Patas), que acaba de divulgar imagens que teriam sido filmadas em uma criação da Finlândia, líder europeia na produção de pele de raposa.
Apesar de essa criação se orgulhar da etiqueta “Saga Furs”, que seria sinônimo de “práticas responsáveis”, as condições são de tortura, de acordo com a associação.
Os visons, após passar a vida confinados em condições precárias, são mortos de maneira cruel, geralmente com gás carbônico e as raposas recebem choques no ânus.
“Alguns comem carne, outros não. Respeito essa escolha, mas é uma escolha pessoal, não social. O mesmo acontece com as peles: alguns gostam, outros não”, diz Bo Manderup.
Graças às inovações técnicas e ao marketing, as peles renovaram sua imagem. Na Rússia e na China, elas se transformaram em símbolo de riqueza, como as marcas de luxo em couro.
O resultado é o que o preço do vison aumentou consideravelmente nos últimos anos.
Com informações do Estado de Minas.
Fonte: Veggi & Tal