Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Estados Unidos anunciam que puma oriental está extinto

No dia 16 de junho deste ano, os EUA declararam que o puma oriental está extinto. O animal já não é visto desde 1938, há quase 80 anos. Foto: Joshua Barnett/Flickr Commons
O U.S. Fish and Wildlife Service (Serviço de Vida Selvagem – FWS) declarou na semana passada que o puma oriental está oficialmente extinto e deverá ser removido da lista de espécies ameaçadas de extinção dos Estados Unidos. As informações são do NBC4i.
A subespécie ocupava o leste da América do Norte e o seu nome científico é puma concolor cougar, equivalente à onça-parda no Brasil.
De acordo com Mark McCollough, do FWS, o puma oriental costumava ser chamado de “felino fantasma”, porque nunca havia sido avistado por ninguém. Agora, sabe-se o motivo: acredita-se que o grande felino esteja extinto desde meados de 1930.
Segundo o FWS, os dois últimos pumas orientais foram vistos nesta época, e ambos foram mortos. Um foi morto por um caçador em Maine, em 1938. Antes disso, em 1932, outro havia sido encontrado morto em New Brunswick, no Canadá.
O FWS cita múltiplas razões pelas quais o puma oriental desapareceu, porém isso ocorreu sobretudo devido à caça e à perda do território. A população começou a declinar no século 19, quando os europeus chegaram e mataram os pumas para proteger o gado criado para consumo humano. O desmatamento em massa também limitou o território do puma oriental e acabou com os cervos, que eram a sua principal presa.

Fonte: ANDA

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Por que não devemos usar lã

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Existem muitas opções de lã sintética, não precisamos supliciar animais indefesos para retirar o que é deles e nasceu com eles.

1. About 25 percent of the world’s wool comes from Australia.

2. Young lambs’ ears are hole-punched, their tails are chopped off, and the males are castrated, all usually without anesthetics or pain relief.

3. It is considered “normal” in the Australian wool industry for approximately 3 million young lambs to die every spring.

4. Lambs sometimes die because of poor nutrition.

5. This wound is the result of a process called “mulesing,” and it’s standard practice in the industry.

6. During “mulesing,” workers carve huge strips of skin off the backs of lambs’ legs and around their tails.

7. Or workers attach vise-like clamps to their flesh until it dies and sloughs off.

8. In the rush to produce more wool, many sheep die from exposure after premature shearing.

9. An unnatural overload of wool also causes animals to die of heat exhaustion during hot months.

10. During shearing, sheep can sustain anything from nicks to complete amputations of their udders, ears, penises, and other body parts.

11. Eyewitness: “I have seen shearers punch sheep with their shears or their fists until the sheep’s nose bled. I have seen sheep with half their faces shorn off.”

12. During auction, the pens are crowded and sheep may die because of injuries or stress.

13. When sheep age and their wool production declines, they are sent to slaughter.

14. Millions of live sheep are shipped from Australia to the Middle East and North Africa every year.

15. A 2005 report stated that about 38,000 sheep died in transit. In most cases, their carcasses were thrown overboard.

16. In New Zealand, methane emissions from enteric fermentation, coming mostly from sheep, make up more than 90 percent of the nation’s greenhouse-gas emissions.

Don’t support an industry that treats sheep as disposable and not as the smart, sensitive, dignified animals they are. Sheep deserve better. 


Read more: http://www.peta.org/living/fashion/shocking-wool-facts/#ixzz2q7gaWsCb

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Visita ao Matadouro



VISITA AO MATADOURO


(Foto: divulgação)
Passei alguns de meus últimos anos no interior de São Paulo, fiscalizando fontes de poluição ambiental: usinas de açúcar e álcool, fábricas que processamento de polímeros, fundições etc. Mas nada me pareceu tão poluente e agressivo quanto os curtumes e abatedouros de animais. Estas atividades são, é claro, extremamente poluentes, mas pretendo falar sobre este assunto em outra ocasião. Gostaria de reservar este momento para falar sobre uma outra forma de violência, aquela que presenciei nos matadouros e abatedouros de animais.
Embora o sofrimento do animal que será abatido se inicie já em seu nascimento, é no matadouro que ele encontra o seu fim. Não é um fim agradável, tranquilo ou sem dor, como muitas pessoas querem acreditar. As pessoas são levadas a crer que os animais que lhes servem de alimento levaram uma vida de prazeres, brincando nos campos com outros animais de fazenda e que em determinado dia estes foram transportados e abatidos de forma indolor. Esta é a imagem que a indústria da carne nos passa, com suas propagadas de animais sorridentes e suas embalagens coloridas que quase não sangram.
As pessoas não acreditam, ou não querem acreditar, que animais de corte tiveram toda uma existência miserável, privados da luz do sol, do ar fresco, de pisar a terra. O objetivo de uma criação de animais de corte não é, é claro, o bem estar dos animais. O objetivo é lucro, produzir mais carne, em menor espaço e no menor tempo possível. Desta maneira ovinos, suínos e frangos são criados em locais com alta densidade de indivíduos, em espaços mínimos que limitam seus movimentos e o desempenho das atividades mais
básicas, características de suas espécies. Os bovinos ainda são criados de maneira extensiva no Brasil, mas esta realidade tende a se alterar com o aumento na demanda e profissionalização do setor.
Descrever o que acontece em um matadouro não é uma tarefa fácil. Provavelmente ler sobre o que lá se passa também não seja, mas acredito que temos a obrigação de divulgar estas verdades, e desfazer os mitos que se formam, de que os animais não sofrem com o abate. Todo aquele que se alimenta de animais tem o dever de conhecer este último e importante passo na vida da comida que tem em seu prato. As descrições que se seguem representam o que pude presenciar do abate de animais. Quando forem citados procedimentos diversos aos quais presenciei, farei menção a isto.
Matadouros de gado
Os animais são transportado em caminhões de transporte de gado, geralmente contendo 12 animais, que tentam se manter em pé enquanto o veiculo se desloca. Os animais são geralmente trazidos de fazendas próximas ao abatedouro, mas em alguns casos provêm de localidades mais distantes, o que significa que este transporte pode durar várias horas. O caminhão adentra o matadouro e os animais são descarregados a chutes e pontapés em um terreiro cercado (imagino que eles foram colocados no caminhão também na base do chute). Neste terreiro os animais ficarão à espera por algumas horas, pois os abates quase sempre ocorrem durante a madrugada.
Não pude presenciar a hora em que o abate começa, devido ao horário, mas imagino que os animais são enfileirados no corredor que leva à sala onde serão abatidos. Nas primeiras horas da manhã é evidente o estresse que estão vivendo os que ainda esperam a vez de entrar na sala do matadouro, pois estes presenciaram a morte de todos os animais que foram na frente. Seus olhos aparecem saltados na órbita, bem irrigados de sangue, e seus mugindo são desesperados e frenéticos.
Estes animais ouviram o que aconteceu com os animais que foram à sua frente,sentiram o cheiro de seu sangue e possivelmente viram alguma cena desagradável, é claro que resistem até onde podem para não passar pelo corredor que leva à sala do matadouro. Por este motivo, um funcionário do estabelecimento os força a fazê-lo dando chutes e eletrochoques através de uma vara. O animal vivencia um verdadeiro pânico, e tenta recuar, mas é empurrado para a frente pelo animal que vem atrás, que também está levando eletrochoques. Ele tenta se jogar para os lados, mas as barras de aço só lhe permitem que avance para a frente.
Ao entrar na sala do matadouro, o animal presencia por cerca de um minuto o que está sendo feito com seus companheiros, alguns já pendurados, alguns sendo fatiados em diferentes processos, seu sangue e suas tripas espalhados pelo chão da sala. O animal em vão tenta escapar, mas está completamente cercado por barras de aço. Neste momento o animal sofre o processo que se chama “insensibilização”. No caso dos matadouros que estive visitando, esta insensibilização é feita com uma pistola pneumática, mas em muitos matadouros a insensibilização ainda é feita a golpes de marreta. A pistola pneumática dispara uma vareta metálica no crânio do animal, perfurando-o até o cérebro.
Diz-se que este é um método “humanitário”, pois o animal não sofre dor e permanece desacordado por todo o resto do processo, mas a verdade é que não podemos saber se aquele animal de fato não sentiu dor. Certamente a pistola o torna imóvel, mas o animal não parece desacordado, apenas atordoado e impossibilitado de reagir. Algumas vezes, um mesmo animal precisa ser insensibilizado mais de uma vez, o que mostra que este não é um método “humanitário” nem indolor.
No passo seguinte, o animal é pendurado de cabeça pra baixo em uma corrente, suspenso por uma das patas traseiras. É possível que neste momento o peso do animal trate de romper alguns de seus ligamentos, destroncar seus membros. No momento em que o animal é suspenso, percebo que sua cabeça ainda se move. O funcionário do matadouro diz que são espasmos, contrações involuntárias, que o animal já não pode sentir. Mas seus olhos ainda piscam, a língua ainda se mexe, tentando conter o vômito e puxar para dentro o ar. Este animal não está sentindo dor?
O animal é então sangrado, degolado, estripado e esfolado. O sangue que jorra é recolhido em parte para uns tonéis, mas a maior parte cai em uma canaleta. As fezes e o vômito são recolhidos em outra canaleta. Com enormes facas sua barriga é aberta e as tripas são jogadas no chão. Alguns animais ainda parecem se mexer nesta etapa e a impressão que tenho é que eles podem ver suas tripas no chão. O sangue e as tripas serão encaminhados para o setor de processamento de embutidos (linguiças, salsichas, etc).
O couro destes animais que servem para a produção de carne não é considerado de boa qualidade, mas mesmo assim ele é retirado para uso menos refinado. Após isso o animal é baixado e são retirados os testículos, as mamas, patas e língua. Estas ‘peças’ são comercializadas como iguarias ou são encaminhados para o setor de ‘graxaria’, de onde sairá o mocotó e a gelatina.
Como os matadouros que visitei possuíam uma grande produção, uma “linha de desmontagem” como diriam alguns, pouca atenção era dada para cada animal e mesmo na etapa de retirada do couro e desmembramento, alguns animais ainda estavam se mexendo. Neste matadouro o couro é retirado quase completamente por uma máquina que parece uma máquina de fazer massas, o funcionário apenas tem que separar o couro em alguns pontos.
Finalmente, ocorre o corte seccional da “peça”. O animal é dividido em duas metades e a carcaça é lavada. Neste momento, dependendo da finalidade, o animal poderá ser retalhado em cortes ou sua carcaça poderá ser levada para o frigorífico. Quando a carne chega à câmara fria, o calor do animal ainda emana dela. As carcaças são penduradas em ganchos enfileirados e apesar do frio, o cheiro nauseante da carne é perfeitamente perceptível. Dali a carne seguirá para os açougues e mercados.
Fonte: ANDA

terça-feira, 2 de junho de 2015

Proteínas


As proteínas também estão nos vegetais. 
Na tabela encontramos a % de CALORIAS DERIVADAS das PROTEÍNAS . Não somente é a proteína vegetal suficiente, mas ela é também superior à proteína animal. Os produtos animais são realmente mais ricos em proteína do que os produtos vegetais e isto, contrariamente à crença popular, não traz   benefícios à saúde, mas sim prejuízos.