Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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terça-feira, 31 de março de 2015

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Sua mensagem se juntará a de milhares de pessoas para mover as Nações Unidas

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quarta-feira, 25 de março de 2015

sábado, 21 de março de 2015

Animais não são comida!

Acredite, de fato você não é um carnívoro! Um predador! Se fosse mataria com suas garras e dentes e comeria sua vítima com coração ainda pulsando. A constituição orgânica (anatomia, fisiologia, bioquímica) humana mais se assemelha aos herbívoros. Pesquise.
Fonte: Ética e Defesa Animal

terça-feira, 17 de março de 2015

Resposta a um pseudo-filósofo

Alfaces realmente não choram. Humanos e porcos, sim. Tirar uma cenoura da terra e sangrar uma galinha não são a mesma coisa

Eventualmente, quando lemos um artigo, podemos ficar em dúvida se o autor realmente acredita naquilo que escreveu ou se é despreocupadamente panfletário. No segundo caso, podemos concluir que consiste em pilhéria, afronta desrespeitosa que causa polêmica, mas não pela razão devida.

Em "A ética das baratas" ("Ilustrada, 16/9), o senhor Luiz Felipe Pondé se refere à corrente filosófica denominada ética animal como "seita verde", "mania adolescente".

Qualificou aqueles que a defendem como "pragas", "ridículos", "adoradores de barata", "hippies velhos que fazem bijuteria vagabunda em praças vazias" e "pessoas com
problemas psicológicos". Nunca tínhamos lido nada assim. Objeções sim, claro, mas nada nesses termos.

Segundo Pondé, Peter Singer, da Universidade Princeton, Tom Regan, da Universidade da Carolina do Norte, Laurence Tribe, de Harvard, Cass Sunstein, da Universidade de Chicago, Andrew Linzey, de Oxford, além de tantos outros, inclusive dos autores deste arrazoado, são "ridículos", "hippies velhos", "pragas"...

Singer, ao contrário do afirmado por Pondé, nunca sustentou, sem qualquer mais, que "bicho é gente". O que Singer afirma é que pelo menos alguns animais são suficientemente semelhantes a nós a ponto de merecer uma consideração moral também semelhante, adotando o critério da senciência ou consciência, com ênfase na capacidade de sofrer.

Pondé, que não leu e/ou entendeu Singer, faz, então, uma leitura da natureza para dizer que ela "mata sem pena fracos pobres e oprimidos". O que isso tem que ver? Concluímos que devemos agir assim com animais e seres humanos? Embora a natureza não possa ser reduzida a isso, qual moralidade se pode extrair de fatos naturais?

Ora, milhões de seres humanos são fracos, pobres e oprimidos. Os juízos de valor sobre a correção ou o erro de determinadas condutas são pertinentes somente aos agentes morais. Por isso, carece de qualquer sentido avaliar eticamente a conduta do leão de atacar a zebra. Essa interdição, porém, não nos impede de analisar a nossa conduta diante de outros humanos e animais.

Pondé pergunta: "Como assim não se deve matar nenhuma forma de vida'?" Quem proclama isso, senhor Pondé? Certamente não é a ética animal. Nem a ética da vida. O que se afirma é que não se deve matar sempre que se possa evitar isso. O que significa que não é irrelevante matar uma barata ou que se está autorizado a matar uma vaca para satisfazer o paladar.

A ciência nos informa que alfaces não sofrem --este é um estado atrelado a fisiologia que elas não têm. Alfaces realmente não choram, senhor Pondé. Humanos e porcos, sim. Tirar uma cenoura da terra e sangrar uma galinha não são a mesma coisa. Podar um galho de árvore ou cortar a pata de um cão também não. É o senso comum mais elementar.

Ridicularizar é recurso para desqualificar: como muitas vezes feito, desprestigia a serenidade da argumentação acadêmica para angariar os risos da plateia por meio de artifícios sofistas. Todavia, como alertou santo Agostinho, uma coisa é rir de um problema, outra é resolvê-lo. E nós, senhor Pondé, não estamos sorrindo.

FÁBIO CORRÊA SOUZA DE OLIVEIRA, 38, é professor de direito dos animais na Universidade Federal do RJ
DANIEL BRAGA LOURENÇO, 38, é professor de ética ecológica na Universidade Federal Rural do RJ
CARLOS NACONECY, 51, é pesquisador do Centro de Ética Animal da Universidade Oxford (Inglaterra)

FONTE: Folha de SP

terça-feira, 10 de março de 2015

Farra do Boi

Farra do Boi
Muito triste saber que as pessoas ainda se comprazem com o sofrimento dos animais.
E como a Farra do Boi é considerada crime de menor potencial ofensivo, as pessoas não são punidas e ficam livres para fazer mais crueldades!
O animal sofre em agonia por horas antes de ser linchado!
Um absurdo!
E os algozes ainda tem coragem de comer a carne judiada deles...
Como o ser humano é maldoso!
Depois, vão na igreja rezar...

sexta-feira, 6 de março de 2015

CARTAZES CONTRA FOIE GRAS SÃO CENSURADOS NO METRÔ DE PARIS

Fonte: Cultura Veg

27 FEVEREIRO 2015
paris metro1
Para a ONG vegana francesa L214, o dinheiro seria o único problema para divulgar o veganismo no metrô de Paris durante o período de festas. Durante o Natal e o Ano Novo é muito comum que os franceses comprem e financiem de diversas maneiras a produção do foie gras, o qual é um patê feito de fígado inflamado de ganso e que envolve uma crueldade absurda contra o animal.
paris metro2O Ganso é o animal torturado cruelmente pela indústria do Foie Gras
Para produzir o foie grãs é necessário forçar na goela do animal, um funil que vai até o seu estômago e em que se tem adicionada ração. Sendo forçado a se alimentar, o ganso adoece e seu fígado inflama pelo alto grau de toxicidade desenvolvido em seu organismo. É este fígado adoecido e inflamado que será usado para confeccionar o patê ou foie gras, o qual é considerado como iguaria cruel no Brasil e é usado nas festas francesas.
paris metro3Metrô de Paris
Para alertar a população sobre o problema, a ONG vegana L214 resolveu preparar e divulgar uma campanha sem imagens fortes contra o foie gras e que apelasse para a compaixão dos seres humanos. Assim, eles esperavam também que os cartazes fossem autorizados pela empresa responsável pelas propagandas no metrô de Paris “Media Transports” e ARPP o que, para a surpresa dos ativistas, não aconteceu.
paris metro4Publicidade no Metrô de Paris
Na primeira tentativa, o cartaz dizia que os filhotes fêmeas de ganso são moídos vivos na produção de foie gras (veja abaixo). Segundo justificativa da empresa ARPP, a afirmação foi excessiva e poderia chocar a sensibilidade do público, sendo então o pedido negado.
paris metro5Tradução: "Na produção de fois grãs, os filhotes fêmeas são triturados vivos."
Na segunda tentativa, foi feito então um cartaz diferente (veja abaixo), mas não houve resposta alguma por parte da empresa e na terceira, a resposta só veio quando as Festas já haviam passado. “Nós confirmamos que propagandas com este tipo de mensagem não são desejadas no período de Festas”.
paris metro6Tradução: "Fois grãs: quando a gente sabe, a gente para."
paris metro7Tradução: "Todos nós faríamos o mesmo gesto para salvar suas vidas. Não deixemos que uma fatia de foie gras nos faça esquecer. Recusemos o foie gras!"
Apesar disso, podia-se ver uma série de propagandas de produtos com foie gras em todos os metrôs de Paris.(Veja abaixo)
paris metro8Tradução: "Você vai se esbaldar de Foie Grass"


terça-feira, 3 de março de 2015

Hamburguinho de lentilhas (vegano)


Deixar de molho (de véspera) meio pacote de lentilhas.
Cozinhar, temperar a gosto e passar no processador junto com 2 pãezinhos integrais e uma cebola. Pode colocar um pouco de aveia também.
Fazer os hamburguinhos, passá-los no trigo ou pó de rosca, e dourar dos dois lados numa teflon.