Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



Seguidores

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Feliz Natal sem sangue! Paz para os animais também!

Comemore o nascimento do Menino Jesus sem assassinatos, sem mortes, sem violência. faça uma ceia Vegetariana!






Assado de Natal  - só sofrimento...





segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Pesquisa revela que o número de vegetarianos dobrou desde 2009 no Reino Unido


Isso tem muito a ver com o cantor mais ilustre da Inglaterra, o beatle Paul Mac Cartney
que trabalha em prol do vegetarianismo e na proteção aos animais no grupo Peta

Uma nova pesquisa divulgada na semana passada revela que o vegetarianismo é mais popular do que nunca no Reino Unido. O grupo de pesquisa Mintel anunciou novas estatísticas para coincidir com o Dia Mundial do Vegetarianismo , revelando que um em cada oito adultos do Reino Unido é agora vegetariano ou vegano. E esse número aumenta para um em cada cinco jovens de 16 a 24 anos.De acordo com a Mintel Global Food Science, as perspectivas para o mercado de alimentos sem carne a nível mundial é positiva, e que o número de produtos vegetarianos duplicaram desde 2009
Fonte: ANDA

sábado, 13 de dezembro de 2014

Espiritualidade dos animais


*POR QUE SOFREM OS ANIMAIS, SE ELES NÃO EXPIAM?*
(Parte 1)
Para compreender essa questão, devemos considerar que nos encontramos num mundo de PROVAS e EXPIAÇÕES. Assim, o sofrimento não está relacionado apenas a expiações.
PROVAS são aprendizados e elas são necessárias à evolução de todos, sejam humanos ou animais.
No caso dos animais, por meio da “CONJUNÇÃO DOS CONTRÁRIOS”, isto é, sensações de “dor X amor”; “medo X proteção”; “frio X calor”; etc, opera-se o desenvolvimento da Consciência dos Animais. Desta forma é que não se pode conceber a ideia de evolução sem um mínimo de sensações a que costumamos interpretar como sofrimento.
Especificamente no caso de animais domésticos, quando estes adoecem é um momento de muito aprendizado, em que o animal desenvolve mais consciência de si mesmo e há um desenvolvimento rudimentar de fé, já que para eles somos como Deuses e eles confiam plenamente em nós.
Eles também desenvolvem sentimentos de fraternidade e solidariedade, conforme cuidamos deles nesse momento de DOR, mas também de muito AMOR, porque o tutor se dedica a ampará-los.
Isso tudo, no entanto, vale apenas para sofrimentos NÃO causados pelo ser humano aos animais.
Todo sofrimento causado pelo ser humano aos animais, que não se limite à nossa NECESSIDADE de sobrevivência, é um ABUSO* das Leis Divinas.
[*Isso inclui, nos dias de hoje, os abates de animais em matadouros para consumo de sua carne, considerando a total desnecessidade da ingestão de carne para nossa boa nutrição e sobrevivência.
(Livro dos Espíritos: "No seu estado atual, o homem tem direito ilimitado de destruição sobre os ANIMAIS? - Esse direito é regulado pela NECESSIDADE de prover à sua alimentação e à sua segurança; O ABUSO JAMAIS FOI UM DIREITO." )
Obviamente, a maioria absoluta das pessoas não têm esse conhecimento sobre nutrição e julgam o consumo de carne uma necessidade, por isso é DEVER de quem já tem esse conhecimento informá-las quanto a isso. Sem essa informação, não se pode considerar que a pessoa incorre em abuso; ela também está sendo vítima, na verdade.]
Deus permite que assim seja por sermos dotados de Livre Arbítrio para os atos da vida espiritual, uma vez que já possuímos discernimento moral (consciência do bem e do mal).
O Livre Arbítrio faz parte das Leis Divinas. Se não o tivéssemos, seríamos meras máquinas e a Lei do Progresso não poderia se realizada para nós, de forma que não poderíamos evoluir.
Assim, a Espiritualidade Superior não tem permissão para impedir que façamos um mal a um animal.
Mas o certo é que, sendo responsáveis por nossos atos, por todo mal que praticarmos teremos de pagar, pela dor ou pelo amor.
Não devemos nos conformar com o sofrimento animal. A Doutrina espírita nos orienta a despertar os demais companheiros encarnados para que tenha fim esse tipo de violência no planeta. Assim, devemos lutar por mudanças, e não ficarmos indiferentes. Porém, sempre com resignação, confiando nos desígnios de Deus, que ainda não temos condição de compreender em sua plenitude.
Nas palavras de Caibar Schutel:
“Bem-aventurados os que se revoltam contra a injustiça, mas são resignados e calmos.
Ai dos indiferentes, dos acomodatícios, dos covardes, dos servis, que em proveito próprio aplaudem a injustiça!
Há muita diferença entre a resignação e a indiferença.
A resignação é a conformidade ATIVA nos inevitáveis acontecimentos da vida.
A indiferença é a submissão PASSIVA às injustiças deprimentes.
O indiferente é um anormal: tem cérebro e não pensa; tem coração e não sente; tem alma e não ama.
O resignado não aparenta sofrimento, porque conhece a Lei de Deus e a ela se submete com humildade.”
Texto: Espiritualidade dos Animais
www.facebook.com/EspiritualidadeDosAnimais

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Natal é uma festa que celebra o amor e a paz! Será mesmo?...

 O Natal é uma festa que celebra o amor e a paz...

 Mas para os animais é um holocausto, uma festa de terror
 Confinados, sem amor, sem carinhos, só judiados

 Viver uma vida sem poder ver o sol e nem se mexer para engordar rápido
 O desespero estampado nos olhos
 Indo para o abate

 Num mar de sangue
Suas carnes sendo rasgadas

Que prazer há em ver esses olhos e ainda comer sua carne?




 Para eles é só horror, medo e sofrimento

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Crueldade na criação de perus

Fonte: ANDA

Investigação revela a cruel realidade da criação e morte de perus

Uma investigação realizada pela PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) da Alemanha revelou o cruel processo de criação de perus. A produção é tão altamente mecanizada que os animais se tornaram híbridos incapazes de se reproduzirem naturalmente. As aves suportam repetidas vezes a invasiva e dolorosa inseminação artificial.
Nas instalações industriais chamadas “parent farms” ou “fazendas de reprodução”, as aves são presas e um tubo de inseminação conectado a uma mangueira de pressão é inserido na sua cloaca. O sêmen, que é coletado regularmente dos machos, é injetado, e as fêmeas são então levadas de volta para o escuro e sufocante galpão onde vivem. Essas aves utilizadas como reprodutoras suportam este processo inúmeras vezes, em ciclos de produção de 26 semanas antes de serem mortas.
Os ovos fecundados são levados para incubadoras, e, em seguida, os perus recém-nascidos são encaminhados para a engorda. Mesmo que o tempo de vida natural dos perus seja de até 15 anos, as fêmeas são mortas com apenas 16 semanas e os machos com 21.
Os perus crescem rapidamente de maneira anormal e apresentam excesso de peso. Eles têm problemas nas patas, mutações esqueléticas e problemas cardiovasculares, e quase todos os perus criados em fazendas industriais são aleijados. Embora eles recebam quantidades maciças de antibióticos, muitos sucumbem a doenças.
O sofrimento não termina nas fazendas. Os sobreviventes são violentamente chutados, jogados, arremessados no chão e enfiados em caminhões lotados antes de serem levados para os matadouros, onde seus corpos quebrados são pendurados em linhas de montagem, para que então sejam mortos