Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Tratando seres vivos como coisas ...

Tipo de notícia que dá nojo...
Tratam os seres vivos como meros objetos.
Um bezerro tem que engordar cada vez mais rápido para ser abatido com maior rapidez, tal é voracidade humana em devorar sua carne e em obter lucros cada vez mais altos.
isso é "ser humano"..
E os animais gostam de carinho como qualquer ser vivo!
veja aqui

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Assinem as petições


A maioria da lã do mundo vem da Austrália. A ovelha mais comumente criada são aquelas para ter a pele enrugada, o que significa mais lã por animal.

Essa sobrecarga de lã natural faz com que muitas ovelhas entrem em colapso até morrerem de exaustão e de calor durante os meses quentes, e as rugas absorvem urina e umidade. Atraídas pela umidade, as moscas depositam ovos nas dobras de pele, e as larvas eclodem podendo comer a ovelha viva.

Para evitar isso, fazendeiros australianos realizam um procedimento bárbaro chamado "mulesing" onde eles cortam pedaços de pele profundamente, deixando imensas feridas abertas que infeccionam.

Mulesing é uma cruel tentativa de criar uma pele mais lisa que não irá absorver umidade, mas as feridas sangrentas e expostas muitas vezes se tornam infectadas . Muitas ovelhas submetidas a mutilação do mulesing ainda sofrem mortes lentas e agonizantes devido às infecções.
A "Benetton" é a maior compradora dessa lã australiana.
As que resistem, são vendidas vivas ao Oriente Médio para serem abatidas e a pele utilizada para a fabricação de botas.
NÃO USEM LÃ ! USEM ACRÍLICO QUE ESQUENTA TÃO BEM QUANTO A LÃ E É LIVRE DE CRUELDADE !

A tosquia é cruel. Não usem lã de carneiros, existem lãs sintéticas isentas de sofrimento animal

Petições / Petitions :

 https://www.change.org/petitions/ugg-australia-stop-mutilating-torturing-and-killing-sheep-to-make-ugg-boots

 https://www.change.org/petitions/io-boicotto-benetton-e-tu

 http://www.thepetitionsite.com/688/411/352/stop-cruel-and-painful-lamb-mulesing/

 http://action.petaasiapacific.com/ea-action/action?ea.client.id=110&ea.campaign.id=14262

sábado, 15 de novembro de 2014

Arte - Premiação na Argentina




Matéria na Revista da Associação Paulista de Medicina Regional Piracicaba Dez 2014
Edição especial de número 100

Matéria no Jornal de Piracicaba

GAZETA de PIRACICABA

Jornal de Piracicaba
O médico radiologista piracicabano Cassio Fernando França de Negri ganhou o primeiro lugar na categoria amador no 4º Palaeoart Exhibition, concurso argentino ligado ao Congresso Internacional de Paleontologia.
Seu desenho vencedor foi o Piracicaba Pleistocênica, onde faz uma volta ao tempo, revelando os animais que habitam o Brasil entre 2,5 milhões e 11,5 mil anos atrás.
Outros 29 trabalhos, de várias partes do mundo, também receberam homenagens.
A programação aconteceu entre 10 e 12 de outubro em Mendonza.
Negri sempre gostou de desenhar, mas o tempo para se dedicar a arte é curto.
“Na verdade nunca fiz nenhuma aula, mas gosto muito”, afirmou.
O seu trabalho vencedor demorou cerca de um ano para ficar pronto.
“Eu estava fazendo o desenho quando soube do concurso. Sempre gostei de imaginar como seria Piracicaba há 10 mil anos, então fiz uma paisagem sobre como seria nossa fauna. Quando terminei o trabalho enviei para o concurso. Foi uma surpresa quando soube da premiação”, disse.
De acordo com o médico e artista, há teorias que afirmam que o Brasil também abrigava animais “gigantes”. Informações sobre o evento estão em ipc4mendoza2014.org.ar.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Ninguém é obrigado a fazer testes em animais em qualquer curso



Comissão de Métodos Substitutivos de Piracicabafoi criada com o intuito de auxiliar todas as pessoas que não desejam realizar testes em animais em suas respectivas graduações. Somos um grupo autônomo, não hierárquico, que atua no acompanhamento daquelas e daqueles que abriram os olhos para as falácias das pesquisas científicas realizadas em animais.

Segundo o art. 5º, incisos VI e VII, da nossa Constituição Federal, é inviolável a liberdade de consciência e ninguém poderá ser privado de seus direitos por motivo de convicção filosófica ou política, sendo necessário que a universidade ofereça, obrigatoriamente, uma alternativa em substituição à exploração animal.

Você não está só, existem muitas outras pessoas que não desejam realizar testes em animais, entre em contato com a gente para que possamos construir um mundo livre de especismo.

metodossubstitutivospiracicaba@gmail.com ou aqui pelo facebook!

“Pergunte aos vivisseccionistas por que eles experimentam em animais e eles responderão: ‘Porque os animais são como nós’. Pergunte aos vivisseccionistas por que é moralmente ‘OK’ experimentar em animais e eles responderão: ‘Porque animais não são como nós’. A experimentação animal apóia-se em contradição de lógica.”

terça-feira, 4 de novembro de 2014

PALITANA, NA ÍNDIA, SE TORNA A PRIMEIRA CIDADE VEGETARIANA DO MUNDO

O site de notícias Worldcrunch relata uma mudança histórica em Palitana, cidade indiana que se tornou a primeira cidade vegetariana do mundo.
Por trás desta mudança estão monges Jainistas, que passaram por greve de fome para pressionar o Estado de Gujarat a proibir o abate de animais em sua cidade. A greve de fome foi bem sucedida e o governo de Gujarat proibiu o abate de animais e a venda de carne e ovos.
O jainismo é uma das religiões mais antigas do mundo e prega um caminho de não-violência para com todos os seres vivos. Na Índia, cerca de 5 milhões de pessoas o praticam e estão de concordo com a proibição.
“Todos neste mundo – seja animal ou ser humano ou uma pequena criatura – a todos foi dado o direito de viver por Deus”, diz Virat Sagar Maharaj, um monge Jainista. “Então, quem somos nós para tirar esse direito deles?”

Vegan Outreach

sábado, 1 de novembro de 2014

Consumo de carne de morcego pode ter ajudado a deflagrar ebola

Fonte BBC Brasil
A carne defumada de animais selvagens é vendida livremente em países africanos

O início da atual epidemia de ebola e das mortes mais de 4 mil pessoas por causa da doença pode ter se dado em uma vila na Guiné, no leste da África, quando uma criança que comeu morcegos.
A criança de dois anos, apelidada de infante zero, vivia no vilarejo de Gueckedou, uma região em que a carne deste animal é consumida frequentemente.
Sua família deste paciente disse ter caçado duas espécies de morcego conhecidas por hospedar o vírus. A criança morreu em dezembro de 2013.
Morcegos não são os únicos animais menos convencionais que podem parar nas mesas de famílias africanas: chimpanzés, ratos, cobras e até porco-espinhos são mortos para um consumo.
Nem sempre apenas a fome é levada em conta neste hábito. Trata-se de uma prática popular, porque alguns tipos de animais são considerados uma iguaria.
Estima-se que na Bacia do Congo, por exemplo, as pessoas comam cinco milhões de toneladas de carne de animais selvagem por ano.