Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Iscas de soja - receita

Colocar 1 xícara de proteína de soja em água fervente. Quando ficar bem mole, espremer toda a água.
Temperar com shoyo, alho e cebola ralados e um pouco de sal ( o shoyo já é salgado).

Colocar na panela de pressão com um mínimo de água por uns 5 minutos após apitar. Abrir a panela e se ainda tiver água, deixar ferver destampada até secar.

* receita do primeiro prato da foto, os outros mais acima são picadinho de bife de soja e salsichas veganas com mostarda e catchup)

sábado, 20 de setembro de 2014

AGROPECUÁRIA É RESPONSÁVEL POR 90% DO DESMATAMENTO ILEGAL NO BRASIL

Derrubada irregular dá lugar ao gado e à soja. Grande parte dos produtos é destinada à exportação para Rússia, China, EUA e União Europeia, revela estudo.
Veja mais neste  link
Entre 2000 e 2012, a agropecuária foi responsável por metade do desmatamento ilegal nos países tropicais. No Brasil, até 90% da derrubada ilegal da floresta neste período ocorreu para dar lugar ao gado e à soja. Os números fazem parte de um estudo da organização Forest Trends, divulgado na quinta-feira 11.
Segundo o relatório da ONG americana baseada em Washington, as situações mais críticas foram registradas no Brasil e na Indonésia. No Brasil, parte considerável dos produtos cultivados nessas áreas ilegais vai para o mercado externo: até 17% da carne e 75% da soja. Os destinos incluem Rússia, China, Índia, União Europeia e Estados Unidos.
Brasil e Indonésia são os maiores produtores do mundo de commodities agrícolas para a exportação. O que é colhido nas terras desmatadas ilegalmente nesses países vai parar em cosméticos, produtos domésticos, alimentos e embalagens.
"Naturalmente, os países compradores também são responsáveis. Afinal, eles estão importando e consumindo produtos sem prestar atenção em como foram produzidos. Consequentemente, estão criando uma demanda. E as companhias envolvidas no negócio estão lucrando", avalia Sam Lawson, principal autor do estudo e consultor de instituições como o Banco Mundial e Greenpeace. Ele calcula que esse tipo de comércio gere uma receita de 61 bilhões de dólares, cerca de 140 bilhões de reais.
A pesquisa foi feita ao longo dos últimos três anos e reuniu dados publicados em mais de 300 artigos científicos, informações da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e dados de satélite.
Ao mesmo tempo em que o estudo aponta o Brasil como líder nesse tipo de ilegalidade, ele reconhece que o país reduziu dramaticamente o desmatamento desde 2004. A taxa de derrubada ilegal na Amazônia caiu mais de 70% se comparada aos índices medidos entre 1996 e 2005.
"No Brasil, as florestas também estão dentro de propriedades privadas. E, em muitos casos, o único documento que o produtor rural tem para justificar sua plantação é um certificado de posse da terra. Eles não têm, necessariamente, a permissão para cortar a floresta para dar lugar a essa plantação", diz Lawson.
Francisco Oliveira, diretor do Departamento de Políticas de Combate ao Desmatamento na Amazônia, do Ministério de Meio Ambiente, diz que a apropriação irregular de terras públicas, ou "grilagem", é uma das principais causas do desmatamento ilegal. "Um grileiro nunca vai buscar uma autorização de desmatamento", acrescenta.
O corte da mata também é feito por proprietários regulares de terra. Mas nem todos respeitam a lei: muitos retiram a vegetação nativa para expandir plantações sem a devida autorização, que é dada pelo governo estadual. Para aumentar o rigor na fiscalização, o governo federal pretende exigir que os estados repassem as autorizações de supressão de vegetação concedidas aos proprietários.
A legislação nacional obriga as propriedades rurais privadas a manter no mínimo 20% da vegetação natural, a chamada Reserva Legal. Por outro lado, ainda não existem dados oficiais que mostrem quem cumpre a lei. A esperança de separar "o joio do trigo" está no Cadastro Ambiental Rural (CAR), introduzido com o novo Código Florestal para ajudar no processo de regularização.
Esse cadastro tem que ser feito por todo proprietário e trará informações georreferenciadas do imóvel, com delimitação das Áreas de Proteção Permanente, Reserva Legal, entre outros. "A pessoa sabe que entrou para um sistema e vai tomar os devidos cuidados para não desrespeitar a legislação, e quer ser respeitada por isso", analisa Oliveira.
Cinco campos de futebol de florestas tropicais são destruídos a cada minuto para suprir a demanda por commodities agrícolas. A FAO também vê esses números com preocupação. A organização estima que, até 2050, o mundo precisará de cerca de 60 milhões de hectares extras para suprir a demanda por comida.
Para Keneth MacDicken, especialista em assuntos florestais da FAO, seria possível fazer essa expansão sem agredir as florestas. "Aumentar a produtividade, melhorar as técnicas e diminuir o desperdício são fundamentais", diz.
Para acabar com a produção agropecuária em terras desmatadas ilegalmente, é importante mostrar que a legalidade é rentável. "Nesse processo, empresas como a Embrapa são muito importantes. Porque elas ajudam os proprietários rurais a produzir de forma mais eficiente e mais rápida", exemplifica MacDicken.
Além do aumento na fiscalização e vigilância por satélite, Oliveira, do ministério de Meio Ambiente, aposta na parceria com produtores para mostrar que o consumidor também está ficando mais exigente. "Os compradores de soja no mercado internacional não estão querendo atrelar o nome ao desmatamento ilegal na Amazônia." Essa percepção criou a chamada "moratória da Soja", em que produtores se comprometeram a não estender o cultivo para áreas desmatadas.
Lawson só vê uma saída: "Nada vai funcionar se os governos não tomarem providências contra a ilegalidade". O pesquisador admite que, hoje, o tema é mais discutido entre produtores e consumidores do que há dez anos. No entanto, se os números do desmatamento associado à expansão da agropecuária ainda são altos, a conclusão é que "esse combate ainda não está sendo feito como deveria".
Fonte: Carta Capital / Deutsche Welle 
Nota do Olhar Animal: Sempre bom lembrar que a maior parte da soja produzida tem como finalidade a alimentação de gado no Brasil e no exterior. E também que a crise hídrica vivida hoje no Sudeste é atribuída ao desmatamento na Amazônia e seu impacto na formação dos chamados "rios voadores", que levam a umidade para a região. Este é o preço a pagar pelos humanos por continuarem a consumir produtos de origem animal. Se a total falta de sensibilidade para o dever moral de reconhecer e respeitar os interesses dos animais impede que o holocausto para estes seres termine, é bem possível que suas consequências ambientais, que já estão causando danos também para humanos, coloquem um termo na exploração.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Filmagem secreta mostra experiências com macacos na Alemanha




Veja aqui

Um vídeo secreto (veja no fim da matéria), exibido na última quarta-feira (10.09), pelo canal de TV RTL em Stuttgart, Alemanha, tem causado muita discussão entre as autoridades . Com nome falso e portando uma câmera escondida, um ativista pelos direitos animais gravou imagens raras sobre as condições e o tratamento dados aos macacos utilizados para experimentação científica.
As imagens obtidas no Instituto Max Planck, em Tubingen, Baden-Würtemberg, mostravam os animais ensanguentados e visivelmente angustiados com o experimento, que tinha como objetivo analisar os processadores cibernéticos do cérebro. Muitos dos animais foram vistos com contrações incomuns embutidas na cavidade cerebral, enquanto outros foram largados em gaiolas sem comida ou água, como forma de obrigá-los a obedecer às regras. Aqueles que não obedeciam eram puxados das gaiolas por pinças gigantes.
De acordo com dois grupos que organizaram a operação, a União Britânica pela Abolição da Vivissecção (BUAV) e o Soko TierSchutz , alguns dos macacos estavam no laboratório há anos e foram sujeitos às experiências diversas vezes.
Políticos e grupos alemães de direitos classificaram tal experimento como cruel e impiedoso.
"Você pode pesquisar por anos, décadas, e não ter nada para dizer sobre os resultados reais desses testes" disse a ativista Cornelie Jäger. "Você não precisa mostrar nenhuma descoberta, apenas continua dizendo: 'isso é pesquisa básica.'"
Nicole Maisch, membro do Partido Verde, disse à Stern TV que "tais situações não deveriam existir. Alguma coisa está errada. Nós vimos imagens que vão contra a lei." No entanto, conselhos reguladores da cidade dizem que a experimentação é completamente legal”.
Os macacos, que foram importados da China e Ilhas Maurício, foram sedados para, em seguida, serem submetidos a implantes conectados em suas cabeças. A filmagem também mostra algumas das reações dos animais ao notarem o implante de plástico dentro de seus crânios. Alguns, em vão, tentavam arrancar os objetos que causavam coceiras excessivas e muita perda de sangue.
Ao longo da filmagem, o ativista também capturou cenas em que os macacos se mostravam incapazes de realizar funções normais, como andar ou usar os braços, além de muitas feridas infeccionadas em suas cabeças.
"Esses experimentos chocantes ainda acontecem porque a lei de experimentos animais alemã falhou em estabelecer a indispensável aceitabilidade ética de experimentação," escreveu Christina Ledermann, vice-presidente da Associação Federal de Pessoas pelos Direitos animais, em um blog.
Para ‘contornar’ a situação perante a sociedade, autoridades locais prometeram cobrar uma postura dos laboratórios para aplicações de testes dentro do Ato de Bem-Estar Animal, conforme a legislação do país.

sábado, 13 de setembro de 2014

Você já comeu a Amazônia hoje?



SVB


Você já comeu a Amazônia hoje? Esta pergunta, mote de uma campanha realizada anos atrás pelo Instituto Peabiru (sediado em Belém/PA), representa bem a 
expedição feita pela SVB à Amazônia em janeiro de 2014.
Durante dez dias, três representantes da organização participaram de uma expedição que passou por comunidades ribeirinhas do Rio Amazonas, próximo à divisa entre Amazonas e Pará.
O objetivo era simples: colher informações e imagens, muitas imagens, da devastação da exuberante floresta amazônica pela atividade pecuária e, também, relatos das comunidades - em especial a respeito dos seus hábitos alimentares e efeitos disso na sua saúde.
 
Se fosse necessário resumir em uma frase o aprendizado e o vasto material recolhido e gravado, ela poderia ser "É impossível falar em preservação da floresta amazônica sem falar no problema do consumo de carnes e derivados". E nós vimos este fato com os nossos próprios olhos.
A base da expedição foi Faro/PA - onde, aliás, a SVB conseguiu após dias de diálogos implantar a Campanha Segunda Sem Carne no âmbito da prefeitura, tornando-se Faro a primeira cidade da Região Norte a aderir a campanha (sobre este assunto, leia mais aqui).
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Foto: Marly Winckler

Mas o aspecto que mais chamou a atenção da equipe foi realmente a relação que as comunidades tinham com a pecuária. Os ribeirinhos vivem, ainda, uma ilusão de que o melhor investimento do mundo é comprar um rebanho (mesmo que isso acabe totalmente com as suas economias) e viver da renda gerada por esta atividade pecuária. Entretanto, os testemunhos que vimos de pequenos proprietários de terra e de pequenos rebanhos mostram o contrário: estes pequenos pecuaristas são pessoas pobres, presas ao seu rebanho e à sua atividade, seduzidas e hipnotizadas por um caminho de vida pouco próspero e que, ademais, lhes impede de tentar caminhos melhores (para eles, para os animais e para o meio ambiente) como por exemplo o cultivo de espécies agrícolas vegetais.

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Foto: Guilherme Carvalho

E nesta região da divisa AM-PA, em que as rodovias não chegam, a floresta teve a chance de se manter um pouco mais preservada. O Amazonas, por exemplo, é tido como o estado menos desmatado de toda a Amazônia brasileira. Mesmo assim, ficou muito claro na pesquisa que, nas áreas onde há algum desmatamento, ele tem como atividade motivadora principal a pecuária. E isso é particularmente verdade nas beiras de rios e várzeas, que estão entre as terras mais férteis e também críticas para a preservação dos rios. Para piorar, sabe-se que "onde o boi pisa, não se planta" (ouvimos essa máxima algumas vezes, da boca de moradores locais, durante nossa estada) - ou seja, pôr o gado numa terra, de certa forma, invalida aquela terra para qualquer produção agrícola.

"Para que tudo isso?", nos perguntávamos. "Para que toda essa brutalidade com um ecossistema exuberante e único, junto ao sofrimento dos animais, à violência social imposta aos próprios pequenos pecuaristas e à incidência de doenças crônicas como obesidade e hipertensão?"

E a incidência dessas doenças foi classificada como crescente por diversos profissionais de saúde a quem entrevistamos. Segundo a Secretária de Saúde de Faro/PA, a prevalência de hipertensão é crescente e preocupante, e isso se deve ao menos parcialmente ao padrão alimentar - que exclui uma variedade de frutas, legumes e verduras, incluindo em vez disso grandes quantidades de muita carne. As duas médicas cubanas recebidas em Faro para o programa "Mais Médicos" confirmaram a informação.

Para completar a experiência "Para que tudo isso", visitamos com muita dificuldade o abatedouro de Parintins/MA, onde acompanhamos, de perto e com muito pesar, o pavor de dezenas de animais sendo preparados para o abate.

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Foto: Marly Winckler

Algumas entidades que trabalham a temática do desmatamento na Amazônia propõem, como uma das soluções à devastação da floresta oriunda da pecuária, a intensificação da criação de gado. Querem, de maneira incoerente e inaceitável, diminuir o espaço que os bois ocupam, às custas de ainda mais sofrimento e de áreas plantadas para produzir ração para esses animais. Outros defendem a aquacultura - mais uma vez subjugando animais a sofrimentos ainda maiores -, e outros preferem simplesmente fingir que não precisam falar sobre o tema.

A solução para o problema do desmatamento na Amazônia (ou pelo menos uma parte importante da solução) é conhecida, é simples e pode resolver uma série de outros problemas. A solução se chama vegetarianismo. E o vegetarianismo precisa ser adotado cada vez mais nas grandes cidades, que são os principais demandantes daquela cadeia de sofrimento e devastação na Amazônia. Só não vê quem não quer, e a SVB está determinada a garantir que todos vejam.

Do conteúdo colhido e produzido na expedição, resultará um ou mais vídeos educativos que a SVB pretende usar para estimular uma abordagem consciente e coerente da questão amazônica.

A criação de animais para consumo é o grande vilão do desmatamento da Amazônia. Aprendemos, com informações palpáveis, que é absolutamente impossível falar em redução ou eliminação do desmatamento amazônico sem seguir o vegetarianismo e falar claramente sobre esta problemática da carne.

E você, já comeu a Amazônia hoje?

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

E quando nossas florestas acabarem?...

Imagens chocantes da destruição da Amazônia. 
Somos o pasto do mundo!
O Brasil se gaba de ser o maior exportador de carne do mundo!
Destruímos nossas preciosas florestas para transformá-las em pastos a fim de abastecer de carne os países de primeiro mundo.
E quando a floresta morrer por inteiro???

 Mais imagens da Amazônia devastada aqui


Fotos de Rodrigo Baleia


domingo, 7 de setembro de 2014

Você teria coragem?


De matar você mesmo o animal para consumir sua carne?
Não tem?
Por que então delega o serviço para outros? Não deixa de ser cúmplice do crime

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Cobra mata cozinheiro que a degolou

Ato final: antes de morrer, cabeça de cobra se vinga picando a mão do cozinheiro que morre antes de qualquer ajuda chegar

O chefe de cozinha ao preparar um prato feito de carne de cobra morreu após a cobra picar sua mão 20 minutos depois que ele tinha cortado sua cabeça de seu corpo.

Fan Peng de Foshan, morador da província de Guangdong, sul da China, tinha vindo  preparar um prato especial feito de Cobra Indochina, uma iguaria rara. Assim que ele cortou a cabeça do animal, ela o mordeu
injetando seu veneno mortal. A cobra estava sendo cortada para ser transformada em uma sopa especial, que é uma iguaria em Guangdong, aliás, um prato muito procurado  na província em restaurantes de alta qualidade.

O cliente Lin Sun, 44 anos, que estava no restaurante com sua esposa Su no momento disse: "Nós estávamos no restaurante para comemorar   o aniversário da minha esposa, quando de repente, houve muita comoção. Nós não sabíamos o que estava acontecendo, mas podia ouvir gritos vindos da cozinha. Houve pedidos para que um médico no restaurante, mas, infelizmente, pelo tempo de assistência médica chegou o homem já havia morrido. Depois que ficamos sabendo não conseguimos ficar para continuar com a refeição."

A polícia diz que Peng morreu antes que pudesse receber o anti-veneno no hospital. Vítimas da cobra Indochinese, geralmente, morrem asfixiadas porque a neurotoxina paralisa o sistema respiratório.

Um porta-voz da polícia disse: "É um caso muito raro, mas que parece ser apenas um acidente. O homem teve uma reação muito grave depois da mordida. Não havia nada que pudesse ser feito para salvar o homem. Somente o anti-veneno poderia ter ajudado, mas, não deu tempo. Ao preparar o prato preparou na verdade sua morte. Foi apenas um acidente trágico. "

Especialista cobra Yang Hong-chang, que passou 40 anos estudando cobras,  diz que todos os répteis podem funcionar por até uma hora depois de perder partes do corpo, ou até mesmo todo o seu corpo. "É perfeitamente possível que o animal permanecesse vivo a ponto de morder a mão de Peng, disse ele. "No momento em que uma cobra perde sua cabeça, as  funções básicas do corpo cessam, mas ainda há alguma ação reflexiva. Isso significa que as cobras têm a capacidade de morder e injetar veneno, mesmo após ter a cabeça cortada.". Veja o vídeo