Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



Seguidores

domingo, 30 de março de 2014

Roberto Carlos, Friboi e o seu show em Curitiba

Blog do Bronca: Roberto Carlos, Friboi e o seu show em Curitiba:

Sobre o comercial da Friboi

A reação negativa do público já era prevista. O que ninguém esperava era uma sucessão de erros tão grande. A esta altura, você já deve ter visto e, incrédulo, revisto diversas vezes o comercial estrelado por Roberto Carlos e amigos para a Friboi, marca de carnes da alegada terceira maior empresa de alimentos do mundo, a JBS. Nela, o cantor está esperando sua refeição em um restaurante, quando o garçom lhe serve sua massa de sempre.

O pobre homem não sabe que Roberto voltou a comer carne vermelha, desde que seja da Friboi! Todos riem alegremente enquanto o som sobe com o clássico "O Portão", de 1974. A reação foi tão negativa que os comentários no Facebook do cantor passaram a ser monitorados. Qualquer que seja o assunto lançado pelos moderadores, as mensagens de "decepção" e "repúdio" aparecem.

No final do dia de ontem, a Friboi desabilitou a opção de avaliação de seu canal oficial - de tão desastrosamente evidente que o público havia se voltado contra a peça.

E por que tanto repúdio? Abaixo, algumas opções possíveis:

01. Porque usa da intimidade do artista para fazer dinheiro. Esse é o mesmo artista que quatro meses atrás ia à televisão reclamar o direito do artista ao “privado, particular” e mobilizar outros artistas com o objetivo de “evitar a exposição da intimidade”. A campanha do Friboi mostra que, dependendo da altura da montanha de dinheiro, uma questão de foro tão íntimo quanto o que comemos ou deixamos de comer pode, sim, ser negociada.

02. Porque revela o despreparo da equipe de Roberto. Era óbvio para qualquer um acostumado aos tsunamis de opinião da internet que a reação popular seria negativa. Os jornalistas o alertaram, aliás, durante a coletiva em que anunciou o contrato publicitário, semana passada. Se Tony Ramos virou alvo, por que seria diferente com alguém que não é ator e há 30 anos cantava que queria ser civilizado como os animais? A campanha da Friboi mostra o quão altas são as torres erguidas pelo “rei” Roberto e de que tipo de assessores se cercou. Na certa, a estas horas devem estar reunidos dizendo: “Não liga, não Roberto, é tudo inveja!” Em volta de seus suculentos pratos de carne, dificilmente o assunto dos almoços de Roberto Carlos é a música

03. Porque Roberto nem era vegetariano realmente. O vegeterianismo, por definição, exclui do cardápio tudo o que não for de origem vegetal. Alguns adeptos mais radicais abrem mão, inclusive de alimentos derivados de animais, como ovos e laticínio. Pois logo depois de parar de comer carne vermelha no final dos anos 1970, e mesmo depois de parar de comer aves, Roberto continuou comendo peixe normalmente.

04. Porque arranca um clássico do imaginário de seu próprio público.. “O Portão” foi a música que puxou seu disco de 1974. Fala de um personagem arrependido que retorna à família que o amou. Erasmo sempre a usa como exemplo do método “cineminha” que criou com o parceiro para compor, relatando as cenas e criando metáforas – é orgulhoso especialmente do verso “meu cachorro me sorriu latindo”. A interpretação da letra é aberta o suficiente para tratar tanto de um “filho pródigo” à moda da Bíblia, como de um homem (ou mulher) que conseguiu valorizar o casamento do qual havia pensado em desistir. Assim, entrou na vida de milhões de pessoas, de seus filhos e de seus netos. E agora o próprio cantor vem e a usa para vender bife, rebaixando as memórias de seu público à altura de um negócio qualquer.

05. Porque o comercial é constrangedor. Com aquela mesma luz azul-espiritismo que envelopa tudo o que leva seu nome, Roberto está em um restaurante acompanhando dois casais: seu filho Dudu e a esposa, e seu empresário Dody Sirena e a esposa. Considerei escrever que alguém pensou que essa mistura de almoço de negócios com almoço em família daria alguma legitimidade à campanha, mas, sinceramente, não consigo imaginar o que quiseram transmitir com a escolha do elenco.

06. Porque o dinheiro do cachê deveria ir ao garçom, não ao cantor. É constrangedor o tempo que Roberto demora para emitir o nome da empresa que lhe está pagando milhões para fazê-lo. Quem anuncia o fabricante da carne, na verdade, é o garçom. E, como bem notou Rafinha Bastos, quando finalmente o faz, fica ainda mais constrangedor: “É Friboi, claro!”. Como assim, “claro”? Será que Roberto reconhece o fabricante apenas de olhar para um bife?

07. Porque “O Portão” já vendeu cigarro. Agora, todos os milhões e milhões de fãs de Roberto Carlos estão discutindo os malefícios da carne vermelha e a crueldade no abate de animais.. Para ajudar no debate, Marili Roberto lembrou sabiamente que “O Portão”, a música escolhida para ilustrar a “volta” de Roberto ao reconfortante mundo da carne vermelha, já foi usada para vender cigarros Continental em 1976, dois anos depois de ser lançada.

08. Porque Roberto Carlos não publica um álbum inédito há onze anos.. O comercial nos joga na cara o que, educadamente, o historiador Paulo Cesar Araújo vem repetindo em suas entrevistas: o mundo de Roberto deixou há muito de respirar música. Agora, seu tempo é gasto com cruzeiros, processos contra escritores, ECAD, Procure Saber”, empreendimentos imobiliários e anúncios de carne. Fica ainda mais doloroso se lembrarmos que enquanto o mercado de discos do Brasil ia de vento em popa, ele lançava excessivos e desleixados um álbum por ano. Será que, até 2003, seu interesse maior era artístico ou mercadológico? É uma dúvida legítima que a campanha da Friboi nos dá o direito de levantar.

09. Porque não apenas ele não publica um álbum de inéditas há onze anos, mas ele tenta nos convencer a comprar gravações antigas de novo. Sabe qual o último lançamento de Roberto? Um single virtual de “Cartas de amor”, música que ele já havia lançado em 1984, que já era um sucesso de Aguinaldo Timóteo de 1967 que já era uma versão de “Love Letters”, música de 1945. A música, da trilha da novela Em Família, deveria ser uma gravação recente, mas, sem tempo para a música, Roberto preferiu usar o fonograma de 1984. Antes de “Cartas de amor”, Roberto havia tentado nos convencer a comprar um disco de remixes de seus sucessos antigos, de olho no mercado natalino de 2013.

10. Porque o dinheiro, como sempre é para ele mesmo. Dispensa dizer que Roberto Carlos não precisa do dinheiro que embolsou com a campanha da Friboi. Bob Dylan também não precisava do dinheiro que embolsou na recente (e também polêmica) campanha da Chrysler que estrelou. Mas Dylan já cansou de usar sua imagem para defender direitos civis e para apoiar eventos beneficentes – além de cantar os ventos da contracultura por cinco décadas. Você se lembra da última vez que viu Roberto usando da sua imagem e de seu tremendo poder de influência para alguma causa que auxilie os menos favorecidos? Fica a dica (gratuita) para a equipe do "rei". Se é que alguém ali está enxergando o desastre em que se meteram

sexta-feira, 28 de março de 2014

O último rinoceronte negro


Ivana Maria França de Negri

Que notícia mais triste nos chega de Moçambique. Segundo a última atualização da Lista Vermelha da União Internacional de Conservação da Natureza - IUCN da sigla em inglês - que cataloga e classifica as espécies em risco de extinção, foi declarado oficialmente extinto o rinoceronte negro. O último exemplar talvez tenha sido abatido em plena reserva, local que, teoricamente, deveria protegê-los da barbárie humana.
Sempre existem os maus funcionários, que em troca de dinheiro, deixam os caçadores entrarem nas reservas. E esses, agem da pior maneira possível, totalmente inescrupulosa. Dopam o animal e às vezes, quebram a coluna para que não possa se defender e retiram seu chifre num só golpe de machado ou com serras. E decepam não só o chifre, mas arrancam junto língua, olhos, boca, nariz, não estando nem aí com o sofrimento do bicho. Quando o animal acorda, ensanguentado, fraco, com carnes expostas, cheio de dores, sai cambaleando e deixando um rastro de sangue.  Não pode comer, nem dormir, nem ao menos beber água. Muitos dos que são encontrados nessa situação são sacrificados pelos próprios guardas das reservas, outros, não têm a mesma sorte e agonizam por dias, em meio à savana, até que a morte os liberte do sofrimento. E nem mesmo filhotes são poupados.
Estive há alguns meses na África do Sul e num dos safáris fotográficos na reserva do Kruger Park, pude ver esses belos e imponentes animais. A emoção ao observá-los de perto é muito grande. E agora, diante dessa tragédia, sinto uma tristeza imensa. Estatísticas do governo estimam que só no ano passado 668 rinocerontes foram mortos dentro da reserva, que fica a 350 km de Moçambique.
De acordo com o Fundo Monetário Internacional, Moçambique é o vigésimo país mais pobre do mundo, o que faz com que muitas pessoas se juntem a grupos de caça ilegal, que lhes rende bastante, pois um chifre de rinoceronte pode ser vendido por até 65 mil dólares o quilo.
“Estamos lidando com o crime organizado, extremamente bem financiado e eles estão ganhando a batalha...” diz  Craig Sholley, biólogo conservacionista.
A população de rinocerontes foi dizimada em Moçambique há mais de um século, mas foi recomposta anos atrás. Infelizmente, não é possível controlar a caça ilegal porque sempre algum guarda florestal é corrompido e, por algum dinheiro, ajuda os caçadores a chegarem até os locais onde vivem os animais.
Matar animais silvestres, tráfico de chifres de rinoceronte e presas de elefantes são considerados delitos leves, e esses guardas detidos por cooperarem com os caçadores ilegais permanecem soltos.
A medicina tradicional chinesa receita o chá de pó de chifre de rinoceronte para vários tipos de doenças, desde febres infantis, artrite, envenenamento e até para possessões demoníacas. E os asiáticos também consideram o pó afrodisíaco.
Ora, se precisam de afrodisíaco, que tomem a pílula azul e deixem os animais em paz!
Quanta ignorância! Parece que o governo da África do Sul está trabalhando para uma reforma nas leis ambientais a fim de torná-las mais rígidas, mas enquanto isso não acontece, caçadores continuam agindo, e se demorar muito, pode ser tarde demais...


quarta-feira, 26 de março de 2014

sábado, 22 de março de 2014

Cavalo Morre em Rodeio



Pessoas que viram os bastidores antes do animal entrar na arena, relataram que o animal não estava conseguindo ficar de pé, os peões ficaram catucando o animal com uma vara para o mesmo levantar. Apos entrarem na arena o animal deu uma volta e caiu não levantando mais saindo arrastado por vários peões.


quinta-feira, 20 de março de 2014

20 de Março - DIA MUNDIAL SEM CARNE

No dia 20 de março, mais de 20 restaurantes pelo Brasil oferecerão 20% de desconto em seus pratos vegetarianos em comemoração ao Dia Mundial Sem Carne

Leia mais sobre o DIA MUNDIAL SEM CARNE  aqui

terça-feira, 11 de março de 2014

domingo, 9 de março de 2014

"Por que não vão ajudar criancinhas com fome?"



Questão interessante
Resposta à pergunta de algumas pessoas
Vamos ver se essa eu consigo responder de modo didático.

1) Quem faz esta pergunta admite que existem dois tipos de pessoas no mundo: As Pessoas Que Ajudam e as Pessoas Que Não Ajudam. 
Além disso, admite também que faz parte das Pessoas Que Não Ajudam, afinal, do contrário,  diria  "Por que não me ajudam a defender as crianças com fome?", ou "Venham defender comigo as crianças com fome!", ou "Não, obrigada, vou defender as crianças com fome". 
Então ela se coloca claramente através de sua escolha de palavras como uma Pessoa Que Não Ajuda. 
É curioso a Pessoa Que Não Ajuda, não faz nenhum esforço para ajudar, mas, sim, para tentar dirigir as ações das Pessoas Que Ajudam. É bastante interessante. Se eu fosse até sua casa organizar sua vida financeira sob a alegação de que eu sei muito mais sobre administração familiar eu estaria interferindo, mas ela se sente no direito de interferir nas ações que uma pessoa resolve tomar para aliviar os problemas que ela encontra ao seu redor. 
É uma Pessoa Que Não Ajuda, mas ainda assim quer decidir quem merece ajuda das pessoas Que Ajudam e o nome disso é "prepotência".

2) Pessoas Que Ajudam nunca vão ajudar as "crianças com fome". Nem tampouco os "velhos", os "doentes" ou os "despossuídos". E sabe por que? 
Porque "crianças com fome" ou "velhos" ou qualquer outro destes é abstrato demais. Não têm face, não são ninguém. São figuras de retóricas de quem gosta de comentar sobre o estado do mundo atual enquanto beberica seu uisquezinho no conforto de sua casa. 
Pessoas Que Ajudam agem em cima do que existe, do que elas podem ver, do que lhes chama atenção naquele momento. Elas não ajudam "os velhos", elas ajudam "os velhos do asilo X com 50,00 reais por mês". 
Elas não ajudam "as crianças com fome", elas ajudam "as crianças do orfanato Y com a conta do supermercado". 
Elas não ajudam "os doentes", elas ajudam o "Instituto da Doença Z com uma tarde por semana contando histórias aos pacientes". 
Pessoas Que Ajudam não ficam esperando esses seres vagos e difusos como as "crianças com fome" baterem na porta da sua casa e perguntar se elas podem lhe ajudar. 
Pessoas Que Ajudam vão atrás de questões muito mais pontuais. 
Pessoas Que Ajudam cobram das autoridades punição contra quem maltrata uma cadela indefesa sem motivo. 
Pessoas Que Ajudam dão auxílio a um pai de família que perdeu o emprego e não tem como sustentar seus filhos por um tempo. 
Pessoas Que Ajudam tiram satisfação de quem persegue uma velhinha no meio da rua. 
Pessoas Que Ajudam dão aulas de graça para crianças de um bairro pobre. 
Pessoas Que Ajudam levantam fundos para que alguém com uma doença rara possa ir se tratar no exterior. 
Pessoas Que Ajudam não fogem da raia quando vêem QUALQUER COISA onde elas possam ser úteis. Quem se preocupa com algo tão difuso e sem cara como as "crianças com fome" são as Pessoas Que Não Ajudam.

3) Pessoas Que Ajudam são incrivelmente multitarefa, ao contrário da preocupação que as Pessoas Que Não Ajudam manifestam a seu respeito. (Preocupação até justificada porque, afinal, quem nunca faz nada realmente deve achar que é muito difícil fazer alguma coisa, quanto mais várias).

O fato de uma pessoa Que Ajuda se preocupar com a punição de quem burlou a lei e torturou inutilmente um animal não significa que ela forçosamente comeu o cérebro de criancinhas no café da manhã. Não existe uma disputa de facções entre Pessoas Que Ajudam, tipo "humanos versus animais". 
Geralmente as Pessoas Que Ajudam, até por estarem em menor número, ajudam várias causas ao mesmo tempo. Elas vão onde precisam estar, portanto muitas das Pessoas Que Ajudam que acham importante fazer valer a lei no caso de maus-tratos a um animal são pessoas que ao mesmo tempo doam sangue, fazem trabalho voluntário, levantam fundos, são gentis com os menos privilegiados e batalham por condições melhores de  vida para aqueles que não conseguem fazê-lo sozinhos. 
Talvez você não saiba porque, afinal, as Pessoas Que Ajudam não saem alardeando por aí quando precisam de assinaturas para dobrar a pena para quem comete atrocidades contra animais, que estão fazendo todas estas outras coisas, quase que diariamente. E acho que é por isso que você pensa que se elas estão lutando por uma causa que você "não curte", elas não estão fazendo outras pequenas ou grandes ações para os diversos outros problemas que elas vêem no mundo. Elas estão, sim. E se fazem ouvir como podem, porque sempre tem uma Pessoa Que Não Ajuda no meio para dar pitaco.

Então, como dizia meu avô, "muito ajuda quem não atrapalha". Porque a gente já tem muito trabalho ajudando pessoas e animais que precisam (algumas até poderiam ser chamadas tecnicamente de "crianças com fome", se assim preferem os que não ajudam). 


De Francisco José Papi, Brasil, com a seguinte menção:
(este texto pode e deve ser reproduzido) Escrito em 13.04.2005

Todos os seres merecem nossa compaixão e ajuda


sexta-feira, 7 de março de 2014

Fátima Bernardes será a nova garota-propaganda da Seara, marca do grupo JBS-Friboi

Parte deste investimento gigantesco em publicidade pode estar sendo pago com dinheiro público.
Deve ser lançada neste sábado (22) a campanha nacional da marca Seara, estrelando a apresentadora Fátima Bernardes. Segundo informações da Revista Exame, Fátima será a garota-propaganda da divisão de frangos e derivados.
A marca Seara foi controlada pela Cargill, gigante da soja, entre 2005 e 2009, quando passou a ser controlada pelo frigorífico Marfrig. Em junho de 2013, a JBS-Friboi anunciou a compra da Seara, embora a relação não conste em nenhum dos sites das empresas.
Conhecida principalmente por dividir por anos a bancada do Jornal Nacional com o marido, William Bonner, Fátima Bernardes apresenta hoje um programa de variedades na mesma emissora do jornal, a Rede Globo, . Como jornalista, ela não poderia participar de campanhas publicitárias, mas como apresentadora, pode.
Fátima une-se ao ator Tony Ramos e ao cantor Roberto Carlos no time dos que mais incentivam o consumo de produtos de origem animal no país, contribuindo diretamente para um número ainda maior de mortes.
De onde vem todo o dinheiro da JBS-Friboi e suas marcas?
Segundo matéria publicada na Folha de S. Paulo no dia 19/01/2014 (leia aqui), o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) investiu cerca de R$ 8,5 bilhões (oito bilhões e meio de reais) de reais na JBS-Friboi nos últimos anos. Este valor é mais que o dobro do que o Brasil gastou em segurança pública em 2013, por exemplo. O próprio BNDES é sócio da JBS e tem 22,9% de participação no capital da empresa.
Portanto, caro contribuinte, parte dos seus impostos, aqueles que deveriam estar sendo investidos no desenvolvimento sustentável do país, pode estar sendo usada para pagar o cachê de celebridades.

FONTE: VISTA-SE

quarta-feira, 5 de março de 2014

Ecologicamente correta - Parabéns Christiane Torloni

Ecologicamente correta : "eu não queria penas"
Christiane Torloni mostrou alto astral e comentou sobre sua fantasia durante os últimos preparativos para entrar na Sapucaí como rainha de bateria da Grande Rio, segunda escola a desfilar neste domingo (2) pelo Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro.
Conhecida por seu ativismo ambiental, a atriz afirmou que fez um pedido pessoal à equipe da escola para que sua fantasia deste ano fosse mais ecologicamente correta.  “Estou me sentindo muito leve e sustentável”, disse Christiane, que entrará na avenida fantasiada de vagalume. “Não queria nada com penas”, declarou, antes de completar a fantasia com a asa do animal que representará.
Sobre o desfile, ela garante que o mestre da bateria da escola cumprirá o prometido e fará uma “paradona” de 15 a 20 segundos durante a passagem da Grande Rio pela avenida. “Ele vai fazer mesmo, ele sabe o que faz, a gente tem uma bateria muito boa”.
Animada nos bastidores, a atriz afirmou que está muito feliz, pois finalmente chegou a hora do desfile. “Vai ser uma experiência incrível”, disse. 
Fonte: Terra