Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Vegetariano come peixe?


Quem se diz vegetariano e come peixe, não é vegetariano, pois peixe é carne, é animal, e a pesca envolve  muito sofrimento.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Texto de Ramatis



Fila da morte e rio de sangue
Quantas vezes, enquanto o cabrito doméstico lambe as mãos de seu senhor, a quem se afinizara inocentemente, recebe o infeliz animal a facada traiçoeira nas entranhas, apenas porque à véspera do Natal de Jesus! 
A vaca se lamenta e lambe o local onde matam o seu bezerro; o cordeiro chora na ocasião de mor
rer!
A fumação repulsiva, que se exala do cadáver de um boi carbonizado no incêndio, é a mesma que ondula sobre as grades gordurosas da churrascaria, em que as vísceras do animal vertem albumina com vinagre e suco de cebola. O pedaço de carne recortado dos despojos cadavéricos da vitela assada ao fogo da estrebaria pode ser tão "macio e gostoso" quanto o "filet mignon" que o "garçom" de camisa engomada vos oferece sobre o prato de porcelana. A língua arrancada do bovino crestado, na pólvora da explosão inesperada, pode ser tão "apetitosa" quanto a que vos é oferecida em luxuoso restaurante e sob as ondulações melodiosas da festiva orquestra!
Enquanto vos deixardes comandar discricionariamente por essa vontade débil e pela imaginação deformada, ou inconsciência imaginativa, sereis sempre as vítimas dos vícios tolos do mundo e da alimentação perniciosa da carne.


 É evidente que não há condicionamento de espécie alguma, quando se trata dessa disposição infantil em que a vossa imaginação ora se torna lúcida, lobrigando a realidade da carne queimada, ora se ilude completamente vendo um suculento petisco naquilo que antes era uma realidade repugnante.(RAMATIS)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Chapeus da Guarda Real

Já está mais do que na hora de trocarem esses chapeus de pele de urso por peles sintéticas.
Que diferença faria? Para os ursos, MUITA!!!!

domingo, 26 de agosto de 2012

Ubuntu


Um antropólogo estudava os usos e costumes de uma tribo na África, e porque ele estava sempre rodeado pelas crianças da tribo, decidiu fazer algo divertido entre elas; conseguiu uma boa porção de doces na cidade e colocou todos os doces dentro de um cesto decorado com fita e outros adereços, e depois deixou o cesto debaixo de uma árvore. 

Aí ele chamou as crianças e combinou a brincadeira, que quando ele dissesse “já”, elas deveriam correr até aquela árvore e o primeiro que agarrasse o cesto, seria o vencedor e teria o direito de comer todos os doces sozinho. 

As crianças se posicionaram em linha, esperando pelo sinal combinado. 

Quando ele disse “Já!”, imediatamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo juntas em direção do cesto. Todas elas chegaram juntas e começaram a dividir os doces, e sentadas no chão, comeram felizes. 

O antropólogo foi ao encontro delas e indignado perguntou por que elas tinham ido todas juntas, quando só uma poderia ter tido o cesto inteiro. 

Foi ai que elas responderam: - “UBUNTU!!!” “Como um só de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?“ 

UBUNTU significa: - “EU SOU, PORQUE NÓS SOMOS!” 

Às vezes a gente pensa que vem pra África pra ensinar a eles, quando na verdade a gente tem muito do que aprender com eles.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

SENTEM DOR OS ANIMAIS?



Luzia Stocco

Uma informação que muitos de nós ainda não atentamos, pois se já a tivéssemos, mudaríamos, com certeza, nosso cardápio, a menos que a ausência de compaixão e a impiedade fizessem parte de nosso caráter. Refiro-me à radical mudança no modo como se criam animais e aves nas últimas décadas!  
Quem já morou em sítio sabe que havia certa liberdade na criação dos animais, embora também houvesse casos de insensibilidade. Claro, éramos uma sociedade com poucos conhecimentos, comparada à de hoje. Porém, nada se compara à crueldade à que são expostos atualmente, tanto nas granjas, matadouros bovinos e suínos e outros. Precisaria de muitas páginas para descrever o tratamento que recebem. Restrinjo-me a tais: confinados sem direito de ir e vir (não há locomoção!), sem oportunidade de conviver e criar os filhotes, choques elétricos, agressões, fêmeas prenhas deprimidas e maltratadas, os machos, os defeituosos ou doentes são descartados no lixo. Antibióticos, hormônios, raiva e estresse são alguns dos componentes que ingerimos quando os consumimos. E se formos citar os lugares clandestinos, que representam quase 50%, encontraremos marretadas e mais sofrimento ainda. Os ovos de granja passam pelo mesmo viés, pois derivados de galinhas nestas ímpias condições. O que fazer? Informar-se! optar pelo frango e ovo caipira e orgânico, leite com procedência conhecida e, lembrando, sempre nos resta opções, seres reflexivos e maleáveis podemos alterar nosso hábito valorizando o reino vegetal, tão rico e completo! São posturas éticas, sim, ao contrário do que muitos dizem, que faz a diferença e nos deixa melhores do que somos ou podemos ser. Fica uma questão: “você permitiria que torturassem, estuprassem, colocando em confinamento e depois se alimentassem de seu cachorro, seu gato ou qualquer outro animal de estimação??” Obviamente diremos que NÃO! Por que fazemos vistas grossas, por que nos omitimos diante do que não é nosso? Será que usamos desse mesmo raciocínio em relação às pessoas que não conhecemos? Eis a questão!!       
A globalização não condenou apenas as pessoas à neo escravidão, mas também os animais. Somos recordistas em exportação, sendo a carne o primeiro item. Os outros produtos, como a soja, derivam dela, pois geram alimentos à fábrica assassina de animais em massa. Ambos ocupam grandes extensões de terra, desmatam, poluem, excedem no uso da água. Onde colocar tanto lixo dos detritos animais? Copiar o gesto da Holanda que despeja toda a merda inútil de seus animais em terras africanas, por uns trocados? Ou seja, desgastamos o meio ambiente brasileiro, massacramos nossos animais, deixamos de lado a ética e valores como a dignidade para favorecer a indústria alimentícia de outros países, geralmente às classes privilegiadas.  Desde adolescente via os jornais noticiarem as exportações que o Brasil fazia de suas monoculturas e sempre me inquietava tamanha insensatez: por que alimentar primeiro aos de fora se passamos fome aqui? Por que não fazemos a policultura? Hoje vejo tudo como antes! Mas, com a Campanha 2ª feira Sem Carne, em muitas cidades, vemos Ongs, empresas, artistas, escritores, escolas e outros aderindo e lutando por uma conscientização. Bons ares, divinos, nos envolvam!



terça-feira, 21 de agosto de 2012

COMPORTAMENTO ANIMAL


Estudos mostram o que passa pela cabeça dos animais
Um golfinho sabe que é um golfinho, um elefante também, e um cachorro, bem... este se sente como humano. Até pouco tempo, muitos cientistas duvidavam dessa tese. Hoje, a diferença entre as nossas faculdades mentais está no grau, não no tipo.

Charles Darwin foi um precursor da noção moderna de como a ciência vê os animais. Para o homem que descobriu a identidade do projetista de homens e animais, a mente parecia seguir uma certa continuidade ao longo da evolução das espécies. Os bichos mais abaixo na escala evolutiva também teriam inteligência e sentimentos, só que em níveis distintos. E Darwin estava certo. "As evidências de hoje indicam que muitos animais sentem alegria, tristeza, pena...", diz o biólogo Marc Bekoff, da Universidade do Colorado.

Consciência canina
"Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho", diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.

Assim, o universo dos cachorros é um estrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro.

Esse “supernariz” também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores.


Esperteza felina
Poucas coisas incomodam tanto quanto choro de gato com fome. Parece que ele vai morrer se você não der comida na hora. Mas não se desespere: pode ser um truque do bichinho. A cientista Karen McComb, da Universidade de Sussex, na Inglaterra, descobriu que alguns gatos emitem uma súplica de alta frequência, similar ao choro de um bebê, que dispara um senso de urgência no cérebro humano. Resultado: os donos se sentem compelidos a alimentá-los. Isso é um instinto que animais domésticos desenvolvem. Eles nascem sabendo isso. "Dos gatos que analisamos, só choravam assim os que viviam em casas habitadas por uma só pessoa. Ou seja: gatos aprendem a enfatizar dramaticamente o choro quando vivem com humanos numa relação de um para um", diz McComb.

Num ranking de inteligência emocional, os cães seriam os campeões, de longe. O segredo deles é o contato visual. Eles são os únicos bichos que sabem o que você está pensando: olhando nos olhos eles podem detectar o nível de atenção dos donos e atuar de acordo com ele. Essa habilidade é um atributo evolutivo: cães são descendentes de lobos que trocaram a matilha pelas aglomerações humanas há 13 mil anos. Os que melhor emulavam o comportamento humano (incluindo aí a habilidade de ler a mente do outro olhando nos olhos) cresceram e se multiplicaram porque viraram os preferidos dos humanos. Os que não tinham esse dom ficaram pelo caminho. E hoje todo cão é um expert em contato visual. Como eles sabem aplicar essa habilidade inata para resolver desafios (identificar seus potencias colaboradores entre os humanos da casa), não há como negar sua inteligência.

Emoções
É realmente improvável que o amor tenha aparecido entre os Homo Sapiens sem nenhum precursor na escala evolutiva. E, como imaginou Darwin, o mesmo vale para o prazer, a dor e a saudade.

No caso dos cães, emocionalmente, estão mais para um humanos de quatro patas, na alegria e na tristeza. Alguns, por exemplo, se recusam a comer quando o dono viaja e voltam a aceitar o prato depois de ouvir a voz de seus “pais humanos” no telefone. É uma forma primitiva de saudade.

Os animais também sentem, inclusive quando são adotados, e todo o afeto despendido nesse caminho será recompensado em dobro.

* Fonte de pesquisa para esta matéria: Revista Super Interessante

domingo, 19 de agosto de 2012

Bois e outros bichos



Ivana Maria França de Negri

Nos bancos escolares, pelo menos na minha época, aprendíamos que o boi era um animal útil. Isso porque nos dava sua carne, seu leite, couro, chifres, ossos, tudo nele era aproveitado. E nos ensinavam que os animais se dividiam em duas categorias: a dos animais úteis e a dos nocivos.
Geralmente os que se enquadravam na categoria dos nocivos eram as formigas, pulgas, carrapatos, baratas, as cobras peçonhentas e os que transmitiam doenças aos humanos ou eram considerados pragas.
Alguns animais eram denominados de simpáticos, como os cães, gatos e pássaros, mas outros eram considerados asquerosos, como os morcegos e os ratos.
Adulta, comecei a questionar esses conceitos. A vaca não doa sua carne, seu couro, seu chifre por livre e espontânea vontade, tudo dela é arrancado. Ela gostaria de  viver em paz. Roubam-lhe a vida para usufruir de suas entranhas, até seu bebê é arrebatado de sua companhia para virar vitela, uma carne mais macia que os humanos adoram, mas causa muito sofrimento ao bezerrinho.
Também nunca compreendi porque alguns animais eram desprezados e considerados nocivos. Por que Deus criaria animais imprestáveis para infernizar a vida do homem? O Criador certamente tem um objetivo para cada ser vivo. Todos têm sua importância na cadeia da vida. Nenhum pode ser considerado inútil, apenas na visão torpe, ignorante e egoísta dos humanos.
Cada ser vivo, mesmo o mais ínfimo dos insetos, tem seu lugar e sua serventia na natureza. Nunca entendi essa supervalorização de algumas espécies em detrimento de outras. Isso se chama especismo.
Por conta disso, o homem delegou a algumas espécies o destino de serem usados para diversão, (rodeios, circos, touradas, farra-do-boi, rinhas), outras, são para aprisionar (em jaulas, zoológicos, circos e em gaiolas) e o pior, alguns são presos para serem usados em seguidos experimentos científicos, uma das mais cruéis destinações a que são submetidos os animais. E há também o absurdo de serem utilizados em rituais, degolados e sangrados sem piedade para suposto benefício de quem os executa.
E de acordo com essas divisões, que ele mesmo criou, o homem sente-se no direito de usar, abusar, matar, caçar, espalhar pesticidas e venenos. Como em cada país mudam os costumes, alguns consomem carne de cachorro, de gato e macaco e os ocidentais ficam chocados. Na índia a vaca é sagrada e eles se horrorizam com os ocidentais que as matam, quando na verdade, todas as formas de matança e sofrimento são deploráveis, em qualquer escala.
O ser humano é o único ser que assassina os de sua espécie e de outras, sem propósito algum como nas caçadas por esporte.
Bois, cavalos, cães, gatos e outros bichos são usados para virar comida, diversão, maltratados na vivissecção ou no trabalho forçado.
E o homem cria mil designações: animais domésticos, domesticados, selvagens, silvestres, quando na verdade, são espécies de vida diferentes, que sentem dor, fome, sede, são carentes de carinho como o próprio ser humano.
Ainda bem que existe a escalada da evolução. Entre erros e acertos, entre dores e alegrias, o homem vai aprendendo com as lições que a vida dá. E aprende mais pela dor do que pela felicidade. Um dia a utopia de um mundo de paz e harmonia vai se tornar real. E a humanidade será formada por uma legião de anjos. Isso seria o paraíso! Por ora, vamos nos arrastando, levando as reguadas da professora Vida.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Festa do Peão de Barretos não terá prova Bull Dog depois da morte do bezerro no ano passado


Prova do laço - Bull Dog -  suspensa em Barretos veja aqui

Os organizadores da Festa do Peão de Barretos (SP) – que acontece entre os dias 16 e 26 de agosto – suspenderam a realização do "bulldog" das competições de rodeio deste ano. A decisão, confirmada nesta quarta-feira (15) pelo presidente do evento, Hugo Resende Filho, acontece um ano após um bezerro ser sacrificado depois da prova em Barretos. O animal teve o pescoço torcido pelo peão e sofreu lesão em uma vértebra cervical.No bulldog, o bezerro é solto na arena e corre em disparada, seguido por dois peões a cavalo. Um dos competidores deve derrubar e imobilizar o animal apenas com a força dos braços.O veterinário Orivaldo Tenório de Vasconcelos, coordenador do Centro de Estudos de Comportamento Animal (Ecoa), entidade mantida pelo grupo Os Independentes, que promove o evento, afirmou que a prova coloca os animais em risco porque o competidor deve apenas flexionar o pescoço. “Se o bezerro deitar para o lado direito e o peão torcer para o lado contrário, como aconteceu no ano passado, pode ferir o animal. Não foi culpa da prova, foi culpa do praticante”, disse.
Proteção Animal
Para o diretor do Projeto Esperança Animal (PEA), Carlos Rosolen, a suspensão da prova já era esperada por causa da repercussão na mídia e nas redes sociais. Ele afirmou, porém, que a medida é insuficiente. “Se a lei fosse bem aplicada, todas as provas deveriam ser canceladas. O judiciário está tampando os olhos para a Lei de Crimes Ambientais. Existem muitos laudos que comprovam os maus-tratos em todas as modalidades”.
Rosolen disse que voluntários do PEA estarão em Barretos nos onze dias da Festa do Peão para registrar imagens do rodeio. “Eles sempre alegam que as imagens usadas por nós são de rodeios no exterior. Nosso banco de dados comprova que isso acontece aqui”, disse.
Olhem só o "corajoso" torcendo o pescoço de um bebê...





quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Último olhar

‎"Olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele." (Philip Ochoa)

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Existe abate humanitário?


• Pistola Pneumática: Uma "pistola" é encostada na cabeça do animal e uma vareta metálica perfura seu cérebro. Acertar um animal que se debate é difícil e o pino sempre erra o alvo ou não penetra o suficiente para causar inconsciência (Meat & Poultry, Mar.97), causando uma dor enorme.
• Choques na cabeça: Um atordoador elétrico é utilizado para produzir um ataque e a garganta do animal é cortada, deixando-o sangrar até a morte. Numa pesquisa da USDA, Temple Grandin, PhD, afirma, "Uma amperagem insuficiente pode fazer que o animal fique paralisado sem perder a sensibilidade." (Survey of Stunning and Handling, Pesquisa em Atordoamento e manejo, Ag Res Serv/ USDA, 7/1/97). Um abatedouro de suínos estava usando somente 60% da amperagem considerada necessária para causar inconsciência. A inconsciência através de choques na cabeça é reversível e os animais podem recuperar o sentidos em segundos (Meat & Poultry, Jan 87). Em uma pesquisa da USDA em 1996 (Meat & Poultry, Mar 97), em 50% dos matadouros pesquisados, os procedimentos de atordoamento foram qualificados como "inaceitáveis" ou "com sérios problemas" em relação à crueldade contra os animais.
E as pessoas, posam de éticas e certinhas, mas nunca param para pensar que comem cadáveres de seres que sofreram muito antes de morrer...

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Baby


Bebê suíno, morto e embalado, à venda num supermercado português. Reflita, por favor: esta criança poderia ter tido uma história, poderia ter brincado ao sol, pisado a terra, estado com a família, crescido, e morrido quando a sua hora chegasse. Mas...o que lhe fizeram em nome do palato? 
Por favor pense um pouco...o que faz esta criança suína ser menos importante do que uma criança canina, felina, ou humana? Nada. Só muda a espécie, no direito a não sermos mortos somos todos iguais. 
Todos diferentes, todos animais!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Movimento de Conscientização contra provas de montaria em Festas de Rodeio

O movimento ganha força. 
Pesquisas comprovam que as pessoas vão às Festas de Peão para ver os shows e não para assistir competições de montaria. A maioria tem pena dos animais.

veja mais aqui
RODEIO
Vídeo da sessão camarária
(Fotos: Carina, Nicia, Ivana, Gregorio e Luciana)

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A história de Manuela


Uma história de superação tem comovido os moradores de Santos, no litoral de São Paulo. É o drama da cachorrinha mestiça Manuela, abandonada ferida pelos donos em um bairro da cidade. Apesar de casos de crueldade e maus-tratos aos animais não serem raros, o dela impressiona até mesmo quem trabalha diariamente com os bichinhos. Manuela, que, segundo os veterinários, tem pouco mais de 1 ano de idade, caiu de uma laje na casa onde morava. Os donos ignoraram a dor do animal, que ficou 15 dias agonizando, com duas fraturas expostas, sem atendimento veterinário e sem conseguir se alimentar. Depois de duas semanas, uma mulher encontrou a cadela e a encaminhou para a Coordenadoria de Proteção a Vida Animal (Coprovida). "Quando ela chegou, as duas patas estavam infeccionadas. Aí eu disse que a cachorra ia ficar com a gente", conta Leila Abreu, coordenadora do Coprovida.
Depois de uma análise, a cachorra teve que passar por uma cirurgia ortopédica nas duas patas do lado esquerdo. "Ela fez a cirurgia, mas depois de um tempo o organismo dela começou a rejeitar os pinos. Chegou a um ponto que o veterinário falou que teria que amputar", explica Leila. Manuela teve que retirar a pata da frente e, há cerca de 15 dias, amputou a de trás.
A pequena cadela ficou apenas com as patas do lado direito do corpo. Com isso, as veterinárias acreditavam que ela precisaria usar cadeiras de rodas adaptadas para sobreviver. Mas, em poucos dias, a cachorra mostrou que isso não seria necessário. Manuela não apenas conseguiu se levantar sozinha, como também andou, correu e se alimentou, da mesma forma que fazia antes. "Ela se adaptou muito rápido. Isso foi o que mais deixou a gente impressionada. Ela sobe escada, desce escada e corre. Ela encontrou o ponto de equilíbrio muito rápido", conta a veterinária Pamela Paim, que acompanha o tratamento.
As cuidadoras contam que nem o veterinário, que é ortopedista, acreditou que ela pudesse andar nesta situação. A coordenadora diz que ainda não viu nenhum caso parecido com este no Brasil, apenas nos Estados Unidos. Ela se refere a Dominic, da raça Greyhound, que também conseguiu se manter com apenas duas patas após um atropelamento. Eles consideram que Dominic tem o físico semelhante, e que este poderia ser um dos motivos da rápida adaptação de Manuela.
Parceira com Bombom
Na mesma semana, uma outra cachorrinha, batizada como Bombom, foi resgatada de um atropelamento. As duas cadelas precisavam ficar separadas para o tratamento, mas devido à falta de espaço, os veterinários optaram por deixá-las juntas, próximas de uma escada. Leila conta que, no começo, os cuidadores ficaram temerosos, mas depois repararam que tomaram uma ótima decisão. "O veterinário ortopedista falou para deixar a Manu com a Bombom. Ele me disse que essa atividade física, ficando perto da escada, e a convivência com outro cachorro ia reforçar a autoestima dela. Não seria legal para a imunidade de ambas separá-las", diz Leila.
Manuela e Bombom tornaram-se amigas inseparáveis. Depois de três meses em tratamento, estão prontas para a adoção. A amizade entre as duas ficou tão grande que foi decidido que quem quiser cuidar de uma delas terá que levar a "irmã" adotiva também. "A gente não quer doar separado. As pessoas são muito seletivas. Todo mundo quer um filhote, pequenininho, de preferência olho claro e perfeito", explica.
Os veterinários explicam que o futuro dono não terá despesas extras por conta da situação física de Manu. A exigência que a coordenadora da Coprovida faz é que o dono passe por uma entrevista para garantir que terá como manter uma alimentação de qualidade para as duas, vacinar e levar no veterinário sempre que precisar, além de dar carinho e amor a elas. De acordo com Leila, o procedimento não é feito apenas para as duas, e sim para todos os animais que passam pelo lugar. "Vou ficar com saudades quando elas forem adotadas. Não tem como não criar vínculo. Cada um que sai é uma choradeira", diz.
Punição
Os antigos donos de Manuela foram intimados a comparecer na Coprovida. Segundo Leila, o dono do animal não chegou a olhar para a cachorra nem procurou saber como ela estava. Pela atitude, ele acabou recebendo uma multa de R$ 1 mil por maus-tratos aos animais e omissão de socorro.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

RODEIO



Shirley Brunelli Crestana

Na fronteira da vida
um portal sinistro se abre
e o nosso irmão menor
indefeso e inocente
se depara com a imensidão
da crueldade humana.
À sua frente está o homem
exibindo pseudo coragem
e evidente ignorância
sem saber que semeia e aduba
sua futura colheita.
É incompreensível que por ganância
criaturas se vendam e sonegam
a própria consciência.
Rodeio
tourada
vaquejada
são palavras carregadas de terror.
Diante de tanta covardia
de tanto primitivismo
meu coração angustiado
emerge se singular perplexidade...
Nessas horas abissais
eu daria minha vida
para acabar com essa maldade


e salvar os animais.



Segura Peão!



Ivana Maria França de Negri

É muito saudável sentir alegria, estar entre amigos, divertir-se, paquerar, ouvir músicas e assistir shows.
Isso é o que faz a juventude frequentar as Festas de Peão. Numa enquete realizada nas últimas semanas, foi perguntado às pessoas se elas iam a esse tipo de festa por causa dos shows ou para assistir às provas de montaria. Quase a totalidade disse que ia pelos shows e por causa da alegria da festa. Muitos confessaram que ficam com dó dos animais e que não faria falta alguma a extinção das montarias.
Os organizadores afirmam que os animais são bem tratados. É claro que são! Como um boi mal alimentado e fraco pularia com tanta energia? Alimentar bem um animal não quer dizer que ele não está sendo judiado. Por que um boi, normalmente manso e pacífico, fica enlouquecido numa arena?
Imagine-se no lugar dele. Você, um animal preso num lugar minúsculo, sem poder se mexer. Uma turba gritando ensandecida, fogos espocando, rojões, luzes, sinos, e você sem poder fugir e alguém cutucando-o com uma vara com prego na ponta, outro puxando seu rabo com muita força, outros apertando a peiteira em seus pulmões até deixá-lo sem poder respirar além de esporas fincando seu ventre, cortand, ferindo. E sinta também a tortura de uma tira de couro – sedém - fortemente amarrada em sua virilha comprimindo os órgãos genitais. É claro que você iria saltar doidamente para se ver livre do martírio! Mas os peões ironizam: são só 8 segundos!
Só que a realidade é bem outra. Os treinos são diários, ininterruptos, longe dos holofotes e de qualquer inspeção. Os muito feridos são descartados e substituídos.
A cidade de Ribeirão Preto decidiu suspender as provas após liminar da Justiça que proibiu o uso de instrumentos que caracterizariam maus tratos nas montarias. Não podendo usar nenhum instrumento de suplício, não tiveram como realizar provas de rodeio. E acabou acontecendo o Ribeirão Rodeo Music, festa que reuniu o mesmo público, mas sem montaria de animais. A polícia esteve o tempo todo na festa para cumprir a decisão. Caso resolvessem colocar algum animal na arena, não poderiam usar em hipótese alguma os apetrechos, nem o sedém.
Esse tipo de evento tornou-se uma indústria. Os apelos comerciais são intensos e quem não preza a ética, patrocina. Criaram um falso glamour, e, mais uma vez, o povo vai na onda e paga pra ver. E tome cerveja, esporas, laços, foguetório e baderna. Essas festas, regadas a bebidas, quase sempre terminam em brigas e algumas, até em morte.
Assim como os circos sem animais sobrevivem, esse costume bárbaro um dia também será abolido. E pela evolução natural dos humanos, essa mentalidade selvagem tende a se modificar.
Até Nossa Senhora Aparecida inseriram na festa como padroeira dos peões. Mas duvido que ela, símbolo da maternidade, do carinho e mansidão, aprove.
A finalidade da luta desigual é provar que o peão é “macho”, corajoso. Não importa se órgãos de animais sejam rompidos, se esporas os ceguem, se ossos sejam quebrados. São apenas animais, dirão alguns. Como se animais não sofressem, não sentissem dor, angústia, medo e desespero. Maus tratos são encobertos, veterinários se vendem para dar falsos laudos e afirmar que não há maus tratos.
Segura peão, e vê se cria outro tipo de diversão, um touro mecânico ou rodeio virtual. Segura peão e deixa em paz o animal que é manso, pacífico e tem bom coração.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Movimento de conscientização - contra maus tratos nas provas de competição em RODEIOS - É Hoje!!!





Depois da manifestação do sábado, a segunda parte de nosso movimento de conscientização consiste num ato na Câmara dos Vereadores de Piracicaba.

O  V.I.D.A. irá ler um manifesto na Tribuna Popular, precisamos do maior número de pessoas que apoiam a causa presentes para fazer pressão. 

Levem seu apito,  sua panela,  qualquer coisa que faça barulho! Levem amigos!

Levem cartazes,  panfletos, levem sua voz!

Vamos ser a voz dos que não podem falar e seremos ouvidos!

Coletivo V.I.D.A.